Kupidon
33 Capítulo Vinte e Um
Notas iniciais

Felicity - https://s3-sa-east-1.amazonaws.com/loja2/65dcea9e75d806ea39ce701ec390c017.jpg
Cait - https://cdn-3.jjshouse.com/upimg/l/97/c5/56976121f66c6ef6d53c5bccc29b97c5.jpg
Eu nunca vi, filhos chegarem atrasados na casa dos pais. – Tommy, que tinha aberto a porta, comentou.
Feliz natal para você também, Tommy. – Oliver revira os olhos e entra na casa.
Feliz natal, tio Tommy. – Ele abraça ambas com um sorriso. Elas logo correram para dentro quando viram a tia Laurel.
Nós nos atrasamos, não foi de propósito. – Felicity explicou.
Feliz Hanukkah, irmãzinha. – Ela sorriu e o abraçou. – Feliz natal, Oliver. – Diz quando soltou a irmã. Eles batem as mãos e Oliver se afasta.
Já estão todos aqui? – Tommy assenti. Oliver abraçava os pais quando Felicity se aproximou.
Feliz natal, querida. – Mesmo que ficasse estranho quando lhes desejavam "feliz natal" ao invés de "feliz Hanukkah", ela apenas sorriu e correspondeu o abraço. Robert também a abraçou.
Oliver disse que não comemorava o "natal". – Moira então se lembrou, ao ouvir o comentário do marido.
Sim, mas eu não me importo. – Olhou para Moira. – Nem todos se lembram disso. – A outra sorriu. – E as gêmeas?
Estão com Lyon e Barry. – Apontou para o outro lado da sala. Felicity só desviou os olhos dos pequenos quando viu seu pai se aproximar com Thea e Rebecca.
Feliz Hanukkah, filha. – Ela o abraçou e fez o mesmo com Rebecca. Thea praticamente pulou nela.
O cachorro está no quarto que era do Oliver. – Sussurrou, mas Oliver pode escutar.
Como é? Está brincando né?
Ele está dentro da casinha. – Revirou os olhos. – E por que está tão preocupado? Ele nem mesmo é seu. Não mais.
Ele continua sendo meu. – Retrucou. – É nele que eu fico quando durmo aqui. E cachorros não ficam em quartos e sim no jardim... E olha. – Apontou para o lindo jardim. – Nós temos um enorme aqui. – Os pais riram.
Nossa, Oliver, você nem me desejou feliz natal e já está reclamando comigo. – Ela fez aquela carinha que ela fazia quando criança, a mesma que Oliver e Tommy não conseguiam resistir.
Isso não cola mais não. – Ela bufou. Ele sorriu e abraçou. – Mas eu desejo o feliz natal, agora.
Depois de brigar comigo. – Ele revirou os olhos. – Eu deveria ter deixado o cachorro solto no seu quarto.
Vocês parecem crianças quando estão juntos.
Só faltou o Tommy, para a creche ficar completa. – Malcom diz, concordando com Moira. Felicity segurou um riso.
Quem falou de mim?
O papai nos chamou de creche.— Ele arqueou as sobrancelhas, sem entender e então Rebecca explicou o que tinha acontecido.
Ah, a Thea sempre usava essa carinha para fazer eu e Oliver fazermos o que ela queria. – Ela cruzou os braços. – E nós dois, trouxas, fazíamos.
Trouxa o caramba. – Oliver retruca. – Se não fizéssemos ela chorava.
É. Ela era uma peste quando criança.
Não fui eu que trancou a professora dentro da sala de aula e foi embora pra casa. – Os pais de ambos olham para eles incrédulos.
Obrigado, Thea. – Ambos dizem juntos.
Depois de adultos nós descobrimos que vocês colocavam o terror na escola? – Moira cruza os braços.
Thea também não era santinha não. Ela grudou chiclete no cabelo de uma garota. – Tommy aponta o dedo para a irmã.
Ela puxou meu cabelo.
E eu pensando que eram os "mocinhos". Nunca pensei que os diretores da escola estivessem certos. – Robert comenta.
Fico pensando se isso não é de sangue. – Rebecca sussurra, mas os outros ouvem.
Pensava o mesmo, Rebecca. – Moira concordou com a amiga.
Felicity gostava da escola, acredita?
Eu achava legal, e daí? – Deu de ombros. Malcom sorriu.
Nerd. – Thea bufou. – Quando Roy disse que você e Barry pareciam irmãos, não estava brincando.
Ele disse isso? – Malcom pergunta, surpreso.
Disse. Porque os dois nerds gostavam de ir à escola. – Thea revirou os olhos. – Não sei onde você achava que aquilo era "legal". Eu fazia de tudo para ficar doente e não ir.
Ah, então era isso? — Moira se vira para a filha. — Você inventava as doenças?
Eu não inventava... Todas. – Sussurrou a última palavra – Eu me obrigava a ficar doente.
Que feio, Thea.
Olha, Tommy, pelo menos eu não mentia que estava na escola e estava em outro lugar. Com meu irmão de companhia.
Dedo duro. — Ele e Oliver dizem juntos.
Vocês eram umas pestes. – Felicity diz. – Fico imaginando o que seus pais passaram com vocês.
Eles sempre diziam ser "inocentes". – Rebecca diz, fazendo aspas com as mãos.
Inocentes? – Riu. – Só os pais mesmo para acreditarem nisso.
Ei. – Os três se viram para Felicity.
Concordo com Felicity. – Laurel se aproxima com Barry.
Laurel. – Elas se abraçam desejando Feliz "Natal". Felicity faz o mesmo com Barry. – Estava procurando por você.
Meus pais ligaram para falar comigo.
Conseguiu fazer com que venham? – Ela sorriu.
Consegui. Na verdade, foi Lyon quem os convenceu. – Moira e Rebecca sorriram. – Mas não pretendem ficar até muito tarde.
O que importa é que eles vêm. – Laurel assente.
Você vai conhecer meus pais pela primeira vez.
Verdade. Você não tinha visto eles ainda. – Oliver diz, olhando-a.
Vão ficar surpresos. – Tommy sussurra para Barry.
Por que? – Tommy olha para a irmã que ria de algo que Laurel tinha dito.
Ela lembra muito Sarah... Não fisicamente, mas... No modo de agir.
Laurel disse isso para mim, uma vez.
É sério. – Eles ouvem Laurel. – E não aguento mais esses enjoos insuportáveis.
Ela está reclamando muito disso, agora.
Não é você que vomita com tudo que come. – Retruca e ele cruza os braços.
É comer aos poucos. – Felicity diz. – Dizer isso, me fez lembrar... Cadê a Cait?
Ela está falando com a mãe. – Apontou para a cozinha. – Ela ligou para a Cait quando vocês chegaram.
Impressionante. – Todos a olham. — A mãe da Cait não é... Muito fácil. É o primeiro natal que ela liga para a filha.
Você está falando sério? – Moira e Rebecca perguntam juntos.
Carla mudou muito depois que o marido faleceu. Ela e Cait se distanciaram muito desde então.
Não deve ser fácil para a Caitlin. – Rebecca comenta.
Ela já está acostumada. – Barry deu de ombros. – Sempre que se encontram elas brigam, então o melhor mesmo é cada uma para um lado.
Isso explica o porquê de ela nunca vir ver a neta. – E então Caitlin se aproxima.
Foi tudo bem?
Foi sim. – Ela caminhou até Felicity abraçando-a, sendo correspondida imediatamente. — Feliz Hanukkah.
Feliz natal. – Sorriu. – Carla foi de boa hoje? Fiquei surpresa quando Tommy disse que ela quem te ligou.
