King of Pain
14 Capítulo 13
Notas iniciais
Hermione
Não tem problema, Draco Malfoy me consolar. Não tem problema Draco Malfoy andar tão a vontade na minha casa. Não tem problema eu me casar com um Malfoy...
A não ser que você seja Hermione Granger!
E o que eu estou fazendo agora? Ah, estávamos comendo na cozinha e eu o convidei para a sala. Estava completamente desconcertada com a forma q ele me olhava, a forma que me disse tão seguro que eu me tornarei uma Malfoy... E a forma como isso não me afetou nem me causou repulsa. Agora ele está na minha frente, segurando meu queixo, me fazendo encarar aquela tempestade em seu olhar.
–Hermione, o que eu lhe disse...? Nunca abaixe a cabeça.
O calor do seu toque e a sua proximidade deixaram minha respiração descompassada, ele estava próximo de mais para o meu próprio bem. Nossos rostos foram se aproximando e eu o beijei, também queria isso. Mais do que gosto de admitir. Nosso beijo começou lento, um explorando e degustando a boca do outro, para depois se tornar bruto e selvagem, deixando transparecer todo o desejo contido, desde aquela noche caliente.
Meu Deus... Meu Merlin... Vou apelar para ele! Esses dias Merlin não quer saber de me ajudar! Seu toque tornou-se bruto, me apertada e me estimulava de um jeito que causaria dor... Mas porque eu gostava tanto? Minha calcinha estava destruída !
Ele dasabotoou meu short e enfiou a mão pela minha calcinha, sua risada foi cruel ao constatar minha condição: vergonhosamente excitada! Dei um tapa em sua cara, uma rasteira em suas pernas, o derrubando no chão enquanto ele ainda estava surpreso... Montei em cima dele, apertando seu membro duro, através da calça.
–Não ria de mim, Malfoy!
Ele segurou o pulso do braço esquerdo e com a mão direita agarrou meu cabelo o puxando e invertendo as posições.
–Ninguém me bate, Granger! — Ele não parecia estar com raiva, parecia estar mais excitado.
Não consegui pensar mais pois ele puxou meu cabelo, esmagou minha coxa em um aperto e pressionou seu volume em minha intimidade com todo o seu peso... Eu gemi, alto e claro. Gemi por Malfoy, para o Malfoy e de prazer. Eu estava gostando daquilo e não queria que ele parasse e ele não ia parar! Minha razão dizia: PARE! E meu subconsciente dizia: VÁ, DOMINE ESSE HOMEM!
Em meu pescoço exposto ele lambeu, sugou e mordeu... Me marcou de novo e eu estou pouco me fodendo para isso.
–Vamos para o quarto... — Foi o que ele falou ao me pegar no colo e se encaminhar para o meu quarto e eu apenas me agarrei a ele.
Ser carregada até o quarto parecia tão romântico... Não por Draco Malfoy! Não quando no mesmo tempo em que ele te carrega, está com três dedos introduzidos em você... Não com ele falando o quanto você é apertada, o quanto está molhada, o quanto ele quer se enfiar em você... Tudo o que se consegue fazer é gemer... No quarto, ele me jogou na cama e tirou a minha roupa devagar, vendo com satisfação o desejo em meus olhos ao admirar seu corpo, mesmo excitada, eu corei por isso e ele riu. Fui me levantar da cama mas ele não deixou.
–Sentada! — ele falou tão firme que eu obedeci e me odiei por isso. — Tire a roupa.
Ele já estava só de cueca e o volume que tinha ali me enlouqueceu. Eu queria vê-lo, queria toca-lo, prova-lo... Eu nunca quis provar o sabor de homem nenhum, mas Draco não é qualquer homem. Então eu vou me permitir, vou deixa-lo fazer o que quer... Sei que eu vou gostar e que ele vai me proporcionar prazer! Tirei a roupa devagar, querendo provocá-lo também. Quando fui tirar o short, fiquei de joelhos para baixa-lo e virei de costas empinando o bumbum e chutando a peça em sua cara. Ele o pegou antes de atingi-lo e sorriu.
–Venha aqui, Granger. — Engatinhei até ele. — Fique de joelhos.
Ele rasgou meu sutiã e minha calcinha, enfiou três dedos em minha intimidade e ficou vendo minha expressão de satisfação. Retirou os dedos, os enfiou em minha boca
–Prove o seu gosto Granger. — Disse, me beijando em seguida.
Como ele podia ser tão envolvente? Desci minhas mãos por seu peitoral até sua box, enfiei minha mão em sua cueca, envolvendo seu membro e comecei movimentos rápidos. Ele rosnou em minha boca e puxou meus cabelos.
–Eu não te dei permissão para me tocar. Vejo que terei que tomar medidas drásticas. — Ele disse, com uma expressão indecifrável.
–Você não manda em mim! Mas se é assim que você quer... — Não sei de onde tirei coragem, me afastei dele, deitei na cama, abri as pernas lhe dando uma boa visão de mim e comecei a me tocar, imitei os movimentos dele e gemi alto. Ele subiu na cama e afastou minhas mãos de forma brusca.
–Também não lhe dei permissão para se tocar! — Eu ri e ele me deu um sonoro tapa na bunda. — Não ria quando falar com você! Isso terá consequências.
Caralho, aquela voz e a ardência estava me fazendo escorrer. Foi ai que ele teve uma atitude que porra, me fez subir pelas paredes: Draco tateou pelo chão, pegou algo e, segurando minhas mãos, as prendeu com um pedaço de pano que um dia fora meu sutiã. Ele me virou de quatro, de forma que eu pudesse apoiar minhas mãos na cabeceira da cama, e passou a lamber onde estava vermelho, o toque frio de sua língua com minha pele quente me fazia arrepiar. Ele desceu para minha intimidade e eu já gritava de prazer, aquilo era divino. Não sei quando ele se livrou da cueca, mas quando sua língua me deixou eu não pude protestar pois fui preenchida por seu membro.
Aquilo era perfeito, delicioso... Seus movimentos profundos e seus toques possessivos por meu seios, as mordidas por minhas costas, parecia tudo certo, nos encaixávamos perfeitamente. Quando eu o montei, me senti poderosa mesmo com as mãos presas, e aquele olhar de desejo... Não sou desse tipo, mas também o marquei! Deixei marcas de unha e de meus dentes por seu peitoral forte.
Só me desencaixei dele por uns minutos, e ele desamarrou minhas mãos. Valeu a pena ver sua cara quando eu o chupei, ele era delicioso. Montei nele de novo e cavalguei forte e rápido, ele apertava minha cintura e me ajudava nos movimentos. Meu corpo todo se contraiu, travei o maxilar e a respiração enquanto era tomada pela sensação do orgasmo, nunca senti nada parecido! Draco se enrijeceu em baixo de mim, para no minuto seguinte, se derramar em um gozo forte.
Um arrepio percorreu meu corpo e eu suspirei sentindo a letargia se espalhar pelas minhas células me fazendo relaxar, não sei por quanto tempo ficamos fazendo sexo, amos, ou seja lá qual foi o nome disso, mas nunca senti um cansaço tão gostoso, nem me senti tão satisfeita!
Sim, foi um erro... Draco era um erro... Aquilo tudo não passava simplesmente de um erro, uma fraqueza.
Mas, um erro que eu gostaria de cometer novamente.
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