Keep moving slow

19 Tudo o que preciso eu encontrei em você


Notas iniciais
Olá pessoinhas, tudo certo? Peço desculpas pela demora e por não ter respondido os comentários do capitulo anterior. Estou bem ocupada nos últimos dias, e estou fazendo ao máximo para não faltar com vocês. Espero que entendam. Sobre o capitulo de hoje... Eu li os comentários sim, apesar de não responder, afinal demanda tempo. E gente... Não me matem, hahahha Sei que vocês querem hot, e por isso tive que apressar um pouco os acontecimentos né! Mas o que vocês não me pedem sorrindo que eu não faço chorando? ~Pera, acho que não é assim o ditado~ Enfim... Aproveitem.

"I wear my heart on my sleeve." — Princess Diana

Na manhã seguinte, os quatro amigos levantaram cedo, queriam aproveitar o máximo do dia na praia, usufruindo do calor do sol. Os garotos carregavam algumas cadeiras e um guarda-sol, seguindo um pouco de longe duas garotas que andavam as presas em direção ao mar.

Adrien estava um pouco silencioso desde que acordara. A situação da noite anterior o tinha deixado um pouco apreensivo. Pela falta de resposta da azulada, ele pode perceber que ela não tinha experiências com aquilo, com sexo.

Não queria que ela se sentisse pressionada ou com medo, mas era cada vez mais difícil se manter sã perto dela. Resistir ao corpo dela, a voz, ao cheiro... Tudo que emanava dela. A pessoa que mais amava.

Bufou pela quinta vez na manhã.

— Vamos, diga o que está acontecendo? – Nino andava ao lado do loiro. Notara a falta de animo dele. – Não aguento mais essa tua cara.

— Nino... – Olhou sério para o amigo. Se tinha alguém que podia o ajudar era o moreno. – A Alya perdeu a virgindade com você, não foi?

— M-Mas que tipo de p-pergunta é essa? – O garoto exclamou surpreso.

— Um pergunta direta... Mas agora me responda: Perdeu ou não?

— Sim... Mas o que você quer saber com isso? – Levantou os ombros em duvida. Suas mãos estavam ocupadas.

— É que a Mari... Ela... E eu... É que. – Ele não sabia como abordar o assunto sem parecer um completo tapado. Ou um completo tarado.

— Você e a Mari fizeram? – Arregalou os olhos.

— Não, é essa a questão. – Suspirou frustrado pela decima vez naquele dia. – Ela está com medo e eu não sei o que fazer para ela ficar mais tranquila. Eu já estou enlouquecendo.

— Ah isso. – Nino finalmente compreendeu do que se tratava a situação: tensão sexual. – Olha, já pensou em conversar com ela sobre isso?

— E eu vou falar o que exatamente? – O encarou descrente – “Mari, eu quero muito, mas muito mesmo ir para a cama com você, mas ta complicado por que você é virgem e eu não sei o que fazer. Só sei que quero muito fazer amor com você.”

— Colocando nessas palavras você também não colabora.

— Eu não sei o que fazer, Nino. – Eles estavam a poucos metros da praia. De longe enxergou Marinette lhe acenando alegremente. Sorriu para ela. – Eu nunca aprendi a ter esse tipo de cuidado. Eu não precisava antes...

— Mas a situação agora é outra. A Marinette é diferente da Lila, ela precisa de cuidado e calma...

Os dois alcançaram as meninas e colocaram a bagagem na areia. Marinette já estava com os pés na água, sentindo o mar gelado em seus dedos. Adrien sorriu com a cena. Ela parecia uma menininha inocente.

Parecia...

Ele conhecia Ladybug e sua selvageria.

Como uma pessoa podia ter duas personalidades tão distintas?

— Adrien vem... – A mestiça gritou o chamando.

— Já estou indo. – Respondeu de volta. Ele e Nino colocavam as cadeiras e guarda-sol na areia. Tirou a camisa que lhe protegia o dorso e a colocou sobre a cadeira.

— Se está tão aflito assim, podia começar de vagar. – Nino comentou, já estava sentado tranquilamente em uma cadeira. O loiro o encarou confuso. – Preliminares sabe... Mostre que é uma coisa boa, vá com calma e a deixe relaxada... Mas se eu fosse você, realmente conversaria com ela.

— Obrigado pela dica. – Sorriu para o amigo e se afastou, indo em direção a sua mestiça.

Marinette vestia um vestido simples por cima do biquíni, o cabelo estava preso em um coque alto. Alya havia levado sua tolha para junto das cadeiras, deixando a garota sozinha, aproveitando a imensidão azul a sua frente.

Adrien se aproximou de mansinho e a abraçou por trás sorrateiramente, fazendo com que a azulada se assustasse e depois risse ao perceber de quem se tratava.

— Isso aqui é lindo não é? – Ela olhava para o mar encantada.

