Kupidon

51 Capítulo Trinta e Dois


Notas iniciais
Olá, pessoas queridas. Estou aqui, um dia antes do combinado, para alegrar o dia de vocês Kupidon na Área. Esse vai ser um capítulo muito CaiMy. É o casamento deles. Aproveitem Boa leitura

Caitlin estava na maior sala do salão de festas em que alugaram para fazer a festa e o casamento. Enquanto que Felicity e Laurel ajudavam a noiva a se arrumar, as outras madrinhas, Helena e Thea cuidavam de fiscalizar a equipe que organizava o salão e o jardim, onde seria a cerimônia. Com o cabelo feito, as amigas agora ajudavam-na a vestir o vestido sem estragar tanto o penteado quanto a maquiagem. Caitlin se olha no enorme espelho que tinha no cômodo, passando a mão no vestido, enquanto Felicity a ajudava a calçar o sapato de salto alto. Ela não estava nervosa, mas estava ansiosa. Ela se casaria com o homem que ama, quem não estaria ansiosa por esse momento? Se perguntava se a filha estava bem, apesar de saber que ela estava com o pai. Barry, no caso, já que Tommy estava se arrumando. Todas olham para a porta quando a ouvem se abrir.

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Você está tão linda, Cait.

Obrigada, Lena. – Sorriu para a amiga. – Kitty?

Barry está cuidando dela, não se preocupe. – A noiva assente. – Ela está parecendo uma princesa, mas não para de correr pelo salão.

Ela vai acabar se sujando. Ou até mesmo se machucando

Cait, não se preocupe com isso, okay? – Laurel pede.

Malcom já chegou com Rebecca, e foi ver Tommy. Os convidados já estão chegando também... – Cait se virou para o espelho.

Minha mãe? – Helena olhou para Laurel e Felicity. – Ela não chegou, não é?

Sinto muito, Cait. – Ela apenas balançou a cabeça. – Ela mandou uma mensagem para o seu celular dizendo que não poderia vir.

Quer saber? – Felicity se aproxima, pegando nas mãos da amiga. – Você só precisa ao seu lado quem te quer ver feliz. Quem te quer bem. Sua mãe não merece nenhuma das suas lágrimas. – Cait respirou fundo, se impedindo de chorar.

Nós estamos aqui. Nós somos sua família, Cait. – Laurel completa.

Eu sei. – Ela sussurra. Felicity e Laurel se olham. – Eu só pensei que ela viesse no meu casamento. Eu pensei que mesmo que..., mesmo com nossas diferenças...

Ela é quem está perdendo. – Helena diz. – Você está linda. Perfeita. Só pense que em poucos minutos estará casada com o homem da sua vida, mais nada importa.

Eu vou ver se Tommy está pronto, e já volto, okay? – Cait apenas assentiu, sem tirar os olhos do espelho. Felicity se aproximou de Laurel e Helena. – Vou falar com meu irmão sobre isso. – Sussurra antes de sair.

Felicity estava com raiva. Ela não demonstrou, é claro, sua amiga já estava emocionalmente abalada, mas o que ela queria era ligar para aquela megera e dizer umas poucas e boas para ela. Bufou enquanto caminhava pelo corredor. Sair daquela sala foi o melhor a se fazer porque ela sabia, em algum momento a amiga perceberia sua ira. Passou pelo longo corredor, encontrando no caminho Barry e Kitty. A garotinha correu para ela.

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Oi, gatinha. – A pegou no colo, abraçando-a e beijando seu rosto.

Dinda, tá linda.

Você está muito, muito mais. Está parecendo uma princesa. – Ela sorriu, beijando o rosto da tia.

Ei, não devia estar com a noiva?

Eu estava. Estou indo ver o Tommy. – Ele assentiu. – Viu minhas filhas? Elas saíram da sala para ver a decoração, e não voltaram.

Vi elas entrarem na sala onde Tommy está. – Ela assente. – Te acompanho até lá.

Eu sei onde é.

Eu sei. Mas eu sei também que você está com raiva. O que aconteceu? – Barry a conhecia muito bem, ela já imaginava que ele fosse perceber. Era mais que provável que Oliver também percebesse.

Você acredita que a mãe da Cait não vai vir?

O que? Mas ela disse que viria.

