Kupidon

8 Extra Quatro


Notas iniciais
Boa Noite queridos Leitores! O NATAL finalmente chegou. Estão ansiosos pela festa? Casal novo na parada! Como prometido. Bom, aqui está um capítulo fresquinho para vocês. Boa Leitura!

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Barry estava deitado por cima dela. Ambos deitados no sofá da sala. Como Lyon estava com o pai naquele dia, eles estavam aproveitando. Mesmo que ela ainda não tenha contado ao filho que estava namorando, isso acontecia á mais ou menos três semanas. Desde aquele beijo. Ele passou as mãos nas coxas que estavam cobertas pela calça, mas isso não o deixava menos tentado. Ela o arranhou de leve nas costas, por baixo da camisa. Com um pouco de dificuldade ele conseguiu tirar a blusa que a namorada vestia, ela suspirou quando ele beijou a extensão de seu colo, apertou as unhas nas costas, com certeza deixaria marca. Num desespero ela retirou sua camisa e o jogou em algum canto daquela sala, junto das outras peças de roupa. Laurel abriu os botões da calça dele para ajuda-lo a tirar, em algum momento das carícias, sua calça já estava fora do seu corpo. Ele não esperou muito, apenas retirou a única peça que estava ainda no corpo dela e o ato foi feito. Sons dos dois eram ouvidos pelas paredes do apartamento. Ambos no seu próprio prazer, ouvindo os gemidos um do outro, cada um chegou no seu clímax alguns minutos depois.

Acho... — Disse ainda ofegante. — Acho que é o seu celular. — Eles estavam deitados lado a lado.

Deixa tocar. — Ela se deitou em seu peito.

Eu acho que deve ser importante para não parar de tocar. — Sussurrou.

Okay. — Estendeu um pouco o braço para pegar o celular que estava no chão do lado do sofá. — Alô. — Sua voz saiu grogue de sono. — O que? — Laurel se sentou quando ele pediu.

Ela pisou em falso num degrau do apartamento, estava sangrando muito.

Eu... — Se levantou rapidamente. — Eu estou indo. — Desligaram.

O que houve?

Felicity disse que Caitlin caiu. — Ela se preocupou. — Eu tenho que ir.

Tudo bem. — Viu ele terminar de colocar a calça e se levantou para se vestir também. — Vou te esperar aqui com notícias.

Não quer ir?

Vou ligar para o Tommy e ficar com Lyon, hoje. Ele vai querer ir vê-la. — Barry assentiu e a beijou. — Te levo á porta.

Te vejo mais tarde. — Foi a vez dela assentir e beija-lo. — Me deixe atualizada sobre Caitlin.

Deixa comigo. — Entrou no elevador quando as portas se abriram.

**--** **--**

Como ela está Lis? — Correu até a amiga. — E minha filha?

Está tudo bem. — Ele se sentou aliviado. — Está tudo bem com as duas. Foi só um susto. Eu pensei no pior na hora...

Obrigado por me avisar. — Ela assentiu sorrindo.

Eu não deixaria você no escuro. — Ele agradeceu novamente. — Eu vou ter que ir trabalhar, fica com ela?

Claro. Qualquer coisa te aviso. — Ela lhe deu um beijo na bochecha e saiu. Ele pensava no quanto Cait tivera sorte. Ele agradecia por Deus não ter deixado que nada acontecesse com ela e sua filha. Ligou para a namorada e avisou que estava tudo bem, que tinha sido apenas um susto. Alguns minutos depois ele pôde entrar para vê-la. — Ei. — Sorriu.

Ei. — Sussurrou.

Que susto nos deu, hen? — Se aproximou e beijou sua testa e se sentou na poltrona ao lado da cama.

Desculpe.

Está tudo bem. Estou feliz em saber que foi só um susto.

E a Lis?

Ela teve que ir trabalhar. — Ela assentiu. — Tommy deve estar chegando. Laurel disse que ligou para ele e disse que ele deixaria Lyon lá e viria para cá.

Ele deve estar desesperado.

Eu fico feliz. — Ela arqueou as sobrancelhas. — Por vocês. Eu realmente me sinto melhor sabendo que ele está te fazendo mais feliz que eu fiz...

Não. Eu fui feliz com você. — Sorriu. — Mas foi passageiro o que sentia por você.

