Notas iniciais
Olá! Queridos Leitores (as). Voltei! Sentiram Saudades? Tudo bem com vocês? Desculpem o atraso na Atualização. Aproveitando para dar os parabéns ao The Gazette pela sua última live em 2021. E anúncio do show de aniversário de 20 anos da banda em 2022. Mais um ano se passou espero que todos fiquem bem e que continuemos firmes e fortes em 2022. Seguindo as medidas de segurança para ficar protegidos da Covid-19. Para encerrar o ano deixo para vocês, um capítulo novo sendo a sequência da chegada de Daigo para alegria de Yutaka. Desejo a todos um Feliz Natal e um próspero Ano Novo. São os meus votos e da minha amiga @MalikaHarunoo para 2022. Um beijos a todos ... Boa leitura...

POV Yutaka

Percebi que Hizaki e Daigo foram se afastando, aquela conversa me fez esquecer por um momento do meu Neko-chan. Kamijo consegue ser irritante e agora estou descobrindo que ele é um pouco ciumento em relação a Hyde-san. O seu mestre meio que deixou ele de escanteio quando começou levar somente eu e Teru-san, aproveitei que ele estava sentado encolhido naquele sofá e alfinetei mais um pouco contando com ajuda do meu irmão sobre nossos passeios. Interessante ver que ele diz não se importar e estava todo tristonho, só que ele não perde sua pose para os dois novatos, agora que somos os favoritos de seu mestre.

Deixei ele resmungando sozinho, saindo correndo atrás dos dois que estavam indo na direção da cozinha. Assim que os alcancei, entrelacei meus dedos com os do meu neko todo feliz por ter ele de volta curado das cicatrizes que lhe fiz. Tão logo adentramos na cozinha Daigo levou um susto Hizaki havia preparado um buffet para o jantar igual o que devem servir no hotel, só que para uma pessoa só. Um pequeno exagero do nosso guitarrista, quando vim morar aqui também ele lotava a mesa de várias opções com medo que fosse faltar comida, pois ainda não sabia o que gostaria de comer.

— Yutaka, onde vai ser a festa? Não acha que é comida demais para uma pessoa só. — Daigo me repreende pelo exagero.

— Daigo neko-chan, gomenasai não sabia como estaria sua fome e o que você gostaria de comer? — A comida humana tem tantas opções que fica difícil escolher.

— Um bentô ou um lamen já estaria perfeito. Como chef você é muito exagerado Yuta-chan. — Daigo me dá um sorriso e soquinho no braço.

Daigo se aproxima da mesa, indeciso o que escolher pegando um prato colocando algumas porções e itens da mesa sentando em seguida abrindo os hashis para comer. Puxo uma cadeira e sento ao seu lado. Hizaki caminha até o refrigerador e pega um vinho, indo na direção da pia para abri-lo, vindo com 3 taças para nos servir e beber também.

— Daigo-san, pode comer a vontade, o que sobrar você leva para seu apartamento, acredito que não há nada lá. Não será perdido. — Hizaki comentou.

— Não tem mesmo, mas amanhã eu compraria o que precisasse. — Daigo levanta a taça para Hizaki servir o vinho para ele e para mim.

— Daigo neko-chan, deixa eu me redimir e mimar um pouco você? — pergunto bebendo meu vinho e olhando ele comer.

— Yuta-chan, já passou, não se culpe tanto. Você não tinha controle, estava faminto e a sede era mais forte que a razão. — Como pode ele me perdoar assim, fui cruel e quase o matei.

— Ah… Daigo neko-chan! Como você ainda pode gostar desse vampiro que só lhe fez mal? — Abaixo minha cabeça envergonhado.

Daigo bebe um pouco repousa o copo na mesa e os hashis no prato, e com as mãos encosta elas no meu rosto levantando na sua direção e encostando sua testa na minha com olhar fixo no meu.

