Notas iniciais
Olááá,
Tudo bem com vocês?
Bem ,as aulas começam daqui a pouco, então é melhor adiantar a fic.
Gente, quero falar umas coisas sobre a fic e que venho notando nos reviews. Sasuke não vai ficar bonzinho agora, ele ainda vai ser muito mal e Sakura ainda vai sofrer bastante, mas esse é o desfecho da fic, essa é a sinopse.
Queria pedir obrigado pelos reviews, eles me dão vontade de sentar e escrever, faço isso só por vocês e sem vocês, eu paro!
Espero que gostem.
Boa leitura meus amores.

Ficar perto de Sasuke era muito difícil, eu não tinha nenhum controle sobre minhas ações e nem das minhas palavras. Ele tomava tudo e ele simplemente não saia do meu coração e eu também tinha certeza de que nunca iria esquecê-lo completamente, pois ele marcou minha história e me proporcionou momentos inesquecíveis, mas se eu não diminuir esse amor tão grande e inexplicável que sinto por ele, não vai dar para seguir em frente, não vai dar para ser feliz.

Eu estava me sentindo melhor, Sasuke ficou comigo na enfermaria até eu adormecer novamente, ele não disse mais nenhuma palavra depois que começei a comer, mas sabia que ele estava ali e isso por si só, já era bom.

Fui para casa praticamente me arrastando e assim que cheguei em meu quarto, tirei o uniforme e me deitei nua mesmo, enroscasda no edredom e travesseiro, pensei que fosse demorar para pegar no sono, mas não, assim que fechei os olhos, eu dormi.

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- Cara, já disse que odeio ginástica.
— Já Tenten, muitas vezes. – Sasori respondeu por mim.
— Acho que sou sedentária.-
— Isso você também já disse, querida.
— Tenten, se anima, essa é a única aula que nós fazemos juntas- sorri para ela.
— Sakura, você fica muito gostosa com essa roupa.
— Oh Deus, os papéis se inverteram, ela é o homem e eu a mulher. Amei!
— Não seja tão gay perto de mim não! – Tenten torceu a cara.

O ginásio estava cheio. Todas as turmas de terceiro ano estavam lá. Eu também não gostava muito de ginástica e não me sentia preparada para fazer, ainda estava enjoada para ficar correndo em círculos, mas o professor não ia deixar eu ficar sentada, ele era muito carrancudo, apesar de ainda está na casa dos trinta, era muito rabujento, ele também tinha os cabelos pintados artificialmente de branco, seu nome era Kakashi.

- Vamos lá pessoal, vamos alongar primeiro. Dez voltas em torno da quadra, vamos, vamos!

Em fileira começamos a correr... e caramba, depois de sete voltas eu não aguentava mais nada, quando dei oitava volta, vi Karin ajudando Sasuke a estalar as costas e com certeza se aproveitava da situação, o ciúme me cegou, porém eu não podia fazer um escândalo, certo? O que eu iria alegar? Saí de perto do meu ex namorado que terminou comigo e eu nem sei porquê? Mas eu ainda o amo! Não dava mesmo.

Fui ao banheiro sem pedir permissão, saí da quadra em uma carreira e todo mundo deve ter percebido. Antes mesmo de chegar ao banheiro as lágrimas já escorriam e mais uma vez minhas lágrimas era unicamente para ele, junto com meus pensamentos e meu coração, um coração que, na boa,já está cansado de sofrer. Eu precisava respirar, precisava aceitar que ele não era mais meu.

- Ei, não fica assim... – Sasori estava atrás de mim – Você é muito forte garota, só está em uma fase ruim, vai passar.

Me joguei em seus braços. Ele sabia usar as palavras com perfeição.

- Está tudo uma grande merda... Uma merda muito grande...! – desabafei- E minha bunda fica horrível nessa droga de uniforme.
- Tudo vai passar, tudo vai ficar bem, você vai ver, você só têm que superar seus medos, têm que superar a si mesma rosadinha. —
- Aliás, sua bunda é maravilhosa – ele apertou minhas nádegas – e durinha!!

Em um minuto com Sasori, eu já estava rindo denovo.

- Você é um idiota.
- Temos que voltar para aula garota.

Quando viramos para voltar para a quadra, Sasuke estava atrás da gente. Eu com toda certeza ia parar para encará-lo, mas Sasori continuou me puxando. Ele me abraçou pela cintura e fomos andando. Sasuke continuou parado até o momento que fiquei olhando para ele.

- Essa cor de cabelo é natural? – Sasori perguntou.
- Difícil de acreditar?
- Na verdade não, sua sombrancelha e seus cílios também são, apesar de ser diferente e exótico é muito bonita.
- Ah, seu vermelho também.
- Meu vermelho não é natural, mas adorei o tom do seu rosa, vou falar com minha cabeleleira, também pensei em um azul bebê, sabe? Só que não quero ser a bicha louca, eu tenho muito estilo.

Ele continuou tagarelando até a gente chegar no ginásio, o professor nos deu uma bronca e voltamos a correr.

