Karakuri Burst

14 O verdadeiro eu.


Notas iniciais
Sweet! Porque demorou tanto para atualizar a fic????? 1.Falta de tempo. 2. Falta de pc. 3. Falta de vergonha na cara por não arranjar tempo e pc logo! TEMOS UNS AVISOS! 1. Sexta eu entro de férias! Mais tempo pra eu postar e escrever! YEY! 2. Obrigada Galera! O capitulo passado foi o mais comentado! atingimos a marca de 12 comentários!!!! 3. KaMei venceu! Pessoal que queria Mikaito, por favor não fiquem chateados, aliás, foi uma votação, e o casal aqui é RINXLEN!!!! Hum, shippam a Miku com quem? Mikuo? 4. Hum... Para a felicidade e tristeza de outros, VAI ter hentai.... 7! 7! 7 pessoas de 12 que comentaram! Foi significativo! CALMA QUE NÃO É NESSE, SEUS SAFADENHOS. Legendinha da imagem: Rin: KE KE KE KE. Len: Yamete! ( Pvr, pare! ) (Realidade. Só digo isso )

LEN POV’S ON

–Não.

–O que?

–Eu disse não, Len.

–Então você não acredita mesmo em eu e você? – Falei um pouco raivoso, mas me controlando.

–Nunca teve um ‘’eu e você ‘’, você é mesmo muito ingênuo, para não dizer otário. – Deu uma risada seca – Era tudo um plano, desde o inicio era um plano. Iria ficar com você apenas para limpar minha ficha criminal, e assim que o fizesse, te daria um belo chute.

Ela deu uma pausa me encarando com um sorriso irônico no rosto. Eu olhava para o fim da rua tentando organizar meus pensamentos. Era difícil assimilar aquilo tudo.

–Só que eu não aguentei. Só de ouvir sua voz me irrita. Desculpa, sério: Achou mesmo que eu te amava? Sério? ‘’ Eu te amo ‘’ são só três palavras sem valor nenhum. Mas pense pelo lado bom: Planejava ficar com você mais tempo! Imagina os tipos de benéficos que eu teria!

Ela me olhou em desafio e pôs as mãos na cintura.

–Escute essa frase com atenção, quero que nunca esqueça: Me imaginar com você mais um segundo me enoja.

Percebi então que estava esse tempo todo ajoelhado. Ainda aos seus pés. Submisso as sua vontades. E se for pra acabar com esse teatrinho, vai acabar do meu jeito.

Me levantei devagar, com a cabeça baixa. Praticamente rasgava a palma da luva que usava de tão forte que cerrava os punhos. Sentia meu sangue ferver a cada segundo que essa pessoa continuava na minha frente. Minhas mãos pediam para agarrar a katana e esquecer a sanidade.

– O que foi? Te irritei, é? Adivinha: Eu não me importo! Você é mesmo um retardado mental, não consegue descobrir uma farsa que ficou o tempo todo ao seu lado!

Ela podia ter parado de falar. Ela podia ter dado meia volta e ido embora. Mas continua aqui, tentando me humilhar.

–Diz isso olhando nos meus olhos. – Minha voz saiu fria com gelo, mas ao mesmo tempo, ameaçadora como o fogo. – Olhe nos meus olhos e diga que não me ama.

Juro que nunca agi desse jeito com ninguém. Não houve uma única pessoa que despertou tanto amor e tanto ódio dentro de mim. Se ela rejeitou o meu amor, vai abraçar o meu ódio.

Ela me olhou amedrontada e recuou alguns passos. Mesmo que ela se jogasse ao chão e suplicasse por meu perdão eu não teria pena. Eu não ia deixar ela fugir. A puxei pelos seus braços com força, e a aproximei de mim. Olhei em seus olhos sanguinários que sempre me provocaram e agora apresentavam temor.

–Diga!

Silêncio.

–Diga agora! Você não brincou comigo todo esse tempo? Não sou eu que sou o otário? Então tenha coragem de olhar nos meus olhos e dizer que não me ama!

– E-eu... E-eu... – Respirou fundo. – EU TE ODEIO!

