Kakatte Koi
33 Shows, Vinhos e Diversão
Notas iniciais

POV OFF
Aquela semana foi repleta de ensaios, reuniões e sessão de fotos, tudo para ficar perfeito para o lançamento do novo álbum no aniversário da banda em março do ano seguinte.
O single foi um sucesso, os fãs faziam pedidos diretos nas rádios chegando ao primeiro lugar das mais tocadas. A banda foi convidada para entrevista na TV, onde contaram sobre seu o retorno com o novo baterista e em breve o novo álbum.
O The Gazette voltava aos poucos para a cena musical, a produtora agendou outros shows em algumas cidades perto de Tóquio. Ruki-san já planejava o começo de uma turnê nacional.
Yutaka agora tinha a agenda de compromissos com a banda lotada, sem tempo durante a semana de aparecer no restaurante. Sua melhor decisão foi promover Daigo-san para gerente, só que não achou que a banda ocuparia todo seu tempo. O máximo que ele conseguiu foi aparecer como anfitrião na noite dos artistas de reinauguração, além de ser o único dia que ajudou Daigo-san na cozinha e depois do expediente eles comemoraram e namoraram no quarto do restaurante.
Durante a semana passava ensaindo e Uruha sempre aproveitava as pausas dos ensaios para conhecer melhor seu namorado, seus gostos e tentar descobrir sua peculiaridade que o deixava intrigado e mais apaixonado. Algumas vezes durante uma conversa mais séria, Kai tentou contar sobre sua natureza vampira, mas sempre alguém aparecia no lugar que eles estavam atrapalhando sua revelação.
Yutaka contava tudo que acontecia para Daigo, pelo telefone bem como as tentativas frustradas de se revelar para o guitarrista. Ele sempre ressaltava que quanto mais tempo demorasse para contar a verdade seria mais complicado de Uruha aceitar.
Quando os shows começaram, a noite dos artistas continuou acontecendo nos finais de semana, só que sem seu anfitrião, pois os shows seriam em outras cidades. Fazendo com que Yutaka aumentasse a distância de suas visitas a Daigo no restaurante.
Além da saudade de seu neko. Yutaka estava tendo problemas com sua alimentação, nos ensaios que era perto da mansão levava o sangue na garrafa. Mas com os shows sendo em cidades onde ficariam hospedados para tocar nos dias seguintes, ficaria com fome sendo difícil disfarçar nas horas das refeições da banda.
Conversando com seus irmãos Teru e Yuki sobre o que devia fazer, já que o sangue na garrafa não daria certo com as viagens. Entrando na sala vendo eles conversando e sem ideias. Kamijo ficou pensativo, parou próximo a eles ouvindo os relatos do seu pupilo ingrato e resolveu ajudar mesmo sabendo que ele talvez não fosse aceitar.
— Yutaka-san, posso dar minha opinião?
— Claro que pode, Kamijo-san.
— Perguntei por que você não gosta de aceitar minha ajuda.
— É que sua ideia de ajudar tá mais para impor sua vontade.
— Quando você vai acreditar que me importo contigo, Yutaka.
— Sério! Que você se importa comigo?
— Sim, só que não tenho a paciência de Hizaki para lidar com você.
— Tudo bem então, Kamijo-san me conte sua ideia.
— Muito simples, só pedir para produtora contratar suas duas doadoras de sangue como suas staffs.
— Você diz a Arianne e a Maya?
— Exato. Aí você escolhe a cargo delas, manicure, massagista ou cabeleireira.
— Será que a produtora vai aceitar meu pedido?
— Evidente que sim, você é o baterista deles. Seu bem-estar faz parte de manter a banda funcionando. Com elas como staff não precisa se preocupar com a fome.
— É um disfarce perfeito. Não é que você teve uma boa ideia, Kamijo-san.
— Arigatô, Yutaka. Prometi ao meu mestre que não teríamos mais incidentes relacionados à sua fome.
— Hyde-san, me ensinou muito sobre como manter o controle perto dos humanos da banda.
— Pronto eu que tenho a ideia e meu mestre que leva o crédito e o elogio.