É, mas a Helena estava com o celular da Cait, e viu uma mensagem da vaca. – Barry balançou a cabeça. – Ela não vai poder vir.

Não acredito nisso. Tudo bem que elas têm suas diferenças, mas..., é o casamento da filha dela. A única filha dela.

Como se algum dia ela tenha se importado com isso. – Bateu na porta em seguida, e foi autorizada a entrar quando disse quem era.

Oi, irmãzinha. – Ela lhe sorriu. – Você está linda.

Eu concordo. – Ela desvia os olhos para o noivo. – Está perfeita.

Obrigada aos dois. Eu vim saber se está pronto. – Kitty começa a se mexeu em seu colo, e a coloca no chão.

Eu estou. Só estou esperando que me chamem. – Ela assentiu.

Lis? – Ela o olhou. – Está tudo bem? – Ela sabia que o noivo perceberia.

Não. Não está. – Respirou fundo. – A mãe da Cait não vem.

O que? – Tommy a olha incrédulo. – Você tem certeza disso?

Ela mandou uma mensagem para a Cait.

Mas é o casamento da filha dela.

Como se ela se importasse, meu amor.

Como ela está? – Tommy pergunta, preocupado. Felicity balança a cabeça.

Ela sentiu, mesmo que não quisesse. Ela esperava pela mãe dela.

Preciso falar com ela.

De jeito nenhum. Você não pode vê-la.

Felicity, a porta pode ficar entre nós, okay? Eu não vou vê-la, eu só quero falar com ela. – Felicity suspirou. – Só falar com ela.

Tudo bem. – Ela diz, pensando que talvez fosse bom para a amiga. – Mas vai ter apenas uma fresta na porta, nada mais. Vocês não se verão. – Oliver sorriu.

Por mim tudo bem. Eu só preciso de alguns minutos com ela

Eu também acho que isso pode ser bom para ela.

Papai. – Ele desvia os olhos para a pequena princesa que correu do pai biológico para ele, abraçando uma de suas pernas.

Você está carregada no 220, não é princesa? – Os outros riram.

Por falar em princesa..., cadê Amily e April?

Estão com minha mãe e Rebecca, elas iriam deixá-las com você. – Ela assentiu.

Barry, pega ela. – E o amigo o fez. – Vamos? – Tommy queria logo falar com a noiva.

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Cait? – Felicity entrou na sala encontrando Rebecca ao lado da amiga. Laurel e Helena estavam do outro lado do cômodo.

Mamãe.

Estava procurando por vocês. – Felicity se aproximou de ambas, arrumando as tiaras. – Não fiquem andando por aí, podem se sujar.

A gente estava com a vovó.

Mesmo assim. – Se virou para Cait. – Tommy quer falar com você. – Ela ficou surpresa.

O que? Não pode Lis.

Eles não se verão, Laurel.

Acho que é uma boa ideia. – Rebeca diz. – Não fique triste, querida. Como eu disse, você tem a sua família aqui, se sua mãe não vai vir, é ela quem estará perdendo. O erro é dela. E eu tenho certeza, ela vai se arrepender disso pelo resto da vida. – Ela assentiu. Laurel, Helena e Rebecca saíram da sala, encontrando Tommy perto da porta.

Vou deixar vocês sozinhos, mas nada de deixá-lo te ver. – A amiga deu um sorriso fraco.

Pode deixar. – A voz dela estava embargada, e Felicity quis chorar junto dela; mas não o fez. Saiu, deixando uma fresta onde eles podiam pegar na mão um do outro, e os deixou sozinhos. – Tommy?

Oi, meu amor. Estava preocupado.

Você já sabe? – Pergunta com a voz embargada.

Felicity me contou sobre sua mãe.

Eu não acredito que ela não vai vir mesmo. Ela prometeu que estaria aqui. É meu casamento, e eu não vou ter ninguém da minha família. – Os olhos dela encheram de água.

Você não precisa dela. Você tem a Felicity, a Helena, a Laurel, a Thea..., nossos amigos. Nossa família são eles, Cait.

Eu sei disso, mas... – Ela se interrompeu, ao perceber que as lágrimas desceriam, mas ela as impediu.