— Devo concordar com você. – Mas o que ele olhava não era o mar. Ela virou a cabeça e notou olhar verde dele sobre si.

— Gato idiota.

— Você realmente gosta de me chamar assim não é?

— “Não tenho culpa se faz parte do meu charme”

— Ei, essa frase é minha. – Ele reclamou e apertou mais os braços ao redor dela, a tirando do chão por uns instantes, arrancando risos da mestiça. – Vamos entrar ou não?

— Vamos sim.

— E você vai entrar de vestido? – Arqueou a sobrancelha.

— Ah isso... É verdade. – A garota corou. Ficar de biquíni na frente dele era quase como ficar de lingerie. O que a fez recordar da noite anterior. Seu corpo queimava em desejo, o meio dar pernas se umidificava, a pressão incomoda no baixo ventre, a boca dele em seu corpo. Todas essas recordações faziam faíscas se acenderem em seu interior.

O loiro a viu hesitando e se aproximou dela.

— Tudo bem?

— S-Sim... E-Eu só... – O que responderia para ele? Que ficava excitada perto dele. Que o queria mais tinha medo. O loiro segurou a barra do vestido dela e o puxou um pouco para cima, fazendo com que a mestiça o encarasse assustada.

— Fique tranquila Mari. Eu só quero levar isso para junto das nossas coisas. – Ela concordou com a cabeça e levantou os braços, ajudando ele a passar o vestido pelo seu corpo.

Seu biquíni era comportado. Peças neutras pretas e vermelhas com algumas bolinhas brancas. O loiro sorriu.

— Ladybug deixa o clube, mas o clube não deixa a Ladybug. – Ele riu. Foi em direção as cadeiras de praia e deixou o vestido dela junto a sua camiseta. Nino não estava mais lá. Olhou para longe o viu junto a namorada andando pela areia. Voltou para junto da sua azulada. – Vamos...

Lhe estendeu a mão, que foi pega rapidamente, e os dois foram entrando calmamente na água. O mar estava calmo, perfeito para que eles aproveitassem um ao outro.

Conforme o mar ficava mais fundo, Marinette tinha dificuldades para acompanhar o loiro.

— Adrien. – Ela o chamou e ele se virou para ela. A água batia na cintura do rapaz. – Está ficando fundo de mais para mim.

— Vem cá então. – Ele a puxou para si, obrigando que ela o abraçasse com as pernas ao redor da cintura e apoiasse as mãos em seus ombros. Ele colocou as mãos em suas coxas, a sustentando melhor.

Continuaram a andar para o fundo. Até que a água lhes alcançasse as costas.

— Eu queria falar uma coisa com você... – O loiro estava envergonhado. Não sabia como ela reagiria aquele assunto. – Sobre ontem...

— Ontem?

— É... Sobre nós... Você sabe... – Esperava que ela entendesse onde ele queria chegar.

— Ah. – Ela entendeu. O vermelho que se espalhava em seu rosto era evidente. – O q-que tem o-ontem?

— É que eu n-não quero que você f-fique com medo, não comigo... Eu nunca te machucaria, sabe disso. – Por mais corado que estivesse, buscava os olhos dela. Buscava mostrar todo o amor que tinha a oferecer.

— Eu não tenho m-medo de você. Não é i-isso. – Ela suspirou. – Eu só não s-sei o que fazer, como agir... – Ela balançou a cabeça negativamente. – Eu q-quero você, quero m-muito, mas...

Ela não conseguia mais encara-lo. Estava envergonhada de mais para isso.

O loiro sorriu, estando agora um pouco mais aliviado.

— Vamos aos poucos então, me deixe te ensinar... – falava próximo ao ouvido dela, lhe causando arrepios profundos. – Por que eu também te quero muito. Você me faz perder a cabeça, sabe disso não é? – Depositou um beijo na hélice da orelha. Causando mais um arrepio na mestiça.

— Adrien... – Ela gemeu baixinho. – Aqui n-não, por favor...

— Tudo bem, aqui não... – Sorriu de canto.

Os dois ficaram aproveitando o mais por mais algum tempo, até que de longe avistaram os amigos acenando para eles voltarem. O loiro foi caminhando em direção a areia, e quando ficou raso o suficiente, Marinette soltou-se dele e foi caminhando a seu lado.

Alya e Nino estavam sentados nas cadeiras protegidos pelo guarda-sol, quando os amigos juntaram-se a eles ofereceram o sorvete que seguravam. Marinette e Adrien se sentaram em cima de uma toalha grossa estendida sobre a areia.

— Eu estava pensando uma coisa... – Alya começou.

— Lá vem bomba... – Adrien comentou. O garoto estava sentado ao lado da namorada.

— Bomba nada... Enfim, essa semana é o aniversário do Nino. E a gente podia fazer alguma coisa...

