Kupidon

2 Extra Um


Notas iniciais
Me desculpem pela demora. Era para eu ter postado mais cedo, mas infelizmente meu notebook chegou do concerto agora a pouco. Mas como prometido,aqui estou eu, no dia vinte, com o primeiro extra da história. Um pequeno aviso: "Os extras são pequenos, diferente dos capítulos, que são BEM maiores" Espero que gostem.

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Caitlin entrava no restaurante quando ele a viu. Ela deu alguns passos, até a recepcionista para-la, ela apontou para a mesa onde havia o homem que a esperava. Thommas Merlyn. A mulher lhe sorriu e deixou ela passar. Ela sorriu quando se aproximou e ele se levantou.
Você está linda. — Ele a abraçou.
Obrigada. Você também... — Se sentaram de frente para o outro.
Você parece estar mais leve. Como foi lá em Central?
Foi tranquilo. — Ele pegou em sua mão que estava em cima da mesa. — Ele entendeu meus motivos e ficou muito feliz pela gravidez.
Então, não houve gritos nem nada do tipo? — Ela riu.
Eu e Barry sempre fomos amigos e não seria um término que faria isso mudar. -Apesar de que eu estava com medo disso acontecer, ela pensou. Ele assentiu. — Ele percebeu que era o certo a se fazer. Apesar de eu precisar do meu tempo, não tenho mágoa dele.
E ele vai aceitar esse tempo?
Sim. Mas disse que não ficará longe do bebê. E não é isso que eu quero... Nunca faria algo assim. — Suspirou. — Só preciso de um tempo para me habituar com tudo que tem acontecido comigo.
Eu fico feliz por você estar mais leve. — Sorriu. — Você parece melhor mesmo.
E como você está? — Foram interrompidos.
Com licença. — Eles olharam para o garçom. — Já querem pedir? — Eles assentiram e rapidamente fizeram seus pedidos. O garçom saiu.
Respondendo sua pergunta... — A olhou. — Eu estou bem. Eu e Laurel vamos assinar os papéis do divórcio...
Sem problemas...? — Ela estava preocupada.
Sim. Eu e Laurel conversamos muito. Resolvemos juntos que esse é o melhor. Ela não quer mais tentar assim como eu. Tentamos por 5 anos e não deu certo.
Eu sinto pelo seu filho.
Ele vai entender. Isso não quer dizer que ele ficará longe de mim ou de Laurel... A diferença agora é que ele terá dois quartos.
E ele vai ficar com a Laurel?
Sim. Ele precisa dela... Mas os finais de semana é meu. — Ela assentiu. — Vai ser difícil para ele se habituar, mas vamos com calma.
Tem certeza que esse é o melhor?
Cait, eu já tinha decidido antes mesmo de nós dois... — Ela suspirou. — Qual o problema?
Eu só estou pensando no seu filho. — Ele sorriu.
Não há com que se preocupar. Isso não vai ser uma briga de quem fica com ele. Já decidimos nos divorciar sem problemas... Nada vai afeta-lo. Eu e Laurel sempre fomos amigos, vai por mim... Continuaremos assim.
Tudo bem. — Suspirou novamente. — Eu contei ao Barry.
Sobre mim? — Ela assentiu. — O que disse exatamente?
Que estava gostando de outra pessoa e que esse era um dos motivos de eu querer acabar com o noivado.
Então, podemos fazer isso sem culpa? — Ela sorriu, mordendo o lábio. — Como estou com vontade de te beijar agora.
Sabe que ainda não é o momento de fazer isso em público, por mais que eu também queira. — Ele apertou sua mão e seus pedidos chegaram. Conversaram sobre algumas outras coisas, entre elas sobre o bebê que Cait carregava e então depois de alguns minutos, eles pagaram e saíram do restaurante.
Não está com seu carro hoje?
