Kuroshitsuji - Akatheryne

2 Capítulo 1 - Near...


Notas iniciais
E o tempo passa... como a nova herdeira Moondust... E o que aconteceu depois de Angelic ter assinado o contrato com Caim também é passado. Marchello = Black cat. Rico = stray cat.

— *puf* *puf* — Alguém corre muito rápido.

— Já falamos, nós vamos te achar. – Falam duas crianças.

— Nunca.

— Near*...? – Uma voz fala. – hi hi hi.

*Near em inglês quer dizer perto, próximo etc.*

— Near! – A outra voz confirma.

Juliet entra num corredor. E ouve cochichos. Tentando saber quem estava cochichando ela começa a abrir as portas dos quartos.

— Tem alguém tentando parar nossa brincadeira maninho. – Falou uma voz baixinho.

— Sim, ela precisa ser castigada. – fala a outra voz. – He he He.

— Quem está ai?! – grita Juliet. – Mary! É você!? Estou aliviada.

Na frente de Juliet tem uma menina usando roupas sujas, sem um braço e chorando sangue. Ela se aproxima de Juliet.

— Abaixa... Titia Juliet. – Fala a menina.

— Sim? – Juliet sem abaixa chegando o ouvido perto da menina.

— Tem mais gente aqui... Tem sim...

— Mas eu só vejo você.

— Tem sim... Tem coisa atrás dessa porta. – Mary aponta com seu único braço pra esquerda. – Mas... Não abre... É coisa ruim... Mal...

Mary desaparece deixando Juliet sozinha em frente a porta que ela disse para não abrir.

Juliet encostou na maçaneta e começou a girar lentamente, mas parou e voltou com a mão ao peito. Tomou coragem e colocou a mão na maçaneta novamente e abriu a porta rapidamente.

— O que?! Não! – Juliet Grita muito alto.

Agora o corredor estava vazio novamente.

Tião estava na cozinha conversando com Karine enquanto Raika fazia o café e eles ouvem o grito de Juliet.

— O que foi isso?! – Tião se levanta.

— Foi a Juliet. Conheço esse grito. – Fala Raika.

— Vamos ver o que ouve! – Karine se levanta também.

Então os empregados saem da cozinha e vão ver o que estava acontecendo. E quando estavam indo para a entrada dão de cara com Caim.

— Caim Você ouviu esse grito? – Perguntou Raika – Foi da ...

— Juliet. – Ele terminou.

— É. – Falou Karine. – Você sabe onde ela está?

— Não, estou procurando ela e My lady Akatheryne. – Caim os acompanha até a entrada. – Juliet estava a procurando para dar banho.

Ao abrir a porta que dava para a entrada todos levam um susto. Juliet desacordada com o vestido rasgado presa ao lustre por uma corda de cabeça para baixo.

— Meu deus!? – Fala Tião.

— Quem fez isso!? – Fala Karine nervosa.

— O pergunta maior é... – Raika se aproxima de Juliet. – Quem escreveu isso?

No vestido de Juliet (O que sobrou dele.) estava escrito: “NÃO SE META!”

— O que ouve? Onde estou? – Juliet começa a acordar. – Ah? COMO VIM PARAR AQUI!?

No topo da escada Mary aparece novamente (só pra Juliet.). E Juliet se vira para ela.

— Eu te avisei... – Mary some novamente.

Juliet depois de solta, se senta no chão (começou a ficar enjoada lá.) e Raika começa um costumeiro interrogatório dela:

— Como você foi parar ai?

— Não sei. – Respondeu Juliet com a mão na cabeça.

— Quem te colocou ali? – Raika continuava a perguntar.

— SAI DAQUI! – Alguém grita.

De repente Francisco e Luis aperacem.

— Pai! – Os dois gritam!

— Pai eu e o Luis estávamos no quarto jogando cartas com a Akatheryne, mas agora apouco ela começou a olhar para os lados e saiu gritando do nosso quarto! – Falou Francisco.

— Eu vou procurar ela não se preocupem. – Disse Caim. – Podem voltar para a cozinha.

— certo! – todos responderam.

— Mas antes, — Caim perguntou – Francisco, Luis. Akatheryne já tomou banho?

— Pelo o que eu vi ela tomou sim! – Respondeu Luis.

— Otimo. – Caim se virou e subiu as escadas.

Akatheryne saiu correndo por toda a mansão sem rumo. Parecia que não ia parar.

