Notas iniciais
Rebekah oferece ajuda a Katherine

*PVD Rebekah*

Nik e Elijah foram para Nova Orleans e me deixaram aqui em Mystic Falls, a sensação de não tê-los mais por perto causando problemas era estranha. Tinha liberdade para fazer o que quiser, mas a pergunta que estou me fazendo constantemente é: "O que fazer?". Matt deixou claro que não me quer como namorada, não me surpreendeu levar um fora dele, afinal ele nunca acreditou que eu poderia ser alguém bom, para fazê-lo feliz... Estava pensando enquanto bebia no Mystic Grill. Talvez na esperança de encontrar alguém que me queira por perto para fazer companhia.

— Um whisky com gelo. — ouço uma voz conhecida pedir ao garçom a bebida, olho para meu lado direito tendo em minha visão Katherine Pierce. Essa vadia poderia pelo menos ter aparecido em um momento menos oportuno.

— depois de levar um fora do meu irmão eu esperava que você fosse embora, ou pelo menos tentasse seguir em frente. — digo olhando para frente enquanto passo o dedo indicador na borda do meu copo de bebida quase vazio.

— queridinha você também levou fora, e o pior de tudo é que não foi só de um. — ela diz pegando sua bebida assim que o garçom trás.

— afogar as magoas na bebida é um habito que nunca envelhece. — falo e em seguida bebo o restante do meu copo.

Katherine me observa em silencio, nunca foi fácil saber o que ela estava pensando.

— onde esta morando? — ela finalmente diz algo.

— na mansão que meu irmão deixou para trás. — respondo.

— é uma casa enorme, não se sente sozinha? — Katherine insiste nas perguntas, não entendi o motivo de seu interesse nisso.

— às vezes... Mas não importa, o álcool vai me fazer companhia hoje. — peço outra dose de whisky quando acabo de falar.

— não pode usar o álcool de companhia por muito tempo, principalmente porque demora para vampiros atingirem a embriaguez. — ela retruca. Em seguida da um gole na sua bebida.

— esta preocupada com o que eu faço agora? — questiono.

— não, por mim você faz o que quiser! Ate se atingir com uma estaca de carvalho branco. — apos a resposta ela pede mais uma bebida ao garçom.

— não precisa ser rude. — digo.

Katherine respira fundo. — desculpa. Estou um pouco... Sensível. — ela responde.

Abaixo o olhar pensando em como estamos no mesmo barco. Estamos sozinhas.

— mas me diz, onde você esta morando? — pergunto.

— em lugar nenhum, bom, dormi em um hotel ontem. Não é o que se pode chamar de lar. — responde.

— se você quiser... — faço uma pausa pensando melhor no que estava prestes a propor. — pode ficar na mansão, comigo. — falo.

Não sei se é uma boa idéia, ainda a odeio, mas numa coisa Katherine tinha razão, a bebida não iria ser uma companhia duradoura. A mansão às vezes era assustadora com aquele silencio total.

— quer que eu fique em uma casa com você? Serio? — Katherine debocha da minha proposta e sorri.

— se prefere ficar em um hotel barato dessa cidade ridícula, problema seu. — respondo brava, é atrevimento dela debochar de uma proposta incrível feita por mim.

— ta bem Rebekah, eu fico com você na mansão. — diz.

— ótimo. — peço mais bebida.

— tive uma idéia incrível. Vamos beber até ficarmos suportáveis uma para outra, o que você acha? — ela pergunta me olhando com um meio sorriso intrigante, algo nela me despertava curiosidade, Katherine sempre foi muito misteriosa. Havia perigo em seus olhos castanhos.

— eu topo! — exclamo dando um sorriso. — hey! Você! — viro-me para o garçom bonitinho o chamando. Assim que ele se aproxima o olho nos olhos dando inicio a uma hipnose. — você não vai deixar nossos copos vazios, nos traga ótimas bebidas, das mais diversas e caras. — acabo, ele acena com a cabeça em sinal de concordância.

— hum, começando agora. — Katherine vira o resto de bebida na boca, deixando o copo vazio. O garçom ao perceber isso, vira-se para o estoque e retorna com uma dose de tequila, limão e sal.