Não. Está com a Felicity. — Ele sabia quem era a mulher. Caitlin já tinha contado algumas coisas sobre a amiga loira que trabalhava na QC, onde seu melhor amigo, quase irmão, era o CEO. E já tinha se encontrado com ela á alguns dias atrás, na praça de alimentação do shopping.
Então eu tenho uma ideia. — Ela arqueou as sobrancelhas. — Entra no carro. — Ele abriu a porta para ela que entrou. Tommy deu a volta, entrou e deu a partida.

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Onde estamos indo? — Ela o olhou.
Vamos para o meu apartamento. — Ela sorriu, como se já esperasse por essa resposta. — Estaremos sozinhos.
Tommy... — Ele a olhou rapidamente, antes de voltar seus olhos para a estrada.
O que? Não nos vemos á duas semanas, quase três. Só quero matar as saudades.
Mas, não acho correto.
Por que? Não é o mesmo... — Ela arqueou as sobrancelhas e ele viu. — Eu estou em outro apartamento. Laurel vai ficar com aquele em que morávamos.
Decisão de ambos?
Sim. Na verdade eu ofereci. Lyon já está acostumado com aquele apartamento... Já está sendo difícil entender que não estamos juntos, não quero que ele ainda tenha que aceitar se mudar.
Entendo. Mas mesmo assim, você chegar comigo... — Ele a olhou novamente dessa vez por mais tempo, quando o sinal ficou vermelho.
Em primeiro lugar, Laurel já sabe que eu estou com alguém. — Ela ficou surpresa. — Eu contei.
Por que?
Porque ela precisava saber. E ela não se importou. — Suspirou aliviada. — Só precisamos ser mais discretos por Lyon.
Claro. E é por isso mesmo que estou dizendo...
Em segundo lugar... Os porteiros do prédio não são fofoqueiros. E Lyon está com Laurel hoje. — Ouviu uma buzina e percebeu que o sinal tinha aberto, deu a partida novamente voltando seus olhos para a estrada. Em poucos minutos ele estava entrando no estacionamento do condomínio. Estacionou o carro e desceu, abrindo a porta para que ela também descesse.
Por que escolheu aqui?
É mais perto da escola do Lyon. E assim quando eu puder, vou busca-lo. — Entraram no elevador de mãos dadas.
Quando foi que se mudou? — Ele não pôde responder, a porta foi aberta e por ela entrou um casal com duas crianças.
Boa tarde. — Eles cumprimentaram.
Boa tarde. — Tommy e Cait cumprimentaram de volta. Ele passou o braço direito pela cintura de Caitlin. Poucos segundos depois as portas se abriram novamente, dessa vez em seu andar. De mãos dadas eles foram até a última porta e Tommy a abriu com a chave.
Você não me respondeu quando se mudou... — Entraram. — É maior que o meu apartamento e o da Lis. — Ele sorriu.
Gosto de espaço.
Posso ver. — Olhou ao redor, acompanhando-o até a sala de TV.
Eu me mudei á cinco dias. — Ela nem percebeu o quão perto ele estava até se virar para ele.
AH. — Não conseguiu dizer mais nada. Era isso que acontecia quando ele estava perto demais, ela se esquecia até de seu nome.
Aqui não tem problemas. — Ela piscou o ouvindo.
O que? — Ele sorriu. — Problemas com o que? — Ele não respondeu apenas a beijou, suas mãos foram parar na cintura dela e as dela subiram para seu pescoço, enquanto correspondia ao beijo. Fazia muito tempo que não faziam aquilo. Tommy e Caitlin ainda estavam em um relacionamento, apesar de não se sentirem mais assim. Por isso depois de dois beijos trocados, decidiram por fim, contar aos seus respectivos "namorados" o que estava acontecendo. E agora eles podiam fazer isso sem culpa. Tommy a girou, caminhando com ela até o sofá deitando-a e se deitando por cima, ela não parecia estar querendo parar, era algo que ambos queriam já á um bom tempo. Cait desceu as mãos para a barra da camisa dele, subindo-a devagar e ele ajudou a retira-la, ele trocou os lábios dela por seu pescoço e sentiu ela apertando suas costas. Antes que pudessem continuar, a campainha toca e no susto Cait o empurra, fazendo-o se sentar. — Você... — Sua respiração estava igual ao do homem á sua frente, ofegante. — Você disse que estaríamos sozinhos.
