Notas iniciais
Cap de revelações. Mas claro, n são todos os mistérios revelados n hein. Espero que gostem!

– Então fale logo, não suporto mais esse suspense. – pede Gingamaru, impaciente após esperar certos minutos.

Senshi Yujo, Tsubaki Seijitsu, Daisuke Saruma, Yuong Tsukyomi, Sophia Cianno, Samasha Seiya, James Anthony Krum, Jayden Valentine, Sayuri Kishimoto, Gingamaru Pride, Saito Urushihara, Kaoru Tohara e Arashi, que tomara total posse do corpo de Nagashi Swords, aguardam assentados as palavras de Lucy Rouvier. Do grupo, Kaoru e Saito são os mais curiosos, devido a já terem tentado descobrir os segredos da garota, mas sem sucesso. O local é o extenso e agradável jardim do colégio Kyodai.

– Certo. – diz Lucy – Vou contar, pois está mesmo na hora de todos vocês saberem o que eu já sei. Acreditem: tudo o que eu dizer é real.

A garota chamou todos os demais presentes para o local em questão, com a promessa de que teria revelações a fazer. Esta determinada a não voltar atrás em sua palavra.

– Tudo começou milênios atrás, mais ou menos há 8000 a.C. Existia um grande rei chamado Alfarion. Era ele o imperador de Atlântida.

– Atlântida? – Senshi, surpreso.

– Esse é o nome daquela cidade lendária. Você quer dizer que ela realmente existiu? – pergunta Sophia, tão pasma quanto todos.

– Sim. Era uma cidade isolada do restante do mundo, uma ilha que foi considerada grande potência naval em seu período histórico. Ela afundou no mar após tentar dominar a cidade de Atenas e fracassar na empreitada. Esse rei, Alfarion, bem antes da tragédia, era amável e gentil com todos os habitantes de Atlântida e até mesmo aqueles que não eram nativos de seu reino. Contudo, após uma descoberta que veio a mudar totalmente sua personalidade...

– Que descoberta? – pergunta Kaoru.

– Ele descobriu que era especial, diferente das outras pessoas de seu reino.

– Especial, diferente como? – questiona Jayden, sem entender.

– Diferente por ser dotado de capacidades além das, até aquele momento, conhecidas pelo homem. Podemos dizer que Alfarion se tratava de um humano evoluído geneticamente, o primeiro que surgiu na Terra. Na época, essa noção não existia. Mas é dito humano evoluído aquele que sofre variações genéticas e adquire características fora do comum. – explica Lucy, séria, permanecendo de pé diante de todos os convocados.

– Que características seriam essas? – indaga Samasha.

– Alfarion descobriu sua capacidade de manipular o tempo e o espaço. Era capaz de se locomover na velocidade da luz para qualquer local do Universo, assim como também poderia parar o tempo de acordo com sua vontade ou até mesmo viajar no passado e no futuro.

– Incrível! – opina Daisuke. – Mas isso é mesmo verdade?

– Com toda a certeza. – afirma Lucy – A descoberta desse poder originou nele sentimentos e desejos egoístas e ambiciosos, o que fez com que Alfarion abandonasse seu legado de paz e amor para se tornar um rei frio e sanguinário. Ele foi ficando cada vez mais sedento de poder, resultando então na sua decisão de dominar o mundo, mesmo que antes Atlântida fosse uma ilha pacífica que repugnasse a guerra. Em pouco tempo, o seu reino se tornou uma potência militar e naval. Dominou inúmeras cidades, províncias, ilhas e outros reinos. Seus domínios se expandiram consideravelmente, tudo graças à mutação genética de Alfarion e, em pouco tempo, Atlântida tornou-se um império. Não havia oponentes para o seu exército. Até que...

Todos escutam atentos. Ela pausa por alguns instantes, mas retoma logo depois:

– Até que houve uma batalha contra a cidade de Atenas e, no confronto, Atlântida perdeu. Isso por que, em Atenas, vivia uma jovem princesa chamada Sophia, a Sábia.

