Notas iniciais
Olá gente! Estou aqui com minha primeira fanfic no fandom de Naruto o/
Uma brisagem completa, e sim, eu shippo o Naruto com ele mesmo huehue na verdade, shippo o Naruto com meio mundo kkkk
Já avisando que é Naruto x Clone, NaruNaru, caso alguém não tenha entendido.
Espero que gostem!

Tirando minha jaqueta e minha bolsa de armas, me joguei na cama, automaticamente abraçando o travesseiro. O sol já se escondia lá fora, deixando o céu com tons de rosa e laranja que lentamente iam dando lugar à escuridão noturna.

Me sentia particularmente solitário e entediado hoje. Nenhuma missão, o Kakashi sensei no hospital, a Sakura fazendo seu treinamento com a vovó Tsunade, o Sábio Tarado provavelmente fazendo suas "pesquisas" para seus livros eróticos… e eu aqui sem ter o que fazer.

Havia passado o dia todo treinando, mas não tem graça treinar a mesma coisa todo dia, poderia estar investindo em algum Jutsu novo se ao menos o Kakashi sensei não estivesse no hospital.

Suspirei apertando ainda mais o travesseiro contra meu rosto, eu poderia sair pra comer um lámen com algum dos meninos, se todos não estivessem em missões. Não sobrou nem o Shino.

Era em dias assim que eu me dava conta do quanto me sentia solitário. Não tinha uma família para a qual voltar no final da tarde, nem pra me animar quando estava triste, mas não tem como eu sentir falta de algo que eu nunca tive, apenas ficava imaginando como seria ter pai, mãe, irmãos… Tá certo que eu tinha meus amigos, mas não era a mesma coisa. Talvez tudo o que eu quisesse era alguém pra me abraçar, me mimar, ouvir meus problemas, me fazer um cafuné enquanto eu dormia…

Bem, será que se eu… Não, seria meio idiota.

Mas e se… não seria a mesma coisa? Ou parecido? Ao menos eu não ficaria totalmente sozinho, sem contar que ninguém precisa saber.

Soltando o travesseiro e sentando na cama, fiz o sinal de mão.

— Kage Bunshin No Jutso — falei baixo, logo vendo surgir uma cópia exata de mim, um clone.

Sem dizer nada, o "outro eu" apenas deitou ao meu lado na cama, abrindo os braços pra mim, já sabendo o porquê de ter sido feito.

Ainda estranhando um pouco a situação, me acomodei no peito do meu clone, sentindo seus braços me envolverem. Isso era muito bizarro. Abraçar e ser abraçado por mim mesmo. Tomara que ninguém nunca descubra a que ponto chegou minha solidão.

À medida em que ia sentindo um carinho estranho, porém muito bom, no meu cabelo, meu corpo ia relaxando, se livrando do constrangimento inicial por estar usando um clone para não só me fazer companhia, como também me fazer carinho.

Deve ser mais ou menos isso namorar, eu acho. Ou eu estou viajando legal, agora. Mas sei lá, se eu tivesse uma namorada, eu gostaria que ela me mimasse do jeito que eu estou fazendo agora comigo mesmo.

Uau, como isso soa estranho.

Mas deve ser bom namorar… eu acho. Como não tenho experiência nenhuma com ninguém, só me resta imaginar.

Ter alguém pra abraçar, dar e receber carinho, beijar…

Beijar deve ser bom… Se bem que eu já beijei, mas não foi um beijo beijo, foi só um selinho, e bem, foi com um cara, mas beijar de verdade deve ser bom...

E se eu… Não, isso ia ser doideira demais… Mas se bem que ninguém iria saber…

Respirando fundo tomei coragem para o que eu iria fazer, se eu já achava extremamente constrangedor estar abraçado com um clone, isso então seria o fundo do poço.

Antes que eu me arrependesse ou pensasse demais, segurei o rosto do meu clone entre as mãos e colei nossos lábios. Não era como beijar o Sasuke, já que com ele foi apenas um segundo antes de nos separarmos assustados, com o clone eu iria com calma.

Me afastei dos seus lábios e me sentei na cama, puxando ele para fazer o mesmo. Voltei a selar seus lábios, dessa vez mais brevemente, logo os separando minimamente apenas para umedecer os meus com a língua, vendo o clone fazer o mesmo, antes de voltar a encaixa-los. Pouco depois senti sua língua passar sobre minha boca, pedindo passagem. Entreabrindo meus lábios deixei que sua língua se juntasse a minha, ambas se tocando timidamente, se conhecendo e ganhando espaço na boca. Quando menos percebi já puxava os cabelos loiros do meu clone, o beijo quente e aprofundado me fazendo suspirar contra sua boca, cada vez que ele apertava minha cintura. Enquanto mexia em seus fios, sem querer soltei sua bandana, a fazendo cair entre nós. Separei-me dele e me afastei um pouco, o observando e processando o fato de que meu primeiro beijo de verdade havia sido comigo mesmo.

