Notas iniciais
Hey, hey little aliens ...capítulo novo, porque vocês estão legais :3 * * * Continuem assim ...

Menina Serial Killer você é uma assassina
Eu serei sua vítima número um
Então, por favor beije meus lábios e me mate rápido, porque eu sou apenas um outro garoto morto.

**

Domingo sempre foi considerado um péssimo dia para mim, mas aqui ...isso se multiplicava a níveis explícitos. Depois que voltamos para o quarto, eu consegui dormi até umas 10 horas, até ser chamada para conversar com o "psicologo local" um cara de bigode com um mal gosto para roupas de torcer meu figado, felizmente não vi Jane.
Consegui falar brevemente com meus pais, com Oliver ...que parecia estar de mal com a mãe, porque ela não o deixou vir comigo -na verdade meu garotinho estava literalmente zangado comigo, porque eu não o trouxe "na minha mala", foi uma guerra poder ouvir ele rindo de novo. Mas o que eu não faço para minha única alegria nesse buraco de mundo, eu lhe prometi me fantasiar de Batman e correr com ele até sua escola.
Entre roubar um biscoito no refeitório, cantarolar pelo quarto e ajeitar meu material pra amanhã, eu não vi Sabrina ...na verdade a vi sim, e ela estava vomitando as tripas no banheiro. Bonnie certamente estava presa no seu bloco "b" e eu estava sozinha.
Uau, minha foreverlonidade me deixava com pena de mim mesma.
Estava com os pés para cima, encostados na parede, enquanto batucava minhas unhas no colchão e cantarolava alto alguma musica que eu tinha acabado de inventar, quando escutei batidas na porta. Fiz uma careta, me colocando de pé a abrindo a porta da minha cela.
E wow, surprise bitch.
– Você canta muito, muito mal hen -apenas arquei minhas sobrancelhas pra aquela coisinha alaranjada, parada de frente a minha porta com os olhos tediosos ...e me ofendendo.
– Hunn ...e quem seria você? -perguntei sabendo sim, que era a garota do Dark Carnival, mas mesmo assim ainda era uma total desconhecida, olha apenas deu de ombros, entrando no quarto e se sentando na cadeira.
– Chelsea Magnólia, e você é Amanda Sivan, a garota que não conseguiu fazer um bom trabalho no ex, estou certa?
Bati a porta e me sentei na cama, fazendo uma careta nada agradável a intrusa desbocada. Chelsea batia nos meus ombros, cabelos longos e laranjas, olhos cinzas contornados por um lápis de olho verde e lábios pintado de vermelho. Suas roupas eram legais, um vestido rasgado, coturnos e meias listradas -mas eu jamais iria admtir que ela é legal, é eu sou bem orgulhosa tá.
– Tá sabichona killer das galaxias, o que faz aqui ...alias eu nem convidei você para entrar aqui.
Um sorriso despontou dos seus lábios, enquanto a mesma erguia as mãos em forma de rendição.
– Wow calminha ae, e abaixa a bola -ela ficou de pé rapidamente, caminhando até o guarda roupa -que até agora estava vazio, graças a minha preguiça- o abriu e dali puxou um compartimento falso, e pegou de lá uma bolsa com a caricatura do Jack Nightmare sorrindo -Esse quarto, antes de me jogaram no bloco "A" eu vivia aqui, digo que é bem frio a noite.
Bloco A? essa diaba tava no bloco "A" -esse bloco é especial para pessoas que tomam algum medicamento ou já tentaram parti para o outro lado do arco iris- ela apenas sorriu de forma inocente, enquanto voltava a se sentar.
– Ok, só isso? -perguntei, sua presença me deixava realmente enquienta, ela negou amarrando os cabelos laranjas em um rabo de cavalo.
– Noop, você sabe ...que eu sei, o que você quer que nós sabemos -ela sorriu ainda mais, cruzando as pernas. Assenti, ok me afoguei no meu próprio bug, mas vamos continuar, na verdade ela continuou -Bem, fiquei sabendo que você tem que terminar uma vingança meio clichê contra seu "amor" porque ele te deixou chifruda...