– Sophia, a Sábia? – Sophia se impressiona ainda mais.

– Ela era conhecida assim por sua sabedoria inigualável e sua habilidade de forjar ilusões terríveis, características antes ditas dadas a ela diretamente pela deusa Athena. Então, durante a batalha, Sophia lançou Alfarion e seu povo em uma ilusão eterna, selando a ilha no oceano para todo o sempre. Temendo os poderes do malévolo imperador, Sophia se sacrificou e sua energia foi lacrada em sete objetos sagrados, posteriormente espalhados ao mundo. Enquanto seu espírito manter-se selado, não há perigo de Alfarion se libertar da ilusão. Portanto, o legado da princesa foi passado à linhagem de Sophia e se ramificou nas Cinco Grandes Famílias: Cianno, Tsukyomi, Yujo, Seijitsu e Swords.

O grupo fica pasmo. Sophia, Yuong, Senshi, Tsubaki e Nagashi pertencem às respectivas famílias citadas.

– Praticamente todos os integrantes dessas famílias foram ou são humanos evoluídos. – alega Lucy – Suportaram milênios para chegarem aos dias atuais. Com o tempo, esses clãs se dividiram e formaram outras famílias. Daí, as pessoas dotadas de habilidades especiais passaram a ser vistas como ameaça para o restante dos humanos, sendo então a grande maioria. Uma guerra mundial, bem antes das conhecidas Primeira e Segunda Guerra, ocorreu. Porém, os humanos comuns era uma ala de quantidade esmagadora e 95% das pessoas com capacidades especiais foram exterminadas. Logo, as evidências históricas da existência deles foram arquivadas com as Cinco Famílias para a segurança dos mesmos. Por tal razão, muitos desses humanos diferentes sequer chegaram a conhecer toda essa história. Como o caso de vocês.

– É uma história e tanto, que me soa fantasiosa demais. – opina Yuong, mais sereno do que todos os outros – Por que eu deveria acreditar nela?

– Por acaso acha que sua capacidade de persuadir qualquer um a fazer o que você exige é algo normal?

Ele se surpreende, mas não demonstra. Como ela poderia conhecer esse “detalhe”?

– Hoje em dia, pessoas como nós estão espalhadas pelo mundo e são raros os momentos em que um considerável grupo se reúne. Contudo, catorze de nós estão aqui nesse instante, o que me leva a crer que a direção desse colégio conhece essa história.

– E como você sabe que todos nós aqui somos... “especiais”? – questiona Jimmy.

– Eu aprendi muito de genética com meu pai. Desenvolvi um software que rastreia pessoas com variações em seus genes, conectando o programa às redes de computadores de todo o mundo.

– Você nos achou? – indaga Sayuri.

– Não só vocês, como todas as outras pessoas no mundo inteiro.

– Se você diz que é raro que uma grande quantidade de indivíduos como nós se reúna em um mesmo local, qual seria o objetivo da direção de Kyodai ao fazê-lo conosco? – Daisuke, ao arquear a sobrancelha esquerda.

– Ainda não sei, mas creio que tem algo a ver com a organização Gênese.

– O que seria essa organização? – pergunta Arashi, que ainda se passa por Nagashi.

– É um grupo de outras pessoas com habilidades especiais. Segundo o que descobri invadindo a rede de computadores deles, possuem o objetivo de deter uma profecia. Minos Tsuyoshi, que invadiu a escola, faz parte dessa organização.

– Aquele maldito... – Gingamaru se manifesta, irritado só de se lembrar do tal sujeito.

– A profecia foi feita por uma pessoa como nós, há alguns anos. Segundo o profeta, que hoje já é falecido, o futuro do mundo será a destruição caso os jovens escolhidos caiam nas mãos do mal.

– Como assim? – Samasha, por sua vez.