É. Eu também achei estranho..., mas ela disse que estava com saudades. – Deu de ombros. — Ela deve estar bêbada para me dizer isso.
Bom... Eu estava procurando um ser pequeno. – Cait e Barry sorriram. Sabiam que ela estava mudando de assunto propositalmente. – E então? Cadê minha afilhada? – Cait olhou para a sala de TV e encontrou Lyon e as gêmeas conversando. Então, quando olhou para o outro lado, viu a filha brincando com um gatinho de pelúcia que ela tinha ganhado de Tommy.
Ela está ali. – Apontou para a filha. Felicity se afastou para ir até a pequena. Antes ela passou onde as filhas e Lyon estavam, o presente de Kitty estava no sofá, perto deles.
Tia. – Ele sorriu quando a viu. Se levantou e a abraçou.
Você está lindo. E cheiroso.
É o perfume que o vovô Malcom me deu de natal. – Ela sorriu.
Eu tenho algo para você, mas depois do jantar eu entrego. – Piscou para o menino que sorriu, e então ela caminhou até a afilhada.
Oi, meu amor. – A menininha sorriu ao ver a tia e enquanto esticava os bracinhos, ela chamava pela "dinda". – Você está tão linda. – A pegou no colo e beijou seu rosto. — Eu tenho uma coisa que você vai gostar muito. – A colocou de volta no tapete felpudo, pegando o presente em cima do sofá, onde deixou antes de pega-la no colo. Entregou a pequena que tentava rasgar o papel de presente, Felicity a ajudou. Oliver se aproximou quando o presente já estava fora do papel de presente.
Eu acho que ela gostou. – Comentou quando a viu apertar um dos botões.
O que vocês têm contra brinquedos sem barulho? – Tommy pergunta assim que o presente em frente à filha.
Como assim? – Felicity se sentou no tapete e pegou umas das almofadas colocando nas pernas, já que estava de vestido.
Barry e Laurel deram um miniteclado. – Oliver riu. – Isso porque o idiota passa apenas o final de semana com ela.
Tommy. – A noiva o repreendeu. – Mas é verdade. Eles deram isso mesmo.
Vocês estão falando sério.
Estamos. Eu e Cait guardamos, porque ela queria brincar só com ele.
Deixe a criança. – Oliver se sentou do lado da pequena. – Pode fazer quanto barulho quiser. – Ela olhou para o tio, depois para o "telefone das princesas", depois para o pai, mas logo voltou seus olhos para o tio que assentiu e então ela se voltou para o brinquedo e começou seu trabalho de fazer barulho. Oliver sorriu e fez um joinha.
Você faz isso só para me provocar, não é? – Felicity riu dos dois.
Ah, eu também comprei isso. – Tirou de dentro da bolsa e abriu a caixinha, mostrando a pulseira de ouro para Tommy e Cait.
É perfeita, Lis. – Elogiou, pegando a pulseira das mãos da amiga. – Não acredito, você colocou até o nome dela. – A loira sorriu.
E vem com brincos também.
São lindos, Felicity. – Tommy elogiou. – Só temos que tomar cuidado para ela não colocar na boca.
Ela faz isso? Mas ela não tem nem um ano ainda.
Para você ver.
Que graça. – Laurel comenta quando se aproxima. – Quem deu?
Felicity.
Claro. – Laurel sorri. – Tommy disse que eu e Barry demos um miniteclado?
Já. E já reclamou também. – Laurel revirou os olhos. – Mas eu e Felicity demos esse telefone, então não adiantou nada. – Laurel riu.
Você quer reclamar mais um pouco? – Tommy bufou. A campainha tocou. – Meus pais. – Robert caminhou até a porta e abriu. Os pais de Laurel cumprimentaram o homem que correspondeu, deixando-os entrar. Laurel se aproximou com Tommy e Barry, cada um de um lado. Caitlin pegou a filha no colo e com a ajuda de Oliver, Felicity se levantou.
Tommy. – A mulher cumprimentou.
Dinah, que bom que vieram. – Sorriu.
Barry. É muito bom vê-lo novamente.
Digo o mesmo, Quentin.
E sua filha? – Barry olhou para trás e chamou Caitlin. – Ela está enorme.
Já tem quase um ano.
Ela é linda. – Dinah elogiou. – E muito parecida com a mãe.
Dinah, Quentin, essa é Caitlin... – Tommy apresentou. – Minha noiva.
Oh. Eu não sabia que tinha ficado noivo. – Tommy olhou para Laurel.
Eu me esqueci. – Deu de ombros.
É um prazer, querida. — Ela sorriu para Caitlin que sorriu de volta.
O prazer é meu.
E meus parabéns pelo noivado. – Ela olhou para Tommy. – Sempre gostei muito de você, Tommy. E apesar de não ter dado certo, seu casamento com minha filha... Quero que seja muito feliz. Os dois. – Olhou para Barry. – Eu fiquei muito feliz quando Laurel disse que estava grávida.
Ficamos. – Quentin concerta.
Ele gosta mais de você do que gostava de mim. – Tommy sussurra para o amigo, que o olhou com as sobrancelhas arqueadas.
Dinah, Quentin. – Malcom se aproxima com Rebecca e Moira. – Que bom que vieram.
Malcom. – Eles dizem juntos. – E então? Eu soube que tem uma outra filha.
Quentin. – A esposa o repreendeu.
Só comentei. – Deu de ombros. Barry segurou uma risada assim como Laurel. – Será que vamos conhecê-la hoje?
Claro. – Olhou para trás e encontrou a filha com Oliver, Thea, Roy e as crianças que riam de algo que a loira dizia. – Felicity. – Ela olhou para o pai, assim como os outros. Lyon, vendo quem estava ali, correu até os avós.
Vocês vieram. – Ele abraçou primeiro o avô.
Prometemos que viríamos. – Ele sorriu. – Thea, você está tão crescida. E linda.
E a cada dia mais irritante. – Tommy provocou. Ela o fuzilou com os olhos.
Pelo jeito vocês ainda se provocam.
E muito, Quentin. – Malcom diz. – Se deixar, isso acontece o tempo todo.
Lembram-se do Roy?
Claro. – Dinah cumprimentou o garoto. — Você e Thea viviam brincando quando crianças. Eu já imaginava que estariam juntos.
Eu me lembro de dizer isso. – Moira concordou.
Não éramos tão crianças quando nos conhecemos. – Roy comentou. – Eu já tinha 12 anos. — Elas sorriram. Dinah olhou para Oliver e então pousou os olhos na mulher ao lado dele.
Essa é minha filha. Felicity. – Quentin olhou para Felicity.
É um prazer. – Dinah sorriu.
Você não se parece com seu pai... Sua mãe? – Felicity sorriu fraco.
Sim. Eu me pareço muito com ela.
Oh, sinto muito. Eu não quis... — Ele se sentiu mal por ter tocado no assunto.
Tudo bem. – Oliver a abraçou pela cintura.
Laurel me falou sobre você uma vez. – Mãe e filha se olharam. – Você e Oliver estão juntos, certo?
Estamos. – Oliver quem respondeu.
Fico feliz por vocês. – Eles assentiram. – As gêmeas estão enormes. — Elas estavam abraçadas á Quentin.
Estão. Agora elas acham que podem fazer tudo sozinhas. – Dinah sorriu. Lyon chamou as primas para ir brincar e eles correram para onde estavam antes.
Elas não deixam Oliver dar banho nelas. Não mais. – Eles olham para Felicity. — Disseram: Nós somos meninas e ele é homem, mamãe.— Eles riram. Dinah não se surpreendeu quando ouviu: mamãe. Sua filha tinha comentado que suas netas chamavam a loira à sua frente de mãe. E isso não a incomodava, ficava feliz pela loira cuidar das meninas como filhas. – Oliver disse que elas devem pensar assim até os 30 anos.
