Kamen Rider Action
3 Erro de Cena
Kamen Rider Action
Capítulo 03
– Erro de Cena –
*Pi PI PI PI PI...* — Exclamava o relógio digital que estava no criado mudo ao lado da cama de Hiro.
– Droga... Já é de manhã? – Disse ele ainda coberto pelo lençol.
* Pi Pi PI PI PI...*
–Argh... – Hiro caçava o relógio com o braço esquerdo até finalmente conseguir desligá-lo.
Ele se levantou e foi direto ao banheiro, fez suas necessidades, escovou os dentes, foi para a cozinha, pegou um pedaço de pão, passou um pouco de requeijão, esquentou o café, botou duas colheres de sal e...
– ARGH! QUE DROGA! – Exclamou ele enquanto cuspia o café todo. – É A QUINTA VEZ ESSE MÊS QUE EU FAÇO ISSO!
Então, ele jogou o café de seu copo fora e colocou uma nova remessa nele, olhou bem para os potes e verificou se o que ele estava pegando era realmente açúcar. Hiro provou e constatou que realmente estava pronto para tomar o seu café da manhã totalmente sossegado.
Depois de tomar o seu café da manhã, Hiro decide tomar um banho e se aprontar para ir até a casa do Diretor. Ele botou a sua camisa preta, um colete de couro branco, uma calça jeans de tom azul escuro, seu tênis preto com detalhes brancos, pegou a carteira, as chaves do carro, foi para a garagem e até que finalmente...
– AAAAAH! Meu carro! – Disse ele exclamando e colocando as mãos na cabeça. – Eu me esqueci do que aconteceu com o meu carro!
Foi então que Hiro lembrou que possuía uma velha bicicleta.
– Que sorte... Ao menos o pneu ainda está cheio. – Disse ele enquanto trancava a porta da garagem e saia em direção até a casa do Senhor Diretor.
–---------------------------------------------------------------------------------------
Depois de quase vinte e cinco minutos pedalando, Hiro finalmente chega ao possível bairro onde o Senhor Diretor vive, porém...
– Ah... Droga... Eu não me recordo em qual casa ele vive. – Dizia ele enquanto pedalava devagar e olhava atentamente para cada uma das casas com a intenção de conseguir se lembrar de qual delas era a do Diretor.
Hiro pedalou por mais alguns metros, desceu uma pequena ladeira e virou uma curva. Até que no mesmo instante ele viu uma rua infestada de carros de reportagem, pessoas curiosas, câmeras e etc.
– Ah não... Não me dia que... – Exclamou ele.
Até que um repórter viu Hiro e o reconheceu.
– Hey! Você! – Gritou a repórter que no mesmo instante chamou a atenção dos demais para o lado de onde Hiro estava.
– Hey! Esperem! – Exclamava ele enquanto a imensidão de repórteres, moradores da localidade e outros curiosos iam para cima de Hiro.
Em poucos segundos, Hiro estava rodeado de câmeras, microfones, flashes, perguntas e etc. Ele já não sabia mais o que fazer no exato momento.
–Argh! Esperem! – Dizia ele.
– É verdade que você foi o culpado pelos atentados ocasionados no centro da cidade? – Perguntava um repórter.
– Como você consegue se transformar? – Perguntou outro.
– Você conseguiu explodir um dos monstros, mas isso significa que você possui um poder de fogo maior do que o exército nacional?
– Você está trabalhando sozinho com isso tudo?
– Gente... Por favor... – Dizia Hiro enquanto era prensado pela multidão..
Foi quando um grupo de cinco policiais chegou e escoltaram Hiro.
– SAIAM DA FRENTE! – Gritou um dos policiais. – Venha conosco, Senhor Hiro.
– Ok! Tudo para sair deste meio...
No mesmo instante, Hiro foi escoltado pelos cinco policiais que o levaram para bem próximo da casa do Senhor Diretor.
– Ah... É aqui mesmo... – Disse Hiro quando finalmente reconheceu a casa do Diretor e tentava sair do grupo de escolta formado pelos policiais.
– Desculpe Senhor Hiro, mas o Senhor terá de vir conosco. – Disse um dos policiais enquanto segurava o braço esquerdo de Hiro.
– É o que? – Exclamou ele.
– Por favor, venha conosco. A polícia tem uns assuntos a tratar com você.
–---------------------------------------------------------------------------------------
– Estão levando o Hiro. – Disse Megumi enquanto olhava de trás da cortina no quarto do pai dela, que se encontrava no segundo andar, o que rolava do lado de fora de casa.
– Isso vai ser um enorme problema. – Disse o diretor.
