Notas iniciais
Pensaram que eu ia sossegar e ficar só em uma fic? Huahuahauhauahuahuahuahuahauhahahahahaha! Brincadeiras toscas à parte, esta fanfic surgiu após a união de duas paixões minhas - Heavy Metal (especificamente Stoner Rock/Doom Metal) e Kuroko no Basket! Sempre tive uma TARA por A!U de KnB onde eles formam uma banda, são rockstars, idols, etc. Portanto, essa fic é, de certa forma, uma realização de uma tara minha, fora os "crackships cracudos" que eu arranjo do além XD Link da música citada na sinopse mais restante das músicas, vou botar os links nas notas finais para quem quiser ouvir... Boa leitura, gente ^^

Uma banda de rock, da vertente Stoner Rock, famosa internacionalmente. Quem conhecesse os rapazes Kazunari Takao, Tatsuya Himuro e Yukio Kasamatsu na época de promessas do basquete, lá para os seus anos de colegial, nunca poderia prever que eles fariam o Ensino Superior, na renomada Universidade de Música de Osaka. Muito menos que formariam uma banda, assim que Takao, Himuro e Kasamatsu se reencontrassem naquele local.

Um ensaio informal daqui, um show para os mais chegados ali, mais um cover de “Molten Universe” (faixa instrumental do álbum “Blues For the Red Sun”, da aclamadíssima banda de rock Kyuss) e “Gardenia” (faixa do, considerado por muitos, o melhor álbum da Kyuss, de nome “Welcome To Sky Valley”) lançado simultaneamente no Niconico, YouTube, LINE e Facebook. Sucesso inesperado, os rapazes passaram a criar composições próprias, batalharam legal em outros empregos para captar grana, utilizaram o dinheiro para gravar um EP, pois, na época, todos os estúdios da faculdade estavam ocupados. Lançaram o material nestas mesmas redes sociais, entre “lyric videos” (clipes contendo somente as letras das músicas) e ensaios ao vivo, além dos principais sites de download pago no Japão e gratuitos internacionalmente, mas também criaram um site para a banda, vendendo o EP, camisetas e etc.

O EP, de nome “Kazuzen Jammer” – uma brincadeira com a palavra “kazu”, “harmonia” em japonês, e “Katzenjammer”, uma música da Kyuss que o trio adorava. Além do infame trocadilho com a sílaba inicial do nome de Kazunari, ideia sugerida por um amigo dos rapazes após ouvir o EP, o estudante de Artes Cênicas Shun Izuki, fez um sucesso ainda mais inesperado. A crítica especializada considerou o trio como: “a última banda verdadeira de Stoner Rock japonês, desde Boris e Church of Misery”, ou “o ar fresco da “cena”, mas sem perder a densidade típica do Doom Metal” e até mesmo “o curioso power trio de Osaka, onde as funções de bateria, baixo e vocal são revezadas entre dois integrantes, poderia ser um fracasso para qualquer banda; mas para eles, era um dos seus maiores trunfos”. Tiveram que fazer um contrato temporário com a gravadora da universidade, para dar conta da demanda internacional de pedidos do EP físico. A ascensão chegou a níveis espantosos, quando eles começaram a receber propostas de gravadoras até do exterior, além de propostas para capas de revistas e, pasmem, até desfiles de moda – afinal, os três rapazes eram extremamente bonitos, raridade entre as bandas de Stone Rock/ Doom Metal japonesas não adeptas do Visual Kei, como a deles.

Contrato assinado com uma gravadora de ótima reputação, com a orientação dos professores de faculdade, e que aceitou as principais condições deles: não sobrecarregá-los de atividades profissionais, para eles concluírem os estudos e deixar o cargo de “gerente de mídias sociais” com a namorada de Kasamatsu. Nada mais justo, afinal foi ela quem deu a ideia dos três gravarem o vídeo com os covers e lançar o material nas redes sociais. Por consequência, eles só lançavam material novo anualmente, mas a cada novo trabalho, eles alcançavam cada vez mais sucesso, além da admiração até de não fãs da banda, por causa da postura prioritária deles em relação aos estudos.

