Notas iniciais
Gente, dei uma priorizada em escrever um artigo pra faculdade e tô passando aqui só pra dropar o capítulo mesmo KKK amanhã de manhã pretendo ler as drabbles e responder comentários. Usei hétego como febril.

"Hoje, nós viemos aprender o que é ser homem!"

A bibliotecária, parecida com a presidente da Barbielândia, encarou longamente os dois — segurando uma risada. O rubor de sua pele era hétego.

"Estão no lugar certo. Não recomendo muito a internet pra esse caso. Venham, vou separar material para vocês."

Na mesa da sala de leitura, duas pilhas: uma para a faixa etária do menino, outra para Ken. Iriam comentar suas leituras depois.

Ken já podia afirmar que era uma experiência diferente da vez que descobriu o patriarcado. Talvez "ser homem" ou "másculo" fosse tão artificial quanto ser boneco. Quem diria?

Notas finais
A bibliotecária evitando que os dois caiam em grupo incel na internet KSHAKAK como faz a diferença ter uma profissional capacitada para mediar a informação, DEUSSS!