Kill Or Be Killed?

13 Resgate - Parte II


Notas iniciais
Espero que gostem... Desculpem a demora, mas essa semana foi de prova e eu tinha que estudar e boa parte de eu estava com preguiça aguda de escrever haha...
Sorry lindas...
Obrigadas pelos comentarios...
Boa leitura...
Damon pisou fundo no acelerador e praticamente voou para o endereço que conseguiu do "inteligente" sequestrador barato de Elena. Logo chegaram ao local e Damon parou o carro contudo fazendo ambos baterem a cabeça no banco e no painel do carro. Eles rapidamente se depararam com uma mansão verde musgo sombria que possuía parte da pintura desgastada pelo tempo. Damon rapidamente abriu a porta do carro sendo seguido pelos outros que saíram já com as armas em mãos. Eles entraram no jardim da casa que não tinham aparentemente nenhum segurança. Foi quando dois seguranças de Stefan musculosos e mal encarados apareceram com grandes armas nas mãos. Eles conversavama algo banal, e não perceberam quando todos -exceto Damon- se jogaram em um arbusto. Damon continuou seu trajeto sem se importar com os dois brutamontes que poderiam o matar em segundos. Mas Damon se garantia por isso continuou andando em direção a porta. Assim que os seguranças viram-o trataram de imediatamente atirar em sua direção, mas felizmente nenhum dos tiros acertou Damon, que desviava sorrindo debochadamente pela "falta de mira" dos capangas de Stefan. Seus olhos cor do mar estavam possuídos por um ódio sem igual. Damon sentiu a adrenalina nas veias e uma enorme vontade de matar. E isso era o que ele faria. Damon sacou sua pistola Remington Rumsweeper ainda desviando dos tiros e atirou sem dó na cabeça e no pescoço dos seguranças que caíram desfalecidos no chão. Damon sorriu debochado e disse:

— Hoje em dia não se tem mais segurança. — Ele disse e fez sinal com a cabeça para os outros se aproxímarem. Assim que eles se aproximaram Damon passa por cima dos corpos dos seguranças e arromba a porta com um forte chute e a mesma cai no chão levantando poeira. Ambos olharam para a casa e não viram absolutamente ninguém. Mas Damon sabia que tinha. O local estava vazio e havia três corredores um tanto escuros, pois a iluminação era pessíma. — Nik e Caroline vão pela direita, Matt e Jeremy pela esquerda... Eu vou pelo centro. Lembre-se, quem quer que seja que apareça no caminho, mate! Sem dó e muito menos piedade. — Damon disse frio fazendo-os assentirem rapidamente e seguirem para as direções destinadas. Damon correu e não encontrou absolutamentr nada e nem ninguém no corredor, quando de repente sentiu-se sendo enforcado.

— Ora, ora se não é o famoso Salvatore. — Uma voz máscula carregada de sarcasmo disse no pé do ouvido de Damon. O homem apertava o pescoço de Damon com muita força o fazendo ficar sem ar e Damon tentava inultimente se soltar.

— O... Orácio... — Damon rosnou, e então com muito custo conseguiu pegar sua pistola e atirou no pé do que o enforcava e que rapidamente o soltou gritando de dor. Damon viu o homem musculoso -o que explicava e muito a força que ele fez no pescoço do Damon. — e alto pulando como um saci.

— Ai... Ui... Seu filho da puta! — ele rosnou. — Você vai pagar muito caro Salvatore.

— Claro, eu pago com muito prazer, Orácio! — Damon disse atirando no outro pé do homem que caiu no chão gritando.

— Desgraçado! — Orácio gritou irado.

— O que foi Orácio? Por acaso agora quer o troco? Que tal em balas? — Damon respondeu irônico se aproximando de Orácio. Pegou sua pistola e atirou nas pernas do homem que gritou. Damon sorriu e atirou nas coxas de Orácio e o mesmo gemeu de dor. A dor que ele sentia era muito grande e Damon adorava saber disso. Damon desferiu mais dois tiros na barriga do homem e por fim deu dois tiros na testa de Orácio que logo desfaleceu. — Durma com os capetas, Orácio.

Damon chutou a cabeça de Orácio com brutalidade e seguiu pelos corredores escuros do local atrás de Elena.

...

— Enfim a sós. — Nik disse malicioso fazendo Caroline revirar os olhos.

