Kuroshitsuji - Akatheryne
4 Capítulo 3 Orquídeas Silvestres
Notas iniciais
Akatheryne e Caim estavam descendo as escadas do hall principal e já avistam os primeiros convidados pelo vitral que fica em cima da porta de entrada ( Esse vitral tem o desenho de dois gatos um preto e um branco, ambos com coleiras com pingentes de lua.).
— Parece que eles já estão chegando. – Disse Caim se encaminhando a porta.
— Espero que eles tenham trazido o Ryan e o Angelo. – Falou Akatheryne ainda no topo das escadas tentando ver se o filho do Barão Austin (Ryan.) e o filho de Tia Agatha (Angelo.) estavam nas carruagens. – Espero que sim!
Caim deu um sorriso. E abriu a porta.
Assim que abriu a porta Akatheryne fez um sorriso falso para receber sua Tia Agatha e Seu Tio Bartolomeu e o Barão Austin que eram os primeiros a chegar.
— Tios! Como vão? – Akatheryne os recebeu com um sorriso muito realista (ela era uma atriz) – Estão todos bem?
— Sim minha querida! – respondeu tia Agatha.
Tia Agatha tinha dois problemas: Primeiro, ela era muito falsa e interesseira e o segundo era gorda. Akatheryne a chama de porca Agatha quando a tia não estava por perto ou qualquer parente principalmente Angelo o filho mais velho de Agatha. Tem 18 anos, mas mesmo assim adora a prima Akatharyne (Akatheryne e apaixonada por ele e por Ryan e Rached.).
— Akatheryne amor da minha vida! – Diz Angelo que acabará de chegar.
Assim que ela o vê desce as escadas correndo e abraça o primo querido.
— Angelo!
— Ola minha cara Akatheryne. – Disse barão Austin tirando o chapéu para Akatheryne.
— Ola Senhor Austin... – falou Akatheryne ainda abraçada em Angelo.
— Minha sobrinha! – Falou Tio Bartolomeu (O único tio que presta na família de Richard. Muito boa pessoa.)
Akatheryne se soltou de Angelo e com um sorriso carinhoso (dessa vez verdadeiro.) abraçou seu tio Bartolomeu. Um senhor bem velhinho o filho mais velho de Cosette (avó de Akatheryne. Akatheryne agradece a Angelic por ter botado a velha engangenta pra dormir.).
— Akatheryne... – Falou uma voz.
Akatheryne se virou para ver de quem era voz e assim que descobre de quem é a voz.
— Ryan! – Fala Akatheryne quase como se chorasse. – Você voltou de Roma!
— Voltei para te ver. – disse ele meio vermelho.
Caim olhou para Ryan com um olhar cauteloso (tipo pai!), mas logo depois parou de olhar para poder levar os convidados para o jardim onde seria realizado o baile (que vai durar a noite toda!).
— Caim. Preciso antes falar com você. – Disse Akatheryne. – Vamos.
— Como desejar minha senhora. – respondeu Caim indo com Akatheryne até o escritório de Richard (Agora de Akatheryne.).
— Deixem que eu levo o senhores até o jardim. – Diz Karine.
Quando chegaram no escritório Caim verificou se alguém estava perto da sala e assim que entrou trancou a porta.
— Eu peço essa noite apenas duas coisaa Caim. – Falou Akatheryne se sentando na cadeira da escrivaninha e se virando para a janela. – Meus tios não podem nem se quer ver Richard e...
Nessa hora Akatheryne começa a falar uma língua estranha (latim.) e Caim respondeu também nessa língua.
-... E Caim diga aos convidados que eu irei demorar um pouco porque vou tratar de uns assuntos. – Akatheryne falou enquanto estava com a mão na testa.
— como deseja minha senhora. – Diz Caim. – Mas antes...
Caim chega perto da Akatheryne e bota a mão em sua testa.
— Senhora Akatheryne você está com febre. – Fala Caim com ar de preocupado. – Mas você estava boa até agora.
— Não! – Grita Ela. – Eu estou bem! Não estou... Com febre... Tenho que falar com o Ryan...
Akatheryne desmaia.
— Senhora! – Caim pega Akatheryne antes de cair da cadeira. – Alguém fez algo com a senhora... Você está cheirando a Orquídeas Silvestres, mas você é alérgica a Orquídeas Silvestres.
(obs: Akatheryne tem uma alergia estranha, ela não pode com Orquídeas Silvestres. E estranhamente fica com febre, que se ela ficar com o cheiro impregnado nela ela pode ter até 40 graus de febre aconteceu uma vez quando a tia Agatha foi ver Akatheryne pela primeira vez quando ela tinha 1 ano Tia Agatha estava usando um perfume caríssimo de Orquídeas Silvestres e não largava a menina só Caim depois de ter dado um tapa na mão de Agatha para soltar a menina que quase morreu! Mas por um milagre ela melhorou, mas depois daquele incidente Agatha não gosta mais de Caim.)
Caim pegou Akatheryne no colo e abriu a porta e foi andando até o quarto de seu e pediu para Juliet dar banho nela e tirar totalmente aquele cheiro.
— Rico! – Chama Caim.
— Eu?! Tudo bem! – Responde Rico.
— procure alguém nessa casa que esteja usando perfume de Orquídeas Silvestres. – Falou Caim abrindo a porta do quarto de Akatheryne pare Rico sair.
