Kimo-kimo
1 Oneshot
Notas iniciais
Yay, primeira história minha decente. o /ounão
- Ei! Senjou-san, vamos almoçar juntos? – Uma garota qualquer me perguntou isso do nada.
— Quem é você mesmo...? – Eu disse, obviamente não me lembrando dela. — Eh!? Você disse ontem que estávamos namorando! – A garota disse com raiva. — Ah... É mesmo. Me desculpe... – Eu disse, embora eu não me lembrasse disso. — Ei! Porque você está junto do Sen-chan!? – Outra garota tinha aparecido. – Sai de perto dele! — AH! Sai daqui suas vagabundas! – Outra apareceu. — Ei! O que você quer dizer com isso? – Disse uma delas. — Senjou-san! — Sen-chan, quem são elas? – Todas disseram ao mesmo tempo. — Sen-san! — Eh? — Eu sou a namorada dele! Saiam daqui! — Há! Eu que sou. — Não se enganem, eu sou!Do nada começaram uma briga e eu sai de fininho. E de repente apareceu o Sei-chan. Eu corri em direção a dele, peguei seu braço e sai correndo. – Ei! Senjou-kun! O que houve?! – Disse Sei-chan confuso. -Nada. Por enquanto só vem comigo.Desculpe a apresentação atrasada, eu me chamo Senjou, e esse é meu amigo, Seijun. Bem, eu não diria “amigo”, mas ele é com quem almoço e com quem passo os dias do colégio. É somente um meio para que outros (mais simplificando, as meninas) fiquem longe. — Ei, o que você fez dessa vez? – Disse Sei-chan com uma voz calma. — Hum... Nada. — Bem, não importa. Vamos almoçar? — Sim. – Respondi sorrindo. Quando nos acalmamos fomos para o refeitório. Lá, embora tivesse várias garotas ao redor, ninguém chegava perto, pois embora Sei-chan seja pequeno e ninguém fala com ele, ele é o vice-presidente do conselho estudantil, alem de tudo o presidente é o irmão mais velho de Sei-chan e ele é considerado um cachorro-louco e raivoso, que quem chega perto de Sei-chan é “bem-vindo” com o olhar raivoso do seu irmão. Por isso Sei-chan não tem nenhum amigo, bem, pelo menos não que eu saiba. — Senjou-kun! O Seijun ta aqui! — Ah, Valeu! – Levantei da carteira e fui para perto da porta, onde Sei-chan estava. — Vai para a cantina hoje? – Sei-chan perguntou. — Sim, pera ai que eu já vou. – Disse indo em direção a garota que disse que estávamos namorando. Falei para ela que ia almoçar com um amigo e voltei para perto do Sei-chan, que estava esperando. — Já resolveu? — Sim! Vamos. – Eu disse sorrindo. — Hum. – Disse Sei-chan, pode ter sido minha imaginação, mas ele parecia nervoso.Saímos da sala e fomos para a cantina, onde, como sempre, estava lotada. Nos sentamos, na mesma rotina de sempre e quando bateu o sinal fomos para nossas salas, como sempre. Mas quando eu fui buscar ele para irmos embora ele não estava la. — Eh? Ah! É mesmo, ele disse que estava um pouco mal e foi para a enfermaria. – Algum garoto disse isso. — Enfermaria? – Fiquei um pouco chocado com isso e fui vê-lo, pois ele estava bem quando estávamos comendo.“Será que ele está bem?” Isso foi o que eu pensei enquanto ia em direção a enfermaria. Quando cheguei lá o doutor estava acariciando a cabeça de Sei-chan e por alguma razão isso me deixou “puto”. — Ei! O que você ta fazendo velho pervertido?! – Gritei, indo em direção a cama onde Sei-chan estava deitado. — Eh? Quem é você? – Disse ele em um tom arrogante. — “Quem é você” o caramba! Sai de perto do Sei-chan! — Humm... Reimei-san? – Sei-chan acordou e o pervertido pegou sua mão para ele se levantar e começou a acariciar a cabeça dele de novo.Tive que me segurar para não avançar no pervertido! — Ei! Tira a mão do Sei-chan! – Eu disse. — Eh? Senjou-kun. – Disse Sei-chan esfregando os olhos com a mão. — Você está bem? Sei-chan... — Hum. — Quem é