Lembra quando disse que o que eu sentia pela Iris era... Passageiro?

Lembro que eu disse que era cisma. — Bufou.

Então... Você tinha razão.

É? Eu gosto de ouvir isso. — Ele riu. — E quem é?

Como assim?

Você disse que estava certa, então quer dizer que está apaixonado por outra. AH HÁ! — Diz quando vê sua feição mudar. — Sabia! Não vai me dizer que é uma ex-Merlyn, chamada Laurel Lance?

Como é que você... ?

Eu sou esperta. E quando você e ela disseram que eram apenas "amigos" — Fez aspas com os dedos. — Eu soube que estavam mentindo.

Éramos amigos. Mas então houve um beijo... E outro... Começamos a ficar e agora... Estamos namorando. — Ela sorriu, feliz por ele ter desencanado da Iris e por estar feliz. — Só vamos deixar entre nós.

Isso é meio difícil. — Ele olhou para a porta, vendo o namorado da amiga. — Vocês perceberam a troca de casais? Felicity vai rir muito disso.

Com certeza. — Tommy se aproximou beijando-a.

Como você está?

Estou bem, não se preocupe. — Era impossível ele não se preocupar.

Não contem ainda. — Barry voltou ao assunto. — Eu quero dizer pessoalmente. — Eles assentiram. Os dois compreendiam. — E também Laurel quer esperar mais um pouco, por causa de Lyon.

Vocês acham que estão escondendo dele? — Tommy riu. — Ele percebeu primeiro que vocês. — Barry o olhou surpreso. — Vai por mim, ele não vai se importar, ele está bastante empolgado na verdade. Para ele é como se... — Tentava encontrar a melhor palavra.

Se ele tivesse duas famílias.

Isso. — Tommy concordou com a namorada.

Laurel sabe disso?

Falei ontem á noite com ela, quando fui buscar Lyon. — Colocou a mão no ombro do outro. — Vai por mim, esconder não vai adiantar.

Bom, eu tenho que ir. — Se levantou. — Cait, já que seu namorado chegou e vai cuida-la... Eu já estou indo. — Ela lhe sorriu.

Obrigada.

Sempre que precisar. Se alguma coisa acontecer me liga? — Ela assentiu e ele lhe deu um beijo na testa. Apertou as mãos de Tommy. — Nos vemos por aí.

No apartamento da mãe do meu filho, provavelmente. — Tommy e Caitlin riram.

Vocês são tão engraçados. Se merecem mesmo. — Eles continuavam rindo enquanto ele saía do quarto.

**--**

Eca! — Exclamou ao ver a mãe e o padrasto se beijarem. — Não façam isso na minha frente.

Você um dia vai fazer muito disso. — Ele fez uma careta que fez os adultos rirem. — E vai gostar.

Nunca! — Barry disse um Ingênuo, enquanto ria. — O papai e a tia Cait faz muito disso aí, também. Não sei como conseguem.

Você ainda vai mudar de ideia.

Eu não mudei quando era a mamãe e o papai. Por que eu mudaria agora? — O casal se olhou.

Querido, o que quer de almoço? — Decidiu mudar de assunto.

O que vai fazer tio Barry?

Lyon, ele não é seu cozinheiro particular. — Sempre que Barry estava no apartamento que é quase todos os dias, Lyon não aceitava outra comida se não dele. Ele gostava da comida da mãe, mas gostava mais da do padrasto.

Por mim tudo bem. — O menino sorriu.

Agente vai fazer tudão hoje? — Laurel riu.

Não. Você precisa de outras coisas que não seja aquela coisa que comeram no jantar de ontem e ante-ontem. — Só de lembrar ela estremecia. Quando viu seu namorado montar um sanduíche que ia ovo, salsicha, bacon, sardinha, carne moída e mais um tipo de peixe que nem soube o que era, além da salada e da batata... Seu estômago revirou. O sanduíche ficou tão grande que se perguntou como seu pequeno filho de cinco anos, conseguiu comer aquilo tudo.

Ah, eu gostei. — Cruzou os braços. Barry se aproximou e o pegou no colo.

Vamos preparar algo mais saudável hoje. — Laurel foi na frente para a cozinha. — Mais tarde fazemos o tudão. — Sussurrou e o menino se animou.

