Katekyo Hitman Reborn E Os Anéis Apocalípticos
3 Capitulo 2: Sim, tem como piorar.
Notas iniciais
Tsuna Pov’s
Por que... por que eu não consigo dormir, tudo bem, eu terei minha primeira reunião ao amanhecer, mas o que temer, Dino ficará o tempo todo comigo, e Reborn também estará lá para me apoiar como meu tutor, tá, essa foi mais pra me assustar, mas, meu pai também estará por lá representando a CEDEF, então por que temer tanto, não tem como tudo piorar de uma hora para a outra – me virei para imensa janela que ficava em meu quarto em frente a um pequeno jardim dos fundos com estes pensamento, olhei para as estralas que brilhavam no céu da Itália e logo segui com os olhos para meu novo diário meu novo diário e disse:
– O que será que nos espera amanha?!
TUMMM (era pra parecer um barulho, mas tá ç-ç)
–HAHI, merda, assim Haru-Chan vai acabar acordando a casa toda – dizia uma voz doce, infantil e chat na maior parte das vezes e que era facilmente reconhecida
Sai calmamente de meu quarto e vi uma sena um tanto engraçada, Haru com uma camisola longa e rosa danone (P/A-isso existe??) de frio tentando se equilibra em apenas um pé enquanto segurava uma bandeja com alguns doces e tinha Lambo e I-Pin de 7 anos se apoiando nela sonolentamente sem perceber nada
– Precisa de ajuda?! – perguntei com um sorriso brincando em meus lábios saindo de meu quarto
– Está tão óbvio assim? – ela me perguntou caindo levemente no chão com um singelo sorriso de sono
– Aham – falei continuando com aquele sorriso brincalhão – vamos para o meu quarto, talvez eu me sinta melhor sabendo que caso acordem durante a noite eu esteja perto para acalma-los – menti, eu estava com medo, e talvez eu precisasse mais deles do que imaginava
Haii, Tsuna-san –ela disse se levantado com a minha ajuda
Caminhamos para meu quarto, e a única coisa que pude notar naquele pequeno período de tempo foi o quanto Haru havia mudado e eu não tinha percebido, admito sem pensar duas vezes, com apenas seus 16 anos Haru era um jovem muito bonita, muito mais bonita do que outras em minha opinião....mas afinal, que pensamentos são esses, eu definitivamente não deveria tê-los, afinal, eu gosto é da Kyoko-chan, certo?! Afinal, eu cheguei a pedi-la em namoro, mas recebi um belo não e um “Já estou apaixonada por outro.” – e uma pequena vermelhidão pegou desprevenido o décimo Vongola – outra coisa que eu nunca tinha notado é o quanto ela fica diferente de cabelo solto
–O que foi Tsuna-san?? – os olhos da garota brilhavam
–Seu cabelo, está solto..
–Não fica fofo?!
–Seu rosto... ESTÁ PARECENDO UMA BROA DE TÃO REDONDINHO, HAHAHAHA, COMO RYOHEY DIRIA “FOFO AO EXTREMO” – disse imitando a voz do boxeador histérico no final da frase
–Tsuna-san, se é para você ficar dizendo o quanto meu rosto parece uma broa eu vou é para o meu quarto, passar bem!
–Hey Haru, desculpe – gritar acabou sendo inútil, pois além da garota já ter batido a porta de seu quarto o tapa na cara que ele levou de Lambo por telo acordado acabou fazendo com que ele amaldiçoasse o momento em que resolveu sair de seu quarto e montar um pequeno plano para ajudar sua amiga estranha que um dia resolveu entrar para máfia como uma penetra, e carregando sua amada Kyoko junto, mas afinal, aquilo o ajudará, então a única coisa que tinha a fazer era agradecer
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Assim que entrei no meu quarto finalmente pude relaxar, meu plano havia dado certo, Haru não havia notado minha preocupação e minhas olheiras causadas por 3 dias de noites mal dormidas e eu havia conseguido trazer meus pequenos irmãozinhos para o meu quarto, afinal, essa super proteção tinha que acabar, eu não poderia mantê-los para sempre em baixo da minha asa, mas em quanto eu pudesse eu manteria, essa era minha idéia afinal — coloquei-os na cama e me joguei na cadeira de minha escrivaninha, e lá estava, o tal diário.