/////

Balancei a cabeça afastando esses pensamentos. Ficar imaginando essas coisas não pode me fazer bem. O pior de tudo é que na minha mente foi tão real, realmente me senti lá, realmente senti os sentimentos da cena. São três palavras que podem mexer com meu mundo. ‘’Eu te amo’’ me fez tão feliz, mas quando a cena me mostrou a Rin falando ‘’Eu te odeio ‘’ foram as três palavras que quebraram meu coração.

Quando dei por mim, o tempo mal tinha passado, e ainda me encontrava ajoelhado. Esperando sua resposta.

–Sim! É claro que sim! Eu te amo, nunca diria não!

Ela pulou para me abraçar e como estava ajoelhado, acabamos os dois no chão. Amorteci a sua queda, já que ela ficou por cima de mim. Ela colocou as mãos na minha nuca e apertou ainda mais o abraço. Ela tinha os olhos fechados com pequenas lágrimas escorrendo e com um sorriso muito fofo.

Suspirei aliviado, aquela imaginação boba foi pros ares. Olhei a situação em que estava e ri, nunca me senti tão feliz. Pus as mãos em suas costas e finalizei a posição do abraço, sorrindo também.

–Ei! Vocês dois! Essa coisa de se agarrar no chão já ta virando hábito, né?

Coramos. A gente tava se ABRAÇANDO, mas estávamos fazendo isso no chão da rua. Ela se levantou rapidamente e eu apenas me sentei no chão. Me virei para a voz que espatifou o clima, e só uma pessoa faz isso com tanta maestria.

–Gumi? – No fim da rua, lá estava a esverdeada louca.

–Eu!

–O que você ta fazendo aqui? Não foi atrás de Ryūto?

–Errei a direção.

–Mas Gumi... – Rin começou.

–Isso é uma rua sem saída, só tem uma direção pra seguir. – Completei.

–Ih! Então estava na certa mesmo! – Começou a refletir, olhando pra cima. – O que estão fazendo?

–Olha Gumi! Agora nós somos namorados! – Disse Rin levantando a mão direita para que ela visse o anel.

–Isso... Isso é...

–Lindo? Fofo? Maravilhoso? Eu tenho um anel e você não? – Rin arriscou/provocou.

–DECEPCIONANTE! – Fingiu limpar lágrimas – Len, você PROMETEU que ia me deixar filmar pra passar naquele filminho de casamento brega!

–Ca-casamento?!

–Eu não prometi nada! E sim Rin, no nosso casamento.

–Mas... Como o filme vai ficar?

–Não vai ter filme!

–No-nosso ca-casamento?! – Rin começou a repetir baixinho.

–Não é um casamento completo sem filme! – Defendeu Gumi.

–E como vai dar tempo para a nossa apresentação de musica ao vivo?

–No-nosso ca-casamento?!

–Nada disso! – Gumi se opôs – Se tiver alguma musica ao vivo vai ser o violinista e talvez, só talvez, o pianista!

–O casamento é meu! – Olhei para Rin, que continuava a falar sozinha – Digo, nosso casamento! E eu digo que não vai ter filme! Nem violinista e nem pianista!

–Eu disse que só TALVEZ o pianista tocaria!

–Leeen...

–Espera Rin. De um jeito ou de outro eu não quero o pianista!

– E como fica o Joe?

–Leeen...

–Calma princesa. – Me referi a Rin – Quem diabos é Joe?

–Joe é o pianista! Ele tem família!

–Len!

–Só um segundo. Que se exploda Joe e os ‘’joezinhos’’! No nosso casamento ele não toca!

–LEN!

–O que foi? – Finalmente me virei para dá-la atenção.

Ela olhava para todas as direções, apreensiva, acompanhei seu olhar e sua inquietação era óbvia. Estávamos cercados. Não por membros da gangue dos Kasanes. Esses daí já era. Estávamos cercados por oficiais, e tinha homem o suficiente para uma encher um estádio de futebol.

Não, exagerei um pouquinho. O fato é que tinham muitas pessoas, e pessoas armadas, com colete a prova de balas. Tinham uns até com escudo de proteção para aquelas manifestações.