— Yuta-chan, vou dizer só mais uma vez, foi um acidente. Meu vampiro só fiquei assustado quando acordei no hospital, agora tá tudo bem, eu estou bem. Vamos seguir em frente, ok?

— Ainda tinha dúvida se Neko-chan, gostava mesmo de mim, o afastei com medo de lhe perder, agora tenho controle da fome e da sede, sei onde procurar alimento…

— Perfeito, agora chega de ficar se lamentando do que aconteceu. Estou pronto para voltar ao trabalho. Hizaki-san, como estão as coisas no restaurante?

Hizaki assumiu todas as responsabilidades do restaurante, desde o acidente não tive coragem de voltar lá, agora com meu Neko-chan posso tentar ser anfitrião da noite dos artistas novamente.

— Está funcionando novamente, abrindo somente para o almoço. Depois da reforma e do fim das investigações, faz uma semana que retomou as atividades.

— Yuta-chan, pensa em voltar com a noite dos artistas nos finais de semana?

— Agora sim, com Daigo-chan do meu lado como Gerente, podemos fazer uma reinauguração?

— Gerente? Tem certeza? Por que tô sendo promovido?

— Daigo-san, precisamos de um gerente para cuidar do restaurante, já que logo vou estar em turnê com a banda e Hizaki-san também.

— Só cuidei do restaurante de modo provisório, até você voltar de férias. Enquanto Yukkun se recuperava do trauma e sentia-se confiante em entrar lá de novo.

— Quando vocês pretendem reinaugurar? Tenho que conhecer a equipe da cozinha e também é preciso mandar os convites.

— No primeiro domingo de Dezembro, junto com o lançamento do álbum do Gazette, assim comemoramos os dois eventos. Não se preocupe, já comecei a enviar os convites.

— Será daqui duas semanas, é um bom tempo para organizar tudo para o seu retorno ao restaurante. Arigatou Hizaki-san por cuidar de tudo, inclusive do meu Yuta-chan.

— Imagina Daigo-san, sempre cuidei de Yukkun mesmo quando ele ficou distante. Vai dar tudo certo agora.

O jantar com Daigo segue tranquilo agora que acertamos o que fazer com sua volta ao restaurante, sigo observando seu jeito de comer, seus olhares, seu modo de falar que me acalma e me encanta. Amo muito ele por me aceitar proteger o meu segredo.

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Ao término do jantar continuei o tour pela mansão com meu Neko-chan, fomos até o estúdio, onde ele ficou impressionado com o tamanho e quantidade de instrumentos que haviam lá. Então fui até a bateria que estou usando para treinar, na qual Yuki-san tem me ajudado muito a compor as músicas novas.

Perguntei se ele queria me ouvir tocando, já que ele não pode estar presente no dia do show. No restaurante aqueles dias que estava ensaiando para o single da banda, ele ficava olhando quando Kai treinava, agora posso mostrar a música completa e outras também.

Perdemos a noção do tempo, não lembro quantas músicas foram, eu estava empolgado. Daigo aplaudia cada uma estava tão feliz e contente, ver seu sorriso curava o vazio do peito por ele ter ficado longe.

Percebi que mesmo gostando, sua feição era de cansaço e sono, a viagem por si só era bem cansativa. Conclui o show particular levando ele para conhecer o último lugar da casa: o meu quarto.

Como tudo ali ele era bem amplo, sendo uma suíte com banheiro com uma hidromassagem. Um closet para as roupas e calçados, uma majestosa cama de casal , TV na parede, uma mesa com cadeira.

— Daigo-neko-chan, o que achou do quarto?

— Muito lindo mesmo, nem se compara com aquele do restaurante.

— Um pouco exagerado, como tudo aqui…

— Não, combina com a mansão, os quartos são os locais que se passa mais tempo, tem quer ser confortáveis.

— Tenho boas recordações e algumas nada agradáveis desse quarto.