Eu entendo sua mágoa. Entendo que esteja triste, mas esqueça isso. – Ele passou a mão esquerda pela porta. – Me dê sua mão. – Ela olhou para a mão do noivo, e então fez como ele pediu. – Eu estou aqui com você. Seremos uma família a partir de hoje. Casados. Vou ser seu pelo resto de nossas vidas, e vou estar com você em todos os momentos. Vamos passar por tudo isso juntos. – Ela apertou a mão na dele.

Eu não queria sentir isso. – Sussurra. – Queria muito não derramar uma lágrima sequer por ela, mas..., ela nunca esteve nos momentos em que mais precisei, e novamente..., ela fará isso mais uma vez.

Tudo bem você chorar, você tem todo o direito para fazer isso. Tem muitas razões. – Caitlin não conseguiu mais segurar as lágrimas. – Chore, se é isso que quer. Eu vou estar aqui, o tempo todo, mesmo que não possa te abraçar. – Apertou a mão dela. – Depois disso, esquecemos que ela um dia existiu, e viveremos nossa vida. Juntos. Eu, você, Kitty, Lyon, e nossos amigos. Nossa família. – Caitlin se encostou na parede de costas, enquanto deixava que o choro que vinha da garganta saísse, enquanto tinha o noivo segurando sua mão, e dando apoio.

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Me desculpe. – Caitlin se desculpa mais uma vez á maquiadora.

Não se preocupe. Sua amiga loira me contou o que aconteceu, não me importo em refazer sua maquiagem.

Obrigada mesmo por voltar aqui por isso. – Ela lhe sorriu.

Laurel é uma amiga muito querida, foi um prazer quando ela me pediu para fazer sua maquiagem. Principalmente porque, me desculpe, mas isso vai ser muito bom para mim. Estou maquiando a noiva de Tommy Merlyn. – Cait sorriu.

E logo fará o mesmo pela Felicity. – A mulher olhou para a loira que estava com as gêmeas e Lyon, do outro lado da sala.

Ela vai se casar com o Queen?

Ora, não viu o anel enorme na mão dela? – A outra riu. – E, bom, saiu nos jornais também.

Pronto. Você está novamente, perfeita. Não que não estivesse antes... – Cait riu. – É, eu ás vezes solto essas...

Não se preocupe, ás vezes Felicity faz isso. – A interrompeu.

O que estão conversando?

Nada de mais. Estava falando com ela que logo você precisará dela para fazer a maquiagem de casamento.

Não sabia que estava noiva. Parabéns.

Obrigada. – Lhe sorriu. – E muito obrigada por vir até aqui novamente.

De nada. Se precisarem é só me chamar, estarei com Thea.

Diga, por favor, para a minha irmã que ela tem que estar aqui, para entrarmos junto da Cait.

Pode deixar. – Ela saiu, deixando as mulheres sozinhas.

Melhor?

Melhor. Eu já chorei o que tinha para chorar. Ela nunca mais vai me fazer chorar, cansei de esperar coisas dela. Nunca vai acontecer mesmo. Agora eu vou pensar apenas na família que eu criei aqui, e na que estou construindo com Tommy.

É assim que se fala. – Sorriu. – Eu também vou sentir falta da minha mãe quando for a minha vez, mas eu sei que ela vai estar comigo. – Tocou no peito, e amiga sorriu.

Tia. – Cait e Felicity olharam para as crianças que estavam lado a lado. – Por que estava chorando?

Ah..., eu soube de algo muito triste, querido.

O que?

Minha mãe não vai vir.

Por que não? A tia vai casar.

Eu gostaria de saber, Lyon.

Não fica triste não, tia Cait. Pelo menos a tia tem agente..., né mamãe? – Felicity sorriu para April, assentindo em seguida, antes de se virar para a amiga.

Você tem várias pessoas que te ama, que está aqui, te prestigiando.

Eu vou entrar sozinha.

Não vai não, tia. – Cait olhou para o garotinho. – O papai vai entrar com você.

O que? – Ela olhou para Felicity que estava tão surpresa quanto ela. – Do que está falando?

Que o papai vai levar a tia para o meu pai.

Quem disse isso, querido? – Felicity quem pergunta.

O papai / O tio Barry. – Responde as três crianças, e então a porta se abre.

Barry. – Ele sorriu. – Você...

Pelo jeito Lyon te contou.

Você não precisa fazer isso.