— Será que dá pra parar de me tarar? Quando você vai parar com isso?

— Quando você aceitar ser minha namorada. — Nik disse e Caroline o olhou séria.

— Você nem me pediu em namoro.

— Se eu pedisse agora você aceitaria? — Nik perguntou esperançoso.

— Não! — ela riu.

— Mas por quê? — Ele fez beicinho.

— Por que viemos procurar a minha melhor amiga e não se agarrar.

— Quer dizer que se não estivessemos procurando Elena você e eu estariamos nos agarrando? Hmm... Interessante.

— Você não tem jeito, não é? — ela disse o olhando.

— Não mesmo... Isso faz parte do meu charme. — Nik disse convencido.

Caroline tombou a cabeça pro lado séria e riu.

— Chega de papo e vamos ao que interess...

Antes que Caroline terminasse de falar dois homens musculosos os pegaram.

— Olha só quem está aqui David... A Forbes e o Mikaelson... — Um dos homens falou.

— Pois não é? O que será que eles querem? — David falou

— Não faço ideia.

— Ou,ou será que da pra parar de papo e nos soltar? Stefan disse que poderiamos vir. — Nik disse inventando uma desculpa que lógico, não funcionou.

— Você acha que somos burros Mikaelson? — o homem disse raivoso e apertou ainda mais Klaus.

— Não... E-Eu t-tenho certeza. — Klaus disse sem medo.

— O quê? — David rosnou soltando Caroline que aproveitou a distração do homem e pegou sua arma e atirou no homem a sua frente que caiu de olhos abertos no chão. Leo, o homem que segurava Klaus o soltou imediatamente e correu para socorrer o primo. Nik e Caroline aproveitaram e saíram correndo entrando em outro corredor.

...

Damon procurava por Elena em cada canto e nada foi quando ele viu ele.

— Você! — ele disse sério ao ver Vicent Martelha.

— Damon... O que faz aqui? — Vicente disse surpreso.

— Nada que lhe interesse. — Damon disse grosso já imaginando um jeito de acabar com Vicent.

— Continua simpático como sempre, não é? — Vicent disse irônico.

— E você continua no meu caminho, não é? — Damon disse irritado.

— Damon, não sei se Stefan já disse, mas você é indentico ao seu pai... Tanto na aparência como no comportamento.

— Olha o que você fala do meu pai, ele era um bom homem... E espera aí... Como você o conhece?

— Digamos que eramos grandes amigos e trabalhamos juntos. — Vicent disse e Damon logo se aproximou dele. Vicent junto de Antony eram "sócios e amigos" de Stefan e por isso Damon não ia com a cara deles.

— Você... Você sabe quem foi, não sabe? Sabe quem matou meus pais... — Damon disse alarmado. — Diga!

Damon estava quase voando no pescoço de Vicent, mas precisava dessa informação.

— Calma. Eu vou lhe contar. Dá pra ver nos seus olhos, que tem a mesma determinação que Giuseppe.

— Continue. — Damon insistiu ao ver que Vicent se calou.

— Tem muita corrupção envolvida, Damon. Tanto na empresa que era de seu pai, de Stefan e do pai da garota, Elena. E sim, Jonh Gilbert era o melhor amigo de seu pai. — Vicent disse sério deixando Damon perplexo e surpreso. Como assim o meu pai, o Stefan e o meu "sogro" eram melhores amigos? Damon pensou intrigado e incrédulo e nem se dera conta do que pensou. — Eles estão desviando dinheiro para o bolso de alguns espertinhos... Nós cobseguimos provas de quem está roubando e de quem matou seus pais. Eramos cinco grandes amigos e por conta de um nossa amizade acabou... Um dos sócios nos traiu e por conta disso tudo isso aconteceu.

— Que foi o traidor?

— Não é bom você se envolver, Damon. — Vicent disse preocupado. Ele era sem duvidas o melhor amigo de Giusepp e o admirava demais.

— EU JÁ ESTOU ENVOLVIDO DROGA! — Damon gritou dando um soco na parede que assustou Vicent. — Vicent para de conversa mole e me diz TUDO o que sabe ou eu serei obrigado a mostrar o meu lado oculto... Um lado que ninguém quer ver.

Vicent ficou pasmo, sentiu um pouco de medo, pois conhecia a fama de mal do Damon. Viu em seus olhos o ódio transbordando pelos olhos azuis cristalinos e sentiu um frio na barriga.