— Tipo um bolo? – Marinette questionou.

— Tipo sair, festar... Essas coisas. – Esclareceu a avermelhada.

— O aniversário é meu e você, e é quem está decidindo as coisas. É isso mesmo? – Nino a encarava com um ar de sarcasmo.

— Se depender de você, nós ficaríamos trancados em casa. – Respondeu emburrada.

— Ficar em casa com você não seria uma má ideia... – O moreno sorriu maroto.

— Ah “oi”. Estamos aqui também... – Adrien exclamou. Aqueles dois não tomavam jeito mesmo.

— Vamos sair sim... Sem discussões.

— Ok, ok. Você que manda. – Nino suspirou vencido. Quando Alya teimava com alguma coisa era difícil faze-la mudar de ideias, quase uma missão impossível. Já que não havia muito que se fazer, só podia aceitar a situação.

— Quando vamos? – Marinette perguntou curiosa. O sorvete já havia acabado e ela estava encostada levemente contra o loiro.

— Estava pensando em irmos na quarta-feira. Pelo que eu vi na programação do clube que tem aqui. Vai ser uma festa estilo baile de mascaras, só quem sem toda aquela coisa de vestidos e afins. – Sorriu animada.

— Mascaras? – A mestiça arqueou a sobrancelha.

— Sim... Estava pensando que podíamos dar uma passadinha lá. Se é que me endente.

— E você trouxe suas roupas por um acaso Wi-Fi? – Adrien questionou irônico.

— Não, mas nisso podemos dar um jeito. Posso arranjar uma fantasia de gato para você, se quiser. Viria até com orelhas e um rabo. – Respondeu sarcástica.

Esses dois quando inventavam de discutir, não tinham limites. Marinette não conseguia entender como é que não se mataram até hoje. Com certeza deveria ser por causa do Nino. Ele é quem apazigua as coisas.

— Gente, chega disso, por favor... – A azulada se pronunciou.

— Tudo bem, eu paro... Mas foi ele quem começou.

— EU? – O loiro apontou o dedo para si mesmo e depois bufou.

— Chega. Depois nós resolvemos isso. – Marinette riu. O bico que se formava nos lábios do loiro era hilário. Adrien olhou para ela, sorriu e roubou-lhe um selinho. Os lábios dela estavam com sabor de sorvete.

A tarde que passaram na praia foi extremamente agradável. Marinette ficou no mar até seus dedos enrugarem, e a boca salivar por água. Não haviam almoçado, somente petiscado algumas coisas ao longo da tarde, o que no fim do dia, os deixou com uma fome tremenda.

Voltaram para casa no final da tarde, vendo o sol se por no horizonte, tingindo o céu em tons de laranja, rosa e vermelho, escondendo-se entre as montanhas, criando um lindo cenário, usando a cidade como moldura.

— Preciso de um banho... – Adrien reclamou. Sentia-se cansado, passara toda a tarde no mar com a azulada, sendo a ancora dos dois corpos contra a maré.

— Eu quero a minha cama... – Foi a vez de Nino reclamar.

— Eu só quero comer alguma coisa. – Alya falou em seguida. – E você Mari? Alguma reclamação para por na lista?

— As três opções anteriores. – Ela respondeu e todos riram.

Chegaram à casa, e todos concordaram que as garotas deveriam tomar banho primeiro. Nino e Adrien se comprometeram a começar o jantar. Sorte que o moreno sabia cozinhar.

Marinette colocou-se de molho em baixo do chuveiro, buscando tirar o máximo de sal do corpo. Ela gostava muito da praia, mas o sal no corpo, ela dispensaria se pudesse. Lavou os cabelos, deixando-os de molho no creme enquanto lavava o corpo. Quando terminou, enrolou-se em uma toalha e foi para o quarto, se trocando em seguida.

Desceu as escadas, seu cabelos ainda úmidos, deixando cair pequenas gotículas de água sobre as costas do vestido que usava. Assim que pisou no andar inferior, o cheiro de tempero lhe atingiu em cheio.

Orégano, sal, cebola, alho, pimenta...

Uma mistura agradável, que fazia seu estomago ferver.

Foi em direção à cozinha e a cena que viu, de longe era uma das mais sexys.

Adrien usando uma bermuda que lhe colava na bunda, sem camisa, somente com um avental branco por cima do corpo. Ele estava concentrado de mais na tarefa que o amigo lhe passara, para notar que a mestiça estava no local.

Atrás da azulada, Alya se aproximava, parando ao lado da garota, admirando a cena também. E que ótima cena.

Nino foi o primeiro a perceber as duas garotas paradas na porta, sorriu e virou-se para elas.

— Aproveitando a vista?

— Pode apostar que sim. – Respondeu a avermelhada.

— Bom saber disso. – Riu e Adrien virou-se em direção a elas também, quase deixando a faca em sua mão escapar.