Vai sonhando, Oliver. – As garotas dizem juntas e ele revira os olhos.
Eu disse isso a ele.
Elas estão a cada dia mais parecidas com a Sarah. – Quentin comenta.
Estão sim. – Oliver sorriu.
Elas têm as mesmas manias que ela, pai. – Laurel diz. – É até nostálgico.
Imagino. – Diz com um sorriso fraco. Ele ainda sentia muita falta da filha.
Então, você ainda não nos disse o nome da bebê, filha.
Ah. É mesmo. – Sorriu. – Vai ser Nathalie Sarah Allen.
Sarah. – Dinah e Quentin sussurram juntos.
Eu queria de algum jeito... Homenagear a minha irmã, então...
Eu gostei. – O pai de Laurel diz, com um sorriso, dessa vez, não era triste. A mãe dela a abraçou. – Ela teria ficado feliz.
Ela estaria pronta para preparar seu chá de bebê.
Com certeza. Ela estaria mais animada do que você e Barry. – Thea comenta.
Lyon está bem animado com essa notícia. – Caitlin se afasta um pouco para colocar a filha de volta onde estava, brincando com o presente da madrinha. Ela estava inquieta em seu colo, mas assim que a deixou sentada no tapete, ela parou de resmungar. Cait sorriu.
Você quer dar água para ela? – Thea pergunta ao se aproximar.
Não. Ela já tomou. – Sorriu. – Mas obrigada. Ela estava inquieta.
Claro. Só tem adulto ali no meio. Estava entediante, não é? – Se abaixou para passar a mão nos cabelos castanhos avermelhados da menina. Enquanto isso, Laurel desviou os olhos para onde as crianças estavam.
Ah, não. – Tommy e Oliver que estavam do lado dela, olham para ela. – Seu filho já está enfurnado naquele videogame.
É natal, Laurel. Deixa o garoto. – Olhou para onde o filho estava. – Até o Barry está lá. – Então, Laurel balança a cabeça. Nem tinha percebido que seu namorado não estava mais no meio dos adultos.
Inacreditável. – Murmurou.
Por que não jogamos também?
Você sabe jogar isso? – Se virou para Felicity que sorriu.
Você nunca jogou com Lyon?
Tommy faz muito isso e agora Barry também.
Laurel, até eu jogo com as gêmeas. Você não deveria deixar de ter esse tipo de momento com seu filho. – Tommy e Oliver concordaram.
Tudo bem, então. – Sua voz saiu um pouco alta, chamando a atenção dos outros que estavam perto. – Mulheres vs homens. — Os dois se olharam.
Vocês vão perder.
Que machismo. – Felicity reclama.
Quem é machista? – Thea pergunta ao s aproximar com Caitlin.
Oliver e Tommy. Eles acham que nós vamos perder para eles no videogame.
Como assim? – Cait arqueou as sobrancelhas.
Mulheres vs homens. – Thea sorriu.
Vocês vão ser massacrados, porque eu sou demais. – Os irmãos dela reviraram os olhos e os pais deles sorriram.
E o pior é que ela é mesmo muito boa. E nada humilde. – Roy revira os olhos ao terminar de comentar. Eles caminham até onde as crianças e Barry estão.
Lyon, nós vamos jogar.
Todo mundo? – Ele olhou para o pai.
Isso mesmo.
Até você, mamãe? – E ela assentiu.
Nós contra elas. – Oliver apontou para as mulheres que estavam lado a lado. Barry sorriu.
Vão jogar também? – Barry pergunta.
Nós?— Os "pais" riram. – Não. Não sabemos jogar isso, não. – Malcom diz.
É bem fácil. – Thea dá de ombros.
É. Eu ensino você, vovô. – Lyon diz olhando para ambos, que estavam lado a lado. Eles se olharam.
Vamos, por favor? – As gêmeas pedem.
Tudo bem. – Robert decidi. – Mas nos deixem por último, para observarmos vocês primeiro. – E as crianças se animaram ainda mais.
Quero ver no que isso vai dar. – Moira diz com um sorriso.
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E não é que isso é mesmo viciante? – Laurel comenta com Felicity.
Agora entende porque Lyon não larga isso. – Ela entortou a boca. Enquanto Barry jogava contra Thea, as outras garotas conversavam e olhavam a luta. E os outros garotos apostavam entre quem ganharia aquele jogo.
Vocês estão apostando? – Felicity os olha incrédula. – Quantos anos vocês têm?
É só uma brincadeira, Lis. – O namorado deu de ombros.
Empatou. – Lyon e as gêmeas gritam.
Eu disse que não ia perder.
Nossa, como você é competitiva. – Revirou os olhos.
Você não viu nada. – Roy retruca.
Quem é agora?
Meus pais. – Oliver responde.
Uh. Não vai dar para saber o ganhador. – Tommy comenta. Os pais de Oliver pegam os controles.
Não mesmo. Principalmente porque somos os dois, muito ruim nisso aqui. – Os outros riram. Lyon se sentou no tapete, dando espaço para os Queen se sentarem. A voz do menino chamou a atenção de uma garotinha que estava sentada á alguns passos do irmão, brincando com o telefone que ganhou da madrinha.
Esse é muito ruim... – Lyon comentou quando apareceu um dos personagens. — Aperta para o lado três vezes. – Robert, que não sabia quem escolher, deixou o neto de seu amigo ajuda-lo a escolher. – Para cima duas vezes... Aperta "A" duas vezes. – Robert fez como instruído.
Tudo bem. – Thea se aproximou da mãe. – Mãe, vai para cima duas vezes... E agora para a esquerda cinco vezes... Aperta "A" duas vezes. – Assim que foi feito, a cena da luta foi escolhida automaticamente. E a luta começou. Lyon estava com os olhos na tela, sem nem piscar, querendo descobrir quem iria ganhar. Moira tinha a ajuda da filha e Roberto, a do filho. Enquanto todos observavam a luta, uma garotinha se levantava, tendo o sofá como apoio. Ela ouviu a voz do irmão mais uma vez e o olhou. Ele disse o que Robert tinha que fazer para ganhar aquele primeiro round.
Ele decorou como fazer os "especiais" de todos os personagens que escolhemos até agora. – Roy diz, surpreso.
Para você ver o quão viciado ele está. – Laurel diz, olhando para o amigo.
Enquanto isso, Kitty se soltava do sofá e entre pequenos e desequilibrados passos, ela começou a caminhar até onde os outros estavam. Ela tinha os olhos presos em uma pessoa. Tommy e Barry desviaram os olhos da TV por breves minutos e então, surpresos, eles olharam um para o outro e logo voltaram os olhos para a pequena.
Cadê seu celular? – Sussurrou. Se fizessem algum alarde ela poderia parar de andar. Barry tirou o celular do bolso, destravou e o colocou para gravar sua filha andar.
O que estão fazendo? – Oliver arqueou as sobrancelhas. Felicity ouve o namorado e olha para onde os irmão e amigo olhavam. E se surpreendeu. Antes de mais alguém ver o que a pequena fazia, ela chegou até onde o irmão estava e então todos pararam o que estavam fazendo, para vê-la abraçar Lyon.
Kitty. – O menino diz, surpreso.
Oh. Ela está andando. — Cait comenta, muito surpresa.
Ela andou. – Lyon diz sorrindo enquanto abraçava a irmãzinha. – Vocês viram?
Todos viram, Lyon. – Felicity diz.
E seu tio gravou, filho. – Cait se aproximou da filha.