Você é minha melhor amiga, Cait. Quase nos casamos, temos uma filha juntos..., porque não fazer isso? – Ela lhe sorriu, se aproximando de vagar.

Obrigada, Bar. – Ele beijou o rosto dela, enquanto Felicity sorria um pouco longe deles.

Então, vamos?

Tommy já está lá?

Está te esperando no altar. – Ela respirou fundo, antes de responder.

Então podemos ir. – Ela olhou para a porta e encontrou três de suas madrinhas.

Você está tão linda. – Thea diz. – Desculpa não vir te ver antes.

Ah, eu sei que estava ocupada com outras coisas.

Lyon, você sabe que vai entrar junto da April com as alianças, certo? – Ele assente. – Não perca isso de jeito nenhum. – Deu a caixinha para o filho. Felicity se aproximou de uma cestinha média com flores rosa, e entregou para Amily.

Você vai entrar depois da tia Thea. – Ela assente.

Eu já sei o que fazer, mamãe.

Então nós já podemos ir. – Felicity e Thea arrumaram a saia do vestido, que estava torta, e esperaram que ela saísse primeiro para depois fazer o mesmo junto das crianças.

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Nervoso? – Oliver pergunta com um sorriso provocador nos lábios.

Quando você estiver no meu lugar, vou me vingar. – O outro riu baixo. – Por que a demora? Será que ela..., ainda está triste por causa da mãe?

Inacreditável o que essa mulher fez.

Eu nem mesmo a conheci, acredite ou não. Ela não veio nos ver quando soube do noivado, não veio nem mesmo conhecer a neta, então não me surpreende tanto ela não aparecer no casamento da própria filha.

Vocês vão ficar fofocando?

Cala a boca, Roy. – Os dois dizem juntos, fazendo o outro rir.

Por que eu estou aqui? – Ray se pergunta, mas Tommy ouve.

Vai deixar a sua namorada sozinha? E também, você já faz parte do grupo.

Olha, vamos fingir que eu não fiz essa pergunta. – Tommy deu de ombros. A porta se abriu ao mesmo momento em que a música das madrinhas começou a tocar. Felicity, Helena, Laurel e Thea entraram uma atrás da outra, com alguns passos de distância. Felicity se posicionou do outro lado do irmão, seguida das amigas.

Como ela está? – Felicty sorriu ao ouvir o irmão.

Está bem. – Tommy desviou os olhos, encontrando April entrando sozinha, jogando as flores rosa, de um lado para o outro.

Cadê o Barry? – Tommy então se pergunta ao perceber que ele não estava ali. Os amigos o olharam, dando de ombros. De repente todos se levantam quando a música da noiva começa a tocar, fazendo o noivo se esquecer do amigo. Para a surpresa dele, ele encontra Barry ao lado de sua noiva. Oliver olha para o amigo, que estava tão surpreso quanto ele, mas logo se volta para a noiva e o amigo que se aproximavam. Kitty, que estava á frente de Cairtlin, andando de vagarzinho e segurava o buquê da mãe, parou de repente para pegar uma das pétalas que April tinha jogado no tapete. Todos olharam para a pequena, mesmo que a noiva estivesse presente. Tanto Caitlin quanto Tommy e Barry sorriram para a pequena. Tommy desceu de onde estava para chegar até a noiva, mas antes se abaixou na altura da garotinha que via como filha. Kitty sentiu os braços do pai e volta dela e o beijou na bochecha. Caitlin, que via a cena, também se abaixou, se soltando de Barry por um momento, beijando a bochecha da filha e pegando o buquê das mãozinhas dela. Amily pegou na mão de Kitty para levá-la para onde ela e os outros estavam sentados, mas antes da pequena se afastar, Tommy, que já havia se levantado, passou a mão direita nos cabelos ruivos, voltando os olhos para a noiva, que havia se levantado com a ajuda de seu “acompanhante”. – Obrigado por fazer isso, Barry.

Não deixaria ela entrar sozinha. – Sorriu para a amiga, que lhe sorriu de volta.

Obrigada. – Ele beijou seu rosto.

Se fizer alguma coisa com ela, juro que te capo. – Tommy fez uma careta, e Cait riu.

Você está linda. – Ele finalmente diz, quando Barry se afasta para ficar em seu lugar, ao lado de Oliver. – Perfeita.