Marinette foi rapidamente ao seu lado, tirando o objeto cortante de sua mão.

— Adrien, cuidado. Não pode se distrair com uma faca na mão. – O repreendeu.

— Desculpa. – Sorriu envergonhado.

— Bom, subam vocês dois para o banho, nós duas terminamos aqui. – Alya se pronunciou e os dois obedeceram. Deixando as duas amigas sozinhas em silencio.

Marinette continuou o trabalho que o loiro estava fazendo. Cortando alguns vegetais em cubos. Alya ficava de olho nas panelas com água fervente e molho.

— Alya, posso te perguntar uma coisa?

— Claro.

— Como é fazer sexo? – Seu rosto esquentou ao ouvir a perceber que realmente fez aquela pergunta.

— Sexo? – Alya ficou quieta por uns instantes. – É ótimo, você se sente bem, seu corpo fica relaxado, sua cabeça parece que vai para lua. – Riu da comparação. – Está pensando em fazer com o Adrien?

— E-Eu? C-claro que n-não...

— A verdade...

— T-talvez... – Baixou a cabeça, fitando a taboa com os vegetais cortados.

— Vou considerar sua repentina gagueira como um sim. – Alya virou-se e foi em direção a mestiça, encostando-se no balcão ao lado dela. – Está com medo não é?

— Um pouco. – Confessou com a voz baixa.

— Não precisa. – A avermelhada sorriu. – Eu vou te contar uma coisa...

Depois do jantar e da louça estar limpa, os quatro combinaram que sairiam no dia seguinte para comprar algumas coisas para a noite no clube. Alya disse que estava sem tinta e todos estavam cansados de mais para entrar em uma discussão com ela.

A mestiça subiu sem pressa para o quarto; dormiria como uma pedra essa noite, tinha certeza. Adrien já estava encostado na cama quando ela chegou. As costas coladas na cabeceira cama, o dorso nu, a cabeça jogada para trás, mantendo os olhos fechados. Seu peito subia e descia lentamente conforme a sua respiração. Emanava calma e tranquilidade.

— Estou começando a achar, que você está gostado de mais ficar sem camisa por ai... — Ela entrou no quarto e fechou a porta.

— Talvez eu esteja mesmo. – Ele sorriu abrindo os olhos, buscando os azuis dela. Lhe estendeu a mão, convidando a se juntar a ele. A passos lentos, ela se aproximou e sentou-se ao seu lado, encostando a cabeça em seu ombro e fechando os olhos.

A azulada havia tomado uma decisão depois da conversa que teve com Alya. Não deixaria que o medo ditasse sua vida ou freasse seus desejos.

Seu coração batia descompassado. Seu corpo tremia levemente. Em um surto de coragem, desencostou-se dele e sentou-se em seu colo, vendo o garoto a olhar surpreso.

— Eu q-quero tentar. Quero você... Sei que não vai me m-machucar. – Ela respirou fundo, tomando coragem. – Eu quero fazer isso com você. Quero fazer por que te amo. Por que te quero por inteiro.

— Mari... – Ele estava atônico. – V-Você... Você disse que me ama...

Era a primeira vez que escutava aquelas palavras vidas dela. Dizendo que o amava.

Sempre teve medo de ser aquele que gostava de mais. Por isso nunca falava nada. Mas demonstrava.

Mas agora sabia. Podia morrer feliz.

— Eu... Disse... – Ela mesma não se escutou dizendo aquilo. Sabia do sentimento, só nunca o colocou em palavras. Ela o amava e isso era claro como água. Sempre foi.

Repentinamente ele segurou o rosto dela entre as mãos e a beijou com sofreguidão. Sentia que seu coração explodiria de felicidade. Puxava o rosto dela para si, buscando provar ao máximo o gosto daqueles lábios avermelhados. Abria a boca, querendo o contato da sua língua contra a dela.

Separou os lábios dos dela com brusquidão; a ausência de ar lhes queimava o pulmão. Ela puxava o ar pela boca desesperadamente, buscou os olhos dele e encontrou lá algo um tom de verde que nunca havia visto antes. Brilhava um verde escuro, selvagens e intensos.

Seu corpo todo se arrepiou e o ar se extinguiu do local.

— Também te amo... Muito, muito mesmo. – Ele sorriu, colando a testa a dela, roçando seus narizes, buscando seus lábios impetuosamente.

Abraçou-a pela cintura, inclinando seus corpos até que as costas dela encostassem-se no colchão, cobrindo o corpo dela com o seu, passeando a mão livre pela sua silhueta, apertando tudo onde sua mão tocava, em busca de um contato maior.

As mãos dela lhe agarravam os fios loiros, os prendendo entre os dedos, os puxando, oras simplesmente passeando no mar dourado, visando um contato maior entre suas bocas e seus corpos.