— Nossa! Hizaki tem razão, você tem ciúmes quando elogio Hyde-san. Como se ele fosse meu criador, só por que ele simpatizou comigo.
— Já dei a ideia agora, use se quiser. Não tenho ciúmes do meu mestre agradando e passeando com você e o Teru, tá. Até mais.
— Kamijo-san, espere, estamos apenas conversando. Por que ele age assim Teru-kun, sabe me dizer?
Teru fica sem saber o que responder, apesar de morar há anos com eles até depois de Yuki e Masashi se juntarem à banda, nunca entendeu por que seu criador Hyde-san o deixou aos cuidados de seu pupilo mais velho. Kamijo caminha chateado com as mãos nos bolsos no corredor que liga a sala a escada dos quartos e cruza com Hizaki e Masashi.
Hizaki percebe que ele não está bem parando para conversar enquanto Masashi segue em direção a sala.
— O que houve para você ficar assim, Yuuji, meu amor?
— Nada não, só tentei ter uma conversa com Yutaka, mas...
— Vocês brigaram de novo?
— Dessa vez não, até que a conversa estava tranquila até ele falar sobre Hyde-san.
— Qual foi o problema?
— Yutaka, me vê sempre como um vilão que roubou sua vida humana, ele não entende que o salvei da morte.
— Você ficou com ciúmes, não foi?
— Fiquei um pouco sim. Hyde nunca se importou com Teru e nem com Yutaka desde que ele chegou. Depois do acidente só anda com eles agora, e se esqueceu de mim...
— Kami, querido. Você sabe que Hyde só estava esperando uma oportunidade para se aproximar e interagir com os dois que ele deixou sob os nossos cuidados.
— Eu sei, Hizaki, só que não eu estava preparado para meu mestre me deixar de lado tão rápido. Acredito que ele faça isso como punição por causa do que aconteceu com Yutaka.
— Hyde-san gosta de se divertir com os vampiros mais novos. Dê um tempo, sabe que Yutaka é especial para ele e agora que aceitou aprender e a conviver com sua raça. O líder do conselho é o melhor para ensinar sobre a sociedade vampira.
— Queria ter essa sua confiança Hizaki. Você sempre encontra um lado positivo nos problemas. Por isso que Yutaka respeita e o admira.
— Quando você começa a ficar sentimental é a fome falando, ainda não se alimentou, certo?
— Ainda não, minha princesa... Meu amor espero que você não me abandone como eles.
— Yuuji Kamijo, você é meu amor eterno, nunca passou na minha cabeça lhe deixar. Venha, vou cuidar de ti.
Hizaki abraça seu amado e juntos seguem para saciar sua fome, distante da sala escutava as risadas de Yutaka e os outros a conversa seguia animada. Hizaki estava contente que seu filho adotivo voltou a ser o rapaz feliz de tempos atrás.
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Seguindo a ideia proposta por Kamijo, Yutaka criou coragem e foi conversar com o responsável da produtora sobre contratar as suas amigas como staffs.
Explicou que Arianne era sua terapeuta desde o acidente, ele se sentia seguro e confiante com ela por perto, e ela também era massagista. Maya cuidaria da sua aparência como maquiagem, cabelo e unhas.
Eles analisaram seu pedido conversando como os membros da banda, como eles estavam recomeçando ainda não tinha um bom retorno financeiro para pagar o salário para novos funcionários. A banda chegou a um acordo e aceitou, pois o baterista nunca tinha feito nenhum pedido e ainda se dispôs a ajudar com seu salário só para ter as staffs lhe ajudando nos shows.
Com esse problema resolvido, Yutaka se sentiu mais seguro e confiante para seguir a banda para as cidades distantes. Ruki agendou dois dias de lives em três cidades durante as três semanas seguintes de dezembro. Sendo o último show na semana do Ano Novo.
Para comemorar o sucesso das lives do The Gazette e a última noite dos artistas do ano no sábado. Daigo convidou outras bandas para aquela noite, além da presença do Versailles e Hyde-san que Yutaka entregou o convite em mãos antes de viajar.