Eles fecharam a única saída da rua sem saída. ( N.A: WTF? Saída da rua sem saída? ) Que levava a bifurcação. Justamente onde Gumi estava. Ela correu até nós e ficamos os três colados na parede do fim da rua.

Eu não sei da onde saiu tanta gente sem eu perceber. Brotou pessoa até do telhado!

O bolo de pessoa se abriu e um albino vestindo roupas escuras se pôs a frente segurando um documento carimbado.

–Seguindo as ordens de Kaito Shion, temos a ordem de procura do agente Kagamine Len, desaparecido há 14 horas na missão de perseguição e apreensão a Kagamine Rin.

Bufei. O Kaito é muito tapado mesmo.

– Eu estou aqui, não esta vendo? Pode se retirar.

Um murmúrio se formou pelos soldados que o acompanhavam, e como eram muitos, o barulho ficou ligeiramente irritante.

–CALADOS!

Todos calaram a boca instantaneamente.

Eu não queria que ele fosse embora só porque não fui com a cara dele, queria que fosse porque a Rin está aqui. A RIN, SABE? AQUELA PESSOA MAIS PROCURADA DE TOKYO. SÓ.

–Chefe, é ela!

Um dos soldados reconheceu a Rin e avisou para o albino mal-humorado, preciso lembrar do número de sua patente para depois torturá-lo. O albino direcionou seu olhar para a Rin e fez um sorrisinho. Ôpa, fica ligeiro albino, porque se eu te pegar fazendo isso de novo eu te apago da face da terra.

–Kagamine Rin, você está presa sob as acusações de homicídio culposo, desacato a autoridade, agressão, furto, porte de arma ilegal e danos a propriedade e bens.

Puxei Rin para trás de mim na tentativa de protegê-la. Já com a mão disfarçadamente na katana, caso algo acontecesse.

–Isso não é do seu departamento nem diz respeito a você. O caso foi designado para mim, e só eu tenho autoridade de prendê-la.

–Ouçam homens! – Apontou para a Rin – Essa mulher drogou o agente ou o persuadiu para usá-lo a seu favor! Não hesitem! A capturem e a levem a julgamento!

–Mas você é tão lindo!

O mundo parou. Eu, Rin, o albino, os soldados, as formigas que passavam por ali pararam para olhar pra Gumi. Notando os olhares ela sorriu e fez cara de quem não estava entendendo.

–Que foi? Vocês acham mesmo que eu vou ficar pra titia? E ele é lindo mesmo!

O albino fitou os pés e começou a corar. Por um segundo, me senti no primário. Gumi se aproximou dele e os soldados ficaram em guarda.

–Meu nome é Megpoid Gumi, e o seu?

–M-meu n-nome é Utatane Piko.

Gumi olhou para nós com um sorriso malicioso. E falou baixinho: ‘’Ele é tímido! Adoro os tímidos!’’

Eu e Rin trocamos olhares, aquilo estava acontecendo mesmo?

–Len, sabemos muito bem o que isso significa.

–Gumi se livrando de ser a velha louca dos gatos?

–Isso também, mas é uma distração! Temos que aproveitar pra fugir!

–E conhecendo você como conheço, já formou um plano de fuga.

–Você me conhece bem.

–Claro, é minha namorada. – Falei confiante e ela sorriu.

– O problema é a quantidade de pessoas aqui.

– Acho que saíssemos de fininho ninguém ia perceber, estão todos focados na paquera da Gumi.

–Mas se for o caso, nós teríamos que correr de toda essa gente.

Meus olhos brilharam, correr é comigo mesmo.

–Um carro seria bom?

–Seria ótimo! Espera, você sabe dirigir?

–Como acha que te encontrei tão rápido depois que fugiu do hospital? Querida, eu dirijo maravilhosamente bem.

–Nasceu esnobe, morre esnobe. E dá onde vai surgir esse carro hein?

–Essa gente com certeza não pegou um ‘’buzão’’ para vir aqui. Se você se inclinar um pouco dá pra ver uma parte do carro na curva da rua.

–Então só vamos correr até o carro?

–Praticamente.

