Notas iniciais
OIIIII! Feliz Natal pessoas!!!! De novo, estou postando antes de atingir a meta de reviews, mas dessa vez é presente de Natal pra todo mundo!!!! Hahahaha
Ah, falando em presente de Natal, postei o especial de Natal da Kate aqui: http://fanfiction.com.br/historia/286317/Evil_Bonus/
Boa leitura!!

Gelei, o pânico tomou conta de mim. Kate... Na mesma escola que eu? Legal, além de atura-la em casa e na rua, terei que atura-la na escola! Que agora tem DUAS assassinas sanguinárias. E o pior é que uma é vampira e a outra é fantasma.

– Não é tão ruim me ter por perto. Pode até ser útil.

– Como? – perguntei quando sai do choque.

– Ainda vou pensar numa resposta. – Ela saiu do quarto e eu voltei a dormir.

Na manhã seguinte resolvi falar com o padre Dom sobre a Kate.

– Não se fala assim de uma pessoa, Suzannah! – ele exclamou.

– Mas não é um xingamento! – me defendi. – Ela é realmente uma vampira.

– Nada disso! Quando ela falou comigo, pareceu uma pessoa extremamente simpática. Além do mais, eu não vi presas e ela não queimou no sol enquanto caminhávamos pelo colégio.

– Ela esconde as presas e usa amuletos.

– Tudo bem. – Ele respirou fundo. – Eu a chamo pessoalmente aqui. – ele saiu da sala e eu o segui.

No caminho, passamos pela Heath, a fantasma sanguinária, ela me empurrou e soltou um risinho irritante. Eu até a empurraria de volta, mas estava com pressa, e padre Dominic não me deixou. Chegamos à sala dela.

– Katherine, por favor, venha aqui. – ela se levantou graciosamente, com todos os garotos babando por ela e Jake olhando feio para todos. Enquanto voltávamos, Kate olhou diretamente para Heath.

– Vaca. – Kate mandou um olhar mortal para ela.

– Vadia. – ela respondeu.

– Padre Dominic, eu já falei que meu nome é Kate, não Katherine.

– Mas em sua ficha está escrito Katherine. – Ela fez uma cara de “Droga!”.

Quando chegamos à sala de padre Dominic, ele sentou em sua cadeira, sério, e fez um gesto para nos sentarmos.

– Katherine. – ele falou muito serio. – Você vê fantasmas?

– Kate. – corrigiu automaticamente – E vejo.

– Quando vê um, o que faz?

– Eu o ameaço de alguma forma e nunca mais aparecem. Posso voltar para a aula?

– Katherine... – Ela revirou os olhos. – Deus não vai gostar do seu comportamento. – Padre Dominic advertiu. A expressão dela ficou sombria, como se ela fosse explodir a escola.

– Deus… – ela se levantou – Eu não gosto Dele... Eu fui uma boa pessoa minha vida inteira, mas Ele me matou e me mandou para o inferno! Eu tive que fazer um pacto com o Capeta para poder estar aqui! ELE MORREU PARA MIM!

– Como você pode dizer uma coisa dessas? – perguntou padre Dom, assustado.

– Podendo. – disse Kate dando de ombros. – E, além do mais, eu não me importo mais com o que Ele pode fazer a um pouco mais de cinco mil anos. Por causa dele... Eu matei minha filha.

Ela ia acabar matando o padre do coração desse jeito.

– Então quer dizer que a Suzannah estava certa... – ele falou depois de um tempo. Finalmente ele se tocou!

– Sim! – falei. Kate deu de ombros de novo. Ela parecia estar se divertindo, mas ao mesmo tempo irritada. Dom pegou um jarro com água e tacou na Kate.

– O que é isso? – ela perguntou furiosa.

– Água benta!

– Vai estragar o meu cabelo!

Dom ficou perplexo e começou com as perguntas sobre todos os mitos de vampiros que eu também fiz.

– Por que você não gosta daqui? Se nada disso é verdade.

– É porque eu não gosto de freiras. E o único jeito de eu morrer é sair no sol sem Lápis Lázuli, o que é impossível. E a madeira que me mataria já está extinta há muito tempo, o resto só me machuca. – Ela fez uma careta.