Os pulmões já reclamavam novamente, mas ele não queria se desgrudar dela de jeito nenhum. Desceu a boca pelo rosto dela, lhe mordiscando os lábios, o queixo, indo em direção ao pescoço, delicado e macio, só a espera dele.

Ela inclinava a cabeça para trás, buscando por ar, sentindo seu corpo todo se arrepiar; sentiu os beijos dele descendo e tombou a cabeça para o lado lhe dando espaço.

O loiro rapidamente iniciou uma sessão de beijos molhados e chupadas fortes em varias áreas do pescoço da garota. Agora sim ficaria roxo. Tinha certeza disso. Mas agora ela estaria marcada. Marcada como dele. Assim como ele era inteiramente dela.

Chupava, lambia e oras lhe mordia a pele macia do pescoço da azulada. Pequenos pontos roxos já se formavam. Próximo à orelha, clavícula, bem no centro. O garoto sorriu satisfeito. Passou a descer ainda mais a boca. A gola do vestido não era alta. Mas era grande o suficiente para deixa-lo irritado com aquela peça de roupa.

Afastou-se dela um momento, encarando a mestiça encantado. Os cabelos estavam espalhados pelo lençol bagunçado, a boca entre aberta e inchada, respirando forte. Os olhos dela fitavam os seus. Eles estavam azuis como nunca, revoltos. Um arrepio lhe passou pela espira.

Ele sorriu maroto.

Saiu de cima da garota que o encarou confusa. Segurou-a pela cintura e a ajudou a se sentar na cama. Ele já estava sem camisa, o que era meio trabalho feito, mas ela ainda estava vestida de mais para o gosto dele.

Alcançou a barra do vestido e o foi puxando para fora do corpo da garota. Marinette levantou os braços, deixando com que o loiro lhe retirasse a peça. A mestiça estava se deixando levar, assim como Alya havia lhe dito para fazer. Deveria confiar no loiro, no seu namorado. E era isso que estava fazendo, por mais que seu corpo todo tremesse, e seu coração parecesse querer sair pela boca.

Adrien jogou a peça em um canto qualquer. Olhou admirado para o corpo da azulada. É claro que a havia visto de biquíni, mas aqui a situação era outra. O conjunto de lingerie era completamente preto, com alguns detalhes de renda. Um contraste perfeito com a pele clara da garota.

Lhe abriu um sorriso doce ao notar a face corada da mestiça.

— Você é a coisa mais linda que eu já vi na vida. – Aproximava-se dela lentamente.

— Exagerado... – Murmurou.

— Nunca... Só sou sincero. – A segurou pela cintura, fazendo-a se sentar em seu colo, no centro da cama, com uma perna da cada lado, contornando o corpo dele. Adrien passou os dedos delicadamente pelo rosto corado dela e voltou a beijar, só que com mais calma agora.

Enlaçava a língua a dela, sentia seu gosto e ela o seu. Passeava os dedos pelas costas e costelas da mestiça, causando arrepios que lhe subiam a espinha e irisavam a pele dos braços.

Encontrou o fecho do sutiã e passou a brincar com ele por momento, o abrindo lentamente, até que estivesse completamente solto.

Marinette sentiu o fecho soltar e seu coração perdeu uma batida. Meu Deus. Como é que ela poderia estar pronta para aquilo?

Os braços dela estavam ao redor do pescoço do loiro, os apertou mais, tentando evitar que a peça lhe deixasse o corpo. Seu corpo tremia de ansiedade. Tanto no bom quanto no mal sentido. A confusão de sentimentos era enorme.

— Está tudo bem... Vamos com calma, não se preocupe. – Ele sussurrou no ouvido dela. Adrien a sentiu ficar tença assim que soltou a peça do corpo dela. – Me deixe te dar prazer. Te fazer se sentir bem...

Ele lhe beijava os ombros, descendo as alças do sutiã com delicadeza. Ela respirou fundo, afastou o corpo do dela, deixando a peça terminar de escorregar pelos seus braços, até estarem completamente fora de seu corpo.

O loiro estava admirado. O peito dela subia e descia lentamente, fazendo os seios desnudos subirem e descerem. Graças a luz vinda da janela, conseguia enxergar o contorno dos seios medianos e os mamilos rosados.

Voltou a se inclinar e beijar-lhe os ombros, descendo lentamente a boca, enquanto as mãos estavam dispostas na cintura dela, sentindo o contado direto daquela pele macia contra a sua mão. Inclinava o corpo dela lentamente para trás, até que sua cabeça alcançasse os travesseiros suaves e fofos.

Descia os beijos, seguindo para o colo da garota, depositando pequenos chupões ao longo do percurso. Uma das mãos foi subindo-lhe o corpo, indo em direção ao seio desprotegido, o agarrando e apertando levemente entre os dedos.

— Ah. – Ela gemeu abafado, pressionando os lábios com força.