Formados, o trio mergulhou de cabeça nas atividades da banda para compensar os fãs com o “pouco” material de 4 EPs: lançaram o primeiro álbum completo, só com músicas inéditas (um feito incomum no mercado japonês, onde o “padrão” é juntar todos os singles, EPs, etc em um só lugar, botar só umas ou outras músicas inéditas lá e lançar como álbum), fizeram o primeiro vídeo clipe (P/V), de fato e divulgaram como se deve, com direito a primeira turnê nacional, além de uma das músicas virar abertura de uma famosa franquia de anime. Sucesso estrondoso, topo simultâneo nos principais charts japoneses – com direito até a ganharem uma manchete escrita: “Desde One Ok Rock, nenhuma outra banda de Metal conseguiu barrar AKB48 nos charts. A ventania de tiros continuará a espalhar suas rajadas certeiras?”

Sim, a banda formada por Kazuanari, Yukio e Tatsuya se chamava KazeGun. O nome, mais uma vez, era uma combinação de tiradas de Izuki: trocadilho com o nome do colégio de um colega em comum deles, Seijuuro Akashi, que posteriormente virou empresário da banda, estudou e competiu no time de basquete no colegial. Depois, veio infame tirada de substituir a sílaba final “zan” de “Rakuzan”, o tal colégio, por “Rakugan” (trocadilho com a fonética da palavra “gun”, “arma” em inglês), onde em seguida, Izuki puxou outro trocadilho com a sílaba inicial do nome de Kazunari com a palavra “Kaze”, vento em japonês.

O power trio respondeu a todas as críticas, relacionadas a capacidade de eles manterem o ou fazerem ainda mais sucesso, com o experimental e pesado álbum “Kurokaze”, cujo primeiro single virou tema principal de um filme de terror, que bateu recorde de bilheteria na época. Já o single seguinte – uma música em inglês – foi utilizado como trilha sonora de uma popular franquia de filmes norte americanos. Eles chegaram, em 7 anos, onde somente uma única banda de Stoner Rock norte americana chegou, onde nem a banda que serviu de inspiração para eles – Kyuss – conseguiu tal proeza, onde somente poucos idols pop do Japão conseguiram este feito: o topo do “Hot 200” da Billboard, o principal chart mundial e eles queriam mais... Muito mais. 9 meses após o feito, o trio lançou o álbum seguinte, de nome “Akanami”, e conseguiram chegar ao feito de conseguir o primeiro lugar simultâneo em todos os charts de rock mundiais e estrear em primeiro lugar no Hot 200 da Billboard. Ato feito atualmente somente por bandas, relativamente novas com uma larga popularidade, como Avenged Sevenfold. Nenhuma banda de Stoner Rock e do Japão conseguiram esse feito.

E se quem conhecesse o trio na época de prodígios do basquete, dissesse: “vocês serão a banda de Stoner Rock japonesa mais bem sucedida de todos os tempos.”, com certeza eles ririam da sua cara até dizer “chega”.

Ah, as reviravoltas do destino...

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Era uma noite típica do power trio: todos reunidos em um apartamento modesto, localizado em Tóquio, longe dos paparazzis, compondo as letras para as músicas já prontas para o próximo álbum. O processo de composição conjunta dos três, primeiro a parte melódica da música, depois a letra, sempre foi a melhor maneira deles trabalharem em equipe e eles não pensavam em mudar essa metodologia tão cedo.

Regados a apresentações dos raros registros ao vivo da banda Kyuss, bebidas alcoólicas e fast food, eles continuavam a brincar de compor, como nos velhos tempos da faculdade, até ouvirem um ronco alto. Riram, pois era só estômago de Kasamatsu indicando que era hora de comer. O moreno de marcantes olhos azuis, somente com os cabelos um pouco crescidos e alguns piercings nas orelhas, comparado a época de colegial, anunciou:

— Gente, vou pegar uma pizza para nós e já volto.

