Klaroline- Devilish Baby.
2 Mamãe.
Notas iniciais
P.O.V. Caroline.
Apesar da minha filha ser uma peste de menina eu a amo muito.Estou morrendo de saudades e vou voltar pra casa.
—Querida, cheguei.
—Mama!
Ela vem engatinhando graciosamente na minha direção.
—Oi gatinha, mamãe tava com saudades.
—Eu também mama.
—Olá amor.
—Nossa! Querida você é mesmo uma garotinha difícil.
—Olá Caroline.
—Oi Elijah.
—Oi Care.
—Oi Beky, passaram por maus pocados aqui?
—Você não faz ideia.
—Três originais e um bebê.
Nós rimos.
—Você se comportou?
—Naum.
Rimos mais ainda.
—Pretendem ficar aqui com a gente?
—Se você deixar eu ficar.
—Claro, vou precisar de você.
—Mama quelo suco.
Fui até a geladeira e enchi a mamadeira de sangue.
—Ela come comida humana?
—Não mesmo. Acho que a parte lobisomem é tipo um gene recessivo.
—O que quer dizer?
—Que ela é mais vampira que lobisomem.
—Eu não sou lobisomem!
—Na verdade é sim.
—Mas você e papai são vampiros.
—Seu pai é metade metade, amorzinho.
—O que?
—Ele é meio lobisomem, meio vampiro.
—Mas, ele não tem cara de lobisomem. Ele é branquinho igual a você.
—E o que isso tem a ver com meu irmão ser lobisomem?
—Ai tia Becky como você é devagarzinho, tio Tyler é lobisomem e todos os outros lobisomens que eu conheço são índios e o papai não é.
—Ela te chamou de lerda Rebekah.
—Eu sei, eu ouvi.
—Mamãe, o que é lerda?
—São pessoas que são devagarzinho amor.
—Ah!
—Vamos trocar a fraldinha.
—Ela só bebe sangue! Como consegue fazer cocô?
—Fazendo força tio Elijah.
Rimos.
—Pode ser o jeito da parte lobisomem se manifestar.
—To com soninho mamãe.
—Finalmente dormiu.
—Não sabia que falava espanhol.
—Tem muita coisa que não sabe sobre mim Klaus.
—Vamos dormir, tivemos um dia cheio.
P.O.V. Klaus.
Ela fala espanhol? Nossa!
Tem uma belíssima voz, adora cor de rosa.
Somos tão diferentes. Ela é luminosa, brilha como uma estrela já eu sou negro, vivo na escuridão profunda.
Entrei no quarto dela e ela estava de camisola e roupão. Até pra dormir ela se produz inteirinha.
—Tem certeza de que vai dormir?
—Ai que susto! Sim tenho sim.
—Será que não fez isso tudo pra mim?
—Não.
Esse não não me convenceu. Ainda mais com aquela cara de safada inocente que só ela sabia fazer.
Na manhã seguinte.
Alguém se move ao meu lado.Vi minha amada Caroline, sua maquiagem estava toda borrada, o cabelo desarrumado. Mas ainda assim estava linda.
O travesseiro estava preto de tanto lápis de olho e rímel e eu estou cheio de marcas de batom.
—Bom dia, amor.
—Hum! Bom dia.
Tentei beija-la, mas ela me afastou.
—Deixa eu escovar os dentes primeiro.
Ela me deu um beijo na bochecha e foi pro banheiro.
—Ai como eu amo essa mulher.
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