Continuou a desferir beijos molhados, até que a boca alcançou o alvo. Umedeceu os lábios e depositou um beijo casto sobre o mamilo irisado, deixando o corpo da azulada arrepiado. Beijou novamente e depois o tomou entre os lábios, passando a língua quente sobre ele, o chupando oras com força, oras fraco. Os deixava úmidos para depois sobrar o ar sobre eles, para poder ver o corpo todo dela se arrepiar.

Ela tentava contar os gemidos a todo custo. As sensações se apoderam do seu corpo com força; sem se quer perceber, suas mão já estava no cabelo dele, puxando os fios com força, mexendo as pernas inquieta, buscando aliviar a pressão em seu baixo ventre.

As mãos do loiro se ocupavam entre apertar-lhe os seios e as coxas. Sentia as pernas dela se moverem inquietas, com toda certeza ela já estava bastante excitada. Por que ele estava.

O membro latejava incomodo dentro da cueca. Sentia-se apertado, queria muito se livrar daquelas peças incomodas, mas não queria assustar ela. Primeiro tinha que garantir que ela estivesse relaxada, ou então a assustaria se fosse com pressa.

Foi descendo os beijos pela barriga dela, os dedos enlaçando as laterais da calcinha, baixando lentamente. Ela encarava corada a todos os movimentos que ele fazia. Seu coração batia tão forte em seu peito que chegava a doer.

— Você vai...?

— Ainda não... Só relaxe está bem? – Ele sorriu e ela acenou com a cabeça concordando. Voltando a encostar a cabeça nos travesseiros. A peça já estava fora de seu corpo. Ela juntou as pernas e ele riu baixo.

Colocou uma mão em cada joelho, forçando um pouco para que ela abrisse as pernas ao menos um pouco. Não conseguia. Ela fazia força também. Sorriu novamente. Subiu o corpo, ficando com o rosto próximo ao dela. Beijou-lhe a bochecha, a ponta do nariz, a testa e finalmente a boca. Um beijo doce e suave. A deixaria relaxada.

Massageava os seios dela, usando a mão e a boca. Com o próprio joelho ajudou a separar as pernas dela, colocando a sua entre elas, evitando que se fechassem novamente. Escorregou uma mão pela barriga dela, descendo em direção a virilha.

Parou a poucos centímetros do lugar, levantou a cabeça e buscou os olhos dela. Estavam fechados, a boca entre aberta, respirando pesadamente.

Desceu mais um pouco a mão e alcançou seu alvo. Passou o dedo médio delicadamente sobre a extensão, subindo e descendo. Até encontrar o clitóris e se concentrar ali.

— Ah. – O gemido foi alto e claro. Assustada ela cobriu a boca com as mãos, arregalando os olhos. Aquela voz era realmente sua? Levantou um pouco a cabeça e encontrou os olhos verdes do loiro a fitando intensamente. Seu corpo inteiro tremeu.

Agora, com mais facilidade, conseguiu separar as pernas dela, colocando-se entre elas. Foi descendo o corpo pelo dela, enquanto desferia beijos pela extensão de seu abdômen. Levou ambas as mãos as coxas dela, massageando-as enquanto as separavas ainda mais. A garota era flexível, ele sabia.

E o fato em si era maravilhoso.

Apoiou-lhe uma das pernas no ombro, enquanto mantinha a outra presa a cama. La estava ela, toda exposta para ele. Úmida, rosada e pulsando. Passava os dedos pelo contorno dos lábios maiores, a deixando apreensiva por um contado mais direto. Ela respirava fundo e se mexia inquieta.

Aquela posição era muito constrangedora. Ele a olhando tão diretamente... Tão exposta.

Com o indicador a tocou diretamente no clitóris, o peito dela subiu alto, o sangue sumiu de seu estomago, o fazendo formigar. Aquela sensação era maravilhosa. Sentir ele lhe tocando, lhe causando arrepios, fazendo o coração bater tanto a ponto de achar que iria explodir.

Marinette tentava a todo custo frear os gemidos que lhe escapavam pela boca. Eles estavam ficando cada vez mais altos e constantes. Quando mais rápido e mais forte ele lhe tocava, mais complicado o trabalho ficava.

Ela estava completamente ensopada. A excitação já lhe escorria as pernas e manchava o lençol. Mas ainda precisava ficar mais, na opinião do loiro. A queria o mais relaxada possível para quando chegasse a hora.

Ela estava com os olhos fechados, completamente entregue aos toques dele. As sensações de prazer fazia seu corpo ter pequenos espasmos. Aquilo era totalmente diferente de se masturbar. De ela tocar a si mesma. Ter ele ali era mil vezes melhor.

Adrien já não estava aguentando mais. Foi descendo ele mesmo a bermuda e a cueca, seu membro pulsava dolorido. Deus, por quanto tempo ainda aguentaria?