Daigo se aproxima chegando mais perto, pegando nas minhas mãos olhando tudo em volta, e sentamos na beirada da cama, sua mão macia e quente passa no meu rosto fazendo um carinho reconfortante, me aproximo dele lhe dando um selinho nos lábios em retribuição.

— Yuta-chan, todos temos essas lembranças, tente guardar as boas e felizes. As dramáticas só lhe fará sofrer por algo que já passou, não dá para voltar e consertar.

— Neko-chan, como você pode ser tão bom assim? Não mereço, só o que fiz foi lhe assustar, morder e quase te perdi. Isso me assustou muito, tive pesadelos.

— Yuta-chan, eu sou assim sempre vejo o lado bom das pessoas. Merece sim, meu querido, você junto do Kai tinham medo de deixar alguém se aproximar, foi difícil ganhar sua confiança, saber seu segredo mesmo me assustando, foi o que fez vocês confiarem em mim. Como vocês estão se saindo?

— Estamos bem, agora depois do que lhe aconteceu Neko-chan. Kai aceitou nossa condição vampira, aprendemos a controlar a fome e conciliar nosso tempo entre a banda e a saber mais sobre a sociedade vampira que pertencemos.

— Que bom, estou muito contente que vocês se acertaram, chega de se isolar sua família vampira gosta muito de ti. E o seu namoro com Uruha-san?

Estamos juntos aqui no quarto, ele vem perguntar do guitarrista. Nem tô mais flertando com ele. Daigo ainda tem ciúmes?

— Kai que está namorando ele, Neko-chan. Estou tentando manter Ahiru-chan longe de mim.

— Yuta-chan, é sério isso? Ainda não percebeu, é meio difícil manter Uruha-san longe, sendo que é apenas um corpo. Mesmo que ele goste do alter ego Kai, vocês dois são um só, eu sei que você sempre teve uma queda ele. Sou culpado por isso, pois ajudei na sua conquista.

— Culpado por ajudar? Nunca. Nós que não vimos antes que Daigo neko-chan, nos amava tanto a ponto de ajudar num encontro com outra pessoa. Kai trouxe Uruha-san para conhecer o quarto depois do show. Não queira contar para Neko-chan não ficar triste, mas eles transaram.

— Yutaka, eu desconfiei que isso podia acontecer Uruha-san é apaixonado pelo seu alter ego Kai. Como vocês controlaram o lado vampiro para ele não ver?

— Teru-san, ajudou com umas ideias e a melhor foi ficar no escuro e ainda ficou rindo por ser minha primeira vez.

— Ah…Yuta-chan! Até eu estou passado em saber que Uruha-san foi seu primeiro namorado. Eu mesmo já tive um namorado antes de vir para Tóquio. Meu vampiro não foi o Kai que perdeu a virgindade, foi você um corpo só lembra.

— Neko-chan, é complicado mesmo não querendo, Kai acabou não se segurando e nossa forma vampira apareceu, então participei involuntariamente do ato de amor com Uruha e lhe traí gomenasai.

Será que ele vai me perdoar? Queria muito que ele tivesse sido o meu primeiro, só que estraguei tudo perdendo o controle, a sede foi mais forte que a razão.

— Yutaka, esse tempo que fiquei longe pensei muito e não posso cobrar fidelidade sua, agora entendo que foi para Uruha-san que você fez o pedido de namoro. Você está traindo ele comigo…

— Ah… Neko-chan! Eu fiz o pedido de namoro só para provocar o Kai, nem imaginei que ele fosse aceitar. Queria era flertar contigo por cuidar bem de nós e sempre estar ali na cozinha para ajudar.

— Yuta-chan, ainda não podemos mandar no coração, me apaixonei por você no mesmo tempo que fui lhe ajudando a entrar na banda. Por me deixar se aproximar e fazer aquela massagem, eu tinha esperança que você fosse perceber meu interesse em ti.