– HEY! ...ele não me deixou chifruda ...apenas ...bem tanto faz, continuei -argumentei sem argumento, ela sorriu.
– Tá, tá vamos ao que interessa, você quer a ajudinha do Dark Carniva, eu e meus "irmãos" para te ajudar nisso, legal ...e o que ganhamos?
– Pera -disse levando uma das mãos as fontes -Como você sabe disso?
Ela deu de ombros, abrindo um bocejo.
– Tenho meus informantes ok, então ...vai querer a ajuda ou não?
Mordisquei meus lábios.
– O que vocês querem em troca? -eu ficava curiosa e temerosa em saber o que diabos eles vão querer de mim.
Ela se levantou, caminhando até a porta.
– Bem, isso no momento certo você vai saber, pense bem ...amanhã a gente conversa.
Ela bateu a porta, me deixando confusa e ....estranhamente animada.
**
Um sinal altamente irritante parecendo com mais uma sirene de ataque zumbi -se é que existe isso- tocou, me fazendo bufar ainda de olhos fechados. Eu nem mesmo tinha aberto meus olhos e sentia meu mau-humor reinar por todo quarto, me sentei na cama, olhando para janela entre-aberta e amaldiçoando o sol que parecia nascer e querer brilhar feliz e maravilhoso!
Baka.
Peguei o que era necessário e caminhei até o banheiro, que já havia uma fila para ser usado, algumas garotas dormiam em pé, outros cochichavam. Apenas peguei uma boxe vazia e deixei a água despertar, até que ouvi um grito. Me enrolei na toalha e sai para fora, onde uma garota de cabelos curtos gritava enquanto estava completamente ensopada de algo que me parecia sangue.
As outras riam, dizendo "Carrie", outras apenas "ótima maneira de se acordar" ...uma morena, passou o dedo sobre a gosma sangrenta no braço da garota chorona, e fez uma careta.
– É sangue de porco sua histérica, eu bebo isso no café da manhã.
Ela bufou resmungando sobre vingança e voltou para o banho, na mesma hora que irmã Judh adentrou no banheiro nos enxotando para fora. Apenas dei de ombros, voltando para o quarto e pegando uma calça jeans, uma blusa cinza maior que eu e pulando para enfiar nos meus tênis escuros -havia apenas um espelho ali, que estava pregado atrás da porta, e nele eu conseguia me ver como uma pessoa que nem deveria ter levantado da cama ou nascido ¬¬ meus cabelos estavam crescendo, todos repicados escuros, os meus olhos azuis estavam fortemente contornados, cercado por olheiras azuladas, minha boca estava seca e minha pele pálida deixava em evidência as sardas que salpicavam meu rosto. Bufei, chutando a porta e pegando minha mochila.
Inferno, ai vou eu.
Passei pelo refeitório, roubando uma barrinha de cereal e desviando do fluxo de pessoas, encontrei Bonnie encostado na porta, segurando fortemente um livro vestida num conjunto azul bebê.
– Hey, você sabe onde está Sabrina? -perguntei curiosa, Bonnie retirou os óculos de sol brancos e fez uma careta como se pensar doesse sua cabeça, ela mordiscou os lábios.
– Fiquei sabendo que ela andou quebrando alguns espelhos, ela foi pra solitária.
Isso fez meu estomago dar uma revirada, deixei a barrinha de lado fazendo uma careta.
– Oh ...bem é...
Bonnie sorriu, enquanto andava e fazia sinal para que eu a seguisse.
– Não se sinta culpada, ninguém é culpado ...nem ela, Sabrina é meio doidinha e bem, isso faz parte -chegamos até os corredores onde eram considerados como "salas" -Bem, ela vai ficar ok, ela conhece e é amigas dos enfermeiros de lá.
Engoli em seco, e isso era pra me deixar com a mente mais aliviada de qualquer forma?
**
Bem isso se parecia com aulas normais, bem ao menos em uma "escola" comum -não há pessoas que precisam sair arrastados por enfermeiros ou tem aulas com psiquiátricas que andam com seringas cheias de calmantes. Já tinham se passado um total de 3 aulas, e a metade da minha "classe" estava debruçado sobre a mesa, como se entrando em coma.