Pequei-o e comecei a rabiscar algumas letras bem desenhadas – Hááá... – soltei um belo de um suspiro de alívio, tanto tempo já havia se passado desde o dia que recebi um bebê sádico em minha porta, tanto tempo, e era isso o que e temia, o tempo, o inabalável tempo, quase inquebrável, uma vez tocado e mudado traz situações desastrosas, eu já havia feito isso, e agora finalmente recebia minha punição.
Tsuna abria outra cartela de anestésicos que ficavam guardados em sua gaveta, apenas ele e Shamal sabiam sobre isso, afinal, alguém precisava fornecer os remédios a ele.
Há falsa discussão que havia criado com Haru havia o prejudicado muito, mas pelo menos agora estaria cansado o suficiente para poder dormir, mas afinal, isto o fizera pensar um pouco sobre o tempo, aliás, o que estaria acontecendo, de uns tempos para cá muita coisa havia mudado drasticamente, antes, não se importava com suas notas vermelhas, mas, cada vez mais se pegava lendo em seu tempo livre algum livro, normalmente os fantasiosos de antigos escritores, todos emprestados por Gokudera, ou como Lambo chamara “Via Gokudera, mais rápido que o peque o pombo” – nunca mais deixo esse garoto ver desenho -, no início era uma das obrigações de Reborn, mas depois acabou se tornando um hábito; até mesmo com os esportes e as meninas, antes o ultimo a ser escolhido, as vezes nem chegava a jogar, e agora muitas vezes era disputado, não que fosse o primeiro a ser escolhido, papel que ainda era de Gokudera e Yamamoto, mas agora já era o 4º ou o 5º de 15, e com as garotas, bem, antes ele passava despercebido, era raro alguém perceber que ele estava por perto, além de seus amigos, muitos diziam, principalmente garotas, que ele estava ganhando uma aura como a do demônio Hibari, mas era algo que passava mais segurança do que medo.
Bem, com o seu corpo, poderia se dizer que é o normal de todo o adolescente, ele tinha crescido e evoluído, virou um pokémon, tinha ganhado a altura graças ao maldito treinamento de Reborn e alguns poucos músculos que não tinham medo de aparecer durante as aulas de natação da escola, agora uma vez por semana, a voz havia engrossado, tinha agora um pouco mais de ritmo e chegava a lembrar a de seu pai quando o tal falava seriamente sobre algum assunto, e seu cabelo, o que mais mudou, havia crescido, coisa que o garoto não notou até conseguir fazer um pequeno rabo de cavalo, o que acabou diminuindo o volume e o deixando com cara de mais velho, como Gokudera e Yamamoto diziam, “Um verdadeiro BOSS”, mas a única de pior que poderia ter acontecido neste meio tempo foi Haru ter derramado “por engano” água oxigena e tinta loira no cabelo do moreno, agora loiro, que no sol era a própria reencarnação do Primo, mas por Deus no escuro seu cabelo voltava a ficar no seu castanho normal, e é claro que o garoto sabia que foi um verdadeiro “acidente” Haru achar em frente a porta de seu quarto tinta loira e água oxigenada da marca Vongolaque Reborn tinha comprado a uns dois dias e pedido para a garota levar cuidadosamente a casa de Tsuna – Ahaaaa – finalmente o tão esperado bocejo havia chegado (N/A: isso é um bocejo?? ‘-.-), mas ele não pderia dormir em quando aquela presença assustadora continuasse em seu quarto.
–Viper, pode sair, eu já senti a sua presença.
–Olhem, o Vongola está finalmente evoluindo – e uma aura na cor de índigo surgiu mostrando uma bela mulher no auge dos seus 20 anos ironizando tudo o que saia de sua boca – e meu nome não é Viper se você se esqueceu.
