Katekyo Hitman Reborn Décimo Primo Vongola
3 Capitulo 2- A rivalidade começa
Notas iniciais
Um jovem corria rapidamente e freneticamente no meio da rua, todas as pessoas paravam para olhar ele, pareciam surpresas, assustadas e irritadas... Sim irritadas pela pouca vergonha pois o jovem corria apenas com suas roupas de baixo, ele parecia não sé importar com isso, mesmo não sendo o mais estranho que acontecia com ele, afinal que diabos era aquela chama laranja saindo de sua testa...
Logo no céu lá estava o bebe, parecia flutuar em uma assa delta, verde e com um desenho da cara de seu camaleão nela, era obvio que era mais uma transformação do camaleão, ele pairava tranquilamente seguindo o jovem que corria freneticamente, parecia saltar paredes, subir em prédios e saltar de um em um, seus olhos brilhavam em um tom forte de laranja, ele estava ignorando cansaço, dor, a vergonhas das pessoas o vendo quase nu no meio da rua, e também e também o carro que estava vindo do seu lado.
–Bru... Bru... Fazia o barulho dele batendo no carro e sedo jogado no teto, a motorista logo sai gritando sé o jovem estava bem mais ele simplesmente sé levantava e voltava a correr, enquanto isso o bebe ainda estava olha tudo de cima, ele olhava para um relógio e pensava “tem apenas 2 minutos” A perseguição continuava, mesmo correndo, pulando, fazendo acrobacias e sendo atropelado por 3 minutos ele parecia não demonstrar nenhum sinal de cansaço.
Em pouco tempo ele tinha alcançado a menina, ela parecia estar acompanhada por outro rapaz, ele tinha cabelos pretos, utilizava de roupas escuras, além de prender seu cabelo para trás, parecia ter um símbolo de um chapéu de palha na sua bandana, ele chegava rapidamente atrás jovem de cabelos negros, parecia que ia dar um soco nas suas costas, mais de
repente, tem seu punho parado por uma espada de madeira usada em lutas de kendo, o jovem parecia rápido, junto ao seu extinto assassino, os dois ficavam sé encarando, o garoto de cabelos negros tinha um sorriso sádico no rosto, seus olhos profundos como o gelo encaravam o jovem de cabelos laranjas, que queimava sua raiva e vontade com seus olhos cheios de energia, eles tinham até mesmo esquecido da jovem ao seu lado, de repente a chama da sua cabeça começava a sé apagar, o jovem Yoshi volta a seu rosto calmo, o sinal já avia tocado a alguns minutos, mais muitos alunos tinha visto ele sem a maioria de suas roupas, o garoto de cabelos negros parecia ter perdido o interesse de uma hora a outra na jovem.
–então quando nos encontraremos novamente? Falava ele olhando para a jovem de cabelos negros, por usa vez o garoto de cabelos loiros ficava no chão parado, ele parecia humilhado, quando uma pequena sombra fica a sua volta.
–levanta garoto... Falava uma voz fina, é claro que era do Rebron, mais Yoshi simplesmente continuava caído no chão
Uns 3 ou 4 minutos sé passavam, o bebe ainda estava parado na sua frente, e o Yoshi caído no chão parecia não querer levantar, o bebe parecia calmo, do nada ele dava um chute no rosto do jovem que fazia ele voar até a parede enquanto gritava...
–Levanta logo, preguiçoso vagabundo!!! Gritava o bebe ainda mais irritado...
Depois de mais um longo dia na escolha lá estava Yoshi voltando a sua casa, ele apenas entrava e seguia para o seu quarto, ele deitava na cabeça e começava e pensar “nossa... hoje foi um dia estranho,o que foi aquilo, aquela bala, o que eu fiz, eu fui atropelado, como posso estar inteiro?” Pensava olhando para o teto, seus olhos começavam a sé fechar.
–Bum... Um explosão acontecia em seu quarto, o susto o fazia saltar da cama, era o Rebron que tinha explodido uma granada no chão.
–Arf to ficando velho para isso... Falava indo pegar as outra granada e jogava ela pela janela explodindo fora de sua casa, por sua vez Yoshi ficava olhando seriamente para Rebron, que com uma expressão mais feliz falava...
–A claro quer saber o que era aquilo que te atirei né? Era uma bala do ultimo desejo, quando atirada você cumpre o seu ultimo desejo antes de morrer... e sé não tiver um bem, daí você morre...
Yoshi olhava para ele e continuava...
–Não era isso que ia falar mais valeu a explicação o que ia falar era, COMO VELHO VOCÊ É UM BEBE DROGA!!!
Falava em um tom bem alterado, fazendo talvez até mesmo vizinhos ouvirem sua voz, bem pelo menos não tinha passado da explosão de granada não é...
O jovem agora ficava na frente de sua casa quando via uma jovem de cabelos meio rosa claros, o céu parecia estar sé fechando, no Japão, e logo uma chuvarada começa a cair, a garota acaba por ficar sem abrigo, por sorte de Yoshi, ele então gritava a jovem.
–Ei você, pode vir aqui acho que te conheço da escola não é mesmo, pode subir!!! Gritava Yoshi a jovem que corria para seu pátio e ele descia para encontrar a jovem, ele abria a porta, ela estava totalmente encharcada, a sua mãe lhe emprestava algumas roupas, eles então ficavam no sofá conversando.
–Eu não te conheço da escola Namiora? Falava Yoshi com uma cara de abobado.
–É muito provável, eu sou a presidente do Conselho estudantil, Mei Myume, e você deve ser o Yoshida Sawada certo? Kkkk conhecido como o bom em nada Sawada, prazer? Yoshi ficava meio sem graça mais aquele sorriso que ilumina qualquer escuridão fazia ele sé animar e cumprimentar sua mão previamente estendida, os dois pareciam estar ficando amigos, depois de muitas convença, o sol para eles acabam por sé despedir, o sol parecia ter sé mostrado mais uma vez, talvez os dois tivessem sé ocupado muito conversando, o sol já estava a sé por, Yoshi levava a jovem ao portão e ao voltar encontrava o Rebron comendo o jantar que sua mão tinha deixado para ele.
–Seu Be... Tentava protestar Yoshi, que acaba por ter uma arma aponta para seu rosto, então Rebron falava.
–Então ele é mais uma candidata a mulher do chefe vongola? Falava ele com um sorriso malicioso.
–Para de bobagens para um bebe você é muito atrevido Rebron. Falava Yoshi subindo com seu estomago resmungando de fome as escadas, enquanto isso Rebron ficava comendo a comida do jovem e pensando “fufufufu aquela garota me lembra de muito ele, mesmo a intenção assassina estar escondida ela está lá no fundo, kuku realmente as nuvens seguem ela”.
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