– O que faremos? A polícia está levando ele.
– Não faço ideia... Não iria imaginar que eles o levariam. Temos de ir até a delegacia quando as coisas por aqui se acalmarem.
Megumi voltava a espiar por trás da cortina e via Hiro entrando em um carro da polícia que no exato momento saia daquela rua tumultuada.
– Vamos esperar Takeru voltar da escola e nos prepararemos para ir até a delegacia para tentarmos resolver isso tudo. – Propôs o Diretor.
Megumi acenou afirmativamente com a cabeça e voltou a olhar pela janela.
–---------------------------------------------------------------------------------------
– Para onde vocês estão me levando? – Perguntou Hiro que agora estava dentro do carro patrulha da polícia.
– Não se preocupe... Nossos superiores precisam lhe fazer algumas perguntas, possivelmente você será livre em seguida. – Disse o policial que estava sentado no banco do carona.
– Possivelmente?
– Já disse... Não se preocupe.
Foi então que o policial que estava dirigindo olhou pelo retrovisor interno até focar o rosto de Hiro.
– Hey... É verdade mesmo que você se... Transformou? Tipo... Como um daqueles super heróis da Tv? – Perguntou ele.
Hiro ficou um pouco sem jeito.
– Ah... Bem... Vamos supor que sim...
– Incrível... – Disse o policial que estava dirigindo.
– Isso só pode ser uma piada. – Disse o outro policial. – Impossível uma pessoa se transformar.
– Ah! Pare com isso... As imagens da TV mostram claramente.
– Imagens da TV? – Perguntou Hiro.
– Sim. Algum repórter conseguiu te filmar e aproveitou as imagens para divulgar na Tv. – Disse o motorista.
– Já era de se esperar...
– Que azar hein... – Disse o policial que estava ao lado do motorista.
– Sim... – Hiro ficou um tempo em silêncio e voltou a falar. – Ah... Eu vou poder ligar para que uns Amigos possam me buscar?
– Possivelmente... – Disse o policial que estava no banco do carona.
– Possivelmente... Estou vendo que hoje será um longo dia.
Então o carro da polícia continuou seguindo viagem até a Delegacia.
–---------------------------------------------------------------------------------------
Depois de muito tempo seguindo viagem, Hiro e os policiais finalmente chegam à delegacia, logo atrás veio o outro carro onde estava o restante dos policiais. Todos guiaram Hiro até o local onde haveria o encontro com os supostos superiores. Dois policiais seguiam em frente à Hiro e os outros três ficaram um pouco atrás dele até chegar à sala onde estariam os oficiais que iniciariam o esquema de perguntas.
Foi então que eles chegaram próximos de uma porta, um dos policiais deu três breves batidas e adentrou a sala juntamente de Hiro.
Na pequena sala se encontravam dois rapazes, um era aparentemente jovem e o outro um pouco mais velho, ambos eram formalmente trajados com um terno preto e eles estavam sentados em um dos sofás que havia dentro do local. Foi então que o rapaz mais jovem se levantou e tomou a palavra.
– Senhor Hiro Matsuda? – Disse o rapaz mais jovem enquanto estendia o braço para apertar a mão de Hiro.
– Ah... Sim... Sou eu. – Respondeu Hiro enquanto apertava a mão do jovem rapaz.
– Policiais, por favor... – Disse ele.
– Sim senhor. Esperaremos aqui fora. – Respondeu um dos policiais.
– Tudo bem.
Os policiais saíram da sala e fecharam a porta, deixando apenas Hiro e os dois rapazes dentro dela.
– Por favor, Senhor Hiro sente-se. – Disse o rapaz mais jovem enquanto voltava a se sentar.
Hiro se sentou em um sofá que havia à frente de onde estavam os oficiais.
– Ah... Bem... – Hiro deu uma pausa. – Há algo que eu possa fazer?
– Primeiramente... – Disse o rapaz mais jovem. – Eu me chamo Joseph Kirkland...
Foi quando Hiro soltou pequenas risadas.
– Ah... Algum problema? – Perguntou Joseph.
–NÃO! Nada! Perdão! Prossiga. – Disse Hiro totalmente assustado por ter cometido tal gafe.
Joseph Kirkland, 26 anos, trabalha como oficial investigativo na principal Delegacia do centro da cidade. Joseph é um rapaz alto, bem dizer da mesma altura de Hiro e de uma estrutura corpórea igual à de um atleta, possui cabelos pretos, levemente jogados de lado e que chegam à altura do pescoço, usa óculos com uma armação metálica acompanhando os olhos azuis, também tem uma barba bem feita e estampa um sorriso estonteante em sua face.
