Koiwazurai
7 Capítulo VI
Notas iniciais
Bem, primeiramente, desculpa mesmo pela demora da atualização! Sou leitora também e sei que não é legal esperar, mas a vida está difícil e o terceiro ano com pré vestibular também e fica difícil conciliar a vida inteira, não que eu esteja reclamando, na verdade, estou sim! E Koiwazurai e vocês são minha maioooor distração, entãão reclamo quando me tiram daqui! =
Enfim, desculpa mesmo e podem ter certeza que por mais que eu demore a postar, eu não vou abandonar, já tenho a história toda feita na minha cabeça, só falta passar para o papel. Ah, aproveitando isso, obrigada pelas ideias que alguns deixaram nos reviews, tudo é processado por mim!
Os reviews são lindos como sempre, até mostro para minha mãe, sério girls, são vocês que escrevem essa história, sem vocês a inspiração não vêm.
Espero que gostem do capítulo!
Bjs bjs.
– Sasuke... Eu... Não... Eu... Você tem que acreditar em mim... Essa não sou eu! Eu não fiz isso! Eu nunca seria capaz de fazer isso com você. — levantei do chão.
– Sabe o que me conforta? Saber que se você ficasse comigo, você teria muito mais, muito mais mesmo...! Por que eu era burro o suficiente para estar completamente apaixonado por você, mas isso acabou. — ele parecia afrontado, quase tanto quanto eu. — Só que você preferiu me roubar logo.
– Pelo amor de Deus, acredita em mim! Eu não fiz nada disso!
– Cala a boca Sakura! — ele veio até mim e segurou meus braços com força — E essas roupas? Quer que eu acredite que foram doadas? Hãm?
– Não são minhas, Sasuke, não são minhas!
– Quer saber? Elas me dão nojo!
Ele me fez entrar em desespero quando começou a rasgar as roupas de Temari e só parou quando me deixou apenas de lingerie.
– Você não podia ter feito isso! — me abaixei para pegar o que restou das roupas e ele me reergueu, me pegou no colo e me colocou em cima da mesa de jantar da sala, abriu minhas pernas e se encaixou entre elas.
– A merda maior é que seu corpo ainda me deixa louco! — ele disse isso antes de me beijar ferozmente e mesmo que eu não quisesse retribuir, era impossível não me entregar à loucura que era nosso beijo. Ele me eletrizava, me excitava, me fazia pedir por mais. Abri a boca e ele duelava com a minha língua. Eu sentia o menbro exitado dele e me remexia contra ele.
Eu mal percebi quando ele tirou meu sutiã e junto tirou também suas próprias roupas, ficando apenas de cueca Box.
– Você deve odiar o fato de seu corpo responder ao meu, certo? — ele apertava meus mamilos com o indicador e o polegar — deve odiar... — falou antes de abaixar e começar a sugar meu mamilo.
Eu ouvia parcialmente o que ele dizia, já havia perdido minha linha de raciocínio, agora só existia eu, ele, nossos corpos, nada mais.
– Sasuke...
Sua mão veio descendo pela minha barriga, eu estava pegando fogo?
A mão dele parou no centro úmido do meu corpo e inseriu dois dedos.
Sim, eu estava pegando fogo.
– Meu Deus, Sasuke!
– Você geme assim para mais alguém, Sakura?
– Huum...?
– Geme?
Não conseguia entender o que ele estava dizendo.
– Fale que não! Vamos, diga!
– Não.
–Ótimo.
Ele me virou de costas, apoiada na mesa e me penetrou. Forte e fundo.
Ergui os quadris em uma súplica totalmente clichê. Só Sasuke conseguia fazer eu me sentir mulher. Ele gemia junto comigo, seus movimentos eram frenéticos e eu com certeza não iria demorar a atingir o ápice. Procuramos mutuamente as mãos um dos outros antes de atingirmos o orgasmo e depois de entrelaçar nossos dedos, chegamos ao máximo prazer.