— Pare de correr vai se cansar! – disse uma voz.

— É mesmo! – Confirmou outra.

— Não eu não vou brincar com vocês! – Gritou Akatheryne histérica.

Akatheryne não para de correr até ver o imenso relógio de sua família (Muuuuito grande), e lá ela se esconde. Meia hora se passa e nada até.

— Nossa como é apertado aqui! – Disse uma dês vozes que perseguia Akatheryne.

— Akatheryne, não se encomode se eu colocar minhas pernas no seu colo. – Falou a outra. – Três aqui não da direito!

— Não! Ela pode sentar no meu colo vai ser mais fácil! – Retruca a outra voz.

— NEEEEM Marchello eu pedi primeiro!

— AAAAAAAAAAAAAA! – Akatheryne grita abrindo uma porta escondida do relógio pelo qual havia entrado, e saiu correndo.

Caim ouve a voz de Akatheryne, mas naquele exato momento ele estava do outro lado da mansão. Então ele empurra um vaso de flores e um quadro começa a se movimentar para a esquerda abrindo uma passagem secreta (aquela mansão é um verdadeiro labirinto.).

Começa a chover. E os empregados estavam indo para os seus quartos (já era muito tarde, sério.) , Juliet se depara novamente com Mary. Então espera todos irem para seus quartos (pois se virem ela falam com o vento vão achar ela maluca, porque ela disse que parou de ver espíritos.) e caminha até Mary que agora estava sergurando com seu único braço a mão de um garotinho com as roupas molhadas.

— Ele queria ver a senhora então pediu que eu mostrasse o caminho. – Falou Mary olhando o menino.

Juliet deu um sorriso triste e se agachou até o menino.

— E-Eu tava com “taudadi* ”(*ou saudade.)... – Diz o menino envergonhado. – “Quelia” te ver...

— Eu também bebê. – Responde Juliet tentando continuar com um sorriso.

O menino abre os braços pedindo um abraço. E Juliet não nega ele ao menino.

— Eu to te esperando mamãe. – Fala o menino ainda abraçado a Juliet.

Juliet arregala os olhos. Completamente espantada com as palavras do menino, mas ainda continuava abraçada ao garoto.

— Não fica, com medo eu num conto “pros” “Imão” que eu vim “ati” – Ele sorri – Eu sei que você não “mato” “adenti*” (ou a gente.) “puque” quis.

Os fantasmas somem e Juliet fica lá sozinha ajoelhada chorando. Enquanto todos estão em seus quartos dormindo, mas é claro que eu não estou falando de Caim e Akatheryne.

Minutos depois de Caim ter ouvidos os gritos de Akatheryne de pijama encostada na parede de um corredor. Sua face parecia a de um morto por causa de um problema criado por Marchello e Rico, Ela muitas vezes dormia de olhos abertos.

*TROVÃO*

— Creio que se divertiram as custas dela novamente... – Caim pega Akatheryne no colo.

Atrás de Caim estavam Marchello e Rico sentados na janela olhando para Akatheryne desmaiada.

— Creio que vai ser mais divertido quando ela será a caçadora e vocês a caça.

Caim leva Akatheryne para seu quarto e a coloca na cama e se retira.

— Rico para de pegar o cobertor só para você – cochicha Akatheryne – Eu to com frio!

— Só se o Marchello parar de ser espaçoso. – Retruca Rico.

— Calem a boca e me deixem dormir droga! – Marchello joga Akatheryne e Rico da cama.

— Tudo vamos dormir porque amanhã quem var perseguir sou eu! – Fala Akatheryne voltando pra cama.

— NÃO! – Fala Marchello e Rico.

— Por que não? – Diz ela encabulada.

— Porque amanhã vem aqueles idiotas dos duques, Lordes, sei lá que mais, sei lá o que menos... – Fala Marchello puxando o cobertor só pra ele.

— Do jeito que ta agente não vai dormir! – Disse Rico rindo.

— Rico... De você eu não sei, mas seu irmão já desmaiou.

— Então boa noite! – Matchello da um soco na cara de Rico fazendo ele desmaiar.

Então boa noite, dia, tarde tanto faz! Pra vocês também!

Notas finais
BEEEEEEEEEFREIO DE CARROEEEEEMMMM eu entrei de ferias ontem e vou pra casa do meu pai depois de amanhã e ficarei sem postar 1 semana