– Bem... Como eu já disse, eu sou Joseph Kirkland e este aqui é o oficial William Adams. Nós precisamos fazer algumas perguntas referentes ao incidente que se iniciou dois dias atrás aqui no centro da cidade.
– Ah bem... – Disse Hiro enquanto coçava a cabeça.
– Você ocasionou isso tudo? Você trouxe aqueles seres? – Exclamou William enquanto erguia o corpo para frente, demonstrando tamanho interesse em culpar Hiro Matsuda pelos atos que ele não cometeu.
– Hey! Vá com calma! – Disse Joseph enquanto botava a mão no ombro de William. – Hiro não é culpado de nada, ele nos protegeu do ocorrido... Eu só quero entender o funcionamento desta possível transformação dele e se ele estaria disposto a utilizar o dom dele a favor da população.
– Eu? Ajudar?
– Sim... Verificamos que o seu dom é de extrema importância para a polícia. Seria ótimo se pudéssemos ter o mesmo nível de combate que o seu. – Afirmou Joseph.
– Isso é inútil! Uma hora ou outra esse jovem irá se rebelar e usará o seu poder contra nós! – Disse William.
– Sim... Pode até ser...
– Não! Eu não faria isso! – Disse Hiro totalmente assustado. – Não há motivos para eu cometer tal ato.
– Bem... Deixemos isso de lado por enquanto, o que precisamos agora é saber como tudo isso funciona. Precisamos de um relato detalhado de tudo o que rolou nesses dois dias. Descrição dos seres não identificados, como você se transforma, quantas vezes se transformou, se você está trabalhando sozinho e etc. – Relatou Joseph.
– Ah! Pare com isso Josh! Vamos prendê-lo apenas e pronto. Aí sim teremos tempo de sobra para perguntar tudo.
– Por favor! Não me prendam! Eu prometo que respondo tudo! Só não me prendam! – Exclamou Hiro enquanto ficava cada vez mais tenso.
– Por favor, William. Controle-se ou eu terei de pedir que você se retire.
– Hm... Ok. – Disse ele enquanto ficava emburrado e se recostava no sofá com os braços cruzados.
– Senhor Hiro, prossiga.
–Bem...
Hiro explicou aos oficiais tudo o que eles queriam saber, a aparição sem motivo dos seres não identificados, a relação deles com o Senhor Diretor e sua família, como ele conseguiu o belt, o método de transformação, o surgimento do LionBorg, ele também distribuiu informações sobre a existência do Império X e etc. Depois de mais de quarenta minutos de conversa...
– Incrível... – Exclamou Josh.
– Isso parece coisa de programa infantil. – Disse William.
– Pois é... Então... Como vai ficar tudo daqui para frente? – Perguntou Hiro.
– Bem... Eu preciso analisar algumas informações e... – Dizia quando Joseph foi interrompido por algumas batidas na porta.
– Entre... – Disse ele.
A porta foi aberta e uma mulher trajada como policial apareceu.
– Com licença, Senhor Joseph. – Disse a policial.
– Ah... Elizabeth. Há algo errado? – Perguntou ele.
– Venho informar que o Senhor Hiro Matsuda possui visitas. – Disse ela.
Elizabeth Dare, 20 anos, trabalha atualmente como policial na delegacia principal do centro da cidade. Elizabeth é uma jovem de estatura mediana, possui cabelo castanho escuro, longo e preso em uma trança. Possui um sorriso sedutor, fazendo com que qualquer homem caísse na conversa dela. Menos um...
– Por favor, convide-os para adentrar a sala. – Disse Joseph.
– Ok.
Foi então que Elizabeth saiu da sala e logo em seguida o Senhor Diretor apareceu.
– Hey! Velhote! Está tudo bem? Onde estão Megumi e Takeru? Como eles estão? – Perguntou Hiro.
– Ah... Não se preocupe, eles estão lá fora. Eu vim para resolver tudo. – Disse o Diretor.
– Que bom... – Foi só depois disso que Hiro aparentou ficar mais calmo.
– Por favor, Senhor sente-se e... Qual é o seu nome? – Perguntou Joseph.
– Ah... Me chame de Diretor... Não há necessidade de você saber o meu nome, não gosto muito dele.
– Ok então... – Disse Joseph sem jeito. – Eu me chamo Joseph e este rapaz aqui é o William.
William ainda continuava de braços cruzados e uma cara emburrada.
– Olá... – Disse ele totalmente em um tom seco e rígido.
O Senhor Diretor acenou com a cabeça e voltou à atenção até Joseph.