–E a Gumi?

–Você puxa ela quando passarmos pelos dois, já que estão bloqueando a saída da rua.

–Ok!

–Pronta?

–Na verdade não.

–Vamos!

Puxei Rin pela mão e começamos a correr. Os soldados perceberam a movimentação, mas sem as ordens do albin... Utatane, eles não podem deixar o dedo escapar do gatilho. Quando chegamos mais perto do mais novo casal, Rin puxou Gumi pelo capuz do manto, o que fez que ela quase ficasse sem ar.

Por sorte, o carro estava destrancado. Entrei no assento do motorista e Rin rapidamente sentou no banco do carona. Gumi entrou pelo porta malas, e eu achei melhor não discutir.

Pisei fundo no acelerador e................................................................ O carro nem se moveu.

–O que foi agora?!

–Len... – Gumi me chamou – Você não ta esquecendo de nada não?

– O que?! – Elas estavam calmas demais pensando que um batalhão armado estava vindo pra cima de nós.

–A chave...

Não preciso nem dizer como minha cara ficou. Acho que Rin vai me atormentar com isso pelos próximos cinco anos.

–Dá licença ó ‘’grande motorista’’, que eu vou dar um jeito.

Ela começou a abrir a parte de baixo do compartimento onde o volante é preso e começou a mexer em alguns fios. Usou a minha katana pra cortar a ponta de um fio branco e um fio amarelo, deixando a linha de cobre exposta. Fazia tudo isso na maior calma, cantarolando uma musica, e quando Gumi reconheceu a melodia começaram a cantar juntas, acho que o nome da musica é ''Invisible’’, até prestaria mais atenção na letra e como a voz delas são bonitinhas, sendo, é claro, a da Rin mais bonita. SÓ QUE TEM UNS HOMENS ARMADOS PRONTOS PARA ATIRAR, SEM FALAR QUE ESTAMOS ROUBANDO UM DE SEUS CARROS!

–Rápido Rin!

–Não me apresse!

Ela uniu a ponta de cobre dos fios, ação que resultou em uma pequena faísca.

–Tente dar ignição.

Dei ignição no carro e os parâmetros de velocidade começaram a subir. Só faltava soltar o freio de mão e dar marcha.

–Aonde aprendeu isso?

Rin começou a se acomodar no banco.

–Uma verdadeira maga nunca revela seus segredos.

–Sei... – Olhei desconfiado.

–Adeus meu amor! – Gumi beijou o vidro. – Nunca te esquecerei!

Dei partida no carro e começamos a nos distanciar daquelas pessoas, que começaram a entrar nos outros carros. Acelerei o carro, mas antes os alb...Utatane gritou de volta:

–Eu vou te encontrar!

Eu não sei se ele falou apaixonadamente ou se ia prendê-la, mas isso fica pra um outro dia. Finalmente saímos daquela rua da bifurcação, o que acabou nos levando ao centro de Tokyo. É claro, uma área nada movimentada e perfeita para perseguições.

Não era difícil desviar de todos os carros que vinham na nossa direção, visto que estávamos na contra mão. Mas dos 14 carros, que eu contei, que estavam nos perseguindo, só havia sobrado quatro.

O radio-escuta começou a chiar. Rin apertou o botão vermelho, que aceitava o chamado.

–Oi, aqui é o disk pizza... – Olhei pra ela segurando o riso, e ela só sorriu – Você esta falando com a Aline, posso anotar o pedido?

–PAREM DE BRINCAR VOCÊS DOIS! ENCOSTEM O CARRO E SE ENTREGUEM PACIFICAMENTE ANTES DE ENTRARMOS EM PERSEGUIÇÃO!

Antes?

–Docinho? – Gumi pulou do porta malas pro banco de trás.

–Jujubinha?

A que ponto eles chegaram os deixamos sozinhos? Olhei pra trás para fitar Gumi, isso era loucura. Quando voltei minha atenção na rua, os carros dos soldados haviam pedido reforços e fecharam o final da rua, formando uma espécie de barreira, e acabei dando um grande drift¹, o que derrubou uma placa de limite de velocidade 40. (N.A * sinta a ironia * )

–Rin porque não me avisou?