Não muito mais, com toda certeza.

A azulada foi pega de surpresa quando sentiu seu clitóris ser sugado com força. Um breve grito lhe escapou da garganta. Olhou para baixo, surpresa, e encontrou o loiro com o rosto afundado entre as suas pernas.

Ele horas a chupava, oras a lambia, passando a língua quente por toda a extensão. Pressionava a perna dela fortemente contra a cama, deixando os dedos marcados na pele clara.

Os lábios dela doíam, já os estava pressionados a tempo de mais, tentando conter os gemidos e gritos que vinham a cada pressão mais forte que ele exercia sobre si. Seu corpo tremia, o ventre se apertava, as pernas amoleciam. Estava realmente gozando, ali na frente dele, na boca dele?

“Oh céus”. Pensou.

Ele sentiu as pernas dela o apertarem o ombro. Ela estava quase lá. Ótimo. Continuo a passar a linga sobre os lábios maiores e menores da vulva dela, chegando a penetrar a ponta da língua em seu canal. Pronto. Era só o que faltava, e ela se derramou.

Marinette sentiu seu corpo todo tremer forte e depois um onde passou pelo seu corpo, amolecendo todos os seus membros, relaxando seu corpo todo.

Mante os olhos fechados, respirando lentamente, buscando acalmar seu coração que batia frenético no peito.

Ela se quer notou o loiro se afastando de seu corpo. Estava atordoada de mais para isso. Mole de mais. Se quer tinha forçar para abrir os olhos naquele momento.

Adrien saiu do meio dela, indo até sua bolsa, pegando uma camisinha e a colocando rapidamente, não estava mais conseguindo aguentar. Vela assim, toda relaxada pelo prazer que ele lhe proporcionou, o deixava orgulhoso.

Ele voltou de mansinho, se colocou de joelhos na cama, entre as pernas dela. Desceu o tronco, levando o rosto junto ao dela. Beijou-lhe a bochecha, depois a testa e afastou-se, a vendo o encarar com os olhos azuis brilhantes.

— Tudo bem? – Perguntou com a voz rouca. Deus, nem a própria voz ele estava conseguindo controlar agora.

— S-Sim... T-tudo bem. – Ele falava pausadamente, respirava fundo, tentando acalmar o corpo.

O loiro sorriu e a beijou de leve nos lábios. Ficou com a testa colada a dela, esperando que ela se acalmasse um pouco.

Quando já notou que a respiração estava se normalizando, afastou o rosto do dela e a olho fundo nos olhos. Azuis contra os verdes. Ambos brilhantes, ansiosos.

— Posso? – A voz era baixa, sussurrada.

Ela respirou fundo e concordou com a cabeça. Era agora. Não tinha como fugir.

Seu estomago formigava inquieto.

Adrien separou melhor as pernas dela, lhe dando mais espaço. Segurou o membro nas mãos e foi o inclinando lentamente para dentro dela. Ela era apertada, estava difícil entrar. Respirou fundo e levou um dos braços para baixo do corpo dela, circulando o quadril, o elevando um pouco.

Inclinou o quadril novamente, fazendo com que a cabeça de seu membro entrasse lentamente. Respirou fundo assim que a primeira parte se encaixou. Olhou para a mestiça, que mantinha os olhos fechados e a boca aberta, o peito subindo e descendo lentamente.

Continuou a mover a pélvis em direção ao corpo dela, até que sentiu a tão famosa barreira, o impedir de continuar. Era chegada a hora.

Forçou um pouco, e a garota fechou os olhos com força. Ele parou.

— Eu vou ter que forçar...

— E-eu sei... – A voz dela era fraca.

Ele desceu o quadril dela, encostando-o novamente na cama. Inclinou o corpo sobre o dela, colocando uma mão em seu rosto, fazendo uma caricia leve com o polegar, a outra mão estava apoiada no colchão, ao lado da cabeça dela, controlando o peso que era depositado sobre a garota.

Voltou a pender o quadril contra o dela, forçando a barreira até finalmente a romper.

A mestiça se mexeu um pouco aflita. Aquilo realmente doera.

Era uma dor diferente. Uma mistura de corte com arranhão. Lhe ardia a vulva, fazendo com que algumas lagrimas lhe escapassem dos olhos. Sabia que aquilo aconteceria, mas acho que por mais que tentasse, jamais estaria preparada para a dor.

Céus. Como era quente e apertado dentro dela. Uma sensação única.

Mas por mais que desejasse se mover, tinha que esperar um momento. O loiro beijava-lhe o rosto, sentindo o gosto salgado das lágrimas dela.

Respirava tão fundo quanto ela, tentando se acalmar.

Ficou parado dentro dela, até que ela estivesse um pouco mais relaxada.

— Eu vou continuar ok? – Sussurrou em seu ouvido

— O-ok.

