Rody:

Fui para cama assim que cheguei. Limpei todos os ferimentos e me deitei. Emy estava cuidando do Chyome, mas eu já tinha combinado de ir com ela até Konoha. Não sei porque, mas ela queria falar com Zawari.

— Rody acorda! — Yoshio entrou gritando no meu quarto.

— O que foi dessa vez?

— Vamos até a ilha!

— Droga! Eu tinha combinado de ir com a Emy...

— Eu sei! Eu falei para ela ir na frente até Konoha, ela consegue! Vamos logo, vai ser breve!

— Tá, tá... — me levantei e toquei no ombro de Yoshio. Ele nos levou até a ilha, só que dentro dela para não pegar as árvores de genjutsu.

Começamos a caminhar rumo ao selo. Não sei o que esse idiota tinha em mente.

— Não sei por que você não facilita e leva ela até Konoha com o Rinnegan.

— É chato ficar toda hora fazendo isso, meu trabalho é mais manual.

— Achei! — Yoshio falou apontando para a frente — Vamos! — caminhamos até ali.

— O que diabos você queria mostrar?

— Bem eu tive uma visão que... ali! — apontou para uma das partes do selo — Viu?

— Ah meu...

— Não! Eu tô falando sério! Só você olhar direito, parece que uma das partes foi removida!

— Quem diabos saberia da existência disso daqui?

— Eu não sei. Mas se eu tive essa visão, outros devem ter tido e vindo aqui!

— Aaah! Para onde vamos agora?

— Para Konohagakure.

Ele tocou novamente no meu ombro e nos teletransportou. Francamente, esse negócio de teletransportar era chato.

Já estávamos dentro de Konoha. Em cima do tio do lámen. Isso era um privilégio do teletransporte.

— Eu procuro pela esquerda, você na direita.

Balancei minha cabeça e saltei daquele lugar. Saquei minha katana e esperava encontrar um chackra evoluído como os da bijus para recuperar ela.

Enquanto não achava, vi que Konoha havia se desenvolvido, muito mais do que quando o pai do Boruto era o Hokage.

As ruas estavam desertas. Somente a luz do local comandava. Provavelmente eu encontraria Emy no caminho, até onde eu sei, ela não ficaria cansada facilmente e já deveria estar bem próxima, eu acho.

— Você parado aí! — escutei o grito de um homem soando atrás de mim. Olhei par o lado e vi Yoshio, parecia que estávamos na mesma situação.

Me virei lentamente e larguei a katana. Rapidamente saquei duas shurikens e atirei as duas para o lado. Fiz um truque que fez com que elas mudassem o rumo indo em direção ao guarda de Konoha.

Claro que ele iria escapar, então peguei uma kunai e joguei na direção do peitoral dele. No momento em que pulou e se esquivou das shurikens a kunai atingiu seu peito como previsto.

Olhei para Yoshio e balancei a cabeça. Me aproximei dele.

— Achou algo?

— Nada. Acho que errei a previsão, Konoha parece estar livre. — Yoshio sorriu.

— Eu vou caminhando. A Emy deve estar vindo já.

— Ok. — ele deu uma piscada e depois desapareceu.

Sai de Konoha em passos lentos, iria passar a madrugada inteira a procura de Emy.

Como eu previa encontrei ela no caminho. Bem nem foi de acordo assim com minha previsão, ela parecia cansada, assim que me viu veio logo correndo e me dando um abraço.

— Ei. Tá tudo bem?

— Rody! Eu acho que... é agora!

— Ahn? Agora o que? Você não está falando do...

Não pensei duas vezes, coloquei ela em meus braços e repeti todo o caminho em alta velocidade até Konoha, o único hospital mais próximo infelizmente. Ou felizmente.

Passei pelos portões de Konoha sem nem respeitar a ordem dos guardas. Fiz um zig zag para confundi-los. Entrei no meio de um beco e continuei meu rumo.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.