Knights Night

3 Capítulo 3: Começo e fim.


Knight’s Night

Sayori amassava o bilhete furiosa, ela o jogava para fora da janela, a garota se encaminhava até a cozinha, colocava água em uma panela e a colocava no fogo, dado cinco minutos ela apagava o fogo e com um pano pegava a panela, a garota a colocava sobre a pia, ele se virava abrindo o armário dele, ela tirava um copo de Lamen, a mesma o abria e despejava a água quente dentro dele, com um hachi ela mexia o macarrão, ela pegava o copo e voltava a sala sentando-se no sofá em frente a televisão, Sayori a ligava para assistir seu programa predileto enquanto comia. Da casa dela ela escutava uma pequena explosão porem nem ligava.

Um raio caía próximo à casa de Saito, uma forte nevoa passava a se expandir pelo local um vulto era visto pelo garoto Saito, que ao ouvir o raio corria para fora de sua casa, Saito ria bem alto ele então abaixava sua cabeça estalando seus dedos, de traz de uma arvore saia completamente nu Tatsuy.

Tatsuy: cabelos vermelhos, olhos verdes, o rapaz é um tanto alto tamanho 1,77, arrogante, julga as pessoas como lixo.

Saito – Se Vista Tatsuy...

Akari saia da casa de Saito, ela olhava para Tatsuy observando o corpo do garoto de maneira pervertida, logo se apoiava no ombro de Saito, vindo após ela era Yoroi com um sorriso estampado na face o garoto olhava para Tatsuy lambendo os lábios.

Akari – Ele é bonito.

Yoroi – Fome… almas cairiam bem agora.

Saito – Calem-se seus vermes...

Tatsuy se ajoelhava perante Saito segurando a mão direita do mesmo na qual dava um beijo.

Tatsu – Obrigado senhor!

Saito – Não tem de que. Se vista e repouse em seu quarto.

Ambos entravam na casa de Saito, o garoto subia para seu quarto, Tatsuy para o seu deixando Yoroi e Akari na sala.

Naquele mesmo momento outros dois raios caiam em diferentes pontos da cidade espalhando nevoa no local atingido, um dos raios caia no telhado da escola este era Tantus, o outro raio caia em um pequeno ri atrás da casa de Koichi este era Kasumo.

Tantus: altura 1,72, cabelos verdes que batiam no chão, olhos vermelhos, carrega consigo uma katana negra.

Kasumo: cabelos negros, altura 1,70, olhos castanhos, leva em suas pernas um par de pistolas cor de prata (cada perna carrega uma).

Kasumo e Tantos seguiam a casa de Saito, ao chegar lá estavam reunidos seis pessoas, Saito descia de seu quarto, Saito tinha em suas mãos um cubo cinzento, ele o colocava na mesa de centro de sala passando a olhar os cinco já que Tatsuy também desceu, em questão de alguns minutos Lilith chegava a casa do garoto se reunindo. Agora eram sete.

Saito – Vai começar!

Tantus – Ok!

Tatsuy – Sim senhor!

Lilith – Vamos...

Akari – é vamos lá.

Yoroi – Reunidos de novo, isto da fome!

Kasumo – Não nem dá, vamos sim mestre.

Sete horas da manhã.

Koichi se levantava ele caminhava lentamente até o quarto ao lado, ali estava Kouji com suas pernas amarradas a uma corrente, o rapaz estava em repouso porem com o barulho dos passos de Koichi ele vinha a acordar, abrindo seus olhos lentamente.

Kouji – Obrigado por me salvar!

Koichi – Por que os matou!?

Kouji – Porque eles iam lhe matar...

Koichi – Mentira...

Kouji – Eles eram nossos pais por que eu os mataria sem um motivo deste?

Entrando em desespero Koichi vinha a chorar, ele caia de joelhos perante Kouji, o garoto arrebentava as correntes batendo sobre elas com as mãos, ele fechava seus olhos abraçando o garoto.

Koichi – Eu quase te matei meu irmão… me perdoe!?

Kouji – Claro você não sabia, era muito pequeno para lembrar.

Dez horas da manhã.

Sayori vinha a se levantar, ela abria seus olhos lentamente logo seguia para o quarto de seu irmão, abrindo a porta percebia que ali não havia ninguém, ela então seguia para a sala onde se sentava para assistir televisão.

- E então a policia investiga como o jovem foi assassinato, não há nenhum vestígio de agressão ou de furto, acredita-se que a identidade dele seja “Ranku Dazeru” de 17 anos.

Naquele momento Sayori entrava em choque, a garota levava sua mão a face caída em choro, logo ela corria para o quarto deixando a televisão ligada, no quarto ele se deitava cobrindo seu rosto com o travesseiro.

- As únicas coisas encontradas no corpo foram duas pequenas perfurações no pescoço, acredita-se que por ali grande parte do sangue foi derramada porem o local não está sujo.

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