Você andou, meu amor. – Beijou os cabelos da garotinha, que brincava com o colar que Lyon tinha ganhado do vovô Lance.
Como o papai disse. Ela surpreendeu todo mundo. – Laurel sorriu ao ouvir o filho, assim como os outros.
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Depois que Kitty começou a andar, ela não parou mais. A pequena tinha os pais e o irmãozinho observando-a o tempo todo. Ela corria pela enorme mansão, com os irmão e primas atrás, brincando de pega-pega.
Ainda bem que eu não joguei isso fora. – Moira comentou enquanto observava Tommy e Barry montarem as portinhas de grade nas escadas.
Nem eu sabia que ainda tínhamos isso.
Achei que seria útil algum dia.
E está sendo. Se não fosse por isso, Tommy, Barry e Cait não teriam paz nem por um segundo. – Oliver sorriu ao ver a afilhada rir quando Lyon começou a lhe fazer cócegas.
Ela não vai parar de correr tão cedo.
Terminei. – Tommy e Barry dizem juntos.
Agora não tem perigo.
Mesmo assim é bom ficarmos de olho, ela pode se machucar. – Barry comenta, todo preocupado.
As crianças estão com ela, e nós estamos por perto, ela não pode sair desse primeiro andar... Fiquem tranquilos. – Oliver diz.
O Ollie fala isso agora, mas quando as gêmeas começaram a andar, ele não tirava os olhos delas nem por um segundo.
Isso é verdade. – Laurel concordou. – Ele ficava todo preocupado, temendo que elas se machucassem, assim como estão agora. Mas não precisam ficar correndo atrás dela, podemos observa-la da sala. – Laurel sorriu para a amiga.
E, quando ela sair de lá, as crianças estarão com ela, se algo acontecer, elas chamam por vocês. – Felicity completou.
Tudo bem.
Ótimo. Agora que está tudo resolvido, vamos voltar para o jogo. – A campainha tocou no mesmo momento em que Thea terminou de falar. Oliver caminhou até a porta, abrindo-a.
Estou atrasada?
Não. – Sorriu. – Que bom que veio, Helena. – Ela sorriu. – Entre.
Oh. – Oliver se virou para onde ela olhava. – Ela está andando.
Correndo é a palavra certa. – Riu enquanto fechava a porta. – Começou agora a pouco.
Não acredito que perdi isso.
Barry filmou. – Helena foi abraçada pelas três crianças.
Você veio. – Ela as abraçou de volta.
Eu também senti saudades. Vocês estão grandes... – Olhou para Oliver. – Daqui a pouco não dá mais para pega-los no colo.
Elas já não me deixam dar banho nelas.
Não? Por que? – Olhou para as pequenas.
Ora, somos meninas, tia Lena. O papai é homem. – E a mais velha riu, chamando a atenção dos outros.
Lena. – Cait e Felicity dizem juntas.
Ei, quanto tempo. – Elas se abraçaram. – Laurel, fiquei sabendo que está grávida.
Estou. – Se abraçaram. – É uma menina. – Sorriram para a outra.
Então Barry vai ser pai de duas garotinhas?
Para o azar dele. – Roy provocou.
Cala a boca, Harper.
Já imaginaram como será essa menina? Tomara que não seja como Laurel, ou os pais dela terão problemas. – A grávida cruzou os braços.
Arteira, como a mãe dela foi, quando criança. – Oliver concordou com o cunhado.
Como se vocês tivessem sido santos. – Ela revirou os olhos.
Vocês continuam provocando um ao outro. – Lana comenta com um sorriso divertido nos lábios.
Nós ficamos muito felizes por você ter vindo, Helena. – Moira se pronunciou.
Obrigada pelo convite.
Você não perdeu muita coisa, só os homens perdendo de lavada para as mulheres. – Eles reviraram os olhos.
Perdendo? – Arqueou as sobrancelhas, confusa. – Perdendo o quê?
No videogame, tia Lena.
Vocês todos estavam jogando?
Estávamos até Kitty começar a andar. – Cait explicou.
Por falar nisso... – Olhou para o amigo. – Barry, eu quero ver. Oliver disse que você gravou. – Ele assentiu enquanto retirava do bolso da calça, o celular, e entregou para a amiga, enquanto caminhavam para a sala, onde Kitty, Lyon, April e Amily já se encontravam. – Ah, que fofo. – Cait sorriu ao seu lado. – Ela andou até o irmão.
Acredita que agora minha filha não dorme se Lyon não estiver no quarto? – Helena a olhou surpresa.
E como estão fazendo? Lyon passa só o final de semana com vocês.
Ela começou a chorar quando o via ir embora com Laurel, então agora ela e Lyon ficam com Barry e Laurel de quinta a tarde a domingo de manhã.
Está deixando ela ficar com Barry?
Eu deveria ter feito isso antes, mas só de pensar em ficar sem ela... – Helena assentiu. – Mas agora não têm mais como correr. – Riu. – Kitty não fica sem Lyon, então eu tive que fazer isso. E, Barry têm o direito de ficar com ela.
Kitty não estranhou?
Não. Ela tem o Lyon para ela as tardes todinhas, então...
Eles são muito fofos juntos. – Desviou os olhos para Oliver e Felicity. – E as gêmeas? Oliver me contou que elas não o deixam dar banho nelas.
Sim. Agora sou só eu. – Sorriu. – Nem para ajuda-las a se vestir elas deixam.
Estão crescendo.
Para o meu desespero. – Os outros riram. – Queria que fossem pequenas para sempre.
Isso é impossível, Oliver. – Laurel diz.
Esse ano você não as mandou para o acampamento de férias. Nem você, nem Laurel. – Helena se lembrou.
Kitty sentiria falta do meu filho. – Laurel se explicou.
E as gêmeas queriam ficar comigo, então... – Gesticulou mais uma vez naquele dia, fazendo com que os Lance olhassem para ela mais uma vez, surpresos com o quanto a loira e sua falecida filha se pareciam em alguns gestos.
Elas têm se divertido no apartamento. – Oliver se pronuncia. – Esses dias cheguei em casa e levei farinha na cara. – Felicity segurou uma risada.
Como assim? – Apesar de só Helena ter perguntado, todos tinham as sobrancelhas arqueadas, demonstrando curiosidade.
Elas estavam brincando de guerra de comida. – Explicou. – Com a mãe delas.
Não foi intencional. – Deu de ombros. – Amily abriu o pacote de farinha e acabou derrubando em mim, nela e na irmã.
Ah, então foi assim que começou. – Rebecca diz.
Sem falar na massa. Tinha até no cabelo da Felicity.
É por isso que eu não entro na cozinha quando Thea está com as gêmeas. – Os outros riem.
Isso é de sangue? – Robert pergunta olhando para Malcom, que dá de ombros.
Deve ser, já que Tommy e Lyon já fizeram isso quando meu filho era menor.
E depois? Quem limpa a cozinha? – Helena revira os olhos.
Eu. As gêmeas também me ajudam, assim como Oliver, apesar de eu dizer que não precisa.
Fico imaginando o estado da cozinha. – Rebecca comenta.
Do mesmo jeito que ficava quando fazíamos isso, quando eu era pequeno. – Tommy responde.
Você se lembra. – Diz olhando para o filho.
Claro. A senhora fazia isso para que eu parasse de perguntar sobre o papai. Naquela época eu não imaginava que era por isso, mas... – A mulher assentiu.
E qual a sua explicação para fazer uma guerra de comida com seu filho?
Diversão. – Sorriu. Um dos celulares tocou.
Onze e cinquenta e cinco. – Oliver avisa.
Cinquenta e seis. – Barry diz quando o horário muda.