Você também está. – Ele beija a mão dela, antes de se aproximar do pastor. Laurel arruma o vestido da amiga quando ela passa por ela, quase ao mesmo tempo em que Cait entregava seu buquê para Felicity segurar.

Estamos aqui para prestigiar a união entre Thomas Collin Merlyn e Caitlin Nicole Snow.

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Caitlin estava enfim sentada em uma das mesas, depois de cumprimentar todos os convidados; seus pés doíam. Aproveitando que a toalha de mesa era longa, ela tirou os saltos, colocando os pés no chão frio. Felicity estava com Kitty que não parava de correr de um lado para o outro; queria deixar Barry, Tommy e Caitlin descansar um pouco. Laurel estava sentada ao lado da amiga, com a pequena Allen nos braços. Ela dormia tranquila, apesar do som alto da música. Algumas pessoas dançavam, como Helena e Thea, outros conversavam em volta das mesas. Caitlin riu quando viu Kitty correr entre as pessoas que dançavam, apesar do perigo, ela não estava preocupada, a madrinha dela estava cuidando dela.

Cansada? – Ela olha para o, agora, marido, que se sentava ao seu lado.

Muito. E meus pés..., pensei que aquele pastor não ia parar de falar. – Laurel, Barry e Tommy riram. – Sério. Meu Deus. Uma hora falando? Era só nos abençoar e pronto. – Eles voltam a rir.

Já passou, Cait. Não precisa mais passar por isso. – Barry diz, e ela sorri. – Apesar das horas dele falando, valeu a pena, ou não?

Claro que valeu. Só queria que ele falasse menos. – Diz rindo.

Realmente, eu também não estava aguentando de dores nas pernas.

Eu disse para você ainda não calçar esse salto gigante, mas você me ouviu?

Você vai começar a jogar na minha cara? – Barry jogou as mãos para cima em rendição. Ambos olharam para a filha quando ela começou a resmungar.

Ela está com fome de novo? – Tommy pergunta, surpreso.

Eu vou para a sala onde estava com Cait mais cedo.

Eu vou com você, amor. – Eles se afastam.

Essa menina só come e dorme. – Cait riu. Ele a olhou. – Amo ouvir sua risada, sabia? – Beijou seus cabelos. – Você está tão perfeita..., não sei como estou me segurando para não arrancar esse vestido.

Tommy. – Ela o repreende e ele ri.

Então, eu falei com o Barry e ele vai ficar com a Kitty para agente passar o final de semana na minha casa de praia.

Não. – Ele franziu o cenho. – Não podemos deixá-la.

Cait, ela vai ficar bem. Ela já tem mais de um ano, e vai estar com o pai dela. E com o irmão... Não vai nem sentir nossa falta. – Ela fez um biquinho fofo. – É nossa lua-de-mel, meu amor, e eu não vou desistir dela. Se Kitty fosse um bebê que dependesse de você 24h, tudo bem, mas ela já não é dependente de você, e ficaremos só três dias fora. Na terça de manhã estaremos voltando.

Tudo bem. Mas não vamos desligar o celular. – Ele concordou.

Prometo. Eu te amo. – Ela o beijou rapidamente.

Te amo mais. – Ele balança a cabeça, não concordando. – Okay, então amamos por igual. – E ele riu e dessa vez ela o acompanhou.

Sou o homem mais feliz do mundo por ter você ao meu lado, sabia? – Ela o beijou.

Você mudou minha vida. Eu pensei que nunca conseguiria esquecer o Barry, que nunca conseguiria deixá-lo, mesmo sabendo que ele não me amava do jeito que eu amava. E você entrou na minha vida e..., a deixou de cabeça para baixo.

Você deixou a minha primeiro. Me apaixonei por você ainda casado, e você ainda amando seu noivo. E quer saber? Eu não me arrependo de nada. Mesmo que estivesse errado naquela época, por eu estar casado, eu não me arrependo de ter te beijado, porque foi depois daquele beijo que você decidiu terminar tudo com Barry.

Eu já te amava, mas não tinha coragem de terminar tudo, até porque eu estava grávida. E o beijo me fez ver que eu estaria mentindo para mim mesma e para Barry, se continuasse com o noivado. Você me ajudou sim a ser verdadeira com Barry, mas não foi só ele. Foi o carinho que eu tinha por ele, e a vontade de ser feliz completamente.