ele, Seijun? – Disse o Pervertido. — Ahn? Ah... Ele é um amigo do meu pai. – Disse o Sei-chan abaixando a cabeça. — Deixando isso de lado, vamos logo Sei-chan. — Ahn...? – Disse Sei-chan um pouco confuso. — O que? — Nada... Então, Reimei-san, licença. — Hun. Tchau, Seijun. – Disse o pervertido acenando para Sei-chan. — Vamos! – Eu disse já virado de costas para o Sei-chan. — Ah... – Disse Sei-chan vindo em minha direção.Eu sai quase correndo e quando percebi que Sei-chan quase caiu, andei devagar. — Sei-chan! — Hai! — Hum... O que estava fazendo com ele? – Disse “um pouco” corado. — Hum? Nada... – Disse Sei-chan desviando o olhar, meio envergonhado. — Como assim?! Ele estava...! — Eh? O que...? — Nada, esquece. — Já ta na hora de ir embora? — É. Vamos... — Sim. Depois disso, fomos para sala e pegamos nosso material e fomos embora a pé, pois as nossas casas eram perto do colégio. Nos separamos no meio do caminho, pois embora nossas casas sejam perto do colégio, tinham direções diferentes. — Senjou! Vai tomar banho? – Minha mãe disse — Vou. — Então vai logo! — Tá. Quando entrei no banho fiquei pensando se eles tinham feito alguma coisa, e me lembrei do que o Sei-chan tinha dito: “... ele é... um amigo do meu pai...” e isso ficou me perturbando o dia todo.
-Ei! Sei-chan! — Hum... – Disse Sei-chan parecendo cansado. — Uhn? O que foi? — Ah. Nada... –Ele disse, colocando a mão na bunda. — Ahn? – Falei baixinho para ninguém perceber e pensei “Será que...” — O que foi Senjou-kun? Você está “voando”... – Disse Sei-chan com o rosto próximo ao meu. — Nada. – Eu disse virando o rosto, corado. — Eh? Você está vermelho... Febre? – Disse Sei-chan colocando a mão na minha testa. — Não encosta em mim! – Gritei com o Sei-chan e bati em sua mão. — Ah... Desculpa. – Disse Sei-chan parecendo que ia chorar. — Ah! Desculpa. – Falei, chateado comigo mesmo. Quando chegamos na escola estava cheio de garotas, de repente se viraram para nós, gritaram de alegria e de repente se calaram.Seguimos para nossas salas e depois do almoço, como sempre várias garotas estavam me esperando, passei direto por elas e fui à sala do Sei-chan, quando cheguei lá disseram que ele tinha ido ao conselho estudantil.Agora que eu percebi, nunca vi o Sei-chan indo ao conselho estudantil. Quando fui almoçar estava lotado e várias garotas estavam dando em cima de mim, mas eu sentia falta do Sei-chan e me perturbou ele não estar comigo. Quando o horário de almoço tinha acabado, eu ainda não tinha visto o Sei-chan, nem na sala e nem durante o almoço. Quando o sinal bateu para ir embora, fui a sala de Sei-chan, mas ele não tinha chegado ainda e seu material ainda estava na mesa. — Senjou-kun...? – Disse Sei-chan um pouco surpreso. — Ahn? Sei-chan? Hunn... – Disse, passando a mão em meus olhos, com sono. — Você estava dormindo aqui? — Dormindo? Ah! É mesmo... Nem percebi... -... Vamos embora? – Disse Sei-chan um pouco corado. — Sei-chan... – Me aproximei devagar, indo ao encontro do rosto de Sei-chan. — Ahn? Senjou-kun? O que... – Disse envergonhado. Tirei os óculos do rosto de Sei-chan e me aproximei um pouco mais de seu rosto, fazendo meus lábios tocarem os dele. — Ah... Senj... un... — Sei-chan... – Falei, colocando minha língua, lentamente, na boca do Sei-chan, deixando-o sem fôlego. — O que... Ah! – Dei uma lambida em sua orelha e abri sua camisa, voltando a colocar a língua em sua boca. — Sei-chan. – Disse já em êxtase. — Não podemos fazer aqui... Ei! Pa...ra... — Já sei. Vem cá. – Peguei Sei-chan pelo braço e o levei em direção a enfermaria. — Senjou-kun? Onde... – Disse Sei-chan