Com a viagem para as lives, Daigo não veria Yutaka por algumas semanas, ficando com saudades do seu vampiro que o atualizava dos shows pelo telefone. Seu novo cargo de gerente no restaurante Daigo-san, ficou atolado de serviço e responsabilidades que eram do chef Kai, antes de entrar para a banda.
Yutaka mandou um convite para o show perto de Tóquio, mas ele não conseguiu tempo hábil para comparecer, às agendas estavam cheias não tendo uma folga para diversão.
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Daigo organizava tudo para aquela noite ser especial, para a banda e todos os convidados que estariam lá para comemorar o sucesso do retorno do The Gazette aos palcos.
A banda chegou à tarde no dia anterior, Yutaka estava bem cansado da maratona de shows mais muito feliz, pois seu sonho estava se realizando ser um baterista famoso. Só que se sentia um pouco negligente em relação ao restaurante, mesmo sabendo que Daigo estava coordenando tudo lá com maestria.
A noite chegou e toda equipe do restaurante estava preparada para receber algumas bandas convidadas para aquela comemoração de Ano Novo.
O The Gazette seria um dos homenageados por suas conquistas voltando com os shows e lançamento do novo álbum.
Yutaka pensou em chegar um pouco antes de abrir para os convidados, queria conversar com Daigo assim diminuir a saudade de tantos dias longe.
Só que seu corpo estava tão cansado que dormiu demais, acordando quando Teru-san o chamou umas duas horas antes da festa começar, pois estava preocupado, ele falou tanto dessa noite ser especial.
Ainda bem que já tinha deixado tudo pronto, se arrumou rápido e seguiu para sala onde todos o esperavam para ir. Kamijo reclamou que ele parecia uma noiva se atrasando para o próprio enlace. Hizaki cutucou seu amado para não começar as provocações com Yutaka, queria aproveitar a festa sem ficar apartando brigas e ciúmes entre os dois.
Então depois da bronca de Hizaki, todos entraram na van tentando ser os mais comportados que podiam sem fazer indiretas sobre aquele atraso, mas os olhares não tinham como disfarçar a vontade de Yutaka responder a altura para seu mestre Kamijo era enorme.
Como saiu todo apressado e afobado, não conseguiu se alimentar, uma que não tinha nenhuma garrafa na geladeira e outra suas staffs foram dispensadas naquele dia para também descansar da viagem.
Sua esperança era chegar no restaurante antes do membros do The gazette, assim poderia falar Daigo sem Uruha por perto. Devido ao seu atraso chegariam junto com os convidados.
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Quando chegou ao restaurante, o local já estava todo lotado, praticamente todos convidados estavam acomodados e esperando ser servidos.
Yutaka entrou procurando por Daigo, o novo gerente estava vestindo um lindo terno de veludo azul modelando seu corpo, ele estava no meio do salão conversando e comprimentando as bandas por comparecem naquela noite para comemorar o ano novo.
Ao ver o Versailles na entrada, veio ao encontro deles, levando-os à mesa já reservada a sua espera. A vontade de Yutaka era de abraçá-lo e beijá-lo ali mesmo na frente de todos, estava lindo e exalava um perfume pitoresco que mexia com o líbido do vampiro. Só que não era possível à sua frente estavam sentados os membros do the Gazette. Uruha sentava de costas e ainda não tinha visto que o baterista havia chego no restaurante.
Yutaka sussurrou o seu ouvido para se encontrarem na cozinha, estava com saudades e queira muito lhe falar. Sendo interrompido por Uruha que veio a seu encontro o levando para sua mesa com a banda. Daigo suspirou em desagrado e acenou com a cabeça que sim e continuou recepcionando os convidados.
Com o restaurante lotado, os garçons começaram a servir bebidas e aperitivos de entrada para as mesas. Daigo então foi até a mesa do the Gazette, resgatar Yutaka para circular como anfitrião daquela noite dos artistas, pois o guitarrista o queria só para ele. Como se eles não tivessem passado 2 semanas tocando juntos, o moreno queira desfrutar um pouco da companhia do chef baterista.
Uma das mesas que eles pararam para conversar era de Hyde-san, que a compartilhava com seu irmão Sakurai-san e Yoshiki-san. Yutaka havia contado para Daigo sobre o trio de músicos serem os líderes do conselho vampiro, o rapaz mandou servir o melhor vinho tinto para agradá-los naquela noite.