Que bizarro.

Observei como se encontrava meu clone: os cabelos amarelos muito mais bagunçados que o normal, as bochechas vermelhas e os lábios levemente inchados, tão ou mais vermelhos que as bochechas. Sua respiração estava meio ofegante e descompassada. Tenho certeza absoluta que eu estava do mesmo jeito.

Agora eu fiquei me perguntando: se beijar já era bom, será que 'outras coisas' também seria?

Não! O que diabos eu estou pensando? Acho que passei tempo demais com o Sábio Tarado, pois já estou começando a pensar como um pervertido também.

Mas se bem que…

Okay, só isso.

Se eu só usasse o clone para me masturbar não faria muita diferença, não é? Afinal, ainda seria eu mesmo, e se masturbar é algo normal, todo mundo faz, certo? Talvez seria no máximo um pouco diferente, já que não seria exatamente eu, e sim um clone… Mas enfim, ninguém nunca ficaria sabendo disso mesmo.

Com mais vontade e um pouco mais de vergonha dessa vez, voltei a beijar meu clone, colando ao máximo meu corpo ao seu, enquanto segurava com uma mão sua nuca e com a outra, sua cintura. Ele mantinha as suas mãos na curva do final das minhas costas, apertando vez ou outra de leve.

Quando os nossos pulmões já imploravam por oxigênio, nos separamos, mas logo senti seus lábios selando minha bochecha e seguindo até meu maxilar, mordendo de leve ali e seguindo seu caminho até meu pescoço. Começou dando pequenos selinhos, mas logo passou a lamber e sugar levemente a pele que se mostrou muito sensível, me causando arrepios gostosos pelo corpo.

— A-ah não deixe marcado… — ofeguei ao sentir um chupão particularmente forte na curva do pescoço com o ombro.

O clone apenas riu contra a minha pele antes de continuar a selar toda a extensão possível dela.

Suas mãos moveram-se em minhas costas, subindo até minha cintura e depois descendo, apenas para subir novamente, mas dessa vez levando minha camiseta junto.

Separei nossos corpos apenas para que a peça de roupa pudesse sair completamente, mas logo me aproximei de si novamente, tocando seus lábios com os meus, dando início a um novo beijo. Enquanto nossos lábios se moviam, suas mãos também não ficavam paradas, exploravam toda a pele exposta do meu peitoral, costas e barriga, me causando arrepios. Não pude evitar gemer abafado e surpreso quando seus dedos tocaram em um de meus mamilos, e ao notar minha sensibilidade no local, o clone apenas sorriu ladino e prendeu o mamilo entre os dedos, apertando-o deliciosamente, me fazendo gemer manhoso.

— Você é bem sensível — ele comentou.

Eu poderia ter respondido que se eu era sensível, ele também é, já que é um clone meu, mas ele não me deu tempo de soltar nenhuma palavra, quando eu menos percebi, já havia sido jogado na cama, com ele sobre mim, me beijando afoitamente.

Beijar estava sendo, até agora, uma das melhores coisas que eu já experimentei na vida, principalmente quando era um beijo intenso como o que partilhavamos no momento. Mas como nosso organismo precisa de oxigênio, tivemos de nos separar para respirar, mas tão logo tomou fôlego, meu clone voltou a manter seus lábios ocupados em mim, mas não com a minha boca, mas com a pele do meu pescoço, que a essa altura já deve estar vermelha.

Passeando sua boca em mim, ele foi descendo até meu peito, trilhando uma linha imaginária até meu mamilo esquerdo, passando a língua em cima antes de o prender entre os dentes.

Era numa hora dessas que eu quase verbalizava o quanto me sentia grato por ter lido os livros do Sábio Tarado, porque do contrário eu não saberia muito o que fazer. Poderiam ser romances baratos, mas inegavelmente eram, de certa forma, educativos.

Fui desperto dos meus pensamentos quando senti a mão do clone descer pela minha barriga, em formato de garra, ele descia arranhando levemente a pele até chegar no cós da calça que eu usava. Sem tirar sua boca, que agora brincava com o mamilo direito, de mim, ele infiltrou a mão na minha calça, me fazendo gemer mais alto do que já gemia, com a sensação da sua mão quente em contato com minha ereção.

