King of Pain
27 Capítulo 26
O que fizeram com Hermione Granger?! Essa foi a primeira pergunta que me fiz após tocar a campainha dela e me deparar com uma mulher extremamente sexy. Sim, ela conseguia ficar sexy mesmo usando um vestido longo e preto. Ela estava simplesmente perfeita, o vestido combinava com todas as peças que compunham o look dela! Porque ela não era assim na época de Hogwarts?! Merlin, o senhor faz milagres? Por que, se eu não acreditava em milagres, agora eu acredito. E muito.
–Está linda Hermione. — Galanteei, estendendo à ela o buquê de rosas vermelhas.
–Muito obrigada Malfoy — Peraí, ela voltou a me chamar de Malfoy?! — São belas as flores. Entre por favor.
Percebi que ela estava falando tudo automaticamente, com um tom a mais de frieza em sua voz. O que ela estava fazendo ao me tratar assim? O que aquela mulher pretendia com isso?
Entrei em seu apartamento e fiquei a esperando. Pouco mais de 5 minutos, lá estava ela, retornando com sua bolsa de mão. Andava ereta, como uma verdadeira aristocrata, parecia que era até sangue puro. Sei anel de noivado suas unhas nude, e se destacava em seus finos dedos. Estava maravilhosa, confesso.
Descemos pelo elevador social, e quando chegamos à recepção, percebi olhares masculinos em direção à minha noiva, o que me fez abraçá-la pela cintura.
Minha. Somente minha.
Chegando até meu novo carro, percebi que Hermione havia ficado paralisada. Percebi também seu olhar em direção à minha nova Ferrari, e provoquei:
–Está impressionada Gatinha? — Fiz questão de chamá-la pelo apelidinho que usei durante aquele fatídico dia em que deixei ela implorando por sexo. Claro que a gatinha, digo, Hermione ficou irritada, mas minha intenção era essa, já que ela estava estranha comigo desde a hora em que cheguei em sua casa.
***
Eu achei aquela forma de transporte para o baile extremamente ridícula, e reclamei com Hermione, o que me rendeu uma bela má resposta da parte dela, carregada de ironia e raiva. Depois de passarmos pelos jornalistas e deixar que eles tirassem milhares de fotografias nossas, entramos no trem. Nossos lugares estavam reservados em uma cabine exclusivamente nossa.
"Sr. Malfoy & Srta. Granger" estava escrito em uma plaquinha de bronze no exterior da cabine. Entramos e, sorrimos para alguns jornalistas que ainda insistiam em tirar fotos, ô raça ruim eram esses jornalistas.
Quando o trem entrou em movimento, percebi que Hermione ficara aerea por alguns minutos, e que retirou os sapatos.
–Não é cortês retirar os sapatos Hermione.
–Foda-se, eu não perguntei nada à você Malfoy. — Ela despejou toda sua frustração sob mim. Pelo jeito, ela havia ficado frustrada naquele dia, e permanecia furiosa desde aquele dia.
–Então é assim que trata seu futuro marido Sra. Malfoy? — Disse, passando para o lado em que ela se encontrava. — Isso não é correto, e você será punida por essa infâmia. — Falei lentamente em seu ouvido.
–Saia. Daqui. Malfoy. — Ela disse entre os dentes.
–E se eu não quiser sair gatinha? — Falei, virando seu rosto e beijando-a.
Não me importava com quem passava do lado de fora. Não me lembrava se eu tinha trancado a cabine, mas foda-se, ela é minha noiva e fazemos o que quisermos.
Continuei beijando-a, e peguei-a no meu colo, para que ela sentisse o quanto eu queria ela naquele momento. Parei o beijo, e olhando-a em seus olhos, retirei a varinha de minhas vestes e encurtei o vestido dela, de modo que eu pudesse ter acesso à buceta dela. Buceta sim, não vou maneirar meu palavreado. Repentinamente, Hermione livrou-se de mim, e lentamente abaixou o zíper de minha calça, e começou a massagear meu pau.
–Porra Granger, está faminta mesmo hein?
–Cala a boca seu imundo. — E, retirando-o de minhas vestes, sugou meu pau como se precisasse daquilo para sobreviver. Ela chupava lentamente, dando mordidinhas fracas. Lambia toda a extensão de meu pau latejante, que naquela hora, já estava implorando para penetrá-la e comer ela a noite inteira. Não me importava baile, não me importava mais nada. Eu só queria possuir aquela mulher de todas as formas e posições possíveis. Ela mordia minhas bolas, e quando dei por mim, estava metendo em sua boca sem dó e nem piedade. Estava prestes a gozar, e antes que eu pudesse avisá-la, me derramei ali mesmo na boca dela. Hermione cuspiu aquilo, e enojada, olhou pra mim com nojo e disse:
–Era isso o que queria Malfoy? Pronto, está ai. Agora me deixe em paz. — Falou, e lançando um feitiço para que sua roupa voltasse ao normal e para que se limpasse, saiu da cabine batendo a porta.
