Kingdom Hearts: Chain Of Changes
6 Niña y su Sitar
Notas iniciais
A garota "emo" não imaginava que iria ser abraçada nas costas pela louca ajudante, ficou paralisada e "wat?"por isto. Medy, seu verdadeiro nome, havia uma cauda mais simples daquela cor que nem sabe se é azul ou verde, formato peixe com leve "tecido" nas duas pontas igualmente divididas. Tem cabelo mais ou menos roqueiro e é loira.
– Hola, muchacha! — Sorriu Melody, ainda acochegada nos ombros alheios.
– Por que. Você. Está falando. Espanhol? — Estava meio irritada, quase derretendo seu cérebro em forma de minhocas, nem gosta de carinhos desse tipo.
– Ops, lo siento. — Soltou Zonie imediatamente, envergonhada.
– Okay, mas fala sua língua materna, pelo amor de Sailor Moon. — Estava mais calma, porém não completamente.
– Tudo bem, manola-chan. — Sorriu de novo, igual a Cheshire, de Alice no País das Maravilhas, o que assustou de leve a outra.
Aquele mesmo polvo ninja apareceu outra vez, pegou o pé esquerdo da mesma vítima e foi levando-a.
– Masqualéoproblemadessefilhodumavaca!?!? — Sequer deu para Medy ouvir a fala, a única opção que a 'sitarista' teve foi ajudar, usando um tipo de guitarra indiano azul para movimentar a água. Assim, fez com que o bêbado largasse a "com nome japonês" e fosse embora mais uma vez.
Salva e precisando de oxigênio, Zonie respirava descontroladamente, se desesperava toda vez que essas situações acontecem com ela própria. Depois, consegue pegar o controle. Quase esqueceu que precisava usar outra carta.
– Tudo bem... Muito obrigada, manola. Mas preciso de uma carta.
– De nada, Zonie-chan. — Liberou mais um sorriso, este durou 5 segundos — Para que precisa? — Desconfia pensativa.
– Recomendo que pare de usar o "chan" em meu nome, não gosto disso. Preciso de uma das SUAS cartas para que eu possa pegar a droga da poção inútil de Rosette com um de meus disfarces e transformá-la na rubi de antes. — Falou claramente.
– Ah, certo... Quem é a Rosette?
– Nem sei direito para falar a verdade, mas meus instintos imploraram para eu ajudá-la, eles são loucos igual àquela Lacraia-golfinho.
– Lacraia? — Medy riu — Okay, okay...
Com magia das águas, apareceu uma carta somente em sua mão direita.
– Essa lhe servirá melhor, não tem como errar, certo?
– Aleluia que fez algo realmente útil. — Demonstrou um sorriso em seus lábios, sem mostrar os dentes. Estava somente brincando.
– Mas por quê? Nunca lhe fui útil? — Choraminga a de cauda azul/verde/sei lá o quê.
– Somente de salvação, foi duas vezes nesse momento. Agora de estratégia assim, nunca. E sabe muito bem que estou brincando. — As suas sombrancelhas representam como se mãe soubesse de tudo o que seu filho sabe sobre ela.
– Eu sei, mas essa me machuchou.
– Então, lamento muito. Porém obrigada de novo. — Pega a carta com delicadeza. — Agora preciso ir, tchau!
– Bye, bye! — Acenou, se despedindo.
Assim, Medy desaparece indo para outro lugar e Zonie nada nas plantações do mar, tentando procurar alguma cura para ferimentos.
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