Kupidon
4 Extra Dois
Notas iniciais

https://i.pinimg.com/736x/85/90/95/8590952c8e1a05c14535468bac63f2dc--body-renda-hot-lingerie.jpg
Caitlin e Tommy estavam no apartamento dele. Tinham acabado de almoçar e agora estavam deitados na cama. Como ela não tinha nenhum paciente hoje, ela resolveu passar o dia com ele. Tommy tinha ido á empresa mais cedo, assinar alguns papéis, mas uma hora depois, ele estava de volta no apartamento e encontrou a namorada cozinhando. Caitlin passava mais tempo ali do que no próprio apartamento ou no da amiga.
Conheci seu amigo. — Tommy arqueou as sobrancelhas. — Oliver Queen.
Ah. Como? — Ela sorriu.
Felicity foi almoçar comigo e levou ele, a irmã e as filhas.
Está falando sério? — Ela assentiu. — Isso está ficando sério.
Como assim?
Acho que Oliver está gostando dela...
Bom, ele não é o único. Mas Felicity não vai dar o braço a torcer tão cedo.
Oliver também não. Depois de Sarah ele só pensa nas filhas e naquela empresa. Parece até um morto vivo. — Ela riu. — Já disse que amo sua risada?
E eu já disse que amo a sua? — Se virou de lado para beija-lo, era para ser rápido, mas Tommy pediu passagem para a língua e ela permitiu. Rapidamente ele subiu em cima dela sem colocar seu peso, passou as mãos na barriga por baixo da camisola. — Tommy... — Gemeu quando ele apertou seu seio por cima da roupa. Tommy começou a subir cada vez mais a camisola que ela usava, mas o celular interrompeu o que ele tanto queria ver e tocar.
Só pode ser brincadeira. — Rosnou e ela riu. Ele saiu de cima dela e pegou o celular na mesa de cabeceira. — Alô. — Arqueou as sobrancelhas, mudando sua voz de irritado, para preocupado. — Laurel? — Caitlin se sentou.
Eu estou com um problema.— Ele arqueou as sobrancelhas novamente. Laurel estava com a voz estranha. Tinha visto ela e o filho pela última vez no final de semana, não pôde busca-lo na escola nenhum dia, no meio daquela semana, por causa do trabalho. — Preciso que venha aqui...
Aqui onde Laurel? — Ele se levantou rapidamente e então ouviu um choro. — É o Lyon? — Ouviu sua ex confirmar. — O que houve? — Pegou as chaves do carro e a camisa que estava em cima da cômoda
Ele quer te ver.— Tommy suspirou. — Eu tentei explicar que você o veria na sexta, mas...— O ouviu soluçar. — Me ajuda. Estou no meu apartamento.— Sabia que ela estava desesperada.
Tudo bem. Estou chegando. — Observou Caitlin se vestir. — Avisa a ele que estou chegando.
https://i.pinimg.com/originals/f3/3f/c9/f33fc99308b7fa9d649e8132c5925ef3.jpg
https://www.polyvore.com/cgi/set?.locale=pt-br&id=227871429
Tudo bem.— Ela desligou e Tommy colocou a camisa rapidamente.
Aconteceu alguma coisa?
Lyon está chorando. — Cait novamente sentiu seu peito apertar. Era só uma criança de cinco anos tentando se adaptar á uma nova rotina.
Tudo bem. Eu vou para o meu apartamento. — Ele a olhou.
O que? — Se aproximou.
Ele precisa de você agora. E eu só vou... — Ele a interrompeu.
Cait, estamos juntos. — Pegou em sua mão. — Você estar comigo não vai ser um problema. Não é a primeira vez que ele vai vê-la comigo.
Nesse tempo que passamos juntos você poderia estar com ele.
Nesse tempo que passamos juntos, ele estava na escola. — Ela suspirou.
Tudo bem. — Ela não queria discutir aquilo naquele momento, o filho dele precisava dele. — Vamos. Se ficarmos falando sobre isso agora, vamos demorar ainda mais para chegar onde ele está.
**--** **--**
https://www.polyvore.com/cgi/set?.locale=pt-br&id=227871812
Finalmente. — Disse aliviada ao ver o ex na porta.
Onde ele está? — Laurel olhou para Caitlin e deu um sorriso.
No quarto. — Tommy caminhou até a escada. — Entre, por favor.
Desculpe. Eu nem deveria ter vindo...