Eu ouvi! — Gritou da cozinha. — De jeito nenhum! — Gritou novamente.

Assustador. — Disseram os dois.

**--** **--**

Obrigada por coloca-lo na cama hoje. — Ele se aproximou circulando sua cintura. — Eu estou muito cansada.

Foi um prazer. — A beijou. — Eu tenho que ir.

Não. — Passou os braços pelo pescoço dele. — Não precisa, fica aqui hoje.

Laurel... — Ela desceu uma das mãos e por baixo da camisa começou a arranha-lo nas costas, devagar. — Isso é jogo sujo. — Trincou os dentes.

Tudo bem. — Suspirou fingida e se afastou. — Não vou impedi-lo de ir, se quiser. — Ele arqueou as sobrancelhas.

Okay. Nos vemos amanhã? — Se virou para pegar a carteira e a chave do carro que estava na mesa de centro e quando se voltou para ela novamente, sentiu seu amigo pulsar. — Ah, você não está de brincadeira. — Ela riu.

Não sei do que está falando. — Retirou a última peça de cima e deixou cair no chão da sala.

Tudo bem. — Se aproximou. — Você venceu. — E então atacou seus lábios, pedindo passagem com a língua. Como sabiam que Lyon poderia acordar decidiram subir. Aos tropeços ainda se beijando e passando as mãos no corpo um do outro, subiram as escadas e logo estavam dentro do quarto. Ele fechou a porta com os pés e sentiu suas costas baterem na porta, Laurel realmente não estava para brincadeira. Bom, ele também não. Por isso a elevou fazendo com que ela rodasse as pernas na cintura dele e então caminhou até a cama, onde praticamente a jogou, ela não se importou, retirou as últimas peças do seu corpo, enquanto via ele fazer o mesmo, se sentou o puxando para cima dela enquanto deitavam-se juntos. As mãos dele estavam nas coxas e as delas nas costas, apalpando, arranhando, dando prazer um ao outro.

**--**

Então, você e Laurel... ? — Felicity estava muito surpresa. — Nossa nunca imaginaria. — Eles estavam almoçando juntos.

É algo novo que está dando certo. E o melhor... Eu estou gostando dela de verdade, Lis. — Ela sorriu.

Fico tão feliz por você. — E então ela começa a gargalhar.

O que? — Arqueou as sobrancelhas, confuso.

Percebeu a troca de casais? — Revirou os olhos enquanto a ouvia rir. — E eu pensando que nada poderia ser tão estranho do que você e Laurel se conhecerem desde pequenos.

Tommy disse que você riria disso

Como não rir? — Ele sorriu. — Mas agora sério... — Disse quando conseguiu parar de rir. — Eu espero que você dê valor nesse relacionamento. Gosto muito da Laurel. E você é meu melhor amigo. Quero que sejam muito felizes.

Obrigado, Lis. — Sorriu. — Mas e você? — Ela arqueou as sobrancelhas. — Quando vai abrir seu coração?

Com quem? — Revirou os olhos se fazendo de sonsa e ele sorriu.

Oliver Queen. — Ela o olhou surpresa. — Sim. Eu sei dele. Tommy e Caitlin me disseram muito sobre vocês dois.

Aqueles fofoqueiros de uma... — Se interrompeu propositalmente. — Somos só amigos, okay?

E eu sou o papai noel. — Ela lhe deu um tapa no braço. — AI.

Eu e Oliver somos amigos. Coloque isso na mente diabólica dos outros dois.

Eu acho que não vai dar certo. — Ela bufou. — Estou do lado deles.

Afff. Vão cuidar da vida de vocês.

Preferimos cuidar mais da sua que está com um buraco aí nesse seu coração. — Ela o fuzilou com os olhos, mas ele não temeu.

**--**

ACORDA! — Laurel e Barry se sentaram na cama assustados, enquanto ouviam Lyon gargalhar alto.

Lyon. — A mulher o olhou.

Mamãe, estamos atrasados. — Ela olhou no relógio.

Droga! — Exclamou enquanto se sentava. — Você não vai a aula hoje.

Eu já sabia. — Deu de ombros e Barry riu.

Viu? Agora ele aprendeu a fazer isso... Tudo culpa sua. — Bateu em seu braço mais de duas vezes.

