Kimi No Kokoro, Ore No Ai.

1 One-Shot - Kimi no kokoro, ore no ai


Notas iniciais
Chaos! ^^
Feliz aniversário, Mukyun! *------*
É tão curto que só pode ser considerada uma drabble, mas espero que gostem mesmo assim.

Kimi no kokoro, ore no ai.

(Mukuro’s POV)

Aquela era uma festa organizada pelo Tsunayoshi em comemoração de meu aniversário. Mas não estava animado com ela, então só fiquei parado ao lado de fora da casa. Até vê-la.

Aquela era minha obra-prima;

Aquela criança a beira da morte, que eu salvei em prol de minha vingança, foi esculpida para ser uma obra-prima. Era meu boneco particular que responderia quando eu quisesse. Ela não vivia para nada além de me servir.

Não deveria passar disso,

Para que mais ela servia? Ela devia tudo a mim. E mesmo assim, eu sentia que isso mudava. Ela parecia mais distante, ela estava se relacionando. Bonecos não deveriam fazer isso.

Mas virou uma pessoa.

Ela tinha amigos, ela tinha um lugar entre os vivos. Tinha quem lhe sorria, quem a via como uma pessoa; a via como viva. Ela não era mais uma boneca, ela era pessoa. E isso só se pronunciou quando eu me soltei.

E eu queria que fosse minha.

Eu me ofereci para continuar lhe mantendo viva, mas ela recusou. Por que recusou? Ela não era minha? Eu a quero! Ela queria ser reconhecida, mas não me aceitava. Então mandei ela se voltar contra mim; e foi. Por quê?! Eu necessito dela!

Aquele sorriso contagiante, e esse forte sentimento.

Quando a vi sorris para mim, sendo independente, eu tive certeza. Aquilo era amor. Eu achei que nunca sentiria isso, mas eu senti. Me apaixonei por ela. Aquela boneca virou uma garota, e eu me apaixonei. Chrome deveria ser minha, simples assim.

Eu a queria do meu lado. Sentia que se não a tivesse, iria me despedaçar. Eu a dei vida? Ela sempre viveu, daria um jeito sem minha intromissão. Ela me deu vida. Ela me ensinou a sorrir e amar. Por isso, eu faria o que ela quisesse.

- Aishiteru yo, Chrome. – sussurrei abraçando seu pequeno corpo – Aishiteru yo, querida Nagi. Minha fofa amada. Ore no ai. – beijei seu cabelo com delicadeza.

- A-Aishiteru yo mo. – ela respondeu corada se virando em minha direção – Aishiteru yo, Mukuro-sama. – ela tremia levemente

Sorri alegre e roubei seus lábios em um casto selinho que aos poucos fiz favor de aprofundar.

Aquele amor deveria ser amaldiçoado, pois sou tão podre que aos poucos a faria morrer. Mas aí, seria só eu impedir e voltar com ela. O que havia de ruim? A amo tanto que já não agüento.

- Me perdoe. – lhe beijei novamente – Fique comigo. Quer ser minha namorada? – lembrei de ter a delicadeza de pedir permissão. Não queria que ela me achasse incômodo

- Mukuro-sama. – ela sorriu – Sempre. – a beijei – Etto... O-Otanjoubi omedetou. – ela corou de forma fofa e eu ri

- Aishiteru yo. – repeti e a puxei para outro beijo.

E eu sabia que ela falava a verdade, do mesmo jeito que eu sabia que precisava do oxigênio para sobreviver. Porque era algo intuitivo, que era movido pelo amor. E eu a amava.

Notas finais
Deixem reviews, pooooooor favor! *-*
Ciao, ciao! o/
Bacio! ;*
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!