Não. Está tudo bem. — Se sentou no sofá e indicou o mesmo para Caitlin. — Você faz parte da vida do Tommy agora.
Mesmo assim acho que seria muita coisa para o filho de vocês agora...
Ele só está com saudades. Eles só tem o final de semana juntos e Tommy não tem tido muito tempo no meio da semana.
Eu juro que não é minha culpa.
Eu sei disso. — Sorriu. — Tommy está como CEO agora. Tem estado muito ocupado.
Eu realmente me sinto mal.
Não tem necessidade. Eu e Tommy somos amigos, temos um filho juntos e você agora é a namorada do pai dele... Lyon vai se acostumar. Faz pouco tempo que as coisas mudaram, mas é só questão de tempo para ele começar a entender tudo e finalmente se acostumar.
Realmente acha isso? — Laurel pegou em sua mão, amigavelmente.
Acredite. Ele só precisa de mais um tempo e você estando por perto vai ajuda-lo a se acostumar mais rápido. — Caitlin sorriu agradecida.
**--** **--**
Ei, campeão. — O menino pulou da cama para abraçar o pai que se abaixou para ficar na sua altura. — Shiiiii. — Passou uma das mãos nos cabelos e a outra nas costas, tentando acalma-lo. — Estou aqui agora.
Você não foi me buscar na escola essa semana, papai. — Tommy passou a mão no rosto do filho, limpando as lágrimas.
Me desculpe. Eu não tive tempo... — Ele soluçou. — Não precisa mais chorar, ok? Eu estou aqui agora. — Coçou um dos olhos, ainda chorando. — Que tal darmos uma volta?
Quero ir com você, papai. — Tommy suspirou ao entender seu pedido.
Lyon, amanhã você tem aula. Na sexta depois da aula eu vou te buscar... — Seu filho o interrompeu.
Não. — Praticamente gritou o que fez Tommy se assustar. — Eu não quero. — O menino se distânciou do pai. — Eu quero ficar com você e a mamãe. Isso não é justo! — Gritou. Tommy ainda estava surpreso, nunca tinha visto o filho daquele jeito, o menino sempre foi tão calmo... E agora estava completamente perdido.
Lyon. — Tentou se aproximar depois que se levantou, mas não conseguiu, Lyon se afastou ainda mais. O grito tinha sido alto suficiente para preocupar a mãe do menino que subiu as escadas correndo.
O que houve? — Seus olhos foram do ex para o filho.
Eu não quero isso mais. Eu quero agente morando juntos. — E então Laurel entendeu o que acontecia.
Lyon, por favor, nós já conversamos sobre isso. — Ele soluçou outra vez. — Querido, venha aqui. Lyon? — O chamou novamente quando ele não deu nenhum passo.
Eu não quero. — Sussurrou.
Eu entendo que esteja sendo difícil para você. — Tommy se aproximou devagar e se abaixou. — Eu e sua mãe não queriamos que fosse assim. Olha para mim... — Lyon levantou a cabeça. — Você vai se acostumar, é só questão de tempo.
Não quero. — Ele fechou as mãoszinhas em punhos. Laurel colocou a mão no peito, sentindo-o queimar. Seus olhos lacrimejaram, odiava ver o filho sofrendo. — Por que não podemos estar juntos?
Porque eu e sua mãe decidimos assim. Isso não era para afetar você. — Pegou em seu rosto. — Juro que não era para ser assim... Mas aconteceu. — Ficou alguns minutos vendo o filho chorar. — Olha pelo lado bom? Você tem dois apartamentos, dois quartos, dois passeios... Tudo em dobro.
Querido, nós sempre vamos poder fazer coisas juntos, mas agora, vai ser um pouquinho diferente. — Se abaixou como Tommy fez. — Agora, você tem a mim e ao papai, mas morando em lugares diferentes. Isso não quer dizer que vai ter que escolher um de nós...
Vou vir te ver sempre que quiser. Sempre. — Ele ainda chorava. Para ele não era justo aquilo estar acontecendo com sua família. — Quer saber? O que ele vai ter na escola amanhã? — Os adultos se olharam.
Nada muito importante. — Deu de ombros entendendo o que o ex queria fazer.
Então, eu posso leva-lo e devolvê-lo na segunda? — Mesmo Lyon soluçando ainda, sua expressão tinha mudado. Olhava para a mãe ansioso.
Claro. — Sorriu.
Posso mesmo mamãe? — Ela assentiu.
Pare de chorar, amor. — Passou a mão no rosto dele, limpando as lágrimas.
