“Eu me lembro do tempo em que era um anjo, amava a Deus e toda a criação dele, não conhecia o mal e nem toda a maldade e as intenções nefastas daqueles chamados humanos, o meu maior erro foi um dia ter confiado e amado um ser como aquele, esse erro destruiu a minha vida.”

Stulte estava estranhando o comportamento de Meta, desde que a duas saíram daquele lugar ela estava estranha e a morena começou a especular:

-O que seria essa mulher, será que ela é um anjo? Não pode ser, anjos não deveriam ser bondosos, ela só pode ser algum tipo de demônio...

O lugar onde elas estavam agora era completamente diferente dos outros, era bem animado, pessoas por todos os lados, ciganos, gente dançando, cantando, bêbados e prostitutas, esse lugar trazia nostalgia à Stulte, pois era exatamente como o lugar que ela vivia, de repente Meta parou de andar, olhou para trás e falou, “eu tenho que resolver uma coisa, fique aqui, mas não toque em nada e nem fale com ninguém”

-mas- antes que a humana pudesse continuar a frase a outra desapareceu.

“Que estranha, qual deve ser o problema dela?!” Stulte pensou.

Um homem estava em um cemitério perto do túmulo de um indigente, uma cadelinha já idosa estava em sua companhia.

-Não adianta mais ficar aqui, ele não vai mais voltar- o homem estava tentando inutilmente explicar para o animal, que o seu dono estava morto, a cadelinha todos os dias continuava com sua rotina de vigiar o túmulo de seu ex dono.

-Isso é tudo culpa minha... Lamentou, o jovem.

-É mesmo- uma voz suave de mulher apareceu do nada e o rapaz virou se assustado.

-Quem é você? Perguntou, assustado.

-O seu primeiro erro foi não reconhecer Nayuta com sua essência feminina, Zack- a mulher continuou.

-Como você sabe meu nome? Ele perguntou assustado.

-Não interessa quem eu sou, só vim aqui avisá-lo de que se quiser se redimir com ela terá que fazer uma coisa...

-Mas antes de qualquer coisa você precisa botar isto- ela pós uma venda nos olhos dele.

-O que está fazendo?

-Você quer vê-la novamente, precisa confiar em mim.

-Ok, mas o que vai fazer?!

-Vamos voar! Antes que ele pudesse articular alguma coisa para falar, sentiu se sendo levantado do chão.

-Você lembra quando prometeu a ela que vocês dois iriam morar naquele prédio belíssimo e alto- a mulher perguntou com uma voz cínica.

-Mas o que isso tem a ver agora? Ele gritou assustado.

-Eu vou ajudar você- A mulher largou Zack no meio do ar, quando ele se sentiu caindo , ficou desesperado e começou a gritar até atingir o chão, a última coisa que sentiu foi a dor excruciante de ter seu corpo repartido ao meio.

-Pelo menos na morte, você vai conseguir realizar os seus sonhos- riu debochadamente.

Notas finais
Nem dá mais vontade de escrever, ninguém lê mesmo...
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.