Killer Cookie

2 Capítulo 2 - Killer + Cookie.


Notas iniciais
Desculpe ter terminado o capítulo de forma tão súbita ontem.
Foi porque minha mamai tava me perturbando, dizendo que eu tenho que dormir cedo e blablablá...
Talvez só aconteça comigo, mas não importa que horas eu durma:
EU SEMPRE ACORDO TARDE, PORQUE PASSO A NOITE FAZENDO PLANOS MALIGNOS COM MEU MIRAI NIKKI E MEU DEATH NOTE, MUAHAHAHA!
Aliás, minha mãe já esta me irritando. Talvez eu deixe um final bem Ba Tum Tss hoje também.

É isso aí. Não tenho amigos. Por que? Porque eu tenho uma coisa chamada Internet. Por isso que não tenho amigos. Mas sinceramente, com quem você prefere tomar um chá durante o fim do mundo? Internet, ou amigos?

Óbvio que eu tomaria ao lado de meus mangás.

Acordei bem cedo, olhei para o teto pensativa, e então voltei a dormir. Mais ou menos 2 minutos depois eu acordei de novo, e me lembrei que estava atrasada. Vesti minha farda em questões de segundos, então fui correndo para a escola. No meio do caminho me lembrei da minha bicicleta. Então me deparei com as seguintes opções: Voltar, pegar a bicicleta, e chegar na escola rapidamente. Ou eu poderia apenas correr para a escola, mas chegaria lá cansada e suada. Ou, eu posso apenas comer a balinha da agilidade, uma nova criação do meu pai. Eu tenho todo um estojo de balinhas. Balinha da força, balinha da velocidade, balinha da inteligencia (Essa eu sempre tomo antes das provas), balinha da agilidade, balinha anti-cólicas, balinha anti-diarreia. Entre outras. Balinha anti-vontadepsicopatademataraquelavadiaquenãoparadefalarduranteaaula. Essa eu acho que todo mundo tinha que ter. Afinal, não importa em que colégio, ou em que país, ou em que realidade você esteja, tem sempre uma vadia que não para de falar durante a aula da sua matéria preferida, aquela que você sempre presta atenção. Eu sempre tenho uma vontade psicótica de matar essa vadia. Mas graça a fabulosa criação do meu pai, eu consigo me controlar. Devorei a balinha em segundos, e senti meu corpo ficando mais rápido. Ri de forma alta e maluca, então com um salto, pulei para cima de um muro alto. Comecei a correr, enquanto sorria e exibia meus caninos pontudos. Sim, eu posso parecer uma bonequinha, com meus cabelos descoloridos devido a tantas balinhas, e meu rostinho de boneca, mas na verdade eu sou uma sádica de dentes pontudos. Sério. Eu era uma Serial Killer. Culpa da minha mãe. Ela era uma mercenária, e eu era seu fantoche. Então, em uma bela noite, eu saí de casa para espairecer.

20 assassinatos brutais, em 12 deles, as pessoas foram decapitadas, em 6 deles o corpo foi despedaçado, e nos 2 restantes, apenas restos mortais foram encontrados. Uma perna aqui. Uma mão ali. Uma cabeça ali.

Eu me senti bem viva, enquanto matava outras pessoas. Aliás, não foram apenas 20. E sim 21. O último, foi minha querida mãe.

Eu meti uma faca na garganta dela, já que ela falava demais.

Nojento, eu sei. Mas eu queria que ela sentisse o que eu sentia. Só que... Digamos que eu usei uma faca para fazer ela sentir. Não foi a melhor das ideias, mas eu tinha 7 anos. Ou melhor, eu tinha 7 anos! O que eu estava pensando? Fui para a minha sala, e comecei a ler um mangá. Como esperado, todos continuavam me ignorando. O professor entrou na sala, e começou a chamada. Não citou meu nome.

Puxa, eu sou tipo o aluno morto de Another.

Mas tudo bem. Eu supero. Já estou acostumada. A aula foi como sempre, chata, entediante, e eu passei a maior parte do tempo dormindo.

Mal eu sabia que logo essa paz iria acabar...

Notas finais
P.S: Leitores que leem minhas histórias, mas não deixam reviews, por favor, me mandem seus nomes e fotos suas.
P.S 2: Avisem para as mamais de vocês que talvez vocês morram de infarte no meio da noite.
Mistério do dia:
Quando se ama uma pessoa, você...
a)você faz tudo por ela.
b)você sorri por qualquer coisa.
c)você mata com um machado quem chegar perto dela.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.