Vou te fazer feliz pelo resto da minha vida. – Ela tocou o rosto dele com uma das mãos. – E quer saber mais? Eu quero ter uma penca de filhos com você.

Uma penca? Sério? – Ela fez uma careta, mas tinha um sorriso no rosto. – Nós temos Lyon e Kitty, e você quer mais quantos?

Pelo menos mais dois.

E mais um pouco a gente vai ser que nem aquela família daquele filme.

Credo. Também não é pra tanto não, meu amor. – Ela riu. – Só mais dois, para completar nossa família.

Só porque eu te amo muito. – Ela deu um sorriso.

Quer dar uma fugidinha pra gente ir tentando encomendar um deles?

Tommy! – Ele sabia que ela o repreenderia, e o olharia com aquela cara de incrédula, e por isso riu. – Primeiro, não podemos fugir do nosso casamento, e segundo..., meu amor, eu quero pelo menos que Kitty tenha uns três anos, para eu ficar grávida novamente.

Por mim tudo bem. – Deu de ombros. – Mas isso não quer dizer, que eu não possa tentar fazer você mudar de ideia. – Diz, passando a mão esquerda na perna dela levemente, chegando perto de seu sexo.

Tommy. – Sussurra, pegando na mão dele, e o tirando dali. – Estamos em um lugar público.

Que pena. – Ela riu balançando a cabeça. – Quando estivermos sozinhos você não me escapa. – Beijou a bochecha dela.

Ei. – O casal olha para quem os chamou. – Temos que abrir o champanhe.

Boa, Ollie. – Tommy concorda, se levantando e pegando a garrafa da mão do amigo.

Você vai fazer isso? – Caitlin se levanta, depois de voltar a calçar os sapatos, ao mesmo tempo em que Felicity se aproximava com Kitty no colo.

Claro que eu vou, meu amor.

Essa menina deixou Felicity exausta. – Thea comenta ao lado do namorado.

Eu tenho dó dos pais dela. – A namorada riu.

Québincá, dinda.

Você brinca mais depois, princesa. – A passou para Cait.

Vou sentir sua falta. – Sussurrou.

Sodade?

Isso mesmo, a mamãe vai morrer de saudade.

Provavelmente você vai chorar, e ela não. – Caitlin não pôde retrucar a amiga loira, que riu. – Cadê a Laurel? – Sua resposta chegou segundos depois.

Ei, Barry, nós vamos brindar. – Ray diz, quando ele se aproxima com a noiva ao seu lado, que segurava Natty.

Sua filha já mamou? Ela anda comendo pra caramba.

Não fala da minha filha. – Os outros riram, inclusive os outros convidados que estavam em volta dos noivos. Os garçons entregavam as taças com o champanhe, enquanto Oliver pegava o abridor de garrava e entregava para o amigo.

Papai. – Kitty grita, quase se jogando para o colo de Barry.

Você vai passar três dias com o papai, então vai ficar aqui comigo. – A pequena fez um biquinho. – Olha, amor... – Cait colocou um docinho na boca da filha. – Uhm..., delícia. – A menina apenas balançou a cabeça.

Conseguiu mantê-la com você. – Laurel diz rindo.

Quero ver por quanto tempo. – Helena se pronuncia.

Quer que eu faça isso?

Você acha mesmo que eu não consigo? – Oliver sorriu. – Sou expert em abrir isso. – Tommy responde ao amigo, abrindo a garrafa em seguida fazendo um barulho, inclusive dos amigos.

Aos noivos. – Oliver e Barry dizem juntos, e as pessoas que estavam em volta, repetem. Tommy beija o rosto da, agora, esposa, antes de levar a taça aos lábios, passando o braço livre pela cintura fina, depois de ela fazer o mesmo.

Notas finais
É isso. Casamento CaiMy aconteceu. Quem gostou? Quem ficou com raiva da mãe da Cait? O próximo sai na próxima semana. A prévia, eu postarei no grupo do WhatsApp Quem não tiver entrado: https://chat.whatsapp.com/CQXDQJ1SQpN5OwBlydJpcR E quem quiser que eu mande a prévia pelo PV, me avisa Até semana que vem Kissus