confuso e ofegante. — Não tem problema, vamos. – Disse, puxando levemente o Sei-chan. — Senjou-kun...Ri baixinho e sorri. Quando Chegamos na porta da enfermaria. — Ei. Sei-chan, você pode me emprestar às chaves? — Eh? Como você...? – Sei-chan estava um pouco surpreso. — Sem querer, há um tempo atrás eu tinha visto. – Falei Sorrindo. — Aqui. – Disse Sei-chan um pouco envergonhado.Peguei a chave e abri a porta, puxei de leve Sei-chan para dentro e quando entramos tranquei a porta. Levei Sei-chan para a cama e o deitei. — Senjou-kun... – Disse Sei-chan suavemente envergonhado. Deitei em cima dele e beijei o seu rosto, acariciando levemente seus cabelos. — Sei-chan... Posso...? – Disse devagar, com o rosto um pouco corado. — ... Hum... Pode... – Sei-chan respondeu corado, cobrindo um pouco o rosto com as mãos. — Deixa-me ver seu rosto... – Disse me inclinando, chegando mais perto dele. — N-Não... É embaraçoso... – Sei-chan disse com a voz um pouco nervosa. — Sei-chan. – Disse beijando sua mão e tocando nela logo em seguida. — Senjou-kun... – Disse Sei-chan, descobrindo o rosto. — Sei-chan. – Cheguei mais perto e beijei seus lábios, abri completamente sua blusa e comecei a lamber lentamente seus mamilos. — Sen...jou... – Ele Gemia se contorcendo um pouco. — Sei-chan... – Falei enquanto tirava minha roupa. Depois tirava a roupa do Sei-chan. — Senjou...kun... – Sei-chan falou corado, olhando para o quão duro eu estava. — Ei... Sei-chan, posso? – Perguntei me aproximando dele. — Hum. Se-Se for o Senjou-kun, eu não me importo. – Ele disse sorrindo. — Eh? – Falei Confuso e corado pelo seu sorriso. — Hehe. – Ele riu, com um sorriso lindo estampado em seu rosto. — Sei-chan... – Falei suavemente, dando um beijo nele. — Ei. Senjou-kun... Eu... Eu te amo... – Ele disse me dando um abraço. — Sei-chan... Desculpa, mas... – Neste instante ele percebeu que estou realmente duro e fico envergonhado. — Umm... Você já pode... Se quiser. – Disse ele envergonhado. — Sim... Desculpa, isso pode machucar você... – Disse com uma cara de preocupado. — Não tem problema. Eu vou ficar bem. – Ele sorriu. — Já sei! — Hum? — Aqui, vem cá. Eu vou te alargar. Assim será melhor para você, não vai doer mais. Não muito... — Eh? Ah-ha... — Vou começar com um, depois aumento a quantidade. – Falei sorrindo. — Haha! Tá. – Ele disse com um sorriso. - Há! Aah... Senjou-ku-AH! Aah! Aah... — Sei-chan... — Senjou-kun... Eu… Ah! … Eu te amo! Ah! - Sei-chan… Acho que ja da pra colocar… Hum… — Senjou-kun… Tudo bem, pode por… Acho que você não consegue mais agüentar. – Ele disse olhando para o meu. — Desculpa. – Falei um pouco envergonhado. — N-Não tem problema. – Ele falou ofegando — Vem aqui. – Disse pegando o Sei-chan e o colocando perto. — Hum... – Disse Sei-chan envergonhado. — Vou entrar. – Disse para Sei-chan, colocando “o meu” encostado na bunda de Sei-chan, totalmente excitado. — ... – Sei-chan ficou em silencio, olhando para o lado. — Sei-chan... Eu te amo... – Disse colocando a mão no rosto dele. — Ta... Também te amo... – Disse Sei-chan envergonhado, olhando para mim. — Desculpa, acho que vai doer... — Há! Hun! Waa! — Você ta bem, Sei-chan? Quer que eu... – Falei preocupado. — Não! Eu to bem, você pode colocar tudo... — Hum. – Acenti, um pouco preocupado. — AH! – Sei-chan gemia, abrindo os braços como se quisesse um abraço. — Hmm... – Abracei ele, me movendo um pouco. — Há! Haa... Ah! – Sei-chan gemia no meu ouvindo, me abraçando mais forte. — Sei-chan... – Falei me movendo mais rápido. — Senjou-kun.. Ah! – Sei-chan se aproximava, beijando de leve meus lábios como