Foi mal. — Se levantou pegando a camisa.
E agora? Como eu faço? — Ele sorriu com o desespero dela, enquanto vestia a camisa. — Não tem graça, Tommy.
Calma. Seja quem for eu dou um jeito. — Ela se sentou rapidamente arrumando a saia que tinha subido muito e sua blusa que estava perto dos seios, nem tinha percebido que Tommy tinha feito aquilo de tão extasiada que estava. Ele foi até a porta e a abriu. — Laurel? — Cait se assustou e colocou as mãos no rosto.

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Papai! — O abraçou.
Ei, campeão. — Passou uma das mãos nos cabelos do filho.
Tommy. Eu sei que hoje não é o seu dia de ficar com Lyon, mas... — Então percebeu que ele não estava sozinho. — AH. Me desculpe...
Não, tudo bem. — Abriu a porta mais um pouco e a deixou entrar com seu filho. Cait se levantou. — Laurel essa é Caitlin. Cait essa é a Laurel. — Sabia que a namorada estaria naquele momento morrendo de vergonha.
É um prazer. — Laurel foi a primeira a se pronunciar com um sorriso que Cait não esperava ver.
O prazer é meu. — Sorriu de volta, mesmo que estivesse envergonhada.
Eu... — Se voltou para o ex. — Eu não queria mesmo atrapalhar... Lyon não tem escola hoje e ele pediu para ficar com você...
Tudo bem Laurel. — O garoto olhava para Caitlin. — Eu não me importo... — Sorriu para o filho que continuava a olhar para a "namorada" do pai, definição essa que ele ainda não sabia.
Eu... — Cair se pronunciou tentando não gaguejar. — Eu já estou indo.
Não precisa. — Laurel quem disse. — Eu só vim deixa-lo aqui. — Se abaixou na altura do filho. — Eu venho te pegar mais tarde, está bem? — Ele assentiu.
Não pode ser amanhã, mamãe? — Cait sentiu seu peito doer, ele sentia falta de Tommy. Laurel olhou para o ex.
Você quem decidi. — Ela suspirou.
Tudo bem. Então, você o deixa na escola? — O menino mudou a expressão.
Claro.
Então te pego depois da escola, ok? — Ele assentiu e abraçou a mãe. — Eu vou pedir para que o motorista deixe as coisas dele aqui, mais tarde.
Se eu não estiver, pode pedir que deixe com o porteiro. — Olhou para o filho. — Nós vamos dar uma volta. — E ele ficou ainda mais animado.
Você me acompanha até a porta? — O menino pegou na mão da mãe quando ela se levantou. — Bom, foi um prazer te conhecer, Caitlin.
Digo o mesmo. — Laurel saiu com o filho.
Tudo bem? — Tommy se aproximou da namorada.
Não. — Ele arqueou as sobrancelhas. — Isso não deveria ter acontecido Tommy. Uma coisa é resolvermos ficar juntos e outra completamente diferente é eu conhecer sua ex e seu filho.
Isso aconteceria de qualquer forma. — Ele a abraçou. — Confia em mim, Laurel não se importou. Ela não é de fingir. O que ela pensa, ela fala na cara e ela não sorri quando não gosta de alguém. — Ela suspirou.
Lyon ainda não está acostumado com a separação de vocês e agora ele tem que me ver aqui... Com você? — E ele finalmente entendeu o problema, Caitlin estava muito emocional e com certeza era sintoma da gravidez.