— Er... — Vicent não conseguiu falar.

— DIGA LOGO! — Damon gritou e segurou Vicent pelo pescoço.

— T- Tem u-um p-pen drive. — Vicent disse sem conseguir respirar.

— Não está mentindo para mim, está?

— Não... Não... — Disse tentando respirar, mas estava sendo dificil.

— Diga a verdade... Sei que está mentindo. — Damon estava jogando verde, ele não sabia se de fato Vicent mentia ou não.

Damon soltou o pescoço de Vicent devagar e o mesmo o empurrou para uma sala, foi até uma mesinha e pegou um pen drive. Entregou o objeto a Damon e o mesmo pegou rapidamente. Damon olhou atentamente o pen drive e sorriu sarcasticamente.

— Coloque.

— Como?

— Coloque. Quero ver o que tem aí dentro.

— Er... Melhor não. — Vicent sorriu nervoso.

Damon sorriu e esmurrou Vicent que caiu no chão e levou as mãos até o nariz vendo que sangrava.

— Eu sabia que era falso... Só estava o testando. Aqui tem cameras não tem? — Damon perguntou.

— Sim.

— Olha Vicent... Eu sei que esse pen drive é uma mini bomba que vai um estrago do caramba... Então se não quiser virar vitima dela é bom você me entregar a porra do pen drive verdadeiro. — Damon disse frio. — Onde ele esta?

— Atrás do quadro. — Vicent disse rapidamente e apontou para um quadro. — Tem um cofre ali.

— Pegue! — Damon mandou.

Vicent revelou um grande cofre ao retirar o quadro da parede, digitou a sua senha e pegou uma sacola preta de veludo e de lá tirou o verdadeiro pen drive.

— Aqui... — Ele disse. — Esse é o verdadeiro. Damon pegou o pen drive e o observou. E logo guardou na jaqueta.

— Acho bom você não dizer isso a ninguém e muito menos me atrapalhar, se não você já sabe... Morre! — Damon disse e assentiu.

— Considere isso como uma ajuda minha... Pois quando precisei seu pai sempre me ajudou. — Vicent disse e Damon assentiu.

— Agora se você me der licença, vou indo, tenho que salvar uma certa morena. — Damon disse deixando Vicent abismado por ver que ele realmente estava apaixonado como Stefan disse. Damon resolveu "polpar" a vida de Vicent pelo simples fato dele ter o ajudado e por sentir que futuramente ele seria muito útil. Damon apressou os passos e olhou para os lados irritado. Já estava ficando impaciente. Aquele cheiro, aquele ambiente, a falta que Elena o fazia... Tudo estava o tirando do sério. Damon queria matar tudo e todos que passarem na sua frente. Coitado daquele que cruzasse o seu caminho nesse momento, pois o seu humor estava a flor da pele.

Mas a sua raiva foi para o espaço quando ele escutou um choro familiar. Ele finalmente tinha encontrado Elena. Damon se aproximou da porta desesperado por não saber como Elena se encontrava e queria saber se alguém havia a machucado.

— Elena? — ele chamou batendo, ou melhor, quase quebrando a porta. — Elena?

— Damon? — ela respondeu com a voz baixinha e chorosa desacreditada que ele estava ali para salva-la.

— Sim, sou eu... Você está bem? — ele perguntou parando de bater na porta.

— Damon... — Ela disse desesperada e ao mesmo tempo feliz. — Eu estou bem sim e você? Está machucado? — Damon suspirou aliviado pela sua Elena estar bem e a admirando por ela se preocupar com ele mesmo ela estando naquela situação.

— Eu estou bem sim Elena. — Ele disse pela primeira vez, doce. — Eu vou te tirar daí.

Elena ficara surpresa com o jeito que Damon falou com ela. Ela pensava que era mais fácil ela morrer do que ver Damon sendo... Normal.

Damon começou a empurrar a porta com os ombros, sem sucesso ele pega a pistola e atira na fechadura. Deu um chute na porta e na mesma hora Elena pulou da cama para abraça-lo, mas acabou caindo no chão e torcendo o pé.

— Aiiiiiiiiiiiiii. — Ela gritou.

Damon correu para socorre-la e viu que sua testa sangrava e não era pela queda. Ele pegou-a no colo com carinho e cuidado e se sentou na cama. Elena o abraçou se aconchegando mais nele. Damon pegou seu pé e ela soltou um gemidinho de dor.