— ah eu também quero! — digo indignada.

— claro, vou trazer. — ele diz e logo trás o mesmo para mim.

Sorrio meiga, pego meu copo e faço um pequeno brinde com Katherine. Nos olhamos por dois segundos e então ela desvia o olhar bebendo sua dose. Em seguida chupa a pequena rodela de limão. A acompanho fazendo o mesmo. A bebida estava começando a fazer efeito, estava sentindo o fogo me tomando por dentro.

*PVD Katherine*

Quem diria... Bebendo com a loira original. De todas as companhias nessa cidade de longe eu pensaria na Rebekah, quer dizer, ela deixou bem claro que me odeia, mas percebo que ela é só uma garotinha desesperada por atenção. E agora está sozinha, detesto admitir, mas estar sozinha é uma coisa que temos em comum. Agora que vamos dividir a mesma casa já estou imaginando como vou me divertir com ela, qual é, não posso ser uma anfitriã muito agradável. Não somos amigas, e sinceramente não pretendo ser. Por enquanto vou focar em me divertir, como eu disse, a bebida vai tornar a companhia dela suportável. Quando o garoto do grill trás um copo de wisky, pego o mesmo. Rebekah o pediu um Martine. Entre uma bebida e outra já estava sentindo fazer efeito, sentia tontura.

—wow! Esse desceu quente. – digo.

— já está bêbada? – Rebekah sorri. – fraca.

— não precisa fingir, sei que fez efeito em você também. – digo sorrindo de lado.

— talvez! – ela da risada. Aquela risada com certeza era de embriaguez.

— ok, já chega. – tiro o copo de sua mão. – não vou te dar banho quando você ficar trêbada.

— ai que chata. Não estou bêbada. – ela diz dessa vez séria, dava até para acreditar um pouco.

Permaneço a olhando, depois de alguns segundos me viro para o garçom.

—me da aquela garrafa. – aponto. Ele me entrega rapidamente, seguro a garrafa em mãos. – pronto, agora paga ele. – falo com Rebekah. Ela tira dinheiro da bolsa e faz o que pedi. Vou saindo do grill.

— hey! Aonde você vai? – ela diz me olhando ir.

— para sua casa. Você vem? – saio depois de acabar de falar.

Rebekah rapidamente me acompanha. Abro a garrafa de bebida e tomo um pouco, a ofereço um gole. Vamos caminhando pela rua bebendo como duas adolescentes rebeldes. Dentro de alguns minutos chegamos na mansão do Klaus, nunca havia entrado lá, mas já da para perceber que é bem grande e bem bonita. Rebekah entra na frente, logo entro também, olho em volta.

—Impressionante! – digo me referindo à mansão. – Klaus tem bom gosto, quem diria.

— é legalzinha, teria colocado mais tons de rosa. – Rebekah diz já tirando os sapatos e jogando em um canto.

— onde eu vou dormir? – pergunto.

— pode escolher um quarto, tem vários no andar de cima. – responde.

Me surpreendo com isso, achei que ela iria querer controlar tudo que eu fizesse ali.

—ta bom, vou escolher agora. Vem comigo. – a olho e sorrio.

— ta. – ela passa por mim e sobe as escadas para o andar de cima, acompanho seus passos, o corredor era grande, com varias portas que levavam aos quartos. Olho todos eles, queria um grande e bonito. Assim é feito, escolho um.

— vai ser esse aqui! – digo.

— que previsível. Esse era o quarto do Nik. – diz.

— hum, interessante... – seguro na parte de baixo da minha blusa e a tiro.

— o que está fazendo? – Rebekah questiona enquanto me olha.

— vou tomar um banho, se importa? – respondo.

— não! – ela continua parada lá.

Desabotôo minha calça, tiro junto com a calcinha, tiro meu sutiã ficando totalmente nua. Olho para ela que continuava me olhando, achei uma atitude incomum.

—quer vir comigo? – digo com um meio sorriso no rosto.

Notas finais
comentem o que acharam, não sei quanto tempo vai demorar para que eu continue. Desde já aviso isso hauhaua