Caí por cima da mesa, esgotada, Sasuke saiu de mim e nem mesmo olhou para mim quando pegou suas roupas e foi para o banheiro, assim que ouvi a tranca do banheiro sendo fechada, deixei as lágrimas escaparem.
"Seja forte garota, seja forte" – repetia para mim mesma.
Limpando as lágrimas, me abaixei para ver o que restou das roupas de Temari. O casaco não estava rasgado, mas as calças estavam inutilizáveis. Droga. Queria sair do apartamento antes que Sasuke saísse do banheiro.
Coloquei a calcinha e o sutiã e meu uniforme. Peguei na minha bolsa minha calça suja de lama e coloquei-a mesmo, com os sapatos e o casaco na mão, saí daquele lugar, sem nem mesmo olhar para trás.
Corri pelas ruas até falta fôlego, minha casa não era perto, mas eu não parava de correr. Não acreditava que tudo isso estava acontecendo comigo. Como se minha vida já não fosse ruim o suficiente. Cheguei em casa e sem nem um pouco de paz, logo, encontrei meu pai logo na porta e completamente bêbado.
– ONDE VOCÊ ESTAVA?- perguntou soluçando — DANDO... DANDO PARA ALGUÉM, APOSTO.
Todas as pessoas olhavam para ele, reprovando a situação com o olhar. Passei por ele sem dizer nada e entrei em casa, porém ele veio atrás de mim.
– NÃO me ignore SAKURA!
Subi as escadas, sem dizer nada ele continuou atrás de mim.
– Cadê a COMIDA? — ele tinha ódio e confusão no olhar — vai CONTINUAR me ignorando? — sim, eu continuei.
Aconteceu muito rápido, ele dirigiu a mão fechada para meu maxilar com tanta força que eu caí no chão.
– Olha o que você me fez fazer? Sua inútil!
Levantei do chão com o resto da minha dignidade e corri para o meu quarto. Tranquei a porta e joguei-me na cama sentindo o gosto metálico de sangue e chorei até pegar no sono.
Acordei perto do amanhecer e não fiquei enrolando na cama, fui para o banheiro e tomei banho lentamente, a água quente já havia voltado e isso era bom. Olhei-me no espelho e levei um susto, meu rosto estava tremendamente inchado e dolorido quando o tocava, bateu uma enorme vontade de chorar, mas refreei-a e ergui a cabeça.
Andei até a janela para ver o pôr-do-sol, engraçado, como ele sempre nascia, parecia alheio aos problemas de todos, mesmo com tantas pessoas chorando nesse momento, ele continuava lá, nascendo, vivendo, na dele. Eu queria muito ser assim, mas o máximo que eu conseguia era perder a lista de quantas pessoas já me fizeram sofrer e entre elas, o amor da minha vida.
Desistindo das minhas filosofias interiores, resolvi me arrumar para o colégio. Colocando aquela saia de pregas ridícula, já que minha calça estava suja. Saí de casa mais cedo que o normal, fui andando lentamente até o colégio, degustando um pacote de biscoito integral.
O dia passou muito calmo para mim, as aulas foram muito produtivas e ninguém teve a indelicadeza de perguntar sobre o meu machucado novo, mas principalmente, não esbarrei com Sasuke pelos corredores e pelas salas e isso me deixava feliz, frustrada e apreensiva ao mesmo tempo, confuso, né?
Na verdade, eu estava com muita raiva dele.
Quando o sino que indicava saída tocou e todos foram embora, foi quando eu o vi, do lado de fora do laboratório que eu estava. Olhando-me cinicamente.
– O que você quer? -
– Falar com você.
– Vai para o inferno Sasuke – larguei todas as minhas coisas no chão. – está vendo isso aqui? — apontei para meu maxilar- ESTÁ? É POR SUA CAUSA!
Ele se aproximou, examinando o hematoma e logo após, me abraçou.
– Não, me solta, não quero seu toque.
– Sinto muito Sakura – ele se afastou e acariciou meu rosto.
Eu estava, francamente, sem reações.
Notas finais
Reviews?
Recomendações?
Agora que tudo esqueenta!
=]
Beijos, até o próximo.
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