— Desculpa. — Ele pediu e mais uma vez ela se surpreendera.

Damon levantou o pé delicado e pequenino de Elena e beijou com carinho. Como se de algum jeito esse gesto fizesse a dor parasse. Elena estava assustada já... Aquele não era o mesmo Damon. Ele passou as mãos pelo rosto da garota e limpou o sangue que escorria da sua testa.

— Stefan vai pagar muito caro por te machucar... Ah se vai. — Ele disse irado acariciando os cabelos de Elena enquanto a mesma estava praticamente unida a ele. Damon tinha a sensação de que segurava uma boneca. Pequenina e delicada. A sua boneca. O corpo de Elena se encaixava perfeitamente ao corpo dele. Ele aproximou seu rosto do dela e a beijou delicadamente fazendo Elena o puxar mais para si aprofundando o beijo. O beijo logo ganhou mais intensidade... Um beijo de saudade e de... Amor! Apesar de ambos não admitirem. Damon devorava os labios de Elena com saudade, mesmo que ela não tenha passado mais de um dia longe dele. A verdade era que ele não conseguiria ficar longe dela. Elena por sua vez — mesmo com o pé machucado — arrodeou a cintura de Damon com as pernas. Ambos estavam envolvidos por uma sensação extasiante que nem ao menos se importaram por estarem se beijando num momento inoportuno. Damon foi deitando Elena delicadamente na cama para não machuca-la enquanto a beijava com vontade e a mesma acariciava as costas e os braços de Damon.

— Hum... Hum... — Nik pigarreou os assustando e fazendo com que se soltassem imediatamente. Eles olhavam o casal maliciosos pelo fraga.

Elena estava constrangida por ser pega e Damon matava um por um com uma metralhora imaginária por eles interromperem o momento "love" deles.

— Enquanto nós matavamos capangas e a procuravámos ela estava aqui se agarrando ao Damon. — Matt disse risonho e Damon não gostou e o olhou irado fazendo Matt fechar o sorriso.

— Acho bom sairmos daqui. — Jeremy se pronunciou.

— Também acho. — Damon disse carregando Elena no colo.

— Treinando para a lua de mel, Dam? — Nik brincou.

— Ela machucou o pé, idiota. — Damon disse irritado por Nik dizer essas coisas na frente de Elena e a mesma se encontrava totalmente corada.

Ambos correram para a saida e já proximos do carro encontraram Vicent. Damon se lembrou que teria que entregar o presentinho para Stefan e colocou Elena delicadamente no banco da frente e tirou a sacola preta do porta malas. Os outros olharam curiosos para a cena a fim de descobrir o que raios Damon ia fazer com aquela sacola. Damon entregou a cabeça de Kol para Vicent e disse algo para ele fazer. Vicent sorriu maldoso e assentiu. Vicent entrou na casa e quando Damon iria seguir para o carro escuta barulho de tiros. Ele logo vê Eliseu, atirando de longe em sua direção. Damon estava com raiva pelo que ele fez com Elena e seguiu em sua direção. O que ele não esperava era aparecer mais quatros homens armados. Os outros viram e correram para ajuda-lo. Elena quiz sair do carro, mas Jeremy não deixou.

— Fique no carro Elena.

— Mas...

— Apenas fique no carro...

Jeremy disse sério e ela assentiu. Eles trocavam tiros e mais tiros. Damon acertou os ombros de Eliseu que tentava a todo custo o matar. Os outros brigavam e atiravam ao mesmo tempo. Elena estava nervosa e desesperada. E paralisou ao ouvir um tiro. Para ela foi como se tudo passasse em camara lenta. Eliseu sacou outra arma e acertou Damon que caiu no chão.

— DAMONNN! — ela gritou e saiu do carro mancando.

— Elena volte para o carro. — Caroline gritou e ela nem ao menos deu ouvido, ela estava mais preocupada se Damon estava bem ou não. Eliseu estava de costas para ela e não a viu pegando uma barra de ferro amassada que tinha ali e acertar a cabeça dele o fazendo desmair... Ou morrer. Os outros conseguiram matar os outrso capangas e ficaram paralisados ao ver a barra de ferro coberta de sangue e uma Elena paralisada. Ela se agachou e procurou onde a bala havia atingido Damon que a olhava incrédulo. Ela havia acertado um bandido para o salvar e isso era... Inacreditavel. Damon por sorte também levou um tiro de raspão no ombro que com curativos logo sararia. Ela o abraçou forte. Estava com medo dele morrer, mas não admitiria isso.