– Pelo que constatei, esse mal seria uma pessoa autodenominada como Fênix, que é capaz de roubar os poderes de outros apenas com um toque. Os jovens seriam todos nós, que aqui estamos. A Gênese parece ter adotado uma doutrina radical, na qual seus integrantes pretendem nos matar, evitando então que a profecia se realize.

Kaoru, Gingamaru, Tsubaki, Saito, Sophia, Yuong, Senshi, Daisuke, Samasha, Jayden, Jimmy e Sayuri se abalam com as revelações. Arashi, que já estava ciente de tudo, apenas finge o mesmo, para não levantar nenhuma suspeita de que não é Nagashi. Agir naturalmente seria como despertar atenções desnecessárias para si.

– Alguém por trás desse colégio pode conhecer essa história e, reunindo a todos nós aqui, estar tentando atrair Fênix por alguma razão.

– Quem é essa pessoa, Fênix? – pergunta Tsubaki.

– Não sei nem se é um homem ou uma mulher. Tudo o que sei é que temos que permanecer unidos ou podemos ser mortos um a um por ele... Ou ela.

Tsubaki engole seco, um pouco assustada. Leva ambas as mãos para o ombro direito de Daisuke, ao seu lado, onde encontra uma sensação de segurança e proteção.

– Então deveríamos ser amigos? – Arashi, incomodada com a possibilidade.

– Não. – responde de maneira seca, fitando-a severamente – União não é o mesmo que amizade. Não precisamos criar laços efetivos, apenas nos apoiar uns aos outros para que possamos sobreviver e ultrapassar tudo isso.

– Eu não concordo. – fala Senshi – Que melhor maneira de nos unirmos do que a amizade?

– Faça o que bem entender. A grande certeza que tenho é que devemos controlar nossas habilidades e escondê-las de todo o restante. Creio que alguns de vocês já façam ideia do que são capazes de fazer...

– Está dizendo que não podemos ter uma vida normal? – indaga Jayden.

– Não somos normais. – afirma Lucy, com uma inabalável confiança em suas palavras.

– Tudo isso, para mim, é loucura. – comenta Yuong, se levantando e cruzando seus braços.

– É a verdade. Mas cabe a você acreditar ou não.

Saito e Kaoru, como o mais velho presente, se levantam. Sorridentes, observam Lucy com atenção, até que o primeiranista pronuncia:

– Então era isso o que estava escondendo? Por que não disse tudo antes?

– Não era o momento.

– Difícil de acreditar. – insiste – Não tem nenhum outro motivo?

– Não.

– Mas o que vamos fazer a partir de agora, Rouvier-san? – questiona Tsubaki, preocupada. – Podemos ser mortos, seja por alguém dessa organização ou por essa pessoa chamada Fênix, certo?

– Certo, mas é por isso que tudo o que devemos fazer é nos manter unidos. A não ser, é claro, que algum de vocês deseje morrer.

– Você devia ser mais aberta à amizade, Lucy-san. – comenta Senshi.

– Eu sei cuidar de mim mesma, obrigada. – declara, virando-se e dando as costas para todos.

Sem mais nada para dizer, ela cruza os próprios braços e caminha em direção ao interior do prédio do internato. Todos observam o seu afastar até a interferência de Yuong:

– Essa garota é pirada. Deve ter alguma espécie de deficiência mental.

– Você não acredita nela? – Jayden, do lado esquerdo do amigo, ao se levantar como ele fizera há pouco e passar a olhá-lo com atenção. – Logo você que até já chegou a desconfiar da sua capacidade de convencer as pessoas.

Ele não responde, apenas continua a fitar Lucy, já bem distante.

– Imagino que o seu talento é sua força de cem travecos, não é, Nagashi-chan? – pergunta Gingamaru, dirigindo seu olhar para a loira.

– Cala a boca, idiota. – exige Arashi, sem ao menor olhar de volta.

Com exceção dela, de Yuong e de Gingamaru, todos se entregam aos risos. Algo que dura por breves instantes, enquanto o grupo se dispersa pelas outras dependências de Kyodai...