Não precisamos dizer que somos namorados. Por enquanto somos amigos. — Ele deu um sorriso sacana.
Amigos não fariam o que estava prestes a acontecer naquele sofá se não tivessem chegado. — Ele riu.
Depende dos amigos. — Ela bateu em seu braço e ele riu novamente. — Não se preocupe. Confie em mim, Lyon é mais esperto do que você imagina... — Se separaram quando ouviram a porta se abrir.
Então, onde quer ir?
**--** **--**
Mamãe quem é aquela mulher? — Ela se abaixou.
Ela... — Como explicaria ao seu filho? Sabia quem ela era, Tommy já tinha lhe falado aquele nome antes. — Ela é alguém que seu pai gosta muito.
Mas ele também gostava de você. — Olhou para baixo.
Lyon. — Ele a olhou. — Eu e o papai continuamos muito amigos. Não estamos mais juntos, mas nós nos gostamos... Somos amigos. — Passou a mão no rosto dele. — Meu amor, nós não queremos que fique triste. Você sempre terá á nós dois. Sempre! — Beijou seu rosto muitas vezes e ele sorriu. — Eu te amo.
Também te amo, mamãe.
Quero te fazer um pedido, muito, muito importante. — Ele assentiu esperando a mãe falar. — Caitlin, é alguém importante para o papai. Ela é... Uma amiga muito importante. Então quero que a trate bem, está bem?
Mas mamãe, ela quer tomar seu lugar. — Seu filho não era bobo. Ela sabia que ele perceberia o clima e saberia identificar quem era Caitlin. Suspirou.
Ela não quer tomar meu lugar. Querido, seu pai e eu nos separamos... Você não acha que ele deve ser feliz novamente?
Com outra?
Sim. Você não iria me querer feliz também?
Você está namorando mamãe?
Não. — Passou as mãos nos próprios cabelos, estava difícil. — Não. Mas isso não quer dizer que o papai tenha que ficar sozinho, não acha?
Ele fica muito sozinho?
Ele fica aqui, sozinho. E não é sempre que ele pode ver você... — Tocou na ponta do nariz do filho. — Então, por favor, seja bom com a moça, está bem? — Ele abaixou os olhos. — Lyon, isso não quer dizer que ele vai deixa-lo de lado. Ele te ama muito. Você é muito, muito importante para ele.
Mais que ela? — Laurel teria que tirar aquele medo do filho, antes que fosse um problema maior mais para frente.
Tanto quanto ela. — Ele ficou alguns segundos em silêncio.
Mamãe e se eu não gostar dela?
E se gostar? — Retrucou sorrindo. — Ela pode ser uma moça boa. Confia na mamãe, ela não é uma má pessoa.
Vou fazer isso pelo papai. — Laurel o abraçou. — E por você.
Obrigada. — Beijou seu rosto novamente. — Sabe o quanto eu amo você?
Muito. — Laurel o abraçou mais apertado. — Ta sufocando mamãe.
Desculpa. — O largou. — Fique bem e se comporte, por favor.
Tá. — Ela se levantou e apertou o botão do elevador. — Mamãe... — Ela o olhou. — Agente vai sempre estar juntos né? Mesmo com você e o papai separados?
Claro, meu amor. — A porta abriu e ela a segurou. — Sempre! Eu já lhe prometi algo e não cumpri? — Ele balançou a cabeça para os lados, fazendo os cabelos lisos balançares. — Então, acredite, sempre estaremos juntos. — Lhe mandou um beijo e as portas se fecharam. Voltou para o apartamento e viu seu pai sorrindo para outra que não era sua mãe, se lembrou da conversa agora a pouco e se aproximou devagar ao vê-los se separarem.
Então, onde quer ir? — Seu pai estava mais leve, era o que ele pensava. Quando moravam juntos, ele e sua mãe estavam sempre estranhos um com o outro. Não se beijavam mais, não dormiam mais no mesmo quarto... Pensar nisso lhe deixava triste. Mas depois se lembrava que seu pai e sua mãe não estavam felizes e não era isso que ele queria, não é? Seus pais infelizes.
