Kami No Isan: O Império De Luz E Trevas
35 Capítulo 33: Quando a verdade é revelada.
Notas iniciais
O capitulo é curto, mas o proximo será bem grande ( eu acho). Provavelmente vou publica-lo hoje mesmo. Será o capitulo que mostrará as revelações de Kami no Isan, saberão todos os misterios. Não deixem de ler o capitulo 34 ^^.
Entramos no recinto. Era tudo escuro. E tinha um ar ameaçador.
Olhamos para os lados e só havia escuridão.
- Acho que está vazio... – Falou Zafiris.
- Não está não! — Disse uma voz conhecida.- Nós nos encontramos de novo!
- É você? — Perguntei lembrando-me.
Sim.... aquela voz era inconfudivel. A voz daquele que matara a minha Tia, a mulher que cuidara de mim durante toda minha vida. A voz do ser asqueroso que com seu exercito de BloodStalkers atacara a cidade Golden e matara milhares de pessoas. Era voz do asqueroso Vaon.
O homem então pulou bem a nossa frente.
- Daisuke! Finalmente você chegou. No final, você veio como um inocente peixe no anzol! — Ele lambeu os lábios.
- Cale a boca! — Eu falei irado. — Vou acabar com sua raça se maldito. Vai me pagar pelo que fez com minha tia!
- Acalme-se Daisuke. — Falou Fabian colocando a mão em meu ombro.
- BloodStalkers, venham!!! — Gritou Vaon.
Milhares dos seres brancos, chupadores de sangue apareceram.
- Q-Quantos! — Exclamou Zafiris assustada.
- 2.500 para ser exato! — Falou Vaon pegando uma cadeira e se sentando.
- Daisuke! Vá na frente! — Fabian acabava com os BloodStalkers sem parar, porém mais e mais surgiam.
- Não! Eu vou acabar com Vaon! — Falei irritado.
- Daisuke! Se preocupe com Maya e lee que estão vivos! Vá em frente! – Falou Sasha acertando um dos seres.
Pensei um pouco e percebi que tinham razão. Devia me preocupar em salvar meus amigos que estavam vivos. Não ficar preso aos mortos do passado, eu devia seguir em frente.
- Nos encontraremos de novo! – Falei enquanto corria em direção a porta que havia no fundo da sala.
No caminho até a porta passei por Vaon, ele me olhou com um sorriso de lado. Achei estranho ele não tentar me impedir. Porém, obviamente não reclamei.
Ao chegar na porta a empurrei, não estava trancada, por isso entrei facilmente.
Ao entrar no outro recinto a porta automaticamente se fechou, me deixando isolado no local escuro e sombrio.
- Sinto que tem mais alguem aqui... – Falei olhando para cima e vendo um brilho de dois olhos.
- Acertou em cheio! – Falou uma pessoa pulando de cima e vindo em minha direção. – Nós encontramos agora pela ultima vez.
- Daimond... – Falei ao ver o rosto identico ao meu. – Cadê meus amigos?!
- Não se preocupe. Eles estão bem. – Falou ele como se fosse algo sem nenhuma importância.
- Me devolva eles! – Meus olhos queimavam de ódio.
- Terá eles depois... – Ele olhou as unhas.
- Se maldito... – Cada vez eu ficava com mais ódio. Estava a ponto de partir ele em dois.
- Pois é Daisuke. – Ele olhou para mim.- Parece que chegamos ao final dessa historia.
- Vai me matar, é? – Perguntei em posição de ataque, pronto para qualquer tecnica que ele pudesse fazer.
- Não, eu não posso fazer isso! – Falou ele cabisbaixo. – Daisuke venha para o nosso lado!
- Nunca! Prefiro morrer! – Eu falei cerrando os punhos.
- Se você não vier por bem... Terá que vir por mal!!
- Que seja! – Zombei.
- Você que quis! – Ele então avançou contra mim.
Ele veio com tudo tentando me acertar com um soco, acertou o primeiro porém quando tentava o segundo eu desviei. E por reflexo apliquei um soco na boca de seu estomago.
- Lute direto! – Falei chutando ele que estava caido no chão. – Você não está dando tudo de si! Aplique as suas tecnicas poderosas!!!
- Não posso fazer isso! – Disse ele se levantando.
- Por que vocês do império das Trevas não me matam?! – revoltei-me.
- Por que se você morrer... eu também morrerei Daisuke... – Ele limpou o sangue que escorria da boca.
- O quê? – Falei intrigado depois de alguns segundos em choque. – Como assim?
- Daisuke... eu e você não somos irmãos... Eu e você somos o mesmo ser, a mesma existência...
Fiquei em choque olhando para Daimond. Aquilo não era possivel. Minha cabeça estava mais confusa que nunca.
- Não! Eu não sou um assassino como você!! – Corri e dei um soco na cara de Daimond.
- Isso! – Falou ele sem reagir. – Me acerte, me soque, me mate. E sua vida também acabará!
- Mas como?! – Falei me contorcendo por dentro. – Eu não entendo.
- Daisuke... Vou lhe explicar. Vou contar a você o por que de tudo isso...
Daimond então se aproximou de mim e encostou seu dedo em minha testa. E como se fosse um filme, as coisas começaram a passar em minha mente.
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