– Peço para que deixe o Hiro livre. – Disse o Diretor totalmente sério e direto.
– Sim... Nós o deixaremos ir, depois que terminarmos mais algumas análises.
– Como assim? Vai deixar ele ir mesmo? – Exclamou William.
– Temos de deixá-lo ir. Se mais alguma daquelas criaturas aparecer, isso se tornará um enorme problema. Nosso armamento bélico não dá conta desses seres. – Explicou Joseph.
– Eu ainda acho que isso será um enorme erro.
– Pois bem, vamos iniciar mais um novo processo de análise e... – Dizia Joseph quando fora interrompido por Elizabeth que adentrava a sala sem ao menos bater na porta.
– JOSEPH! – Exclamou ela.
– O que foi agora, Liza?
– Recebemos uma ligação e um ser não identificado está atacando a cidade.
Foi quando todos os rapazes se levantaram do sofá e saíram correndo.
– Merda! – Exclamou Joseph.
Todos saíram da sala e correram desesperados até a saída da delegacia.
– Papai! Mais um monstro! – Exclamou Megumi.
– Rápido! Vá preparando o equipamento. – Disse ele.
– Sim! – Megumi corria junto de seu pai para dentro do Trailer que estava estacionado dentro do pátio da delegacia.
– Onde está o Takeru? – Exclamou Hiro enquanto entrava no Trailer.
– Ai caramba! Ele foi comprar um refrigerante lá dentro da delegacia. – Disse Megumi.
– Droga! – Exclamou o Senhor Diretor. – Hiro! Vá e busque-o!
– Ok!
– Veja se pega carona com um dos oficiais!
Hiro saiu correndo de dentro do trailer e entrou na delegacia novamente à procura de Takeru.
– Takeru! Takeru!
Hiro continuava a correr desesperadamente quando ao fim do corredor ele viu Takeru sentado em um pequeno banco e tomando o seu refrigerante.
– Droga! TAKERU! – Exclamou Hiro.
– Hã? Hiro! Você já saiu da cadeia! – Disse Takeru totalmente feliz.
– Eu não fui preso! Vamos logo! Um monstro apareceu!
– Ok!
Hiro e Takeru agora estavam correndo para sair da Delegacia até que eles se depararam com Joseph.
– Hiro. Pensei que você já tivesse ido.
– Eu tive um imprevisto. Você poderia nos dar uma carona até o local do incidente?
– Claro! Venham!
Então os três correram e entraram um uma viatura policial que no mesmo instante em que foi dada a partida, as suas sirenes ligaram e o carro acelerou com tudo.
–---------------------------------------------------------------------------------------
O carro de polícia corria rapidamente pela via principal e em alguns minutos, Hiro e o pessoal estavam no centro da cidade.
– Pronto! Pode parar aqui mesmo! Takeru fique aqui com o Joseph. Eu volto já. – Dizia Hiro que saia correndo do carro até ir a encontro com o trailer do Senhor Diretor.
Foi quando o Diretor viu Hiro correndo pelo retrovisor externo.
– Megumi pegue o belt!
– Sim!
No mesmo instante Megumi e o Senhor Diretor saíram correndo do trailer, Hiro pegou o belt e o colocou na cintura.
– Ligue a câmera e prepare as luzes, pois o Kamen Rider Action vai arrasar tudo. – Disse Hiro enquanto corria para o meio da multidão que corria desesperadamente tentando fugir dos seres humanóides.
Ao chegar lá, Hiro se deparou novamente com Gohr.
– O pequeno humano... Você novamente... – Disse Gohr.
– Gomor! Você de novo! – Disse Hiro totalmente sério.
– Go... Mor? MEU NOME É GOHR! UM DOS TRÊS GENERAIS DO IMPÉRIO X! GOHR! E NÃO GOMOR!
– Wow... Vai com calma, grandalhão... Seu nome é difícil de memorizar.
– Seu tolo... Irei retirar o receptáculo mestre de você! De uma vez por todas!
– Receptáculo... Mestre? De mim? – Hiro aparentava não saber de nada e ele realmente não sabia.
– Ataquem! Gohruns! – Dizia Gohr para os seres humanóides mecanizados que logo partiram para cima de Hiro.
–---------------------------------------------------------------------------------------
Enquanto isso, próximo ao trailer...
– Está filmando isso, papai? – Perguntou Megumi.
– Não irei perder nem um segundo...
–---------------------------------------------------------------------------------------
Na viatura...
– Acho que Hiro está tendo problemas. – Disse Joseph.
– Não se preocupe... Hiro é um herói, tudo vai dar certo.