— Mas, Yukio, não é arriscado você sair sozinho sem, pelo menos, avisar um dos nossos seguranças da gravadora? Não é melhor você pedir por delivery, pois não se esqueça: nós não somos mais os garotinhos que podem andar na rua, de forma anônima, como antigamente. – alertou Himuro, totalmente preocupado com a possibilidade de paparazzis, ou “fãs” perseguidores descobrirem o local e acabar de vez, com a pouquíssima privacidade deles. Uma imposição que o trio pôs a gravadora, assim que a fama atingiu níveis estrondosos, foi se livrar dos seguranças, pelo menos por alguns dias, durante os períodos reclusos para compor novas músicas.

— É que antes eu quero matar as saudades da minha pequena flor de pêssego. – Kasamatsu se referia a namorada de longa data, desde a época em que ele era apenas o capitão do time de basquete colegial – a escola Kaijou – e ela era a “manager” do time da escola Touou, a analista de sistemas Satsuki Momoi. Além disso, muito do sucesso deles se devia a ela, pois foi sugestão dela a ideia dos homens gravar o famoso vídeo com os covers, e lançá-lo nas redes sociais, mais o fato dela dela até hoje gerenciar as mídias sociais da banda.

Totalmente compreensível do fato de Kasamatsu não ver Momoi faz seis meses (culpa da turnê mundial intensa), Himuro ajudou Yukio a se disfarçar bem: kit peruca longa presa a um rabo de cavalo, óculos de grau, lente de contato de enfeite pretas, máscara para cobrir a boca e um pesado casaco preto. Como já era inverno no Japão, na época, aquele traje não causaria nenhuma suspeita.

Com os documentos, carteira e chaves guardados nos bolsos do casaco, Yukio se despediu dos rapazes e fechou a porta do apartamento.

No momento, à sós, Takao aproximou-se de Himuro, deu um selinho no homem e falou, passando as mãos nas coxas desnudas alheias:

— Então, lindo, estou aqui, sozinho, com frio, sabe... Você topa me aquecer e aquecer o “pequeno falcão” aqui? – onde logo em seguida, sem nenhuma cerimônia, Takao botou para fora o pênis rijo, sedento por alívio.

Himuro deu um sorriso provocante, dizendo:

— Você não toma jeito mesmo, né, Kazu?! Tsc, tsc... mas vamos aproveitar e fazer tudo sem pressa, pois algo me diz que essa pizza vai demorar... – finalizou direcionando sua mão até o falo de Kazunari, iniciando uma lenta e gostosa masturbação no outro: o prelúdio de que, para eles, a noite estava apenas começando... Pois há amores universitários que vem e vão, mas outros que vem e ficam... mas também há os “amores ao primeiro cover”. O de Takao e Himuro, com certeza, se encontravam na terceira opção. Desde a primeira vez que Kazunari cantou aqueles versos que despiram a alma e naquele mesmo dia, o corpo de Tatsuya Himuro.

“(...) O jeito que você olha e pensa de mim

Bem, é muito

Muito,

Muito,

Muito forte demais

E na minha mente

Você estava me parecendo bem

Bem, insolação...

Desolação (...)”

(Isolation – Kyuss)

Notas finais
Link das outras músicas citadas na fanfic: * "Isolation" - Kyuus, a música citada na sinopse e no final desta fic: https://www.youtube.com/watch?v=t1qbeMYzp6E * "Molten Universe" - Kyuss, a música que a banda dos nossos "basqueteiros mais amados" fizeram cover: https://www.youtube.com/watch?v=1Mcd2sEGXKQ * "Gardenia - Kyuss, a outra música que eles fizeram cover: https://www.youtube.com/watch?v=kuoN1izAjSc * "Katzenjammer" - Kyuss, a música que o Izuki fez o trocadilho para nomear o primeiro EP deles: https://www.youtube.com/watch?v=lIZ-9IfZ2-c * "Where Evils Dwells" - Church of Misery, uma das bandas influência da banda fictícia da fanfic - https://www.youtube.com/watch?v=tDmWBNBl42Q * "Statement" - BORIS, mais uma das bandas influência de Himuro, Kasamatsu e Takao (além da Momoi curtir muito, é óbvio) na fanfic https://www.youtube.com/watch?v=t_GgowniQWk Link da fic no Spirit: https://socialspirit.com.br/fanfics/historia/fanfiction-kuroko-no-basuke-kazegun-o-sopro-do-vento-armado-5351012 Espero que gostem e até a próxima ^^
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!