— Kai estava tão contente com a visita e o ensaio por estar perto dele, que só pude ver que Daigo estava afim de nós quando me revelei na massagem e você não teve medo.

— Quem disse que não tive medo? Fiquei tão apavorado que não me mexi e apenas lhe encarei continuando a massagem, um movimento em falso podia lhe assustar e virar jantar…

— Não creio que essa foi sua reação, depois fiz pior lhe assustando daquele jeito, me protegeu sendo meu cúmplice, mentiu para me salvar, se tornou meu amante e quase lhe matei…

— Meu lindo vampiro, eu já desconfiava e só confirmei minha teoria. Você ficou com medo que eu fosse um caçador. Nenhum outro humano chegou tão perto de ti, assustar faz parte de ser um vampiro sedutor e intimador.

Não resisto aos seus encantos, a compreensão e o carinho que só ele consegue transmitir me deixando em paz. Então puxando ele mais para perto lhe dou um beijo lento e calmo, o qual ele retribui acariciando meus cabelos, enquanto o abraço unindo nossos corpos, seus lábios são macios e quentes, senti muita sua falta. Aprofundando nosso contato o beijo foi ficando mais intenso e provocante dando passagem para duas línguas que se tocaram, senti ele se arrepiando e seus batimentos aumentar.

A adrenalina estava começando a aflorar e seu cheiro natural a invadir meu nariz, fazendo me lembrar que tive ele nos braços, pude sentir seu sangue quente descer queimando na minha garganta satisfazendo minha sede, a melhor sensação que já tive…

No mesmo instante empurro ele para longe, parando drasticamente o nosso beijo que ele resmunga sem entender. Todo aquela sensação de horror e medo de ver ele desmaiado numa poça de sangue ainda me assusta, por isso o afastei e agora de novo. Levo as mãos no rosto para ele não ver minha forma vampira que achei tinha sob controle.

— Yuta-kun, o que houve? Tá passando mal?

— Não quero que me veja assim, você é precioso demais…

— Meu vampiro, pode se mostrar não tenho medo, eu o amo muito.

— Também amo muito Neko-chan. Achei que já tinha conseguido me controlar, mas tudo voltou quando senti seu cheiro.

— Natural isso acontecer, é nosso primeiro encontro depois do acidente, seu corpo, seu instinto ainda tem essa lembrança guardada.

— Neko-chan, achei que esse tempo longe estaria controlado, correu tudo bem com Uruha-san.

— Yutaka, acredito que o seu medo de Uruha-san descobrir o que você é, lhe impede de experimentar o seu sangue.

— Só senti algumas gotas de um arranhão que Kai fez nele, é diferente da sensação que tive com Daigo-chan, tenho medo de querer novamente e não conseguir parar.

Assim fica difícil tentar manter uma distância com ele, sendo amável e compreensivo. Suas mãos vão até as minhas abaixando elas e segurando com carinho acabo sendo obrigado a abrir os olhos para ver ele, com um pouco de esforço reverti a minha forma vampira.

— Meu amor, isso é um aprendizado que leva um certo tempo… que é o que você mais tem sendo vampiro. Já disse que não precisa se esconder de mim.

— Melhor assim, tenho receio de não controlar com Neko-chan estando tão perto. Não quero nem lembrar da sensação de horror que senti quando você estava desmaiado caindo dos meus braços.

— Vamos criar novas recordações boas, meu amor. Logo você vai esquecer tudo isso. Agora estou aqui para ajudar você superar seus medos e os meus também.

Daigo ainda segurando minhas mãos encosta sua testa na minha, dando um suspiro forte, ficamos algum tempo assim curtindo o momento de paz. Suas mãos macias e quentes vão até meus cabelos acariciando eles, em seguida sinto um beijo carinhoso na minha testa. Levanto minha cabeça, vejo seus lábios dizendo Aishiteru, me derreto todo com esse carinho.