– Aposto que você é o fã número um dele.
– Não. Eu sou fã do Lamen Rider. – Dizia Takeru enquanto expressava um enorme brilho nos olhos.
–---------------------------------------------------------------------------------------
De volta à batalha...
Hiro se esquivava dos ataques e efetuava uma série de socos e chutes nas carcaças metálicas dos Gohruns.
– Ai ai ai! Vocês são duros demais.
Mas era tarde demais e Hiro havia tomado um golpe direto na cara, que o fez cair no mesmo instante ao chão.
– MUAHAHAHAHA! Não passa de um mero humano. – Exclamou Gohr.
– Engraçado, não foi? – Disse Hiro se levantando do chão. – Vou te mostrar uma coisa bem engraçada agora.
Foi quando Hiro parou e respirou fundo.
– HENSHIN!
– ACTION! – Disse a voz mecânica do cinto.
Foi então que o cinto brilhou intensamente, uma chuva de brilhos rodeou Hiro e um símbolo de claquete surgiu em sua frente dando a ele a forma conhecida como Kamen Rider Action.
– Kamen Rider Action! I’m a SUPER STAR! – Exclamou Action enquanto apontava para Gomor... Quero dizer... Para Gohr.
– Então é isso... Hoje eu acabarei com você e... – Foi quando Gohr deu uma pausa e olhou para o céu. – Ele... Ele está aqui?
– Ele? Ele quem? – Dizia Action enquanto dava uma surra nos Gohruns.
– Maldito! Considere nossa batalha adiada novamente!
– É o que? Você vai fugir?
– Fique com este outro presentinho! – Dizia Gohr enquanto surgia um brilho em sua mão e um novo rolo de filme do Senhor Diretor se materializava. – Até depois.
Foi quando Gohr lançou o rolo em um dos Gohruns que no mesmo instante se transformou em um inseto gigante que lembrava muito um louva Deus e óbvio, ele era metade inseto e metade robô.
– Mas... O que diabos é isso? – Exclamou Action.
–---------------------------------------------------------------------------------------
Próximo ao Trailer.
– Papai...
– Hey! Não me culpe!
–---------------------------------------------------------------------------------------
– DROGA! DIRETOR! VOCÊ NÃO ME DISSE QUE HAVERIA MONSTROS GIGANTES! – Gritava Action enquanto fugia do monstro.
Foi quando Action pressionou um dos botões do belt.
– Armed Pistol... ACTION! – Exclamou o belt.
Como mágica, a pistola especial de Action surgiu em sua mão esquerda.
– Está na hora de tomar bala! – Dizia Action enquanto efetuava diversos tiros no monstro “insecto-robótico”.
No mesmo instante, o monstro parou de perseguir Action e começou a ingerir os outros Gohruns.
– Argh... Que coisa mais... Grotesca.
O monstro parecia não dar mais a mínima para Action e continuava a atacar os Gohruns.
– Sabe... Eu vou te chamar de Grilobô.
–---------------------------------------------------------------------------------------
– Hiro e sua infinita criatividade... – Disse o Diretor.
Megumi soltou algumas breves risadas.
–-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
–Hiro então decidiu pressionar outro botão.
– Kick Charger... ACTION! – Exclamou o belt.
De repente uma energia começou a rodear a perna direita de Action fazendo com que ele sentisse uma enorme energia fluindo por ela.
– Ta na hora de explodir!
Foi quando Action correu com tudo e deu um enorme salto, acertando em cheio o chute na cabeça do Grilobô.
E então, uma enorme explosão surgiu.
– ISSO! Acabou! – Disse Action comemorando a vitória.
Em meio às chamas, o Grilobô surgia como se nada tivesse acontecido.
–MUAAAAAARGH! – Rugia o Grilobô.
– Ah não... To ferrado...
–---------------------------------------------------------------------------------------
– Epa... Isso vai ser um problema e dos grandes. – Dizia o Diretor enquanto continuava a filmar o Grilobô chegando bem próximo de Action.
– Hiro... – Disse Megumi.
–---------------------------------------------------------------------------------------
– Hora de testar o terceiro botão! – Dizia Action enquanto pressionava o terceiro botão.
– Light... ACTION! – Exclamou o belt.
Logo em seguida, a pequena lanterna fixada na lateral do capacete de action acendeu.
– O QUE? SÓ ISSO? AH QUE DROGA!
– MUAAAAAAAAAARGH!
Foi quando Action se assustou com o rugido e tropeçou, voltando a cair no chão.
– Merda... Isso realmente é um erro de cena...
Continua...
Fale com o autor