Kate Is Evil
19 Surpresa!
Notas iniciais
Ah, falando em presente de Natal, postei o especial de Natal da Kate aqui: http://fanfiction.com.br/historia/286317/Evil_Bonus/
Boa leitura!!
Gelei, o pânico tomou conta de mim. Kate... Na mesma escola que eu? Legal, além de atura-la em casa e na rua, terei que atura-la na escola! Que agora tem DUAS assassinas sanguinárias. E o pior é que uma é vampira e a outra é fantasma.
– Não é tão ruim me ter por perto. Pode até ser útil.
– Como? – perguntei quando sai do choque.
– Ainda vou pensar numa resposta. – Ela saiu do quarto e eu voltei a dormir.
Na manhã seguinte resolvi falar com o padre Dom sobre a Kate.
– Não se fala assim de uma pessoa, Suzannah! – ele exclamou.
– Mas não é um xingamento! – me defendi. – Ela é realmente uma vampira.
– Nada disso! Quando ela falou comigo, pareceu uma pessoa extremamente simpática. Além do mais, eu não vi presas e ela não queimou no sol enquanto caminhávamos pelo colégio.
– Ela esconde as presas e usa amuletos.
– Tudo bem. – Ele respirou fundo. – Eu a chamo pessoalmente aqui. – ele saiu da sala e eu o segui.
No caminho, passamos pela Heath, a fantasma sanguinária, ela me empurrou e soltou um risinho irritante. Eu até a empurraria de volta, mas estava com pressa, e padre Dominic não me deixou. Chegamos à sala dela.
– Katherine, por favor, venha aqui. – ela se levantou graciosamente, com todos os garotos babando por ela e Jake olhando feio para todos. Enquanto voltávamos, Kate olhou diretamente para Heath.
– Vaca. – Kate mandou um olhar mortal para ela.
– Vadia. – ela respondeu.
– Padre Dominic, eu já falei que meu nome é Kate, não Katherine.
– Mas em sua ficha está escrito Katherine. – Ela fez uma cara de “Droga!”.
Quando chegamos à sala de padre Dominic, ele sentou em sua cadeira, sério, e fez um gesto para nos sentarmos.
– Katherine. – ele falou muito serio. – Você vê fantasmas?
– Kate. – corrigiu automaticamente – E vejo.
– Quando vê um, o que faz?
– Eu o ameaço de alguma forma e nunca mais aparecem. Posso voltar para a aula?
– Katherine... – Ela revirou os olhos. – Deus não vai gostar do seu comportamento. – Padre Dominic advertiu. A expressão dela ficou sombria, como se ela fosse explodir a escola.
– Deus… – ela se levantou – Eu não gosto Dele... Eu fui uma boa pessoa minha vida inteira, mas Ele me matou e me mandou para o inferno! Eu tive que fazer um pacto com o Capeta para poder estar aqui! ELE MORREU PARA MIM!
– Como você pode dizer uma coisa dessas? – perguntou padre Dom, assustado.
– Podendo. – disse Kate dando de ombros. – E, além do mais, eu não me importo mais com o que Ele pode fazer a um pouco mais de cinco mil anos. Por causa dele... Eu matei minha filha.
Ela ia acabar matando o padre do coração desse jeito.
– Então quer dizer que a Suzannah estava certa... – ele falou depois de um tempo. Finalmente ele se tocou!
– Sim! – falei. Kate deu de ombros de novo. Ela parecia estar se divertindo, mas ao mesmo tempo irritada. Dom pegou um jarro com água e tacou na Kate.
– O que é isso? – ela perguntou furiosa.
– Água benta!
– Vai estragar o meu cabelo!
Dom ficou perplexo e começou com as perguntas sobre todos os mitos de vampiros que eu também fiz.
– Por que você não gosta daqui? Se nada disso é verdade.
– É porque eu não gosto de freiras. E o único jeito de eu morrer é sair no sol sem Lápis Lázuli, o que é impossível. E a madeira que me mataria já está extinta há muito tempo, o resto só me machuca. – Ela fez uma careta.