Pode ser no Belly Burger? — Tommy se aproximou pegando-o no colo.
Como quiser. — Ele a olhou. Cait ficou no mesmo lugar, não queria atrapalhar ou se meter, poderia ser um problema.
Ela vai? — Tommy desviou os olhos para a namorada.
Algum problema? — Ele ficou em silêncio por alguns segundos. — Lyon. — Ele olhou para o pai.
Ela é sua namorada? — Cait pensou que seu coração iria pular pela boa e Tommy que pensava que não ficaria surpreso quando seu filho descobrisse sozinho, bom, estava completamente errado, ele realmente ficou.
Sim. Eu e Cait estamos juntos. — Seu filho ficou em silêncio por tempo demais. — Lyon, preciso que você entenda uma coisa... — O menino não tirou os olhos da namorada do papai. — Isso não quer dizer que eu vou deixa-lo de lado. Eu te amo muito. Você é muito, muito importante para mim. — O olhou. Sua mãe tinha dito o mesmo agora a pouco. — Você entende? — Ele assentiu.
É estranho papai.
Eu sei. — Beijou os cabelos do filho. — Tudo bem, eu te entendo.
Eu... — Eles a olharam quando ela começou. — Eu vou para casa. — Tommy tentou dizer algo, mas ela o interrompeu. — Vou de táxi. É melhor deixa-los hoje... — Pegou a bolsa. — Ele precisa de você. — E Lyon ficou surpreso, não imaginou que aquela mulher falaria aquilo. Ela parecia estar preocupada, mas por que? Olhou para o pai e percebeu que ele tinha mudado. Seu pai não tinha gostado da ideia daquela estranha. Desviou o olhar para a mulher, sua mãe disse que ela era importante para seu pai e que seu pai merecia ser feliz de novo. Apertou as mãos na camisa do pai.
Papai, agente pode ir agora? — Tommy o olhou. — Tô com fome. — Seu pai suspirou e Cait deu um meio sorriso sussurrando um "tudo bem". — Vocês não estão? — Essa pergunta no "plural" os deixou surpresos. — Papaiii! — O chamou balançando seu próprio corpo para ver se acordava o pai. — Tô com fome.
Tudo bem. — Ele conseguiu sussurrar. — Vou trocar de camisa. — Deixou o filho no chão e subiu as escadas. O garoto e Cait apenas se olhavam, ela ainda estava surpresa por ver que ele aceitou ela ir com eles.
Eu quero água. — Ela voltou a si ao ouvi-lo. — Você pega para mim? — Ela assentiu, largando sua bolsa onde estava antes e se dirigindo á cozinha.
Você pode beber gelada? — Pegou um copo e ele assentiu.
Você conhece o papai á muito tempo? — Ela o olhou lhe entregando o copo.
Faz um tempo. — Não entendia por que daquelas perguntas, imaginaria que ele nem falaria consigo. — Nos conhecemos á alguns meses.
AH. — Tomou a água. — E você tem filho? — Ela ficou surpresa pela pergunta.
Não. Eu não tenho... — Ele assentiu novamente e lhe entregou o copo. Ouviram passos. — Não ainda... — Sussurrou. Não era uma boa ideia dizer ao seu enteado que estava grávida, ele poderia interpretar mal.
Vamos? — Lyon correu para os braços do pai.
**--**
Ele dormiu. — Cait comentou.
Fiquei surpreso por ele fazer aquelas perguntas.
Eu também. Talvez ele queira saber mais sobre mim... — Ele assentiu. — Não é algo normal para uma criança. — Entrou no estacionamento do condomínio.
Realmente são muitas mudanças para uma criança de 5 anos.
Tommy, combinamos de eu ir dormir no meu apartamento.
