Notas iniciais
Oi peoples! Não aguentei e resolvi postar esse cap já pronto.

Beijos.

Pov Sarah

Dei dois passos pra trás, recuando com medo.

– Disseram que não iam me machucar. — disse com a voz fraca.

Dean me olhou pensativo.

– O que quis dizer Castiel? — Sam perguntou.

– Ela não pode estar viva. Tem que morrer. — Castiel disse vindo até mim.

Fui recuando pra trás.

– Calma aê tigrão. — disse Dean segurando Castiel.

Castiel o olhou .

– Dean, ela é a chave para o apocalipse. — disse me olhando com pena.

– Ahn? Como assim? — perguntei curiosa.

– Sua lágrimas. São para isso que Crowley as quer. — Sam deduziu. — Mas como?

– As três lagrimas podem tira Lúcifer da jaula. — o anjo falou. — Então sinto muito.

Eu não queria morrer. Muito mesmo abrir a tal jaula.

– Cass, você não pode matá-la. Olhe pra ela. — Dean falou me defendendo de Castiel. — É humana.

– Mas... — Castiel contestou a ordem de Dean como uma criança.

Eu não fiquei ali.

Enquanto discutiam minha morte, dei no pé.

Pov Sam

Dean e Castiel estavam olhando pra mim como se eu desempatasse a briga deles.

– Sam, ela tem de morrer. — Castiel argumentou. — Pode libertar Lúcifer.

– Mas é humana e não fez nada de errado. — Dean disse impaciente.

Os dois idiotas não perceberam que a Ivy tinha saído dali.

Cass finalmente percebeu.

– A garota. — disse. — Cadê ela?

Dean sorriu irônico.

– Estamos discutindo a morte dela. Eu também não ficaria aqui. — disse apoiando Dean.

– Tá bom. — disse Castiel se rendendo. — Mas se a querem viva, terão de protegê-la.

– Como vamos protegê-la se ela não está aqui? — perguntou Sam.

Castiel desapareceu deixando um bilhete.

Sam o pegou, leu e disse:

– Dean, isso é um endereço de um bar. Acho que ela está lá, vamos.

Dean saiu do hotel acompanhando o irmão.

Entramos no Impala e Dean foi dirigindo até o endereço.

Quando chegamos, Dean perguntou ao dono do bar:

– Você viu por aqui uma garota de estatura mediana, cabelos pretos e olhos azuis?

O homem nos olhou.

– Sim, Sarah está aqui. — olhou para uma mesa. — Está bem ali.

O homem apontou para uma mesa que Ivy estava sentada, bebendo algo.

Chegamos perto dela.

– Olá, Sarah. — Dean falou enfatizando o nome real dela.

Ela tomou um susto.

– Ah, vocês de novo. O que eu fiz?! — perguntou num tom triste.

–Que tal começarmos pelo seu nome verdadeiro, Sarah? — perguntou Dean irônico.

– Foi preciso... — murmurou baixinho.

– Por quê? — perguntei, tentando ser gentil.

Dean a olhava como se fosse apontar uma arma na cabeça dela.

– Não posso falar, tenho de protegê-la. — falou ameaçadora.

– Proteger quem? — Dean perguntou mais calmo.

Sarah tirou uma nota de 10 dólares do bolso e jogou no balcão.

– Me uma outra dose de uísque, por favor.

Eu a olhei.

– Responda nossa pergunta. — Dean pediu.

– Minha irmã. — suspirou.

– Você tem uma irmã? — perguntei.

Ela me olhou e disse debochada:

–Não, eu tenho um cachorro que chamo de irmã.

Dean deu um meio sorriso e disse:

– Sammy, vamos comer algo e conversar.

Concordei e sentamos ao lado de Sarah.

Ela olhou pra gente.

– Queremos conhecer a sua irmã. — disse sorrindo.

Ela olhou pra mim com os olhos faiscando.

– Não ouse chegar perto dela. — rosnou.

– Calma. Não vamos fazer mal à ela. Só queremos conhece-la. — Dean falou.

– Não posso arriscar. — Sarah disse. — É tudo o que eu tenho.

– Por favor, não vamos machucá-la. — Sam insistiu.

– Ok. — Sarah cedeu. — Mas por favor, não falem sobre nada disso com ela. Quero poupa-la deste incidente.

– Tudo bem. — Dean sorriu solidário. — Quando vamos?

Pov Sarah

Não acredito que ia leva-lós até Emily. Mas não me parecerem ameaçadores.

– Eu quero um Cheesburguer e uma coca-cola por favor. — pedi ao barmem.

Dean me acompanhou e Sam pediu um sanduíche natural. Blérr...

Sam percebeu minha careta.

– O que foi? Vai engordar uns trinta quilos comendo isso. — disse irritado.

– Outh! Isso magoa. — zoei. — Sam, isso é comida de mariquinha.

– Ela tem razão, Sammy. — Dean me acompanhou nas risadas. — Você é um mariquinha

– Ah, parem seus idiotas!. — Sam se irritou mesmo. — Quando vamos ver sua irmã?

– Emily. — sussurrei.

– Ahn? — nossa e eu achando que o Dean era esperto. Tá eu nunca achei isso, mas tinha esperanças.

– O nome dela. — falei. — É Emily.

– Ah, sim. Mas então... quando vamos vê-la?

– Logo. — disse.

Pov Dean.

Terminamos de comer e fomos para o meu querido Impala.

– Então, o que achou do meu carro, Sarah? — perguntei a garota antes de entramos no carro.

Ela me olhou distraída.

– Ahn? A sim, seu carro... — falou como se não ligasse. — É legal.

– Só legal? — perguntei magoado. — Tá bom.

– Nem todos entendem o seu amor pelo Impala, Dean. — disse Sam entrando no carro.

Fiz cara de choro ao entrar no carro.

– Seus maus... Feriram à mim e minha querida.

Sarah me olhou como se eu fosse louco.

– Dean pare com isso. Está a assustando. — Sam falou rindo.

– Deixa pra lá. — disse.

Liguei o rádio e uma musica romântica e brega começou a tocar.

Pov Sarah

Tampei os ouvidos.

– Seu gosto musical é horrível.

Dean olhou para Sam quase que imediatamente.

– Eu não gosto desse tipo de música. — disse. — O Sammy é que colocou.

– Sam, seu gosto musical é horroroso. — disse rindo, enquanto o mais novo desligava o carro constrangido.

Dean colocou outra fita. Nesta continha o meu bom e velho Rock.

– Isso sim é bom. — disse destampando os ouvidos.

– Viu, Sammy? — Dean falou sorrindo. — Não é barulho.

Ri e fiquei cantando AC/DC com Dean, irritando Sam.

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Notas finais
Nesse cap vocês vêem que a Sarah é parecida com os dois Winchesters.

Ela goste Hambúrguer e de Rock como, Dean.

E não entende o Amor fraternal do Dean com o Impala, como o Sam.

Beijos