Não irmãzinha, não pode. – Eles ouvem Lyon dizer.
Olha Kitty, a lilinha. – April mostra a pelúcia preferida da pequena, chamando sua atenção, fazendo-a soltar uma das grades que estava parafusada a escada.
Cinquenta e oito. – Oliver tinha um dos braços em volta da cintura de Felicity, Tommy e Caitlin tinham as mãos entrelaçadas, Barry abraçava Laurel por trás, colocando ambas as mãos na barriga da namorada, Roy tinha um dos braços em volta dos ombros de Thea, trazendo-a para mais perto. Helena não tinha tirado os olhos das crianças que riam da bebê.
Cinquenta e nove. – E segundos depois, eles ouvem barulhos de fogos, um atrás do outro. Isso não pareceu assustar nenhuma das crianças. – Caitlin foi até a filha, pegando-a no colo, beijando sua bochecha, enquanto Tommy abraçava os pais. Helena e Felicity se abraçaram e logo depois a loira foi abraçada pelo pai e irmãos, respectivamente. Oliver abraçou a irmã e os pais, ao mesmo tempo em que Laurel era abraçada pelos pais. As gêmeas correram para a mãe, que se abaixou para corresponde-las. Lyon fez o mesmo, correndo para os braços da mãe, sendo apertado e beijado muitas vezes. Barry riu quando o menino reclamou. Assim que foi abraçado pelo enteado, Tommy e Oliver faziam o mesmo. Felicity pegou a afilhada nos braços no mesmo momento em que Tommy e Barry se aproximavam. Eles tocaram no ombro um do outro, antes de chegarem na bebê, que praticamente se jogou dos braços da madrinha ao ver os pais. Lyon abraçou Cait que estava perto de Laurel, e então caminhou até o pai que beijava a bochecha de sua irmãzinha. Tommy o pegou no colo, quando ele se aproximou, no mesmo momento em que Oliver abraçava e beijava as filhas. Oliver pegou Amily no colo quando April correu para a mãe, que fez o mesmo.
Feliz natal, irmãzinha. – Ela sorriu, como se compreendesse, levando a mãozinha até o rosto do irmão, que a pegou, e levando até sua boca, ele beijou. April passava uma das mãozinhas nos cabelos castanhos avermelhados da pequena e Amily, que tinha se aproximado com o pai, beijou o rostinho da pequena. Ela tinha quase todos em volta dela. Os pais, os tios, as primas... E o mais importante de todos, o irmão.
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Estavam todos em volta da mesa, conversando enquanto comiam. Caitlin dava comida para a filha, mas em algum momento a pequena começou a tentar se levantar na cadeirinha. Barry que estava ao lado da filha, percebeu que a menina queria descer e mesmo que ela não tivesse comido tudo que estivesse no prato, ele a colocou no chão. Lyon, April e Amily seguiram a garotinha, que corria para fora da sala de jantar. Caitlin se arrumou na cadeira e se voltou para o próprio prato. Poucos minutos depois que os pequenos saíram, Rebecca perguntou sobre o “casamento”. Seu filho se casaria em seis meses.
Nós ainda não olhamos nada, com tudo que têm acontecido… — Caitlin respondeu á sogra.
Então podemos discutir sobre isso depois do Ano Novo.
Claro. — Ela sorriu.
Ainda têm o seu vestido, Cait. Seis meses passam muito rápido.
É verdade. — Laurel concordou com Felicity. — Você tem um modelo legal em mente?
Na verdade, eu tenho uma imagem do modelo no meu caderno.
Você fez um caderno de casamento? – Thea pergunta.
Sim, eu era adolescente. – Deu de ombros.
É tomara que caia? — Thea pergunta curiosa.
Não. Eu não gosto. É incômodo. — Sorriu. — Mas quando eu for fazer a prova dele, você pode ir, se quiser.
Eu vou adorar. — Diz animada. – Por falar em casamento... – Thea olhou para os irmãos que estavam lado a lado. Ela tinha um sorriso enorme no rosto e por verem isso, eles sabiam que ela faria algum comentário constrangedor. – Quando vocês vão marcar o de vocês? – Oliver e Felicity se olharam. – É de vocês mesmo que eu estou falando. – Helena olhou para a amiga, percebendo que ela tinha ficado sem graça, e por isso segurou uma risada.
Eu adoraria que vocês se casassem logo. – Moira diz, concordando com a filha, deixando o filho e a nora, mais sem graça do que já estavam
Podemos aproveitar que estamos preparando o casamento da Cait, e preparar o de vocês também. – Caitlin olhou para a amiga e segurou uma risada.
O que você acha, Felicity? – Barry pergunta, provocando também.
Eu acho que está cedo demais. – Ela diz tão rápido quando os outros quase não entendem.
Cedo? Vocês estão juntos á... – Helena foi interrompida.
Menos de um ano. Está cedo.
Mas eu quero tanto um sobrinho. – Felicity corou.
Thea. – Malcom a repreendeu.
O que? – Ela se virou para o pai. – Qual o problema? – Helena gargalhou.
Thea, você é tão sutil, querida. – Diz ironicamente em meio a risadas.
Contente-se com as gêmeas, irmãzinha. – Oliver se pronuncia.
Vamos voltar ao casamento da Cait? – Felicity pergunta, implorando para que não voltassem a deixa-la mais sem graça do que já estava.
Enquanto vocês, mulheres, conversam sobre isso, nós vamos jogar. – Tommy se levantou junto de Roy, que estava do lado de Thea, que estava entre eles.
Por acaso, a Cait vai casar “sozinha”? – Thea pergunta ao irmão. – Você também deveria opinar.
E eu darei minha opinião, irmãzinha, mas no momento, vocês estão falando sobre coisas de “mulherzinha”, então… — Roy e Barry riram. Passou a mão no braço quando a irmã lhe deu um soco no braço. – Quando for decidir sobre o Buffet, vocês pedem minha opinião. – As mulheres reviraram os olhos. Oliver deu um beijo na bochecha da namorada e saiu com Barry atrás dos outros dois, que seguiam para o videogame.
Homens. – Thea, Laurel, Helena, Felicity e Cait dizem juntas.
E vocês achavam que eles continuariam aqui? – Malcom retruca. – Já era esperado que eles saíssem quando o assunto “vestido” foi começado. – Elas bufaram.
E então? Voltando sobre seu vestido... – Helena diz.
É. Eu também quero ir com você. – Felicity diz com um sorriso.
Na verdade, estava pensando em irmos todas. Assim já vemos os vestidos de vocês também.
Como você preferir. – Laurel diz.
Você vai, certo, Lena? – Ela desviou os olhos do celular.
Ah, claro. – Sorriu. – É só marcar o dia.
Podemos ir em fevereiro. Você vai mandar fazer, certo?
Sim. Muito melhor do que alugar. – Felicity concorda.
Nós vamos ver os nossos filhos jogarem. – Robert decidiu se levantar. – Você vem, Quentin?
Claro. – Se levantou. — Conversar sobre “casamento” não é para mim. – Os outros riram.
Você sabe as cores da decoração? – Rebecca perguntou depois que o marido saiu com os outros dois homens.
Estava pensando em rosa bebê e dourado.
E o convite? – Laurel perguntou. – Você disse que tinha um modelo para o convite também.
Na verdade, eu achei outro modelo. Felicity na verdade quem me deu a ideia.
Ah, então… Você decidiu aquele?
Sim. Ele é perfeito. – Sorriu.
Eu tenho a foto no meu celular... – Felicity pegou o celular que estava na mesa, abriu no app de fotos e passou para Laurel que estava do seu lado.
Que lindo. – Diz, passando para a mãe logo em seguida.
