Kidnapped
14 Many questions and few answers.
Notas iniciais
Gente, me desculpa pela demora e tals, mas depois que o Nyah! deu uma geral, não sei o que aconteceu, EU NÃO CONSEGUIA ATUALIZAR A FIC! aaargh. Fiquei muito fula, mas tudo bem..
Ah, e tem mais, a Ma_ah já escreveu até o 19º, e eu vou ter que correr com os capítulos o mais rápido possivel, se não, adeus eu!
Mas enfim, lá vai e boa leitura! :3
(narrado pela Broke)
As imagens do pesadelo ainda me atormentavam, juntamente com o meu estômago inquieto, estranho eu não ter sentido fome até agora, acho que a minha cabeça estava ocupada demais com outras coisas bem piores do que a minha fome.
Depois de algum tempo que o homem tinha saído, ouço um som de passos e a porta sendo aberta. Ele tinha mesmo voltado, e com comida. Ele entrou no cômodo segurando uma bandeja, minha boca salivava só de sentir o cheiro de comida, ele trancou a porta, puxou uma cadeira que estava no canto do quarto e a colou de frente para a minha, com o encosto virado para mim.
Ele então colocou a bandeja na cadeira e veio em minha direção, eu mal consegui tirar os olhos do prato a minha frente, ele parou atrás de mim e abaixou-se se aproximando da minha orelha e disse aos sussurros.
– Se eu te soltar você promete que vai se comportar? — Eu assenti com a cabeça. Ele começou a soltar as cordas que me prendiam a cadeira. Porque ele está sendo tão legal comigo? Ele me solta. – Pronto.
Eu movi meus braços para frente, eles estavam extremamente doloridos e dormentes, mas eu ainda consegui movê-los. Ele colocou a bandeja no meu colo e se sentou na cadeira pelo lado contrário, apoiando os braços cruzados no encosto da mesma. Ele me fitava.
Eu ainda não tinha tocado na bandeja.
– Pode comer, não é um BigMac mas até que é boa.– Eu encarava a máscara, ele parecia falar a verdade. Olhei para a comida, era um prato de tamanho médio, mais do que eu geralmente como, arroz, salsichas, fritas e alface, a aparência da comida era mesmo muito boa.
Peguei os talheres de plástico descartáveis e levantei o garfo, parando a meio caminho da boca, olhei para o homem que me fitava, ele gesticulou para que eu continuasse, engoli em seco e acabei de levar o garfo a boca, o gosto era maravilhoso, ou a minha fome que era muito grande, mas isso não fazia diferença no momento, eu comi toda a comida que estava no prato. Satisfeita, coloquei a bandeja vazia no chão me ajeitei na cadeira, suspirei.
– Até que você é bem magra pra quem come tão bem assim. — Eu não sei por que mais eu corei quando ele disse aquilo.
– É... Posso te fazer uma pergunta? — Eu falei pela primeira vez depois de um longo tempo. Minha voz estava fraca, provavelmente pela falta de uso, ou pelo frio, estava chovendo lá fora.
– Isso já é uma pergunta, mas tudo bem pode me fazer.
– Por quê? Por que com a gente?
– Bem, eu não posso te responder isso, mas eu posso te falar que não é culpa sua.
– Como assim? — Agora sim, já não estou entendendo merda nenhuma.
– Eu não posso falar mais nada, desculpa.
Eu suspirei. A chuva estava piorando, os relâmpagos iluminavam todo o cômodo através da pequena janela com barras de ferro, me recordando do pesadelo, o que não era nada bom, eu tinha que me distrair, de alguma forma.
– Por que você está sendo tão legal comigo? — Ele não me respondeu de imediato, se levantou da cadeira e parou, de costas para mim de frente para a janela.
– Não sei, só não tenho nada contra você. — Ele respondeu sem se virar.
– E os outros têm alguma coisa contra mim?
– Não, acho que não, exceto o Saw, mas não é nada muito pessoal.– Ele agora tinha se virado para me olhar ao responder.
– Saw? O homem com a máscara dos Jogos Mortais? — Ele fez um barulho, entre um engasgo e uma risada, antes de me responder.
– É, ele mesmo.
– Qual o motivo da risada?
– Risada? Ah nada, nada não. — Eu lancei um olhar de reprovação, mas, como eu sabia que ele não falaria mais nada, desisti.
– Ahm... E o "nada muito pessoal"? — Eu perguntei depois de algum tempo.
– Bem... — Ele parecia medir as palavras antes de falar, até que ele deu de ombros e respondeu. – A única coisa que ele tem contra você é o fato da sua melhor amiga ser a Maddison.
Eu engasguei. Minha expressão era de horror, depois de perceber o meu estado de choque, ele disse:
– Eu tenho que ir.
– Ir...? — Eu já não raciocinava.
– Sim, acabou meu turno. E... Tenta não gritar nem nada, eu não posso te garantir que os “outros” serão tão legais quanto eu. — Ele acabou de falar e saiu com a expressão vazia e culpada ao mesmo tempo, trancou a porta novamente.
Notas finais
Pois é minha gente vou explicar esse negócio dos capítulos '-'
Como sou uma amiga MARAVILHOSA, fui ver se a Ma_ah não queria ajuda pra digitar os capítulos - já que ela tá entupida de prova e trabalho pra fazer -, então, quando ela veio me ver, me deu (15..16..17..) CINCO CAPÍTULOS PRA DIGITAR! Então, provavelmente vai demorar denovo, porque talvez eu não tenha tempo, mas vou me esforçar, por vocês! *-*
uhm.. 30STM veio pro Brasil minha gente, quanta emoção não? Só que eu não fui, então acabou a emoção. E.. Ér, se tiver reviews vou ficar SUPERFELIZ e vou digitar os capítulos e postar, tudo rápidinho zum zum zum.. Então, mexam-se U__U
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