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Um homem magro e alto, com a aparência de quem já tem três ou quatro décadas de vida. Olhos de um azul tão claro que chega a parecer branco, assim como sua pele. Um sorriso seguro e manipulador. Yuki Arima, vice-diretor, filho do fundador e proprietário de Kyodai Raiabaru Yamagato, agora, em sua sala.

– Vice-diretor... – uma voz feminina clama, assim que é possível escutar duas leves batidas na porta.

– Entre. – permite ele, assentado em sua cadeira, atrás de sua mesa, ocupada por um telefone e várias pastas e livros.

Ela abre a porta, entra e a fecha em seguida. Sorrindo, a mulher utiliza agora seus óculos, enquanto se aproxima e se assenta na cadeira diante do seu patrão. A mesa é tudo o que os separa.

– Novidades? – pergunta Yuki.

– Muitas. – responde ela, mostrando para ele uma lista de papel em sua mão direita.

A professora estende a lista para o vice-diretor, que a recolhe com sua mão esquerda.

– “James Anthony Krum. Habilidade: neutralização. Kaoru Tohara. Habilidade: intangibilidade. Samasha Seiya. Habilidade: aptidão corporal aprimorada e superequilíbrio. Daisuke Saruma. Habilidade: memória eidética e aptidão intuitiva...” – recita, lendo superficialmente as informações presentes na lista – Fez mesmo um excelente trabalho, Sugaku. Meus parabéns.

– Agradeço, Yuki-sama. – diz ela, sorridente – Devemos estar preparados para o retorno de Fênix e, para isso, precisamos conhecer bem esses jovens.

– Acha que reunir todos foi mesmo uma boa ideia? – questiona ele, tornando-se extremamente sério, de repente.

– Sim, pois dessa maneira, podemos detê-la e provar à Gênese o quanto estão equivocados.

– Talvez... Mas apenas reuni-los não a trará para cá.

– De fato. É por isso que andei pensando e tive uma grande ideia.

– Qual seria?

– O que acha de organizarmos uma espécie de campeonato, no qual apenas esses jovens participassem? – sugere ela, aproximando seu corpo da mesa.

– Detalhe. – pede ele.

– Seria algo em que os talentos deles pudessem ser explorados, para que Fênix se interessasse por eles e viesse até nós.

– Parece ser uma perigosa, mas boa sugestão.

– Não temos muito tempo, Yuki-sama. Ele está lá fora, fazendo novas vítimas a cada dia. Cedo ou tarde, chegará aqui. É melhor que seja cedo...

– Tem razão. – admite, convencido – Contudo, além disso, devemos nos preocupar com a Gênese também. Farão de tudo para matar cada um desses jovens. Não podemos permitir isso.

– De fato. Já fizemos coisas horríveis no passado, afinal, mas assassinos nós não somos. – afirma ela, certa de si.

– O que acha de organizarmos esse evento daqui a duas semanas, logo após o período das primeiras provas?

– Penso eu que seria conveniente.

– E quanto a todos eles? – questiona, em referência ao grupo de alunos constituído por Senshi Yujo, Nagashi Swords e os demais – O que acha?

– Bem... são prodigiosos. Muitos ainda não sabem do que são capazes, enquanto outros já utilizam seus talentos especiais para seus próprios objetivos. Creio que cada um terá seu papel na profecia.

– Sim, a profecia... Da mesma forma que ela diz que o mundo será destruído se o poder de todos eles caírem em mãos erradas, afirma que ele também poderá ser salvo caso essas habilidades sejam utilizadas de maneira correta.

– Exatamente. – concorda a professora, se levantando da cadeira e se colocando de pé – Cada um deles possui capacidades únicas e um papel singular em tudo isso. Entretanto, ainda assim, eu pude notar que há alguns entre eles com participações cruciais no rumo que tudo tomará.

– Quais deles? – Yuki, sendo direto, como sempre é.