Mamãe estou com fome. — E ela suspirou.

Vamos deixar sua mãe acordar direito. Você a assustou. — Ele riu. — E a mim, mas tudo bem. Vamos preparar o café da manhã.

Tio Barry, é quase hora do almoço.

Deixa de retrucar... — Se levantou, colocando uma camisa.

Ele aprendeu isso com você. Agora aguenta...

Eu não quero comer panqueca de novo.

O dia mal começou e você já começou a reclamar. — Ele deu um beijo na namorada que correspondeu. Lyon fez uma careta.

Isso é tão nojento. — Barry e Laurel sorriram.

Tudo bem. Reclamações demais para um começo de dia. — Se aproximou e o jogou nos ombros. — Vamos preparar o que comer. — Caminhava em direção a cozinha com o menino rindo de como era levado. Aos poucos a vida de Lyon foi mudando, mas para melhor. Ele já não se sentia mais estranho. Agora ele tinha duas famílias e era muito divertido, ele estava amando aquela vida.

Notas finais
E então? O que acharam? Eu dei o nome para o casal de: BarLance. Como nunca ouvi falar deles, me dei ao luxo de criar o casal. E então? Vocês shippam BarLance? Eu gostaria de saber o que acharam desse meu novo casal. Comentem, por favor. Data de Lançamento 31/12 Prévia Você acha mesmo que vingança vai fazer melhorar sua ira? Isso não trará seus pais de volta... - E novamente ela riu escandalosa. Fala a mulher que nem sabe quem é o pai. - Felicity se assustou. - Eu sei de tudo garota. Sabe como? - Oliver olhava para Felicity. - Uma escuta no seu apartamento. Foi fácil. - Sorriu maldosa. - Sua mãe mentiu o tempo todo, não é? Você conheceu um pai e na verdade, o pai verdadeiro nem sabe da sua existência. CALA A BOCA! - Oliver teve de segura-la e pedir que se acalmasse, enquanto a outra ria. É, isso dói não é? Tenho certeza que mesmo quando ele souber, vai te desprezar assim como desprezou... CHEGA! - Oliver gritou a interrompendo. - Eu já consegui falar com o agente do banco e ele vai fazer uma transferência para mim... Tudo bem. - Logo ouvirão um barulho estranho. - Quem mais veio com vocês? - Oliver olhou para a janela onde estava perto com Felicity. - É... É a polícia? - Rosnou irritada. Não era para eles chegarem agora... - Felicity sussurrou quando ouviu as sirenes. Chegaram mais cedo do que previra. Vocês me pagarão. - E derepente ela fala por um rádio. - FAÇA! - Ninguém a respondeu e ela repetiu o mandado, mas nada. - Bando de incopetentes. - Rosnou. - Mas tudo bem, se eles não fazem lá... - Retirou uma arma de dentro da blusa. - Eu faço aqui. Isabel... - Oliver entrou na frente de Felicity. - Não precisa ser assim. EU não vou ser presa de novo. - Gritou apontando a arma para Oliver e Felicity. - Seu pai vai perder tudo que mais ama. Primeiro a empresa e agora VOCÊ! - Atirou uma, duas, três vezes, mas pegou no vidro. Oliver se jogou no chão com Felicity por baixo. Ela vai nos matar. - Sussurrou ofegante. Se machucou? - Ela não pode negar, pois outro tiro foi ouvido. Oliver deixou Felicity no chão e se jogou em cima da louca, começaram a lutar, Oliver queria tirar a arma da mão da mulher que estava relutante. Isabel e Oliver perderam a arma que fora jogada do outro lado da janela. Se levantaram rapidamente. Oliver deu alguns passos para trás ao vê-la com uma faca nas mãos. Ficara perto de Felicity que já estava em pé. Eu sou precavida... Mas não só com isso, sabe? - Sorriu e de repente ambos foram empurrados do outro lado da janela. Caíram em cima de um carro que começou a soar o alarme, Felicity continuou em cima do carro imóvel, Oliver havia rolado para o chão depois de cair em cima do carro. Nenhum dos dois conseguiam se mexer, as dores no corpo pioraram quando Oliver tentou se mexer, Felicity já estava desacordada e ele preocupado. Oliver conseguiu chamar por Diggle pelo comunicador antes de desmaiar de dor.