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As aulas de hoje tinham corrido relativamente bem, não havia passado mal e nem nada do tipo e depois do desabafo com Sasori eu me sentia mais leve, é muito bom ter alguém para abraçar e dizer que tudo vai ficar bem, mesmo que não seja verdade.
Me sentia bem por não ter tomado calmantes hoje, pelo menos por enquanto. Eu havia ido na secretária pegar meu material didático. Tenten e Sasori já tinham ido embora e eu também ia agora.

- Quero falar com você.

Não precisei olhar para trás para saber que era Sasuke.

— Não temos nada para conversar!
— Temos mais para conversar do quê você imagina, Sakura.
— Não temos não!

Sem nem virar para ele, continuei andando, mas ele me impediu.

- Você vêm comigo até meu apartamento.
— Você está maluco? Não vou a lugar nenhum com você!

Ele não falou mais nada, apenas começou a me puxar, eu acho que em direção ao estacionamento.

— Você bebeu Sasuke? Me solta!! Me solta!

Ele me jogou dentro de sua BMW preta e não me deu importância, obviamente tentei abrir a porta, mas estava travada.

— Eu tenho que ir para casa.
— Fique quieta.

Ele sempre conseguia o que queria e dessa vez não ia ser diferente, ele ia me arrastar para o apartamento dele e falar o quê queria falar comigo e eu teria que ouvir. No mundo Uchiha, as coisas são assim. Vinte minutos de carro foi o suficiente para eu pensar e admirar ele enquanto dirigia.

Ele entrou na garagem subsolo, estacionou e saiu.

- Venha!
- O quê você quer comigo. Já pode dizer?
- Venha.

Quando ele percebeu que eu continuava parada, ele veio até mim e me puxou até o elevador. Ele morava na cobertura, sozinho. O apartamento dele continuava igual, mesma mobília escura e moderna, o cheiro do pos-barba dele que invadia a casa inteira, só tinha uma coisa diferente, os porta- retratos que eu havia espalhado pela casa com fotos nossas haviam sumido.

- O que você quer?
- Você.
- Onde quer chegar Sasuke?
- Eu quero você, só que agora você não vai mais me fazer de babaca, você vai ser minha, até onde eu quiser.
- Você ficou maluco – Olhei assustada para ele.

- Eu tenho muitos motivos de te ferrar Sakura e não hesitarei.
- D-do q-quê está falando?
- Da sua bolsa na escola, seu emprego, seu pai bêbado, ah, você acha que vão querer dar previdência social para ladras? E por você ser de menor, prisão domiciliar está nos parâmetros.
- Eu não e-entendo.
- O que você não entende? Em um minuto sua vida fica em minhas mãos e no minuto seguinte eu acabo com ela.

- Por que está fazendo isso?
- Não se faça de besta!
- Eu não sei, juro que não sei!
- Eu sei de tudo Sakura, da sua sujeira com Suigetsu, do dinheiro todo e... meu pai... até meu pai... Não acredito que... que possa ter feito isso comigo. Eu era um namorado tão ruim assim?

Eu realmente não sabia do quê ele estava falando, mas conhecia os fatos, sabia quem era Suigetsu, um cara rídiculo, metido a bonitão que trabalhava na empresa Uchiha em um cargo mais importante que o meu, ele sempre vinha com cantadas ridículas que eu não dava vazão e o pai dele havia sido meu chefe, nada mais. Só que ele me acusava de algo mais sério, bem mais sério.

— Não sei do quê está falando.
— Você deve ter ficado com muita raiva quando o dinheiro sumiu, né? Um plano quase perfeito.
— DO QUÊ VOCÊ ESTÁ FALANDO? – me exaltei.
— DO DINHEIRO QUE VOCÊ ROUBOU!
— Que dinheiro...?
— CHEGA!

Ele passava a mão convulsionalmente pelo cabelo, como se estivesse odiando aquela situação tanto quanto eu.

- Bem, acho que já expliquei tudo, né?
- Na verdade não explicou nada.
- Vou resumir para você então. Vai fazer tudo que eu quero senão, acabo com você. Entendeu agora?
- Eu não fiz nada Sasuke... Eu juro.
- Eu vou te levar em casa agora. Já falei o que eu queria e não sobra escolhas para você, né? Vai ter que fazer o que eu quero.
- Acho... acho que estou ficando maluca...!
- Não está não. É tudo muito real.

Fui andando para porta um pouco desnorteada.

- Ah – ele veio até mim e ficou a palmos de distância. – é bom eu não ver mais você de conversinha com aquele cara ruivo e com nenhum outro, você sabe as consequências.
- Você deva estar brincando comigo, né?
- Nunca falei tão sério. Vou pegar as chaves do carro.
- Não quero carona!
- Sua autonomia acabou, agora você é minha!
- Vai para o inferno Sasuke!
- Já estou nele, acredite. Mas você está junto comigo.

Notas finais
Ahhhhhh, então?
Gostaram? Mereço Reviews? Talvez Recomendações ou estou sonhando alto?
HAUSHAUSHAUSHA'
Beijocas.