Yutaka agradeceu a presença Hyde-san no seu restaurante que foi todo organizado por Daigo, o rapaz que ele aceitou saber sobre o segredo deles sendo seu protegido como o vampiro pediu.
Daigo andou com o chef por outras mesas, agradecendo e analisando se estavam sendo bem servidos. Depois dos aperitivos o prato principal da ceia de ano novo começaria a ser servido, a equipe de garçons e da cozinha estava em sintonia com os pedidos e todos os convidados sendo atendidos.
Yutaka disfarçando conseguiu ir com Daigo para a parte reformada que é uma espécie de jardim de inverno, antes era a área vip. Local esse que não tinha mesas era destinado para respirar, colocar os pensamentos em ordem olhando as carpas no lago artificial e a vegetação.
Para essa noite foi limitado a entrada, os convidados ficaram somente no salão principal para melhor atendê-los.
Yutaka se aproximou de uma parte que não desse para as pessoas do salão vissem eles juntos ali. Encostou Daigo num dos pilares bem perto de si, cheirando seu cabelo passando as mãos pelos fios, beijando seu pescoço deixando seu neko todo arrepiado e desarrumado.
— Yuta-chan, agora não... aqui não é lugar para isso...
— Ah! Neko-chan, não resisti ter você ao meu lado e não poder tocar em ti...
— Também estou com saudades, mas alguém pode nos ver... Uruha talvez...
— Ninguém vai, os convidados estão ocupados bebendo...
Daigo tentava ser racional, estavam no local de trabalho com restaurante lotado e Yutaka não o deixava pensar direito com suas investidas, sabia os pontos fracos do moreno provocando ele com beijos e mãos agitadas pelo seu corpo.
— Olhe para mim, Yuta! Não podemos sumir assim, viemos aqui a trabalho, vão dar falta de nós.
— Neko-chan, por que está se preocupando? Tá cheio de garçom, tem música, bebidas e eles estão se divertindo. E nós devíamos fazer o mesmo...
Yutaka estava aumentando sua aproximação a Daigo deixando-o sem ação com seus toques mais atrevidos. Um beijo lascivo e sedento, fez Daigo perder o fôlego e com dificuldade afastar um pouco o vampiro, percebendo que ele estava alterado quando sentiu suas presas tocarem sua língua e seus olhos estavam num vermelho fogo ardente.
— Desde quando você não se importa com o restaurante? Yuta-chan, isso não é só saudades, você tá alterado agindo como se tivesse com fome...
— Me importo sim, só que não agora. Quero você Neko-chan, seu perfume é inebriante, está me deixando com desejo de provar mais do seu néctar quente.
— Será que entendi certo. Você está com fome e quer que o alimente agora?
— Neko-chan, gomenasai. Dormi demais, quase perdi a hora da festa. Então não tinha sangue na geladeira e eu dispensei as meninas para descansar no dia anterior. Queria chegar antes de abrir, mas não deu certo.
— Sabe que existe uma coisa chamada celular, podia ter me avisado que eu lhe esperaria lá fora, e usaríamos a entrada de serviço. Sem condições de te alimentar agora. O local está cheio de vampiros, se o cheiro de sangue se espalhar, os convidados humanos podem ser as vítimas.
— Só um pouco neko-chan, eu prometo ser breve, é para enganar o estômago.
— Nada disso, quando você está com fome não consegue beber pouco. Senti na pele, que não dá para enganar a sede de um vampiro. Eu preciso voltar ao trabalho.
— Daigo, meu amor. Por favor... só uma mordida rápida no pulso dá para esconder com o paletó.
— Qual parte você não entendeu, Yutaka? Eu disse não agora, melhor você ficar na mesa com sua família ou com Hyde-san bebendo vinho para acalmar a sua sede.
Yutaka ainda segurava Daigo contra o pilar, tentando induzi-lo com seus beijos e carinhos estava quase conseguindo, mas Daigo havia percebido que ele naquele momento estava o usando para apenas ser sua bolsa de sangue, por isso se afastou e mandou ele se recompor para voltarem ao trabalho.