quem quer mais. — Hum... Há. – Ficava um pouco ofegante, dando um beijo profundo de língua em Sei-chan. — Ha! – Sei-chan gemia mais alto, ofegando. — Sei-chan... — Ha! Senjou-kun... Ah! Eu- eu vou gozar! Ah! – Disse Sei-chan envergonhado. — Eu também... — Ha... Hum! Haa! – Sei-chan gemia enquanto gozava. — Sei-chan... hun! – Falei gozando também. ... -Hum... Senjou-kun? – Disse Sei-chan olhando ao redor, me procurando. — Ei! Acordou? – Falei abrindo a cortina e entrando. — Hum... – Sei-chan bocejou. — Então... Você ta bem? – Falei passando a mão nos cabelos dele. — Hum... – Sei-chan percebe que estava nu e fica envergonhado, entrando nas cobertas da cama. — Haha... – Ri, depois comecei a derramar lágrimas. — Há? ... Senjou-kun? – Disse Sei-chan um pouco surpreso. — Ah! Desculpa... Não é nada... – Falei abaixando a cabeça um pouco e limpando as lagrimas com as mãos. — Senjou-kun? O que foi...? – Sei-chan perguntou colocando a mão na minha cabeça. — Desculpa... Te forçar a fazer comigo... – Disse virando o rosto para Sei-chan. — Eh? Forçar? O que? Ah! Não é isso... Hum... Ahn... Eu-Eu fiz com você porque eu quis... Hum... – Sei-chan falou um pouco corado e confuso. — Eh? Sério? – Falei, parando de chorar, abrindo um sorriso. — Sim! Eu disse que te amava... –Sei-chan se aproximou e me beijou. — Sei-chan... Obrigado. – Falei abraçando ele. — Mas não tem aula agora? ... — Eh? Ah! Eu pedi para o enfermeiro deixar a gente aqui por hoje, “alem do mais”, você não pode se levantar. — Hum, obrigado. – Disse Sei-chan me beijando de novo. — Quer dormir mais um pouco? – Perguntei — Não precisa... Hehe. – Falou sorrindo. — Vamos deitar... – Falei empolgado. — Tá. – Disse Sei-chan abrindo a coberta, um pouco envergonhado e sorrindo. — Ei... Sei-chan... Posso ser seu namorado? – Falei sorrindo, envergonhado. -Eh? Po-pode... – Sei-chan corou. — Huhu. – Ri, abraçando Sei-chan por de baixo das cobertas. — Hum... Me-Me beija... – Sei-chan falou, envergonhado. — Hn... – Acenti, beijando o Sei-chan, deixando o tempo passar. — Há. Hum... – Sei-chan percebeu que eu fiquei duro e fica um pouco corado. — Posso? – Falei ainda o abraçando. — Si-Sim. – Ele acentiu. ... — Sei-chan! Vamos comer? — Sim, já to indo.
— Vamos para casa juntos? — Tenho atividades do conselho. – Ele respondeu um pouco deprimido. — Tá. Então te espero na saca ate você sair. — Hum! – Falou brilhando de alegria. — Eh... – Fiquei encarando ele. — An? O que foi? – Disse Sei-chan envergonhado. — É que... Porque você não usa lente? — Ah... Não sei. “?” — Vamos comprar amanhã. — Tá. “Amanhã” -Você ta bem? – Falei preocupado. — Tó, só incomoda um pouco. – Falou Sei-chan chorando um pouco. — Vem cá. – Sei-chan chegou perto e eu soprei seu olho. — Ei... Quem é aquele garoto fofo? – Cochicha. — Uma garota?? – Cochicha. Cochicha, cochicha, cochicha. — Caramba! – Falei irritado. — Senjou-kun? O que foi? — Nada. – Falei emburrado. — Hum... Tem certeza? – Sei-chan falou preocupado.Olho para ele durante alguns segundos e falo – Sei-chan, vem de óculos amanhã. — Eh? Por quê? – Disse Sei-chan confuso. — Nada! Só faz isso. — T-Tá. “Amanhã” — Sim! Isso é muito melhor! — Eh? O que? — Nada. — Você ta bem? – Disse Sei-chan preocupado. — Vem cá. – Falei puxando de leve o Sei-chan para a escada, onde estava vazia. — Senjou-kun... – Sei-chan foi interrompido por um longo beijo. — Vamos para o terraço. -T-Tá... – Sei-chan falou envergonhado. ...
Notas finais
Não copiem e... Deixem Reviews. -rs (???
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!
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