— Mas quem seria o idiota que usaria um perfume que deixa a Chefa doente!? – Diz Rico sarcástico e preocupado.
Caim olha pra ele com um olhar ameaçador.
— Já fui! – Grita Rico correndo saindo do quarto.
Deitada em sua cama com um pouco de febre ainda, Akatheryne olha Marchello do seu lado que também não estava se sentindo bem, ela o abraça e volta a dormir.
Caim caminhando até o jardim encontra com Luis que passava ali naquele momento.
— O que foi Luis? – Caim perguntou por causa da expressão de encabulado de Luis.
— Nada. É por causa de um cheiro nessa casa que não me deixa dormir. – Luis responde.
Luis tem olfato muito sensível, mas isso não compensa o fato dele também ser muito preguiçoso.
— Que tipo de aroma? – Perguntou Caim.
— Flores... *func* Um tipo de flores bem raras... – respondeu Luis.
Então a teoria de alguém usando perfume de Orquídeas era verdadeira. Agora era somente achar quem estava usando o maldito perfume!
Juliet estava indo para a cozinha quando vê alguém no vitral da porta de entrada. Era uma mulher, mas não usava vestido usava uma causa longa com uma camisa curta e uma mascara de raposa.
— Quem é você? – Pergunta Juliet.
Aquela figura enigmática que olhava para o vidro vira o rosto para Juliet e se joga do vitral mergulhando no piso (como se ele fosse água.) e desapareceu.
— Estava falando sozinha moça? – Pergunta Ryan que acabará de chegar do jardim procurando Akatheryne.
— Não estava apenas observando o vitral ele está com uma mancha. – Ela mentiu.
— hm? Eu não vejo... – Respondeu Ryan tentando ver alguma mancha.
— Acho que é porque ela é bem pequena. – Falou Juliet.
— Certo. Você sabe onde está a minha prima? – perguntou ele preocupado.
— Ela misteriosamente ficou um pouco de febre, mas se quiser ver ela, ela está no seu quarto. – Disse Juliet com um sorriso doce.
— Muito obrigado! – diz Ryan correndo para o quarto de sua prima.
Akatheryne estava tendo delírios, pois viu a imagem de sua mãe entalhando algo atrás do armário e botando ele novamente no lugar.
Então ela foi até o armário e começou a empurrar ele e de pouquinho em pouquinho viu na parede uma palavras só depois que chegou bem perto pode ler o que estava escrito. Era assim:
Entre as Pecadoras
Tu es a mais bela.
Entre as Imperfeitas
Tu es a mais delicada.
Entre as proscritas
Tu es a mais perfeita...
...
Mas aquilo não estava completo tinha uma parte que Akatheryne não pode ler, pois estava completamente borrada por uma tinta vermelha... Ela olha direito aquela mancha e aquilo não era tinta... Era sangue!
Akatheryne se assusta primeiro, pensa um pouco e um pouco mais e se afasta, deita do tapete, coloca um dos braços estendido no chão em direção do armário (especificamente em direção da Mancha de sangue.), bota a outra mão no pescoço e fingindo sua mão ser uma faca a passa pelo pescoço e imagina o sangue jorrando e indo diretamente para na mancha. Basicamente ela reconstituiu a morte da própria mãe descoberto de onde vinha a mancha de sangue.
— Espere um minuto para o sangue ter vindo até lá o armário tinha que estar fora do lugar... – Akatheryne fala.
— Angelic escreveu isso antes de morrer, antes de seu assassino entrar no quarto. – Completa Marchello que se levantou da cama com um olhar serio.
— Como você sabe disso? – Pergunta ela.
— Eu sei de tudo que acontece ou aconteceu nessa casa você sabe. – Marchello chega perto de Akatheryne e coloca a mãe no ombro dela. – Na verdade ela escreveu as palavras que o amante dela dizia para ela...
— Quem? Amante! Quem ele era? – Pergunta Akatheryne com os olhos arregalados.
— Falando uma curiosidade: nem o próprio Caim sabe quem é! Eu perguntei isso uma vez para ele, mas ele disse que não sabia só sabia que alguém ia ao quarto dela quando Richard viajava. Tio Bartolomeu já ajudou muito Angelic arrumando viagens a negócios para Richard o acompanhar e Angelic ficar sozinha. – Respondeu ele com basicamente essa cara: =/
De repente Marchello pega Akatheryne no colo e leva ela de volta para a cama e em seguida coloca o armário no lugar.
— Melhor você descansar um pouco e tem alguém vindo ai. – depois dessas palavras Marchello desaparece.
Alguém bate na porta.
— Posso entrar?
— Pode. – respondeu Akatheryne.
— Oi prima... – falou Ryan discretamente entrando no quarto e vendo a prima na cama.
— Ryan...! – Ela responde meio tonta (ficou novamente.).
— Você está bem prima?
— Mais ou menos... Um pouco...
— Queria ver você.
Os dois sorriram e começaram a conversar. Duas horas depois Agatha veio chamar o sobrinho.
— Esta bem tia... – Ryan pegou a mão da prima e a beijou. – Eu vou voltar... Espere-me.
— Esta bem... – Respondeu ela com um sorriso.
Assim que Ryan sai do quarto e fecha a porta Caim aparece atrás dela (a porta! Como será que ele foi parar lá?).
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