Meio a contragosto, respeitando a vontade do seu neko. Yutaka reverteu sua forma vampiresca e mostrando suas covinhas tentava agradar ele que o encarava com ar descontente, passando a mão no seu terno arrumando-o para ficar apresentável ao público.
— Gomenasai Daigo, promete não ficar bravo comigo. Ainda vamos comemorar a virada do ano novo juntos?
— Não sei, agora tenho que pensar. Acreditei que essas duas semanas longe, você estaria com saudades de mim e não do meu sangue.
— Claro que estou com saudades, Daigo meu amor. Os shows exigiram bastante de todos, as lives ficaram lotadas e fomos bem recebidos com muitos gritos e aplausos. Queria tanto que você tivesse ido ver um dos shows.
— Não deu para ir, o restaurante ocupou todo meu tempo, estava planejando essa festa para comemorar o sucesso da sua banda.
— A festa está linda, Daigo neko-chan. Você pensou em todos os detalhes, e teve o cuidado de receber os músicos vampiros e escolher o melhor vinho para eles aproveitarem a noite.
Yutaka estava tentando amenizar sua euforia e desejo por Daigo, elogiando sua organização da noite festiva.
— Agora você está tentando me agradar com palavras bonitas?
— Está dando certo?
— Talvez, meu vampiro. Você sabe que não consigo ficar bravo quando você sorri com essas covinhas fofas.
— Afinal você é meu noivo, quero vê-lo feliz.
— Sei, sou seu amante e noivo de sangue, pois o seu namorado oficial continua sendo o guitarrista saltitante...
— Ah! Ahiru-san, é namorado do Kai. Não precisa ficar enciumado, essas semanas só ficamos concentrados na bateria para fazer o melhor show.
— Como assim?! Vocês ficaram no mesmo hotel, depois do show não saíram junto para jantar ou namorar no quarto?
— A verdade é que não deixei ele entrar no meu quarto e não fui no dele. Só as minhas staffs Arianne e Maya podiam.
— Em parte eu entendi, elas iam ao seu quarto antes de você sair com a banda para jantar ou beber... Mas você já ficou íntimo dele, porque tá fugindo agora?
— Isso foi antes de ficar com neko-chan, a nossa intimidade com a troca de sangue, não podemos fazer com ele. Kai tem medo de sucumbir ao desejo e a excitação do ato e mordê-lo assustando-o complicando tudo, por não saber a verdade.
— Não acredito que você e o Kai só estão provocando e enrolando ele... Por isso ele não queria te largar quando você chegou. Melhor ficar longe do Uruha, você pode sentir desejo de querer mordê-lo, já que está com fome.
— Mais ou menos, por enquanto ele tá aceitando só os beijos e uns encontros nos intervalos dos ensaios, porque os shows foram intensos e ficamos muito cansados. Ainda precisamos encontrar um jeito de contar para ele, num local onde não nos atrapalhem.
— Yuta-chan, melhor você ir buscar uns bons vinhos na cozinha, para abrandar sua fome. Se demorarmos mais tempo sozinhos, aqui ele vai vim te procurar.
— Tudo bem, Daigo-chan. Vou cuidar de manter o vinho na mesa dos músicos vampiros por segurança. Tentarei me manter ocupado longe de Ahiru-chan.
— Vamos, ainda temos o brinde em homenagem ao Gazette, e pare de chamar ele pelo apelido ou chamo conto tudo para o Kai, que você continua provocando o namorado dele. Se controle até o fim da festa, que deixarei você se alimentar de mim.
— Daigo neko-chan, eu te amo muito e não tô provocando Ahiru... Uruha-san, e deixa o Kai descansar um pouco ele ainda tá cansado dos shows...
Depois de se acertarem, os dois voltam ao salão, vendo que tudo está fluindo bem, e o prato principal já foi servido. Todos os convidados comiam e bebiam, conversando, apreciando a música e se divertindo. Yutaka tinha razão sobre a equipe do restaurante chefiada por Daigo era impecável, seu neko montou uma noite maravilhosa.
Daigo passeava pelas mesas enquanto Yutaka ia à cozinha buscar mais vinho para ele e seus familiares.
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