Lindo, Caitlin. Vai nessas cores mesmo?
Vai sim. Só prefiro que seja em um rosa mais claro, mas o que acham?
Eu acho que vai ficar lindo assim mesmo, querida. – Rebecca diz, quando pegou o celular das mãos da amiga, Moira.
Eu concordo. O rosa é só na fita, então não precisa mudar a cor dela.
E as flores na parte de cima? Nessa cor mesmo ou coloco na cor rosa também?
Humm... – Thea olhava para a imagem no celular. – Você diz essas flores na parte de cima do convite? — Ela assentiu.
Eu acho que não faria muita diferença se colocasse em um rosa mais claro que o a da fita. – Olhou para a Laurel. – Concorda?
Acho que se você quiser, pode mudar a cor, vai ficar lindo de qualquer jeito.
Então, as flores serão um rosa mais claro que o da fita. – Cait decidiu.
Lis, você não está se esquecendo de nada, não? – A irmã a olhou confusa.
O quê?
O presente das gêmeas e do Lyon. – Ela pareceu se lembrar, pela cara que fez. – Eles vão ficar lá em cima por mais quanto tempo?
Eles? Eles, quem? – Laurel pergunta, curiosa.
Ah... – Ela sorriu. – Eu vou buscar. Me ajuda, Thea? – Ela assente e se levanta.
O que ela comprou? – Cait dá de ombros.
Você vai se surpreender, Laurel. – Moira diz, com um sorriso. Elas se levantam e vão para a sala, onde os homens jogavam e as crianças brincavam no tapete, com o teclado de brinquedo que Kitty tinha ganhado. Pouco tempo depois, Felicity desce as escadas do lado esquerdo com a irmã e colocam as bolsas transporte no chão, uma rosa e uma branca com verde claro.
Um cachorro. – April foi a primeira a perceber. Amily e Lyon olham para onde a menina olhava.
Que lindinho. – Amy diz, chegando perto, ao ver a mãe abrir a bolsa e de lá sair um filhote de Husky Siberiano. Os adultos olharam para onde Felicity e Thea estavam.
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Lindinha. – Thea. – É fêmea.
É nosso? – April passava a mão nos pelos da cadela.
É sim. — Elas sorriram. — Como prometido.
Obrigada, mamãe. – Dizem juntas. – Olha, papai. – Ele sorriu ao ver a animação das meninas. – A gente tem um cachorro agora.
Eu estou vendo. – Se abaixou do lado de April. – Mas ela ficará aqui, com o vovô, a vovó e a tia Thea. – Elas fizeram um biquinho. Mas logo se animaram novamente, olhando para a cadela, que deitava preguiçosamente, com a cabeça nas pernas de April. Lyon se aproximou das primas com Kitty, que segurava sua mão. A garotinha não saia de perto do irmão, nem por um minuto. Lyon se abaixou perto da outra bolsa.
Esse não é um cachorro. – Ele olhou para a tia.
O que é, tia?
Abra. – Ele o fez logo em seguida.
É um coelho. – Ele pegou o bichinho nos braços, se sentando no chão.
Não acredito. – Laurel diz, ao se aproximar.
Esse é seu. – O menino olhou para a tia.
Meu? – Ela assentiu, tinha um sorriso no rosto. — Eu adorei, tia Lissy. – Ela sorriu. – É igualzinho aquele que eu vi quando estava com meu pai e o tio Barry.
Barry me disse. – Ele colocou o bichinho no colo e Kitty pôs a mãozinha.
Então é aquele? O que eu vi aquele dia? – Ele olhava para o pai e o tio.
Ele mesmo. – Disseram juntos.
Eu disse para sua tia sobre ele, e ela achou que você iria gostar.
Eu amei. – Ele diz, todo animado. Os adultos sorriem.
É lindinho... – Amily passou a mão no coelho branquinho, deixando sua cadela com a irmã.
Você deu um coelho para o meu filho?
Barry e Tommy tinham me dito que ele queria um cachorro, mas... Vocês moram em um apartamento, então...
Então você deu um coelho. – Tommy se pronuncia. – Ele não vai largar isso nunca mais. — Ela sorriu.
Mas eu vou ganhar um cachorro. – Lyon diz, chamando atenção dos outros adultos.
O quê? – Ele olhou para a mãe. – Como assim? – Laurel olhou para Malcom.
Eu não tenho nada a ver com isso. – Olhou para o namorado da mulher.
Eu, muito menos. – Quentin se pronuncia ao ver os olhos da filha fitando-o.
Fui eu. – Ela olhou para o namorado. – Eu perguntei o que ele queria, e ele disse que queria um cachorro. Então disse que daria um a ele.
Barry, moramos em um apartamento.
Não vai ficar com vocês. – Malcom diz, chamando a atenção de Laurel, de volta para ele. – Eu disse que poderia ficar lá em casa.
Bom, então qual o problema? — Tommy dá de ombros. – É tudo que ele quer, Laurel.
Tudo bem. – Cruzou os braços.
Olha que fofo, mamãe. – Laurel se abaixou para passar a mão no bichinho. Ela sorriu.
Eu acho que eles precisam de um nome. – Roy se pronunciou, chamando a atenção das crianças.
Um nome, tio Roy? – As três crianças perguntam juntos. Eles voltaram os olhos para os bichinhos.
Eu gosto de Zero.
Zero? – Tommy e Laurel arquearam as sobrancelhas.
Mas porquê “Zero”? – Ele deu de ombros. – Bom… — Olhou para a ex-mulher. — Então será “Zero”.
E a cadelinha, meninas?
Shasta. — Oliver sorriu.
Como do filme?
É. Ela se parece com a Shasta do filme, papai.
Que filme? – Felicity pergunta, não se lembrava de ter assistido nenhum filme de cachorro com as filhas. Ela só se lembrava do bendito Frozen.
Um filme que elas assistiam “sempre” ... – Oliver diz, olhando para a namorada. – Elas não assistem desde..., desde que conheceu você, eu acho.
Snow Buddies: Uma Aventura no Gelo. – Thea diz o nome do filme. – Eu já até decorei as falas. – Os outros riram. – Sério. Sei as falas de trás para frente... E elas também. — As garotinhas sorriram.
É muito legal. Vamos assistir agora, mamãe?
Agora? Não podemos assistir depois?
Não. Agora, mamãe. – Ela olhou para o namorado, que deu de ombros. Era com ela.
Tudo bem. Onde está o filme?
Eu vou buscar. – Thea diz, deixando as sobrinhas com a cadela e indo em direção das escadas.
Vamos deixá-la dentro da bolsa, está bem? – Elas assentiram.
O Zero também, filho.
Eu comprei uma “casinha” para colocá-lo. Está no quarto do Oliver.
Coloca ele dentro da bolsa, quando formos para casa pegamos a “casinha”. — O menino assentiu e com cuidado, colocou o mais novo integrante da família, na bolsa. As gêmeas fizeram o mesmo com a cachorrinha, e então, Thea voltou com o filme em mãos.
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Todos assistiam o filme. Era um filme infantil, mas ninguém reclamou. Kitty estava sentado entre as pernas do irmão e seus olhos estavam fixos no filme. Enquanto as crianças e os adultos assistiam o filme, sem desviar os olhos, Tommy, Barry e Oliver conversavam baixinho. O primeiro não parava de falar na cabeça do segundo, e o terceiro tentava ajudar, mas acabava rindo. Barry revirou os olhos quando ouviu do amigo, mais uma vez, que ele deveria fazer logo. Oliver riu quando Tommy perguntou se ele tinha medo de ouvir um “não”, e o outro o mandou calar a boca. As namoradas olharam para eles com as sobrancelhas arqueadas. Os três se desculparam e elas voltaram seus olhos para a TV. E então, Tommy voltou a perturbar o amigo.