O loiro moveu o quadril minimamente, fazendo com que a extensão do membro percorresse pela sua entrada, causando uma fricção entre as partes. O que arrancou um gemido baixo e rouco do garoto.

A testa se mantinha junto a dele, enquanto ele movimentava o corpo, saindo e entrando dela lentamente.

A sensação de preenchimento era estranha. Ter ele dentro de si. Não sabia descrever o que sentia, só que lhe causava um pressão engraçada na boca o útero.

Passou os braços ao redor do pescoço dele, buscando pela sua boca, a beijando com anseio. Seu corpo já tremia, a sensação era boa. Muito boa.

Os movimentos dele iam se tornando mais rápidos. Estava extasiado com o aperto que encontrava dentro dela. Por mais que quisesse, não aguentaria muito mais.

As penas dela o rodearam a cintura, as sensações em seu ventre estavam voltando, o corpo formigava, a pressão era forte. Estava quase gozando novamente, e agora junto a ele.

Seu corpo todo sofreu uma série de espasmos fortes e latentes, os gemidos eram altos, e pouco se incomodava de segura-los agora.

O ventre se apertava forte e sue corpo todo desfalecia relaxado.

Adrien sentiu ela o apertar forte o membro. Ótimo, porque ele também já não estava mais se aguentando. Acelerou o ritmo ao máximo. Fazendo a cama tremer um pouco, e gritos agudos saírem da garganta da azulada.

Sentiu ela chegar ao ápice e ele veio poucos instantes depois. Forte, como se tudo o que tivesse segurado até o momento estivesse saindo agora.

Caiu sobre ela, não tinha mais forçar para sustentar o próprio peso.

Os dois respiravam fundo.

Girou o corpo saindo de cima dela, deitando-se ao seu lado na cama. Os dois suados e cansados, sobre o lençol bagunçado da cama de casal. Respiravam fundo pela boca, os corações batendo rápido, o corpo todo sofrendo espasmos.

Tombou a cabeça para o lado e a ficou observando. O corpo nu, mole sobre a cama, respirando pela boca, tentando acalmar a o coração.

Apressou-se em tirar a camisinha, levantando e indo jogar no cesto de lixo no canto do quarto. Depois voltou a deitar junto a ela, ficando de lado na cama. Precisava saber se estava tudo bem com ela. Como estava se sentindo.

— Mari... – A chamou baixo. E ela virou a cabeça para o olha-lo também. – Como você está? Te machuquei?

Ela negou fracamente com a cabeça e virou-se assim como ele.

— Estou b-bem.... Eu a-acho.

— Acha? – Levantou um pouco o corpo, apoiando o cotovela na cama e a cabeça nas mãos.

— Eu me sinto u-um pouco m-mole. – Confessou corada. Ele riu e se aproximou dela, passando o braço livre pela sua cintura.

— Isso é normal. Eu também estou cansado. – Ele a puxou para si, trazendo-a de encontro a seu peito, fazendo uma caricia delicada em suas costas desnudas. – Sem medos agora?

— Sem medos... Eu gostei. – Confessou corada, escondendo a cabeça em seu peito.

— Sabia que ia agostar. – O loiro sorriu maroto. – Afinal sou eu, não é mesmo.

— Gato idiota... – Ela o olhou com uma ponta de indignação no olhar, mas viu ele sorrindo carinhoso para ela.

— Seu gato idiota. Só seu.

E encostou os lábios nos dela.

Notas finais
Estou perdoada? Cenas hot são algo que me deixam bastante desgastada. De modo geral são cenas mais complicadas de se fazer, mas eu curto muito cria-las. Música do Capitulo: Ghost Loft - So High - https://www.youtube.com/watch?v=7OoBnrNbwvE Esse de longe foi o maior capitulo que eu já escrevi. Sério, hahaha Por causa disso vou pedir sim: Quero muitos comentários e favoritos. Afinal eu acho que mereço não é? ~A chantagista falando~ Sei que vocês tem encontrado bastante erros de grafia e digitações nos textos, e peço a paciência de vocês. Tanto eu, quanto a Namy-Chan (Vulgo minha beta), estamos correndo atrás dos nossos temas e monografias de TCC, que não as nossas prioridades no momento. Com o tempo eu vou postando as correções. Por que se eu tivesse que esperar ela para postar, demorariam mais dias que o previsto. Ainda mais levando em consideração que eu estou finalizando muitos capítulos de madrugada, e no dia seguinte tenho que trabalhar. ~Ai tadinha de mim~ (Vulgo drama) Enfim, depois dessa pseudo-bíblia... Comentem, me digam o que acharam e afins... Me alegrem com suas opiniões como estão fazendo desde o inicio dessa nossa jornada :) (São agora 22h30) Virou um capitulo de quase quarta-feira, hahah XO Ps: A correção ainda será feita. Desculpe os transtornos.