Então, está decidido. — Laurel beijou o rosto do filho que parava de chorar. — Você quer levar alguma coisa daqui?
O ursinho que você me deu. — Ele soluçou.
Então vá pegar, para irmos... — Ele correu para a cama onde estava o bichinho. Tommy tinha dado para o filho quando ele fez 3 meses, o menino desde então, só dormia com o pelúcia.
Nossa, estava tão preocupada que deixe Caitlin lá embaixo. — Olhou para Tommy. — Desculpe. Não foi de propósito.
Tudo bem. — Olhou para o filho que voltava correndo em sua direção e o pegou no colo. — Vamos descer.
Ah, Tommy. — Ele a olhou enquanto saíam do quarto. — Eu esqueci do remédio da asma. — Ela voltou naquele mesmo corredor. — Pode ir descendo, vou pegar o que está no meu quarto.
Papai, agente pode comer no Belly Burger?
Podemos comer onde quiser hoje. — Ele sorriu passando os braços pelo pescoço do pai, abraçando-o. — Desculpa a demora. — Ele olhou para onde o pai olhava e a viu. A namorada do seu pai estava ali, sentada no sofá.
Está tudo bem. Eu imaginei que alguma coisa deveria ter acontecido.
Te conto depois. — Ele mexeu a boca, sem deixar sair a voz e ela entendendo, assentiu. — Já está resolvido.
Não vai cumprimentar Caitlin, Lyon? — A voz que ouviram foi de Laurel que descia as escadas.
Oi. — Sussurrou.
Olá, Lyon.
Bom, está aqui. — Laurel entregou na mão livre de Tommy, uma bolsinha pequena do flash. — Eu coloquei um anti-alérgico, o remédio da asmas e alguns jogos que ele gosta.
https://img.elo7.com.br/product/original/11A2857/necessaire-m-the-flash-necessaire-vingadores.jpg
Obrigado. — Ela pegou o filho e o beijou no rosto.
Eu quero que me ligue todos os dias antes de dormir e... — Deu outro beijo. — Quero que me conte tudo o que fez. — Ele sorriu assentindo.
Vai ficar sozinha, mamãe? — Se preocupou.
Eu vou me encontrar com sua tia mais tarde.
Thea? Vocês vão sair?
Sim. Ela disse que queria que eu conhecesse a provável "namorada" do Oliver. — Tommy riu e Cait mordeu o lábio para não rir. — O que? O que vocês sabem que eu não sei? — Olhou de um para o outro.
Tio Ollie também está namorando?
Não. Ele está gostando de uma loirinha aí...
Loirinha? — O menino perguntando não entendo.
Qual é o problema dele com loiras? — Tommy riu novamente.
Ela e Cait são amigas. — Lyon olhou para a namorada do pai.
Sério? — Laurel se virou para a outra que assentiu. — Vou conhecê-la hoje.
Na verdade já a conhecemos, Laurel. A loira que apareceu no shopping aquele dia. — Sua feição demonstrou que se lembrou da mulher.
O nome dela é Felicity. E ela não tem nada com o Oliver... Ainda. — Deu de ombros. — Ela gosta dele mais é uma cabeça dura.
Então temos um problema, porque Oliver é muito cabeça dura, ás vezes.
Sempre, né Laurel? — E ela não pôde deixar de assentir. — Bom, depois você me conta como foi.
Está parecendo um fofoqueiro. — Caitlin e Laurel riram. — Mas tudo bem. Eu conto, sim. — Deu um último beijo no filho o devolveu para os braços do Tommy. — Vou sentir saudades.
Eu também mamãe. — Laurel os acompanhou até a porta e a abriu.
Boa noite para os três.
Para você também. — Tommy foi andando até o elevador quando Laurel parou Caitlin, segurando-a pelo braço.
Vou te dar um conselho. — Ela assentiu. — É provável que Lyon se afaste um pouco... Não deixe. Você e Tommy estão juntos e eu realmente vejo como ele está mais leve e feliz, com você ao lado dele. Não se afaste só porque Lyon está um pouquinho complicado.
Não pensei que me diria isso.
Bom, eu quero ver Tommy feliz e você faz isso. — Sorriu. — Lyon ama comida caseira, apesar de que Belly Burger tem ganhado ultimamente... — Ambas riram. — Mas pode começar com isso. — Piscou para ela.
Obrigada. — Sorriu e caminhou até o elevador que tinha acabado de chegar.