Está tarde. — Ela balançou a cabeça. — Eu sei que não quer isso, mas meu apartamento estava mais perto...
Ele vai estranhar quando acordar amanhã.
Confia em mim? — Suspirou e alguns segundos depois assentiu, olhando-o. Tommy pegou o filho no colo e junto de Cait foram para o elevador. Entraram no apartamento e subiram as escadas, em silêncio, Tommy sabia que a namorada precisava de um tempo. Colocou o filho na cama e saiu não sem antes deixar a luz do abajur acesa. — Vem. — Pegou em sua mão quando saiu do quarto e entrou no seu próprio, trancando a porta.
Ainda acho isso demais. — Ele retirou a camisa. — Ele não está acostumado a nos ver juntos. Hoje foi o primeiro dia... E então ele descobre que o pai tem uma namorada. Eu.
Você quer, por favor, ficar calma? — Se aproximou.
Mas... — Ele a calou com um beijo. — Tommy... — Ele a calou novamente com outro beijo, dessa vez pedindo passagem com a língua que foi prontamente atendida, ele começou subir as mãos junto com a saia dela e então ela não soube mais o que queria dizer. Ele apertava certos lugares e a ouviu gemer, o que o fez sorrir. A elevou fazendo-a enrolar as pernas em sua cintura e então a levou para a cama, onde a pousou com calma, subindo por cima. Cait retirou sua camisa com sua ajuda e sem mais demoraras ele fez o mesmo com a blusa dela. Os beijos estavam urgentes, era a primeira vez deles. Tommy não demorou muito a retirar a saia e o sutiã numa rapidez que nem ela percebeu. Ela o sentiu e dois gemidos foram ouvidos, quando ela se remexeu em sua direção. As mãos de ambos passavam pelo corpo um do outro, conhecendo, sentindo... Ele a ouviu gemer novamente quando a adentrou, segurando-a pela cintura.
**--**

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Ei! — Viu o filho entrar na cozinha coçando os olhos. — Dormiu bem?
Sim. — Tommy sorriu se aproximando com um prato que tinha um baurú e um copo de suco. — Papai, você vai trabalhar hoje?
Não. Eu tenho outras coisas para fazer.
Com a sua namorada? — Tommy se virou surpreso.
Também. — Resolveu responder. — Por que?
Queria que me buscasse na escola hoje.
Lyon, o combinado não foi sua mãe ir te buscar? — Se sentou ao seu lado.
Mas... — Ele ficou triste. — Queria você.
Vamos fazer o seguinte? — O menino o olhou. — Hoje você fica com a mamãe e amanhã depois da escola eu te pego.
Promete?
Prometo, Lyon. — Passou a mão nos cabelos do filho. — Coma, está bem? Tenho que te deixar na escola. — O menino assentiu e começou a comer. Tommy suspirou. Ainda seria muito difícil para o filho, mas não poderia mudar as coisas, seriam assim e esperava que ele se acostumasse rápido.