Eu não me surpreendi, ela já havia dito essas coisas para mim, mas o padre Dom parecia que ia ter um ataque cardíaco. Ele segurava o terço rezando desesperadamente.
– Não fique tão desesperado, eu gostei dessa cidade, é divertido e eu posso infernizar a Suze e o Jesse o tempo todo.
Congelei. Eu não havia contado para o padre sobre isso porque sabia que ele ia surtar se soubesse que o fantasma de um cara assombrava a minha casa, e mais especificamente meu quarto.
– Jesse? – perguntou franzindo o cenho. – Quem é Jesse?
Pude ver o sorriso cruel que estava se formando no rosto da vampira.
– Mas que feio Suzannah! Você não apresentou os dois? Não tem problema, eu apresento! – a senti invocando Jesse. Entrei em desespero, ela não podia fazer isso!
Ele apareceu e olhou para os lados.
– O que?! – ele perguntou pra Kate. – Ah não! – ele tentou desaparecer, mas ela o agarrou pelo pulso. Objetos começaram a se mover. Eles estavam tendo uma disputa de poder.
Que lindo. Tinha um fantasma e uma vampira disputando poder, um padre rezando no canto e eu. Jesse estava, obviamente, perdendo. Ele caiu no chão desmaiado, se é que isso é possível.
– O que você fez com ele?
– Tirei o poder dele. Daqui a algum tempo ele volta ao normal. – o sinal tocou – Hora do almoço! – ela saiu rapidamente da sala.
– O que foi isso? – Dom perguntou. – E quem é ele?
– Foi a Kate. – respondi simplesmente. Quanto a Jesse, apenas lancei um olhar que dizia claramente que eu preferia não falar nisso agora.
– Tudo bem, no momento você cuida dele, pois vejo que está preocupada, mas depois vai ter que me explicar direito quem é esse rapaz e qual sua relação com ele.
Assenti e o padre Dom me liberou.
O resto do dia foi até que suportável.
No almoço a Kate e meu irmão ficaram se pegando com todos os outros garotos com inveja do Soneca por causa da Kate, até a irmã Ernestine separá-los. No jantar eu briguei com Dunga por causa do ultimo pedaço de pizza que seria o meu primeiro e o décimo segundo dele, felizmente eu consegui e fui para o quarto.
Jesse estava na minha cama, ainda desmaiado. Kate deve ter colocado ele lá. Percebi a presença fantasmagórica. Era uma garota que deveria ter uns oito anos.
– Preciso de sua ajuda! – ela falou desesperada. Tinha cabelos compridos, pretos e ondulados, pele clara e olhos castanho-claros, cor de âmbar.
– Pra que?
– Achar a minha mãe. – olhei para suas roupas, pareciam ser de milênios atrás.
– Há quanto tempo você morreu? – perguntei.
– Muito tempo, muito tempo mesmo! – temia que a resposta fosse essa.
– Então eu acho que não será possível. Ela já deve estar morta.
– Não! Eu sei que ela esta viva. – ela falou mais alto e Jesse começou a acordar e sentou na cama.
– Não pode ser... – ele falou ao olhar para ela. – O que ela faz aqui?
– Você a conhece?
– Eu a vi na mente da Kate enquanto disputávamos poder. – ele deu uma pausa e engoliu em seco. – Ela é a filha da Kate.
Fodeu.
Fim do Suzannah’s POV
(N\\C: LEIAM AS NOTAS FINAIS!!!)
Notas finais
Hahahahaha, espero que tenham gostado do presente de Natal
Bom, primeiro eu quero dizer que, pelo menos por uma ou duas semanas, não vai ter post de jeito nenhum pq eu e a Maligna vamos viajar
Segundo, eu to escrevendo uma fic de Crepúsculo com uma amiga e queria saber se vcs leriam. Ainda não ta postada e não tem sinopse pq eu sou uma negação pra isso, e é (muito) mais pra romance q essa aqui, apesar de tbm ter comédia. Se muita gente falar q leria eu posto o primeiro cap
Ah, não vou colocar meta nesse por causa do q eu falei antes, entao no fim de janeiro eu posto o próximo cap (talvez venha antes, mas se não só lá)
Bjs mil!!!
CrazySweety
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