— Daigo neko-chan você é muito precioso e bom demais para mim… Nossa! Já tarde você deve tá cansado da viagem, eu te alugando…

— Yutaka, gostei muito dessa conversa. O que mais quero é passar mais tempo contigo, senti muita saudade. E sim, fiquei um pouco cansado, foi uma viagem longa…

— Venha, o motorista vai lhe deixar em casa, temos outros dias para conversar mais. Ainda temos que marcar um dia para ir ao restaurante.

— Ainda tenho uns dias de folga, talvez no fim semana, se você não tiver ensaio com a banda.

— Sim, pode ser vou ver se tem algo marcado na agenda dos compromissos da banda, depois lhe aviso. Arigatou Daigo neko-chan.

— Arigatou pelo que Yutaka?

— Por voltar para mim, por um momento achei que fosse ficar no hotel dos seus pais.

— Que eu me lembre, meu patrão apenas me deu férias do restaurante, meu trabalho ainda aqui até o dia que eu for dispensado.

— Agora você que é o patrão, Neko-chan foi oficialmente promovido a gerente do restaurante, o único humano que confio para cuidar do meu sonho…

— Além de ser o único que pode experimentar os pratos que você prepara sem ninguém desconfiar da sua peculiaridade e excentricidade sendo um vampiro.

Daigo começa a sorrir do seu próprio comentário, também dou umas gargalhadas mostrando minhas covinhas ter ele de volta, me deixa muito feliz. Então levantamos da cama, saindo do quarto na direção da saída até a garagem. Passando pela sala ele se despede dos que ainda estão lá.

Chegando na van, no banco de traseiro Hizaki já deixou toda a comida que compramos para Daigo levar para seu apartamento.

Ao me despedir dele antes de entrar no veículo, Arianne e seu grupo da comunidade estão chegando para mais uma noite. Então chamo ela para apresentar meu Neko-chan.

— Arianne-san, quero que conheça Daigo-san, ele voltou hoje.

— Prazer em conhecê-lo finalmente, é o rapaz do restaurante certo?

— Exato, sou eu mesmo. Você é a psicóloga que ajudou meu Yuta-chan.

— De certo modo sim, ajudei ele a controlar a fome e a sede do instinto vampiro, mais psicóloga tá bom também.

— Daigo neko-chan vou ter que treinar mais, ainda não foi suficiente para ficar contigo.

— Daigo-san , ainda bem que você se recuperou. Yutaka ficou muito preocupado e achou que você não ia acordar.

— Arianne-san, não quero lembrar daqueles dias, foram muitos pesadelos e nem consegui dormi direito.

— Arigatou Arianne-san, por ensinar a ele como se alimentar além das garrafas, cuidar dele esse tempo que fiquei longe.

— Daigo-san, ele foi um bom aluno, só tinha medo de perder o controle e aprendeu bem rápido por sinal.

— Com vocês dois falando assim de mim, tô ficando com vergonha… Daigo neko-chan melhor você ir descansar. Arianne-san estava à sua espera.

Ambos dão risada do meu jeito e se despedem com Daigo agradecendo Arianne e vice-versa. Incrível como Daigo se dá bem com qualquer pessoa ele faz amizade fácil.

Aceno para ele indo embora e dou o braço para Arianne, além de estar com fome preciso comentar as novidades com minha psicóloga.

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Notas finais
Espero que os ventos da mudança, ajudem Yutaka seguir com seus projetos e superar seus medos. Até ano que vem pessoal... Beijos... continuem seguindo a história, teremos novos acontecimentos, novas tretas e revelações de altos segredos escondidos, rumo a reta final... Obrigada por ler Obrigada por favoritar Obrigada por comentar ❤ Obrigada muuuito obrigada Feliz Natal e Feliz Ano Novo. PS: Kakatte Koi está sendo publicada ao mesmo tempo no Spirit. Em Breve no Wattpad.