–O que você quer? – eu falei ainda virado de costas para ela
–Vim cobrar pelo serviço da época dos desafios dos arcobalenos.
–Eu sei que não é isso que você quer, pelo menos não só isso... – eu disse finalmente me virando para ela
–Hum, realmente você está evoluindo, bem, mas encurtando o assunto já que minha saliva custa caro...
–Sei.. – falei revirando os olhos
–Como eu ia dizendo – ela me olhou com reprovação – vim cobrar pelo meu serviço e trazer a encomenda que você tanto me recomendo para trazer com cuidado e bla, bla, bla – disse ela tacando um pacote médio para o alto que caiu perfeitamente nas mãos do Vongola
– Realmente Viper, obrigado – disse o garoto com os olhos brilhando
– Não, não me olhe assim .. – disse Viper com uma pequena vermelhidão na parte das maças do rosto – mas não é só isso!!
– O que tem mais?? – perguntou o garoto assustado
– Como você já deve saber existem milhares de famílias aliadas a Vongola, mas apenas cinco delas fazem parte da nossa dita “Mesa Redonda” – ela falou fazendo aspas no ar
–Idaí?!
–É, você não evoluiu!!! ¬.¬
–Por mim há essa hora eu estaria na escola sendo um garoto normal bom-em-nada, mas por favor, continue – respondeu sorrindo
– Me responda, quais são as famílias que você conhece que fazem parte dessa “mesa”.
– Bem, tem a Vongola, a Cavallone, a Varia, a Giglionero e a Gesso que formam a Millefiore e a Shimon.
– Muito bem – disse Viper rodopiando – mas você pecou em uma coisa – disse ficando mais séria, pela Varia ser completamente da Vongola e não uma simples aliada ela não pode ser considerada uma família.
– Mas, então, seria uma Mesa Redonda 5 de 6?? – perguntou com uma interrogação no lugar dos olhos
– Dios mio, como você pode ter se tornado o 10º chefe da Vongola?! E NÃO, eu quero dizer que a festa é só um maldito pretexto para você encontrar uma nova faília para fazer parte das aliadas da Vongola e da Mesa Redonda, e por sinal, leia o livro Rei Arthur, aprenda algo que preste – falou tacando um grosso livro no garoto e saindo com veias estourando em sua testa
– Arf, já basta eu ter que aturar o Reborn e agora essa, mas, talvez seja interessante, e não tenha nenhum romance água com açúcar como Os Três Mosqueteiros – disse tendo um arrepio ao se lembrar da primeira vez que leu um livro enorme em apenas um dia – Reborn, seu maldito Ç-ç
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Sonho Tsuna Pov’s
Eu estava deitado em várias nuvens de brigadeiro com um travesseiro de chiclete com de rosa, e de repente todas elas começaram a se transformar nas letras J-U-D-A-I-M-E e então o sol começou a me puxar e...
Sonho Tsuna Off’s
Tsuna Pov’s
– Detimo... Detimo... JUUDAIME acorde vamos ou então só vai sobrar no café brigadeiro e chiclete, isso se aquela vaca maldita não acabar isso também – disse Gokudera se remoendo de raiva
– O que?? – perguntei sem nem ter idéia do que ele falava
– Resumindo, a reunião na qual você deveria ser o primeiro a chegar já começou e você já está 10 minutos atrasado.
– O que?! – Não pude me conter, saltei da cama, falando nisso, como fui para lá...HÁ, TANTO FAZ, e corri para o banheiro.
Já comecei tendo um ótimo dia, mal posso esperar pelo resto dele ¬¬
E o jeito é colocar a culpa nas estrelas e no meu diário, afinal, tem sim como tudo piorar de uma hora para a outra, e o destino não cansa de me provar isso.
Próximo capitulo: Uma reunião de chefes e antigos diários. (Parte 1)
Diário do Tuna.

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