Notas iniciais
Katerina descobre o que Klaus é

Miguel e Rebekah estavam na floresta. Ele a encostou numa árvore e começou a tirar suas roupas distribuindo beijos quentes em sua boca e pescoço.

— ahm... Mi-guel... Acha que é uma boa idéia? – perguntou ela enquanto ele a beijava no pescoço.

— por que não seria? Eu quero e você também quer... eu gosto de você, Rebekah. – disse ele a olhando. – eu te desejo.

Rebekah sorriu e o beijou intensamente tirando sua camisa e o puxando mais para perto dela. Miguel segurou firme em sua cintura a encostando mias na arvore dando beijos e chupões em seu pescoço. Rebekah começou a sentir um prazer imenso, deixando sua face vampira aparecer de vez em quando por causa da pressão. Até que os dois ficaram sem roupa e se amaram ali no meio da floresta á luz do luar.

Niklaus estava entediado de tanto procurar Katerina em vão, de relance ele viu que uma moça estava lhe dando mole, então pensou em fazer um lanche, caminhou em direção a moça e a beijou na mão a puxando para dentro da floresta. Katerina estava de longe e avistou esse ato.

— Elijah... – disse ela com os olhos parados numa certa direção. Elijah acompanhou seu olhar e viu Klaus entrando na floresta com a jovem moça.

— Katerina, fique aqui. Eu já volto! – disse apressado.

Klaus não se afastou muito da vila barulhenta, ele levou a moça até um certo local que fosse ideal. Ele beijou a moça no pescoço, afastou seus cabelos, deixando seu pescoço á mostra, seu sangue pulsava. Klaus passou a mão lentamente em sua pele macia, sua face de vampiro apareceu, a moça ficou aterrorizada e antes que pudesse correr, Klaus cravou os dentes na pele da jovem e começou a drenar o seu sangue. A moça gritava desesperadamente. Katerina foi atrás de Elijah sem ele perceber, ele estava tão concentrado em Klaus que não notou a presença de Katerina. Elijah ouviu os gritos da moça e correu para acudi-la empurrando o irmão pra longe.

— você enlouqueceu? – disse Elijah enfurecido. A moça caiu no chão desmaiada, devido a perda de sangue.

Klaus olhava para ele com os lábios cheios de sangue, ele passava a língua em seu lábio inferior.

— não! – disse tranqüilo. – eu estava entediado.

De repente, Elijah olhou entre os ombros de Klaus.

— Katerina...

Klaus se virou no instante que ele falou esse nome, seu coração começou a bater mais forte e o medo da verdade vim a tona começou a fluir. Katerina olhava paralisada para os irmãos, e para a moça desmaiada no chão que achava estar morta. Seus olhos estavam cheios de lagrimas.

— Klaus... O que esta acontecendo aqui? – sua voz quase não saía.

— Katerina... Eu posso explicar! – disse ele se aproximando com os braços em direção dela.

— não se aproxime de mim! – ela deu um passo para trás. – o que vocês são? – ela olhou brevemente para Elijah. – o que você é Niklaus?

Não havia outra saída, ele tinha que dizer. Mesmo se usasse a hipnose, uma hora ou outra a verdade viria à tona e ainda pior.

— eu sou um vampiro original. – disse Klaus.

— o que? Não... Eu não namoro um monstro! Você matou essa moça. Você mata pessoas, Klaus... Por que mentiu pra mim? – ela falou num tom confuso, decepcionado e alto.

Elijah tentou intervir quando viu Klaus calado. — ele não contou por medo da sua reação, também para o seu bem, Katerina. – disse.

— para o meu bem? Então acharam que daria certo mentir pra mim? Só tornou as coisas piores. – responde.

— o fato de eu ter mentido não altera no meu amor por você. – disse Klaus com os olhos cheios de lagrimas.

— quem ama confia, Klaus... Você não confiou em mim. Me enganou. Você é um assassino, você fez eu me apaixonar por uma pessoa que não existia. É apenas máscara. – Kaaterina deixou que algumas lagrimas rolassem pelo seu rosto.

Elijah abaixou a cabeça, não havia nada a dizer. Klaus tentou mais uma vez.

— Katerina, ainda sou o Niklaus que conheceu aquele dia naquele jardim. Eu me apaixonei por você desde a primeira vez que te vi, eu nunca machucaria você. – ele se aproximou novamente.

— fica longe de mim, Klaus! – ela balançou a cabeça negativamente. – FICA LONGE DE MIM! – gritou e saiu correndo dali limpando o rosto.

Klaus quis ir atrás dela, mas Elijah não deixou. Katerina precisava de um momento sozinha, estava de cabeça quente e se Klaus fosse atrás dela, iria ouvir coisas que o magoaria.

— deixe ela, irmão. – Elijah tocou o ombro de Niklaus. – amanha vocês conversam melhor.

Klaus abaixou a cabeça, permitindo que lagrimas caíssem.

Rebekah veio se aproximando dos irmãos ajeitando o vestido.

— perdi alguma coisa? Ouvi gritos. – disse.

Elijah estreitou o olhar. – onde estava?

— me divertindo! – ela deu uma breve olhada no corpo da jovem no chão. – ela ainda esta respirando... – Rebekah olhou para Klaus que estava com uma cara abatida. – Nik... o que aconteceu? – preocupou-se aproximando do seu irmão colocando as duas mãos no rosto dele.

— a Katerina sabe de tudo... Agora ela me odeia. – respondeu Klaus.

— ah não... – ela o olhou e abaixou a cabeça. – isso é culpa minha! Eu não devia ter saído de perto dela.

— você não tem culpa de nada, só concordo na parte de que não devia ter saído de perto dela. –disse Elijah.

— por que não foi atrás dela? – Rebekah pergunta depois de tirar as mãos do rosto de Klaus.

— Elijah não deixou... – respondeu abatido.

Nessa hora, Rebekah olhou para Elijah com desdém. — qual é o seu problema? Eles podiam se acertar sabia?

— Você não viu o estado da garota. Certamente ela falaria coisas que magoariam nosso irmão mais ainda. – respondeu Elijah.

Rebekah bufou. — onde você estava que não ficou de olho em Nik?

— onde você estava que não ficou de olho em Katerina? Assim, eu poderia ter ficado ao lado de Niklaus e ele não teria praticado tal ato.

Rebekah silenciou. Klaus deu as costas e saiu andando de volta para casa. Antes que Rebekah fosse atrás dele, Elijah pegou em seu braço.

— cuidado com quem você se relaciona, irmã.

— eu sei me cuidar! – Rebekah soltou o braço e saiu andando.

Elijah estava preocupado, mas no fundo ele sabia que, Katerina não contaria nada do que viu para ninguém.

Ela estava abalada, não tirava aquela imagem da cabeça. Deitada em sua cama com a cabeça no travesseiro, Katerina pensava seriamente sobre continuar ou não sua relação com Klaus. O problema era que ela o amava demais, jamais imaginaria que uma coisa dessas pudesse acontecer. Mas ela estava decidida no que faria quando o visse.

Notas finais
comentem! bjus