E então, como vai ser? – Cruzou os braços e o olhou.
Tommy, deixe-o. – Oliver disse. Seu amigo sabia ser irritante quando queria.
Como assim, deixe-o? Ele disse que faria e agora está amarelando. – Oliver olhou para Barry, esperando que ele respondesse, e não demorou muito.
Amarelando o caramba. – Retrucou. – Eu vou fazer, mas não agora.
Qual o problema? – Arqueou as sobrancelhas.
O problema é que não é o momento.
Não? É só você se aproximar e perguntar: Laurel, quer se... – Ele foi interrompido.
Tommy, você quer falar mais baixo? – Oliver pediu ao ver as mulheres voltarem a olha-los, e principalmente, pelo outro quase ter revelado a surpresa de Barry.
Eu vou fazer o pedido. – Disse quase em um rosnado. Tommy estava o irritando.
Você está com medo. – Oliver riu.
Vai se ferrar, Tommy. – E o Merlyn riu.
Pare de ser irritante, Merlyn. – Oliver defendeu o outro. – Barry já disse que vai fazer o pedido. Ele quer fazer no momento dele…
Eu fiz o pedido porque minha noiva encontrou o anel, não foi no momento que eu queria. – Oliver e Barry reviraram os olhos.
Você não tinha um lugar mais seguro para esconder, não?
O que eu quero dizer, é que o importante é você fazer o que planeja. Não importa o momento. Ela vai ficar surpresa e feliz... Eu acho. – Riu ao dizer a última frase.
Idiota. – Revirou os olhos. Oliver segurou uma risada. Tommy tirou o dia para irritar Barry. Oliver colocou a mão direita no ombro de Barry.
Ele está fazendo graça. – Oliver diz. – A Laurel vai ficar feliz, sim.
Só não quero que ela ache que eu estou fazendo isso por ela estar... – Se interrompeu propositalmente.
Estar grávida? – Tommy completa, perguntando, descrente. – Barry, você a ama. Por que você acha que ela pensaria isso de você? Tudo bem que a gravidez deu um empurrãozinho..., mas o importante é o que vocês sentem um pelo outro. E amigo, você está com esse anel desde antes de descobrir sobre a gravidez.
Tommy disse tudo. – Oliver concorda, sorrindo. – Vocês dois se amam. E se você quer passar o resto da sua vida com ela... Ela vai entender tudo quando você fizer o pedido. Só diz tudo que você quer que ela saiba, tudo o que sente por ela.
Eu só não queria ter de fazer isso na frente dos outros. – Os amigos riram. – Não gosto de ser o centro das atenções.
Bom, isso vai acontecer de qualquer jeito. Você vai ser o centro das atenções no dia do casamento
Isso é diferente. – Retrucou, e Tommy revirou os olhos.
Vai se sair bem.
Espero. – Oliver, percebendo que o amigo estava mesmo muito nervoso, achou melhor ajuda-lo de alguma forma.
Não diga muita coisa, então. – Barry e Tommy o olham. – Não precisa fazer um discurso... Diga que a ama e faça o pedido.
Concordo com o Oliver. Ela vai perceber tudo o que sente olhando nos seus olhos. – Deu de ombros.
O que tanto conversam? – Eles olharam para Felicity, quem tinha feito a pergunta.
Futebol. – Dizem juntos. Ela arqueou as sobrancelhas.
Futebol? – Eles sabiam que ela não tinha acreditado.
Por que não seria, irmãzinha
É. O campeonato está... – Barry se interrompeu, ao perceber que diria o “foda”, e nenhuma delas gostavam desse tipo de palavreado. – Demais.
O filme já acabou? – Tommy perguntou.
Acabou agora, papai. Você não viu o filme?
Só o começo. – O filho cruzou os braços. Kitty se levantou quando o irmão fez o mesmo. – Então… Vocês querem sorvete?
Sim. – As crianças dizem juntas.
Nós vamos. – Rebecca, Moira e Dinah se levantam e caminham para a cozinha. Kitty começou a coçar os olhos.
Ela está começando a ficar com sono. – Caitlin comenta.
Incrível ela estar acordada até agora. – Barry diz, ao olhar para o relógio. — Três horas da manhã.
Isso tudo? – Helena perguntou. – Nem dá para acreditar que estamos acordados até agora. Incrível, as crianças não terem capotado ainda.
Daqui a pouco já é dia. – Barry ouviu a filha pedir pela chupeta e se levantou para pegar, na mala da filha.
Não, tio Barry. – Lyon se fez ouvir. – Não está aí. – O menino correu para onde os brinquedos dela estavam e pegando a chupeta perto do telefone que Felicity tinha dado, voltou para onde a irmãzinha estava, colocando-o na boca dela.
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Felicity observava Lyon acariciar o coelho branco. Sorriu ao ver o quanto carinhoso ele era com o bichinho. Ele colocou o animal na "casinha" ao ouvir a mãe pedir para que ele fosse comer a sobremesa. Assim que terminaram de assistir o filme, o menino correu para colocar comida para o seu novo amiguinho. Ficou muito feliz pelo presente que ganhou da tia. Ele sempre quis um bichinho de estimação, mas morava em um apartamento, por isso quando Barry tinha lhe dito que ele ficou fissurado no coelho algumas semanas atrás, resolveu dar um ao sobrinho. Desviou os olhos para as gêmeas que tomavam sorvete sentadas em volta da mesa de centro, Lyon fez o mesmo depois que largou o coelho.
Você está bem? — Olhou para a irmã.
Estou. – Sorriu. – Estava observando Lyon com o coelho. Eu não sabia que ele gostava tanto de bichos de estimação.
Ele adora. Ele queria um cachorro, já tem umas semanas que ele pede por um, mas ele mora em apartamento, então... – Felicity assentiu. – Eu acho que ele só não ficou enciumado das gêmeas ter ganhado um, porque ganhou um coelho.
Barry disse que daria um á ele, mas que o deixaria no papai.
Ah, eu não sabia.
Não ouviu quando ele disse todo feliz quando estava com o coelho em mãos? – Thea sorriu. — Barry vai com ele, escolher um.
Eu acho tão fofo a relação dos dois. – Desviou os olhos para os sobrinhos. – É como... pai e filho, sabe? Já percebeu que eu, Tommy e Kitty temos dois pais? E agora, Lyon. Será que isso é contagioso? — Felicity riu. — É brincadeira. Tommy sempre viu meu pai, Robert, como um pai. Ele ficava aqui nas viagens que o nosso pai fazia. Desde pequeno sempre foi assim, então criou um laço muito forte com meu pai.
Entendo. Eu vejo mesmo o quanto Tommy o respeita. Acho que Lyon teve exemplos, por isso ele é assim; carinhoso, respeitador... Acho que ele vê Barry como um segundo pai, pela forma que eles se interagem.
Eu estava pensando... – Felicity a olhou. – Acho que posso buscar as gêmeas depois da escola todos os dias para elas virem ficar um pouco com Shasta. – Felicity desviou os olhos para as filhas que riam de algo que Lyon dizia. – E depois do almoço eu as deixo com você e Oliver.
Eu, provavelmente, já que Oliver vai voltar a trabalhar. E eu não. — Bufou.
Pare de reclamar. Você ainda precisa de descanso. – A abraçou. – E juro que se você fizer qualquer coisa que a médica não tenha permitido, vou até o apartamento para te dar umas palmadas.
Ei, eu que sou a imã mais velha.
Na verdade, sou eu. – Tommy se aproximou, assustando as irmãs.