Notas finais
Primeiramente, agradeço á Design Meialistrada (Incredible Design) pelo maravilhoso Banner Eu realmente espero que tenham gostado O capítulo dois não demora a chegar. Data de Lançamento: 05/11 Prévia Papai agente já pode ir? - April perguntou. Estou com fome. - Amily disse ao mesmo tempo que a irmã. Felicity sorriu. E antes de Oliver responder ás filhas, Isabel entra na sala sem autorização. Virou rotina? - A mulher arqueou as sobrancelhas. Eu vim aqui para te avisar que o Herdeiro do Srº Allen está na empresa. Ele disse que ligou para a sua secretária e a incopetente não atendia... - Sorriu maldosa. Tenho certeza que ele ligou errado, por que eu não sai da minha sala. E estive com o celular da empresa o tempo todo. - Felicity respondeu. Você está me respondendo sua... - Thea a interrompeu. Cuidado com o que vai falar. - Sua expressão mudou. Não havia gostado de como a mulher havia falado com Felicity. Eu posso autorizar sua entrada? - Ignorou a filha mais nova dos Queen. Pode manda-lo entrar. - Oliver disse irritado. Que mulherzinha nojenta. - Thea disse assim que a mulher saiu. Estou acostumada. Ela me odeia. - As gêmeas estavam grudadas em Felicity desde quando a mulher entrou na sala. Com licença. - Todos olharam para a porta. Barry! - Exclamou Felicity e o outro sorriu indo em direção da loira. - O que você faz aqui? - Abraçou o amigo. Você sabe o por que. - Felicity assentiu. Oliver não soube identificar o por que, mas não havia gostado nada de ver os dois abraçados. Sei. Então você vai morar aqui? Sim. Caitlin não quer voltar para Central City. - E novamente Felicity assente. - Me desculpe, nem me apresentei. Sou Barry Allen. - Oliver se levantou. - Meu pai tinha uma reunião marcada. Sim. Mas que eu saiba é para amanhã de manhã. - Barry assentiu. Vim até aqui para avisar que ele não vai poder vir, mas que eu estarei representando-o. - Foi a vez de Oliver assentir. Oliver Queen. - Se apresentou. - E essa é minha irmã Thea. Vocês se conhecem de onde? - Thea perguntou. Barry ainda estava abraçado á Felicity, mas foi empurrado gentilmente por duas menininhas, que a abraçaram no lugar dele. São lindas. - Disse sorrindo. Minhas filhas. - Oliver o respondeu. Respondendo sua pergunta... - Olhou para Thea. - Somos amigos. Ela é a melhor amiga da minha ex-noiva. - A expressão de Oliver se suavisou e novamente ele não soube o por que. Barry, a Cait sabe que você está aqui? Sim. Ela ainda não quer falar comigo... - Eles haviam terminado tudo, Caitlin explicou suas razões e mesmo que ele não quisesse terminar com ela, sabia que estava certa. Afinal, ainda amava Iris. Mas ela estava pra casar. Também, pudera né? - Reclamou. Eu sei que fui um idiota Felicity, mas... - Se interrompeu propositalmente. Você deveria ter terminado tudo antes dela se apaixonar por você de verdade. - Barry assentiu triste. Nunca quis que a amiga sofresse por ele. - Mudando de assunto... Você ligou pra cá? - Alguma coisa dizia que Isabel estava querendo sua cova. Não. Pensei sim em ligar, mas... Achei melhor vir pessoalmente. - Felicity olhou para Oliver e ele assentiu. - Bom, eu já vou indo. Ainda quero ver uma amiga que eu não vejo á anos. - Felicity o abraçou, mesmo com as gêmeas de seu lado, abraçando-a. - Nos vemos outro dia? Claro. - Se separaram. - Eu vou falar com Caitlin... Obrigado. - Thea olhava tudo calada, esperava que Barry não ficasse no caminho de seu irmão. - Foi um prazer. - Sorriu á Thea que correspondeu. - Nos vemos amanhã Srº Queen. Pode me chamar de Oliver, por favor. Então, me chame de Barry. - O Allen passou as mãos na cabeça das gêmeas. - Tchau pequenas. - Saiu da sala depois de dar um último abraço na amiga e um beijo na testa. Vocês se conhecem á muito tempo? - Oliver a olhou. O conheci na mesma época que conheci Caitlin. - Thea assentiu. Vamos indo? - Desligou o computador. Lissy, ele é seu namorado? - April quem perguntou e Thea sorriu. April! - Oliver a repreendeu. As filhas estavam segurando a mão de Felicity. - Vamos almoçar. Eu adoro minhas sobrinhas. - Oliver olhava as filhas saírem da sala junto de Felicity. É você que fica ensinando minhas filhas a fazer perguntas inapropriadas? - Thea riu enquanto entravam no elevador.