**--** **--**
http://www.roupaterra.com.br/images/offer/br/120/4/1898154/1898154.jpg
https://www.polyvore.com/cgi/set?.locale=pt-br&id=227872517
Cadê o papai? — Perguntou quando a viu na cozinha. Caitlin o olhou.
Ele teve que dar uma saidinha rápida. — O menino fez um bico. — Houve um problema na empresa, mas ele não vai demorar. — Ele se sentou. — Eu fiz panqueca com calda de framboesa e suco de laranja. Você gosta?
Nunca comi com calda de framboesa. A mamãe faz de morango e chocolate. — Caitlin colocou as coisas na mesa e se sentou ao lado do menino.
Para tudo tem uma primeira vez. — Cortou um pedaço pequeno, colocou no prato do enteado e jogou a calda. — Experimente. — Ele a olhou antes de comer e então provou. E ele teve de aceitar, a namorada do papai cozinhava muito bem.
É bom. — Ela sorriu e colocou outro pedaço para ele. — O papai comeu?
Ele comeu antes de sair. — Comeu um pedaço do seu, antes de um enjoo vir, ela o segurou, respirando fundo. — Lyon, vou ao banheiro e volto, ok? Não mexa em nada que possa te machucar. — Ele assentiu, ela se levantou e foi em direção ao cômodo, colocando para fora tudo que comeu naquela manhã, o que não tinha sido muito. Voltou alguns minutos depois, já melhor, mesmo que outro enjoo quisesse voltar.
Eu terminei de comer. — Ela o viu na sala de TV.
Eu vou limpar as coisas que sujei, ok? — Ele apenas assentiu.
**--** **--**
Papai! — Tommy o pegou no colo quando o menino se aproximou. — Você demorou. — Reclamou.
Desculpe, seu avô me deu um trabalhão. — Olhou ao redor. — Cadê a Cait?
Ela disse que não se sentia bem e que ia se deitar um pouco. — Ele arqueou as sobrancelhas e desceu o filho.
Fica aqui assistindo seu desenho. Vou ver como ela está e volto. — Subiu as escadas, andou pelo corredor e abriu a porta do seu quarto. — Ei. — Seu quarto estava todo escuro, não tinha uma janela aberta e suas cortinas estavam fechadas. — Cait, está tudo bem?
Estou enjoada. — Sussurrou.
Quer ir ao médico?
Não. Estou melhorando. Tomei o remédio para enjoo que me receitaram. Pode ficar com Lyon. — Ele se sentou na cama.
Você não parece estar febril. — Constatou ao tocar sua testa. — Quer alguma coisa? Eu posso ficar um pouco com você...
Não. — Ela o interrompeu. — Estou bem melhor. Fica com seu filho. — Ele suspirou, beijou seus lábios rapidamente e se levantou, saindo do quarto.
**--**
https://i.pinimg.com/originals/f2/0a/31/f20a3111f099bc2d0ece8048321db0fe.jpg
https://www.polyvore.com/cgi/set?.locale=pt-br&id=227872779
Tommy subiu ela em cima de sua mesa beijando-a com vontade. Lyon estava no sono da tarde, por isso estavam aproveitando. Tirou a blusa dela rapidamente, jogando em algum lugar daquela sala, sua camisa também já estava fora do seu corpo. Caitlin arqueou o corpo enquanto ele tentava tirar seu short e em alguns segundos, ele foi para o mesmo caminho que as blusas. Ela gemeu ao sentir a ereção do namorado e ele rangeu os dentes quando sentiu as mãos dela descer até o cós da sua calça e descê-la. Tommy não conseguiria esperar.
Foi mal. — Rosnou ao ouvi-la se surpreender ao rasgar sua calsinha.
Gostava dela. — Disse entre dentes. Ele a mordeu de leve na altura do colo, subindo as mordidas e os chupões até o pescoço. Os gemidos se misturavam. Ele tampou a boca dela com um beijo quando a adentrou e percebeu que ela gemeria muito alto. O corpo de um, juntado ao outro, trouxe ambos ao clímax. Ainda ofegantes, Tommy a pegou no colo, fazendo-a enrolar as pernas em sua cintura, ele se jogou no sofá, com ela por cima.
Segundo round? — Ela riu. De repente o clima foi cortado, por um barulho que foi ouvido, vindo do segundo andar. — Eu vou até lá. — Tommy se levantou rapidamente e se vestiu.