***
Passadas 3 horas, resolvi ir atrás de Hermione. Esta puto de raiva e com apenas uma coisa em minha cabeça. Isso não ficaria assim, prometi à mim mesma. Hermione vai me pagar, e será essa noite.
Certamente ela estaria na cabine reservada para os Potter/Weasley. Procurei em toda a extensão do trem, e quando achei, bati educadamente na porta.
–O que deseja? — Quem atendeu foi a matriarca dos Weasleys, com quem fui extremamente educado. Afinal, eu tinha nada contra ela, e ela aparentava ser uma senhora muito boa.
–Desculpe, mas minha noiva se encontra aqui com vocês?
–Sim, claro! Ela está aqui sim Malfoy. Junte-se a nós. — Ela disse. Fiquei de cara com a bondade que ela se dirigiu à mim, já que ela teria tudo para me tratar mal.
–Não quero incomodar. Só vim buscar Hermione, já estamos chegando em Hogwarts. — Disse à senhora, e ao avistar Hermione, emendei — Vamos querida, já estamos chegando em Hogwarts.
Estendi minha mão à ela, e ela aceitou minha mão de bom grado dando um falso sorriso. Percebi os olhares dos outros Weasleys naquela cabine que havia sido ampliada magicamente para que coubessem todos.
–Muito obrigada Sra. Weasley pela gentileza. Nos vemos no baile.
Após a simpática senhora fechar a porta da cabine, Hermione soltou minha mão, dirigindo-se sozinha para a cabine.
***
Hogwarts estava magnifica com toda a sua imponência. Estava inteiramente iluminada, e reluzente à quem a avistasse. Subimos até o portão principal em carruagens que estavam dispostas, como quando estudávamos. No grande portão principal, Flitwick estava bem vestido com um terno feito de couro de Dragão Montanhês, e recebia todos com um grande sorriso em seu rosto. Adiante na enorme porta de carvalho, Minerva McGonagall saudava a todos que "retornavam" à antiga casa, a antiga escola que um dia os acolhera de braços abertos quando eram apenas crianças dispostas a aprender magia.
–Srta. Granger! Hermione querida, que prazer em revê-la! — Disse McGonagall, abraçando Hermione. Pude ver seus olhos encherem d'água. Afinal, estava abraçando aquela que fora, sem sombra de dúvidas, a aluna mais genial que já pisara naquele castelo. — Vejo que está acompanhada de seu noivo, bem vindo Sr. Malfoy. — Disse a velha, também me abraçando. Não entendi o motivo daquilo, e para ser educado, a abracei de volta com um sorriso amarelo. — Quem diria, Draco Malfoy e Hermione Granger noivos! Sinceramente, acho que ninguém esperava por isso, nem mesmo Dumbledore!
–Pois é Srta. McGonagall, nem eu esperava. Mas Hermione me conquistou e agora estamos aqui, noivos. — Teria que criar algo para convencê-la, não seria legal se eu falasse "Claro que não esperava sua velha, isso é apenas uma porra de um contrato".
–Vejo que estão felizes, parabéns! Que Merlin abençoe a união de vocês!
–Muito obrigada. — Respondeu Hermione.
Adentramos o castelo, onde estava disposto um tapete vermelho de gala enorme, que ia da imponente escadaria até a porta do Grande Salão Principal.
Aquele lugar estava irreconhecível!
Onde deveriam estar as mesas das casas, estavam várias mesinhas dispostas, todas com forros de linho branco e perfeitamente ornamentadas. Onde deveria estar a mesa dos professores e o oratório do diretor, estava montado um grande palco, onde um DJ bruxo conduzia o som da festa. O teto estava como o céu noturno, enfeitado com estrelas que formavam várias constelações, o que dava um encanto a mais no lugar. E no meio, haviam montado uma grande pista de dança.
Procuramos uma mesa e nos sentamos. Hermione estava sem falar comigo desde a hora em que a busquei na cabine dos Potter/Weasley. Ela havia ficado realmente chateada, e isso estava me deixando mal.
Mas, isso apenas alimentava mais a minha vingança. Essa noite promete.
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