Eu não me surpreendi, ela já havia dito essas coisas para mim, mas o padre Dom parecia que ia ter um ataque cardíaco. Ele segurava o terço rezando desesperadamente.

– Não fique tão desesperado, eu gostei dessa cidade, é divertido e eu posso infernizar a Suze e o Jesse o tempo todo.

Congelei. Eu não havia contado para o padre sobre isso porque sabia que ele ia surtar se soubesse que o fantasma de um cara assombrava a minha casa, e mais especificamente meu quarto.

– Jesse? – perguntou franzindo o cenho. – Quem é Jesse?

Pude ver o sorriso cruel que estava se formando no rosto da vampira.

– Mas que feio Suzannah! Você não apresentou os dois? Não tem problema, eu apresento! – a senti invocando Jesse. Entrei em desespero, ela não podia fazer isso!

Ele apareceu e olhou para os lados.

– O que?! – ele perguntou pra Kate. – Ah não! – ele tentou desaparecer, mas ela o agarrou pelo pulso. Objetos começaram a se mover. Eles estavam tendo uma disputa de poder.

Que lindo. Tinha um fantasma e uma vampira disputando poder, um padre rezando no canto e eu. Jesse estava, obviamente, perdendo. Ele caiu no chão desmaiado, se é que isso é possível.

– O que você fez com ele?

– Tirei o poder dele. Daqui a algum tempo ele volta ao normal. – o sinal tocou – Hora do almoço! – ela saiu rapidamente da sala.

– O que foi isso? – Dom perguntou. – E quem é ele?

– Foi a Kate. – respondi simplesmente. Quanto a Jesse, apenas lancei um olhar que dizia claramente que eu preferia não falar nisso agora.

– Tudo bem, no momento você cuida dele, pois vejo que está preocupada, mas depois vai ter que me explicar direito quem é esse rapaz e qual sua relação com ele.

Assenti e o padre Dom me liberou.

O resto do dia foi até que suportável.

No almoço a Kate e meu irmão ficaram se pegando com todos os outros garotos com inveja do Soneca por causa da Kate, até a irmã Ernestine separá-los. No jantar eu briguei com Dunga por causa do ultimo pedaço de pizza que seria o meu primeiro e o décimo segundo dele, felizmente eu consegui e fui para o quarto.

Jesse estava na minha cama, ainda desmaiado. Kate deve ter colocado ele lá. Percebi a presença fantasmagórica. Era uma garota que deveria ter uns oito anos.

– Preciso de sua ajuda! – ela falou desesperada. Tinha cabelos compridos, pretos e ondulados, pele clara e olhos castanho-claros, cor de âmbar.

– Pra que?

– Achar a minha mãe. – olhei para suas roupas, pareciam ser de milênios atrás.

– Há quanto tempo você morreu? – perguntei.

– Muito tempo, muito tempo mesmo! – temia que a resposta fosse essa.

– Então eu acho que não será possível. Ela já deve estar morta.

– Não! Eu sei que ela esta viva. – ela falou mais alto e Jesse começou a acordar e sentou na cama.

– Não pode ser... – ele falou ao olhar para ela. – O que ela faz aqui?

– Você a conhece?

– Eu a vi na mente da Kate enquanto disputávamos poder. – ele deu uma pausa e engoliu em seco. – Ela é a filha da Kate.

Fodeu.


Fim do Suzannah’s POV

(N\\C: LEIAM AS NOTAS FINAIS!!!)

Notas finais
Olá!! Gostaram do final?? (~le carinha de inocente~)
Hahahahaha, espero que tenham gostado do presente de Natal
Bom, primeiro eu quero dizer que, pelo menos por uma ou duas semanas, não vai ter post de jeito nenhum pq eu e a Maligna vamos viajar
Segundo, eu to escrevendo uma fic de Crepúsculo com uma amiga e queria saber se vcs leriam. Ainda não ta postada e não tem sinopse pq eu sou uma negação pra isso, e é (muito) mais pra romance q essa aqui, apesar de tbm ter comédia. Se muita gente falar q leria eu posto o primeiro cap
Ah, não vou colocar meta nesse por causa do q eu falei antes, entao no fim de janeiro eu posto o próximo cap (talvez venha antes, mas se não só lá)
Bjs mil!!!
CrazySweety