– Senshi Yujo, Lucy Rouvier e Nagashi Swords. São eles as três chaves para a resolução de todo o enigma. São eles as três principais peças que não devem cair nas mãos de Fênix de maneira nenhuma! – se exalta, realmente aflita com a possibilidade do citado indivíduo encontrar o trio.

– Está dizendo que os demais são dispensáveis, Sugaku? – indaga, irritado apenas ao pensar na resposta positiva de sua funcionária.

– Não, Yuki-sama. Perdoe-me por minha agressividade. Eu não queria gritar... – pede ela, abaixando o rosto e o tom de voz por alguns segundos – O que estou tentando falar é que eles possuem habilidades que Fênix não pode obter. Do contrário, ninguém lhe deterá.

O diretor se acalma, voltando a analisar a lista em suas mãos. Ao procurar pelos nomes de Lucy Rouvier, Nagashi Swords e Senshi Yujo, ele então compreende a razão pela qual Sugaku os prioriza.

– Se suas informações estiverem mesmo corretas, devemos fazer de tudo para mantê-los seguros, até mais que os outros. Habilidades como essas podem colocar o destino da humanidade em um alarmante jogo.

– Infelizmente, Yuki-sama, há um outro obstáculo no nosso caminho.

– Outro obstáculo?

– Arashi Swords.

– Quem é ela? Tenho absoluta certeza de que Nagashi é a única remanescente dessa família.

– Fisicamente, você está certo. – conta, assentando-se mais uma vez – Arashi não é como nós.

– Seja mais clara, por gentileza. – pede Yuki.

– Ela é o outro lado de Nagashi, um lado muito mais perigoso e que conhece boa parte de toda essa história, desde a lenda de Alfarion e o reino de Atlântida até os segredos por trás desta instituição.

– Entendo. Significa que o mesmo dilema da família Swords está se repetindo nessa geração? – pronuncia, ao esboçar um leve sorriso.

– Talvez até pior. Diferente de Kimiko, Nagashi não tem a mínima capacidade para deter seu alterego. Arashi pode se tornar bem perigosa, um verdadeiro empecilho para todos nós.

– Não gosto de derramar sangue, mas caso necessário, faça sem hesitar. – fala, de modo frio, chegando a assustar Sugaku.

– Matar? Mas isso...

– Não podemos fraquejar! – exclama, interrompendo-a, enquanto ela permanece pálida com o peso das palavras do filho do diretor – Chegamos até aqui com um objetivo. Não voltaremos atrás apenas por uma vida.

– Yuki-sama... Não acho que teremos de chegar a esse extremo. – tenta argumentar – Por mais que Arashi seja perigosa, ela não possui total controle.

– E o que lhe faz ter tanta certeza?

– Senshi Yujo. Ele é o único que pode detê-la.

– O único? – se surpreende – Talvez esses jovens estejam ainda mais conectados do que eu esperava.

– Sim, todos eles estão interligados por algo que ninguém pode compreender. Seja destino, a vontade divina ou qualquer outra coisa, o fato é que não é impossível que o mesmo que aconteceu com Kimiko aconteça com Nagashi.

– Espero que esteja mesmo certa, Sugaku. Dessa forma, não seria necessário ceifar a vida da última integrante da família Swords...

– Tenho a absoluta certeza de que não será, Yuki-sama.

– Agora, por gentileza, retire-se... – pede, estendendo o braço direito para a porta.

Ela sorri e se levanta, caminhando para a saída e se retirando em poucos segundos. Com o olhar perdido, o vice-diretor de Kyodai reflete sobre todos os tópicos debatidos com sua funcionária. É preciso pensar bem sobre cada fator em toda essa história. Ao desviar seu olhar para sua mesa, Yuki passa a observar com atenção uma placa de metal sobre ela, na qual encontra-se gravada a figura de uma exuberante ave.

– Seja o que for que esteja planejando, Fênix, impedirei. Custe o que custar...

Notas finais
Ate!!