Tommy. – Levaram a mão direita em direção ao peito, ao mesmo tempo. – Que susto.
O que vocês estavam conversando?
Estava dizendo que se Felicity desobedecer às ordens da médica, vou lhe dar umas palmadas. – Tommy ficou sério.
E eu vou ajuda-la. – Felicity revirou os olhos e Tommy sorriu. – Tenho que dizer que você acertou em cheio no presente do Lyon.
Barry me deu uma dica. – Piscou. – Ele disse que Lyon tinha ficado fissurado no animalzinho.
Ele ficou falando na minha cabeça por dias sobre ter um cachorro e então ele viu aquele coelho branco... – Olhou para o filho. – Insistiu para entrar na loja. Laurel já tinha comprado o presente dele e eu tinha lhe prometido o videogame. – Olhou para a irmã. – Acho que foi por isso que ele lhe deu a dica. – Sorriu.
Mas lembre-se que Barry vai dar um cachorro a ele. – Tommy pareceu se lembrar.
O que me deixou ainda mais surpreso.
O papai já disse que o cachorro pode ficar lá.
O que meu pai não faz por Lyon? – Voltou seus olhos para o filho.
Verdade. – Thea concordou. – Quero ver como vai ser o papai cuidar de um cachorro.
Como se ele fosse fazer isso. – Tommy revirou os olhos. – Ele vai pedir para outra pessoa fazer.
Barry vai levar Lyon lá pelo menos três dias na semana para cuidar do cachorrinho. – Felicity os tranquilizou. – E você o leva nos dias em que ele ficar com você. — Tommy sabia que se o filho pedisse, ele não conseguiria negar. O menino sempre lhe pediu um cachorro e nunca pode lhe dar por causa de onde moravam. Por isso não negaria esse presente ao filho, se Barry estava disposto a dá-lo, daria um jeito de levar o filho para visita-lo no avô. De repente ele ouve a noiva falar alguma coisa e eles se aproximam.
Eu não estou aguentando o cheiro desse pudim. – Laurel comentou, depois de fazer um “arg”, demonstrando nojo. Helena se afastou para perto de Oliver.
Não vai vomitar, vai? – Helena, ao perceber que ela não respondeu, imaginou que a amiga estava mesmo, muito enjoada.
Você quer um suco de limão? – Laurel, que estava de frente para o namorado, se virou para Felicity, sorrindo.
Eu acho que vou querer. Obrigada, Lis. – Felicity não conseguiu dar uma resposta, pois viu o amigo se ajoelhar e abrir uma caixinha vermelha, fez um “o” com a boca. Laurel arqueou as sobrancelhas, confusa. Todos olhavam para o Allen, tão surpresos quanto Felicity. Exceto Oliver e Tommy, que sorriam. Laurel se virou para onde a amiga estava olhando, e surpresa e emocionada, colocou ambas as mãos na boca, tampando-a.
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Barry... – Sussurrou.
Laurel... Eu já tinha lhe dito uma vez o quanto você era importante para mim, e o quanto havia me mudado completamente. – Ela mordeu o lábio, quando abaixou a mão. – E principalmente, eu já disse que te amo. Várias vezes. – Sorriu. — Por isso eu só tenho uma pergunta para te fazer: Laurel Dinah Lance, você aceita se casar comigo? – Ela sorriu, sabia que deveria estar sendo bem difícil ele fazer aquela cena na frente de todos.
Aceito. – Ele sorriu. – É claro que eu aceito. – Ele se levantou, e ela quem o puxou para um beijo. Eles ouviram aplausos e se separaram.
Não acredito. Nunca pensei que veria Barry Allen fazendo isso publicamente.
Nem eu. – Helena concordou com Cait.
Eu fico tão feliz por vocês. – Felicity foi a primeira a abraçar o casal.
Todos ficamos. – Dinah se aproximou para abraçar a filha. – Minha filha vai se casar... De novo. – Sorriu, se afastando do abraço. – Eu espero que cuide muito bem dela. – Se virou para o genro.
Ah, ele vai cuidar. – Quentin se pronunciou, se aproximando do casal. – Principalmente porque eu sou um policial. E sei atirar. – Barry estremeceu, mas os outros riram.
Vai assustar o coitado, Quentin. – Robert diz, sorrindo, e se aproxima para abraçar o casal, junto da esposa.
Já viu que não terá para onde correr se fizer alguma coisa errada, né, Barry? – Roy provocou. Barry revirou os olhos.
Eu ouvi algo assim na época do meu noivado com Laurel. – Tommy comentou, chamando a atenção de Quentin.
E acho que não surtiu efeito. – Tommy deu dois passos para trás.
Pai. – Ela repreende.
Foi uma brincadeira. – Revirou os olhos. – Eu sei que apesar de tudo o que houve, ele cuidou de você. – Se virou para Barry. – Eu só não vou contra porque sei que é um bom rapaz e que realmente vai fazer minha filha feliz.
Ele não faria de outro jeito, depois que o ameaçou. – Todos riram do comentário de Roy.
Eu estava brincando. — Sorriu.
Não disse que ele gostava mais de você do que de mim? – Barry segurou uma risada. – Eu imaginei que você pediria a atenção de todos. – Diz alto, fazendo todos olharem para ele.
Você sabia, Tommy? – Laurel o perguntou.
Claro. Do jeito que ele estava nervoso, esse pedido não ia sair nunca. – Oliver revirou os olhos e Barry bufou.
Não é para tanto, não. – Oliver foi a defesa do amigo. – Mas é verdade que ele estava um pouco nervoso. Ele está com esse anel desde o mês passado. – Laurel olha para o “agora” noivo, surpresa. – Eu apostava que ele faria o pedido primeiro que Tommy.
Eu não estava nervoso, já o Barry...
Vocês estavam planejando isso esse tempo todo? – Caitlin pergunta, curiosa.
Mais ou menos. Eu já estava planejando desde antes do aniversário do Lyon, só Felicity e Oliver sabiam. – Explica. Cait então se lembra que o noivo tinha dito algo semelhante. – E eu só fiquei sabendo que Barry pediria Laurel em casamento depois que fiquei noivo. Ele só não pediu antes porque não fazia ideia de como, e logo ele descobriu que seria pai de novo, então...
Foi perfeito. – Deu um selinho nele.
Mais um casamento. – Thea diz, toda animada. – Oliver, Felicity, porque vocês não aproveitam? – Robert e Quentin seguram uma risada ao ver Felicity tossir exageradamente. Malcom olha para o filho de seu melhor amigo, que não parecia que iria responder a irmã.
Thea, você é demais. – Helena diz, enquanto continuava a rir. Laurel e Caitlin olhava para a amiga que se recuperava o ar. Elas tinham um sorriso no rosto.
Está melhor, querida? – Moira pergunta, e Rebecca lhe entrega um copo com água.
Você adora constranger os outros, não é? – Barry pergunta.
Aff. Foi só uma pergunta inocente. – Revirou os olhos.
Eu estou tão feliz por vocês. – Cait resolve ajudar os amigos e se aproxima de Barry e Laurel, abraçando-os.
Obrigada. – Eles correspondem o abraço.
Já imaginaram um casamento duplo?
Thea, você e suas ideias malucas – Helena diz.
Minha filha vai ter um mês. – Laurel diz, com as sobrancelhas arqueadas.
Que desculpa esfarrapada.
Deixa de ser irritante! – Barry exclamou. Roy que estava do lado da namorada, a abraçou pela cintura, e quando percebeu que ela iria retrucar, tampou a boca dela com uma de suas mãos.
Obrigado, cunhado. – Oliver e Tommy dizem juntos.
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