— Ele está morto? — Matt perguntou.

— Não... — Damon disse. E atirou na cabeça de Eliseu. — Agora está!

Elena ficou assustada, mas não ligou muito. Eliseu iria acabar com a vida de Damon e por sorte ele estava vivo agora.

— Acho melhor irmos embora. — Matt disse e todos concordaram. Damon entregou a chave a Jeremy e sentou-se no banco de trás com Elena no colo.

...

Stefan e Antony haviam acabado de chegar na mansão deles e riam por um motivo futel.

— Espero que Vicent tenha feito nosso jantar, pois estou faminto. — Stefan disse.

— Somos dois meu caro. — Antony disse.

Eles se sentaram na mesa de jantar e o mordomo trouxe um baquete digno de um rei... Da márfia inglesa. Uma deliciosa carne era servida com arroz e legumes fazendo eles comerem com gosto.

— Nossa que bom... Pode colocar mais para mim Josh? — Antony diase.

— Claro senhor.

Assim que o mordomo revelou o "banquete" deles... Ambos pularam da mesa. A cabeça de Kol estava cozida e em sua boca havia uma maça. Era uma visão sinistra e macabra que fez com que o apetite de ambos fossem para o espaço. Antony estava ficando com ansia e ia acabar vomitando. Eles haviam comida a bochecha de Kol e isso não era nada agradável.

— VICENTTTT... — Stefan gritou. Mas não adiantaria nada... Vicent estava longe, bem longe dele. — Josh o que significa isso?

— Eu não sei, Senhor. — Josh disse.

— Leve isso daqui. — Stefan disse enojado e irritado.

— Espere! — Antony disse.

— Por que?

— Olhe! — ele disse apontando para um bilhete grudado na bandeija.

"Querido Stefan... Sei que você me prometeu ser mal e me fazer sofrer, mas infelizmente não cumpriu a sua promessa. Ehhh vejo que você não consiguiu tirar a Elena de mim meu caro e nem vai conseguir... Nunca você vai conseguir me tirar as pessoas que eu amo... Eu não vou deixar... E lembre-se... Se você se acha mal eu sei ser bem pior...

P.s. Espero que tenha apreciado o banquete... Pessoas como você merecem coisas de qualidade.

Damon Salvatore. "

Ao terminar de ler o bilhete Stefan amassou e o jogou longe irado.

— DESGRAÇADO!!! — Gritou. — Você me paga Damon... Ah se paga!

...

Ao chegarem na mansão/cativeiro Damon fez questão de carregar Elena no colo mesmo ela dizendo que não precisava. Ele a levou até a cozinhq para fazer um lanche, pois a mesma estava faminta por passar horas sem comer. Caroline e teve a sensação que Elena fosse comer até o prato de tanta fome que ela estava.

— O que? — ela perguntou ao ver que todos a olhavam.

— Nada. — Disseram em coro.

Assim que Elena terminou de comer pediu de Caroline uma caixa de.primeiros sicorros para Damon Ela pegou a caixinha e seguiu para peero dele.

— O que vai fazer?

— Limpar seu ferimento.

— Não precisa.

— Mais eu quero.

Ela pegou uma gase e passou alcool e logo passou no braço dele que gemeu de dor. Ela assoprou para para de doer, ela cuidava dele com carinho e Damon a olhava encantado. Assim que ela fez o curativo ele a puxou para ela e a beijou.

Elena o abraçou e eles ficaram assim por um tempo até Damon se lembrar do pen drive. Ele se levantou e pegou de sua jaqueta e mostrou a Elena.

— O que tem ai?

— Algo revelador.

Continua...

Notas finais
Esse lance de quem matou os pais de Damon ainda vai dar o que falar... Quem ai morreu por causa de DEX 4X07 e 4X08? Eu morri, mas a Bonnie me ressuscitou... Céus 4x09 também vai ter DEX... Três episodios seguidos é demais para o meu coraçãozinho... Eu particurlamente acho que esse lance de ficarem afastados para quberar a ligação não é verdade... A Charlotte acha que é isso... A Plec adora trollar a gente e nos deixar remoendo para depois nem ser isso...