Vou me vestir e te esperar na cozinha. — Ele assentiu saindo da sala e subindo os degraus da escada.
Lyon? — Chamou ao não encontra-lo no quarto. Ouviu outro barulho e então entendeu que ele estava em "seu" quarto. — Lyon? — O menino o olhou. — O que está fazendo?
Vim te procurar... — Suspirou e se aproximou.
Estava no escritório. — Ele escondeu alguma coisa atrás das costas. — O que você está escondendo aí?
Papai... — Sussurrou. Fechou as mãos em punhos. — Por que?
Lyon, não estou entendendo... — Pegou no braço do fiho que deu alguns passos para trás, desviando do toque. Tommy arqueou as sobrancelhas. — Lyon?
Você vai ter um bebê com ela? — E Tommy se mostrou surpreso. — Eu sei agora. — Mostrou a ultrossonografia de Cait e então suspirou.
Não é o que está pensando, ok? — Se sentou na cama e chamou o filho para fazer o mesmo. Depois de alguns segundos pensando, ele fez como o pai pediu. Tommy pensava em como explicaria para o filho, sem fazer com que ele surte. — Esse exame é sim da Cait. — O menino ia começar a falar quando Tommy o interrompeu. — A Cait já estava grávida quando eu e ela começamos a namorar.
Não entendi. — Tommy então contou um resumo da história, de um jeito que uma criança de 5 anos pudesse entender. — Mas o bebê tem pai...
Tem. E ele vai continuar sendo o pai dele. Mas a diferença é que os pais desse bebê não estarão juntos.
Igual eu? — Tommy assentiu.
Lembra que Caitlin estava passando mal ontem? — Ele assentiu. — Então, ela estava enjoada, grávidas sentem isso. Enjoo, cansaso extremo...
Mas e você papai?
O que tem eu?
Você não é o pai do bebê. — Tommy o puxou para seu colo.
Não. Mas isso não quer dizer que eu não possa ama-lo, concorda? — Lyon colocou a mão no queixo, pensativo. — Vou amar ele ou ela assim como amo você. Você é meu filho, tem meu sangue... E o bebê da Cait não é um problema para nós, ok?
Promete?
Prometo. — Beijou seus cabelos. — Sabe o que mais? — Eles se olharam. — Na próxima consulta, você quer ir?
O que tem lá?
Bom, você vai poder ver com seus próprios olhos o bebê sendo formado. E ainda vamos descobrir se vai ser menina ou menino.
Sério? — A expressão do garoto mudou. — Já da para saber?
Na próxima, provavelmente sim. Vamos torcer para o bebê nos deixar ver.
Legal! — Tommy sorriu, estava mais aliviado. — Eu vou contar para as gêmeas.
Ei. — Olharam para a porta. — Eu fiz um lanche. — Tommy o desceu do seu colo. — Aconteceu alguma coisa?
Lyon descobriu que está grávida. — Ela ficou assustada e surpresa.
O papai disse que ainda não sabe se é menino ou menina.
Ah, é verdade. — Sorriu. — Mas na próxima consulta já deve dar para descobrir. — Lyon olhou para o pai e depois voltou seus olhos para a Caitlin.
Dei a ideia de leva-lo na próxima consulta. — Caitlin olhou para o menino que esperava pela resposta ansioso.
Claro. Por que não? — Ela realmente não esperava por aquela reação. Ele realmente, estava ansioso e parecia animado.
Eu posso contar para a mamãe? — Caitlin olhou para o namorado.
Claro. Contamos juntos quando a vermos na segunda. — Pegou na mão do menino. — Agora vamos comer.
Eu fiz sanduíches natural e um suco de laranja. — Chegaram á cozinha e se sentaram. — Tomara que estejam bons.
Tenho certeza que estão ótimos, mas eu poderia cozinhar...
Mas você é ruim nisso papai. — Tommy o olhou fingindo magoado. — Mamãe que disse. — Disse rindo.
Acho que nisso eu tenho que concordar.
Magoou agora. — Colocou a mão no peito teatralmente. — Definitivamente vou aprender a cozinhar agora. Vocês vão implorar para comer da minha comida. — Tanto Lyon quanto Cait riram.
Estou esperando para ver.
Por enquanto agente só come a comida da tia Cait. — Ele nem tinha percebido quando disse, foi tão espontâneo. Caitlin e Tommy estavam surpresos, mas mais que isso, estavam aliviados. Lyon estava se acostumando aos poucos com Caitlin. Já era um começo.
Fale com o autor