–Você esta dirigindo tão devagar... – Bocejou. – Queria emoção... Adrenalina! Ei olhe, a formiga nos ultrapassou de novo! Que barbeira...

–Estamos no mesmo carro Rin? Porque ele ta indo tão rápido que meu cabelo desarrumou todo, e ta quase virando blackpower! – Gumi se olhou pelo reflexo da janela.

–Jura? To quase dormindo aqui...

–Tem razão... Estou lerdo demais, mais foi só para o motor esquentar. Agora você vai ver o que é correr.

Ela só sorriu em resposta.

Escutei o ronco do motor e acelerei o máximo que aquele carro podia ir: 280 km. Lerdo, na verdade.

–Agora sim ta ficando interessante! – Animou-se Rin.

–Ela vai redefinir o que é velozes e furiosos! SOCORRO DOCINHO!

–Prontas?

–Sim!! – Rin levantou os braços.

–Não!! – Gumi começou a bater nos vidros tentando sair.

Acelerei com tudo em direção a barreira de carros.

–Nós vamos bater! Eu não quero morrer! – Gumi choramingava. – Nicodemos, eu deixo a casa pra você!

–Len, o que você esta fazendo? – Perguntou Rin.

–Só tem aquela saída da rua, voltar ou se render não é opção. Aquela é a única saída, e nós vamos passar por ela.

–AHHHHHHHHHHHHHHHHHHH! – Gumi começou a gritar em desespero.

–Uhuuuuuuuuuuuuuuuuuuuul! – Rin começou a gritar em emoção.

–Não se preocupem garotas – Dei uma piscadinha – Eu tenho um plano.

–Eu não to preocupada – Rin falou decidida.

–Pai nosso que estás no céu...

–Rin, Gumi, ponham essas algemas. – Pedi.

–O QUE?!

–Comoéquié?!

–Precisam confiar em mim, meninas.

–Afe. – Rin se algemou.

–Ok! – Gumi se algemou.

Como esperado, os carros que formavam a barreira se dispersaram por medo da colisão. Passamos sem problemas por eles, que depois manobraram e se juntaram aos que já estavam nos perseguindo.

–Se conseguimos passar, porque nos algemou? – Rin perguntou.

–Por isso.

Parei o carro bruscamente em frente a um prédio preto bem conhecido por mim. Esperando na porta, como combinado, estava meu superior, minha equipe e mais três equipes da organização.

Estava na hora.

Abri a porta do carona e empurrei Rin na calçada. Gumi estranhou o ato, mas logo a puxei para o banco da frente a empurrei na calçada também. Sai do carro e bati a porta. Olhei nos olhos do meu superior e ignorei as lágrimas de Rin que não passaram despercebidas por mim. Todos os envolvidos, excluindo Gumi e Rin estavam ansiosos por minhas palavras.

–Como prometido, trouxe Kagamine Rin e sua cúmplice, Megpoid Gumi. Essa missão foi designada para mim com intuito de capturá-las e entregá-las a nossa organização a todo custo. E como todos aqui sabem,

Eu nunca falho.

Notas finais
Esse capitulo foi em oferecimento de: Sweet Geek, trollando as pessoas desde que completou 4 anos. Haha, esse inicio foi tenso, não foi? Drift:Drift ou Drifting (ドリフト走行, dorifuto sōkō?), é uma técnica de direção de carros que consiste em deslizar nas curvas escapando a traseira, girar o volante para que as rodas dianteiras estejam sempre em uma direção oposta a curva (se o carro vira para a direita então a roda deve estar a esquerda, e vice versa), controlando o nível de derrapagem, fazendo o carro literalmente andar de lado. Ai vocês pensam: é o verdadeiro eu da Rin lá no começo. ai descobrem que é o verdadeiro eu do Len no final. Vou calar a boca antes que comece a soltar spoiler. Parei pra dá aquela leve olhadinha, né... TEM QUASE 3 MIL PALAVRAS, VÉI... 3 MIL. E EU SÓ FUI PERCEBER AGORA. Beijitos! Vejo vocês nos reviews!