– Acham que eu tentei matar minha prima -olhei para trás lentamente, onde um garoto sorridente acenava para mim, os cabelos tão loiros que eram quase brancos tampando um pouco dos seus olhos verdes, ele brincou com a lapiseira bufando -Ela era uma vadia que matou meu hamster.
Assenti, percebendo que a professora a adorada Sr.Rambo estava tomando seus calmantes, e fiz uma careta ao garoto.
– É assim que você começa suas amizades? -perguntei, enquanto o mesmo ria passando a mão pelos cabelos.
– Ahan, nesse buraco aqui sim, sabe o que importa é pensam que você fez, não o que você realmente fez.
– Huun, acham que tentei matar meu namorado e sua ex com uma tesoura -mas pera, pensei comigo mesma, e ri em voz alta -É, na verdade eu tentei mesmo.
Ele fez um bico, usava uma roupa muito louca e toda cheia de cor que me fez ver ele como personagem de algum anime.
– A velha história de amor que deu errado, trágico e adóravel -ele era meio albino, com um corte de cabelo muito loco, parecia ....legal afinal, abriu um bocejo -Franklin, prazer dama das tesouras
– Amanda, Sr. hamster.
Ele rolou os olhos, enquanto abria um sorriso.
– Caramba quando duas pessoas trocam apelidos assim tão tosco, sinto que vamos ser grandes amigos.
Eu ri com isso, e por um momento pensei que tudo ficaria bem.
**
Durante a nossa "folga" o que seria equivalente ao intervalo, eu estava com meus novos "amigos" Bonnie e Frank, estavámos sentados debaixo de um pé de goiabeira, falando nada com nada e comentando como as nuvens parecem mais dispersas hoje. Eu tentava não me preocupar muito com Sabrina, apesar de ter roido todas as minhas unhas hoje.
Caramba, essa menina coisada fazia mesmo falta.
Estava no meio de um pensamento quando uma sombra me faz piscar, e antes que eu reclamasse com o encosto que roubou meu sol, ouvi Bonnie e Frank cochicharem, o que me fez abrir os olhos.
E surprise bitch...
de novo.
Eu bug, sim ainda estava carregando aquele sujeito balançando uma navalha em frente aos meus olhos, olhei para Bonnie e Frank que acharam algo interessante para apontar no céu, apenas afastei sua mão, e fiz uma careta.
– Hunnn, oi quem é você? -ele riu, brincando com a navalha. Sua mão estava toda enfaixada, o que me deu uma breve curiosidade, ele riu novamente.
– Um ajudante, se assim quer pensar.
– Ajudante? -eu disse cada palavra como se aprendendo a falar novamente, ele assêntiu, eu tinha uma certa dificuldade em enxergar seus olhos por debaixo dos cabelos negros. Mas sem dúvida era ele, o Jeff psicopata vulgo cantor do Dark Carnival. Me deixei afundar onde eu já estava sentada.
Ótimo, parabéns Amanda você acaba de se enroscar.
Santo unicórnio voador, eu estava realmente ferrada.
– Sim, bem ...da pra você vir falar com a gente, eu ainda tenho que tomar minhas pilulas da felicidade, estou me sentindo bem esquisito já -ele sorriu para árvore, enquanto piscava e guardava a navalha em um bolso da sua calça escura e completamente rasgada. Me levantei, sem fazer ideia do que ia fazer, acenei rapidamente para Bonnie e Frank que fizeram um sinal de asfixia, ah que lindos. Joguei a mochila sobre meus ombros e segui o esquisitão, que falava alguma coisa ...-....alias sou Jeremy, você tem que se lembrar desse nome.
– E ...porque? -perguntei um tanto receosa, enquanto o mesmo passava no meio de um bando de garotos e bufava, resmungando um "odeio pessoas", então riu enquanto olhava para as unhas, e depois me deu um olhar que congelou minha espinha.
– Porque esse mundo ainda vai ouvir muito sobre minha pessoa, ou melhor ...minha banda.
Ele riu, eu ri pra acompanhar mesmo ...mas no meio do meu total bug, só consegui pensar "wow, os olhos deles são azuis".
Que clichê.

Notas finais
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