Notas iniciais
Vamos voltar ao hentai e.e

– Rachel... Case-se comigo!

– Não sei se devo Sebby... Eu te amo muito, mas não á este ponto, pelo menos por enquanto não!

– Mas Rachel...

– Sem mas! Aliás, estou precisando de uns "carinhos" seus!

– Rachel... Sabe que eu faria qualquer coisa para ter você para mim né?

– Não sou tola a ponto de não saber disso!

– Não quero que se vá, e muito menos que perca o contato comigo!

– Sebastian... Precisamos conversar! Vá até o quarto que já estou indo!

Cinco minutos depois, deitado na cama, Sebastian escuta a porta se abrir, e lá está Rachel, com um tipo de cassetete na mão, e uma roupa super-colada parecida com a mulher-gato.

– Uau... Quando disse "carinhos" estava falando sério mesmo né?

– Precisamos terminar o que começamos!

– Não achei que fosse o momento apropriado.

– Não há momento certo e errado para o Sexo acontecer! Ele simplesmente acontece!

Com aquele cheiro de sexo no ar, o traje especial de Rachel e a excitação sem limites de Sebastian, precisavam escutar algo, pelo menos para cobrir o barulho do amor dos dois.

– O que está esperando? Ligue logo esse rádio que estou louca para dançar!

– Quer fazer um Pole-dance para mim?

– Eu nunca fiz antes, mas, como dizem na américa, há uma primeira vez para tudo!

Então Sebastian ligou o rádio numa transmissora coreana de músicas da qual gostava bastante.

– Então pode começar. o K-Pop é um dos meus ritmos favoritos e é bem dançante. Quero ver o seu espetáculo.

Rachel fechou a porta e foi até a cama, para começar o show, ao som de Fantastic Baby (BigBang) que já estava a envolvendo ainda mais no ritmo do sexo profundo.

– Rachel... Como você consegue? Ser tão bonita e inteligente não é pra qualquer uma!

– Apenas faça silêncio e aprecie o show!

Então Rachel se levantou e desceu até o chão várias vezes, de forma bem sexy, levantou e girou várias vezes em seu próprio eixo como uma bailarina profissional.

– Não aguento mais! Estou ficando excitado excessivamente!

Sebastian tirou a camisa e começou a abrir a calça, Rachel veio instintivamente e terminou de abri-la como se fosse sua obrigação.

Sua fome por sexo estava tomando conta de todo o seu ser.

Rachel perguntou á Sebastian o que ele gostaria primeiro:

– Você tem duas opções: Opção número 1: Se ajoelhar e pedir piedade. Opção 2: Se confessar culpado pela morte do meu ex-marido e morrer de tanto apanhar.

– Não tem uma opção menos ruim não?

– Somente escolha!

– A primeira.

– Então ajoelhe-se!

– Piedade princesa Rachel, não sabia o quão se importava com aquele pobre vaso feito nas índias!

– Você não presta mesmo para encenar né Sebby? Vou ter que te ensinar tudo nessa vida?

– Pardon!

– Levante-se e me possua!

Sebastian levantou, agarrou Rachel pela cintura e começou a tirar aquele traje tão incomum de seu corpo, e junto, começou a descobrir os belos e atraentes traços do corpo de Rachel novamente.

– Sebastian, é o seguinte: Isto é um teste! Se você passar eu me casarei com você, já se reprovar tudo estará acabado e não seremos nem mais amigos!

Isso serviu como uma motivação para Sebastian, toda aquela masculinidade voltou á sua cabeça quando escutou isso. Pensou no que seria diferente e bom de se fazer.

– Rachel, poderíamos fazer... quem sabe... um 69!

– Mas 69 que faz não são os gays?

– Pelo jeito você também não entende nada de sexo!

– Ok, ok... Vamos fazer então!

Começaram então, com 5 minutos de 69, Rachel já não aguentava mais a vontade louca de enfiar qualquer coisa em seu orifício sexual.

– Sebastian! Me coma logo porra!

Sebastian levantou, e ficou em posição, Rachel veio e sem mais delongas sentou no "brinquedinho" de Sebastian, como se fosse a coisa que mais queria no mundo.

Sobe... Desce... Sobe... Desce... em um ritmo frenético!

Sebby estava á beira de um colapso quando Rachel saiu e começou o "HandJob".

Trinta minutos... desde que Rachel estava á sós com Sebastian no quarto. Mal sabia ela, que as irmãs de Sebastian estavam com um copo na parede do quarto da mãe de Sebastian, escutando tudo, e uma delas tentando ver pelo olho mágico da porta.

– Vai... Vai... Vai... Rachel você é uma delícia e uma arma ao mesmo tempo!

– Não sou qualquer arma, sou uma arma de sexo!

Notas finais
TSUZUKU (Continua)