— Aah! — Joguei a cabeça para trás, gemendo ao sentir sua palma deslizar sobre meu pênis, o agarrando firmemente enquanto iniciava movimentos lentos e limitados, já que ainda se encontrava dentro da cueca e calça. — Hmm — tive de morder os lábios quando ele esfregou seu polegar pela fenda da pontinha, era gostoso demais ter alguém fazendo esse tipo de coisa na gente.

Agarrando seus cabelos com ambas as mãos, o puxei para cima, logo buscando seus lábios com os meus, abafando meus gemidos contra sua boca. Arranhava levemente sua nuca à medida que ele intensificava os movimentos lá embaixo.

Segurei um gemido de frustração quando o clone parou seus movimentos e tirou suas mãos de mim, se ajoelhando na cama. Me ergui nos cotovelos, ainda deitado, e o olhei me fitar com um olhar faminto, enquanto se livrava da própria camiseta.

Uau, até que eu era… sexy. Isso soa tão narcisista, mas foda-se, estou sexy mesmo. Esse olhar, esses cabelos bagunçados, essa boca vermelha… Uau.

Clones também se excitam?

Essa era a minha pergunta e também surpresa ao dirigir meu olhar até sua calça e notar que havia um volume grande ali. Meu clone, assim como eu, estava muito excitado. Deve ser por isso que ele me encarava daquele jeito.

Percebendo que eu o olhava demais, ele sorriu e voltou a colar seu corpo ao meu, me dando pela primeira vez a sensação de pele com pele diretamente, mesmo que ainda estejamos de calças.

O clone segurou meu rosto e me beijou intensamente, me fazendo por vezes suspirar entre o beijo. Eu estava ficando bom naquilo. Separamos o beijo comigo mordendo seu lábio inferior, logo o sugando em seguida. Mais uma vez ele rumou para o sul do meu corpo, até parar frente à frente com minha calça laranja. Me encarando com seus olhos nos meus, ele começou a baixar minha calça, já levando a cueca junto, me fazendo suspirar ao ter a ereção livre do confinamento apertado.

Assim que me livrou das peças, não tardou em envolver meu pênis com a mão, iniciando lentos movimentos de sobe e desce. Passava a ponta do polegar na glande sensível, coletando o pré gozo e o espalhando pela minha extensão. Eu afundava minha cabeça no travesseiro e gemia, os olhos bem fechados, aproveitando a sensação de ser tocado por uma outra pessoa.

Abri os olhos, surpreso, quando senti um calor molhado me envolver, vendo o clone colocando meu pênis em sua boca.

Não era pra ser apenas uma punheta?

Ignorei esse pensamento enquanto sentia sua boca inseguramente brincar com minha intimidade. Ele passava a língua timidamente na ponta, como que testando o sabor, para depois desliza-la pela extensão até a base, subindo lambendo do mesmo modo. Quando chegou a ponta, colocou na boca e o deixou deslizar para dentro o máximo que conseguia antes que se engasgasse. Aos poucos ele ia pegando prática naquilo, tornando a experiência cada vez melhor. Vez ou outra o tirava da boca, apenas o masturbando com uma mão.

Ele afastou ainda mais as minhas pernas e voltou a me chupar, mas eu quase pulei na cama ao sentir, juntamente com sua língua no meu pênis, um dedo úmido me tocar… lá.

— Quê que você tá fazendo, cara? — Perguntei sentindo o dedo contornar aquele lugarzinho tão íntimo.

— Relaxa, se você não gostar, eu paro — ele disse, logo forçando o dígito para dentro.

Gemi arrastado com a sensação estranha de algo me invadindo. Não era doloroso em si, só era… diferente, ainda mais somado a sensação mais que prazerosa da sua boca me chupando avidamente.

Como eu podia estar tão submisso assim? Ainda mais para um clone meu! Por que ele estava dominador desse jeito enquanto tudo que eu conseguia fazer era gemer?

Eu realmente espero que ninguém nunca descubra sobre isso.

Seu dedo se movia dentro de mim, entrando e saindo, explorando, e não vou negar, até que era bom. Quase protestei quando o senti me abandonar, mas tudo o que eu fiz foi controlar um gemido doloroso quando seu indicador voltou acompanhado do dedo médio. Dessa vez o incômodo foi maior, mas depois de um tempo já estava tão ou mais prazeroso que antes.

Eu tentava controlar meus gemidos enquanto era estimulado por dentro e por fora, mordia os lábios e agarrava seus cabelos, quase o fazendo engasgar com meu pênis em sua boca. Eu estava quase gozando… Quase lá… Mais… um pouco…

Meu clone deve ter percebido que eu estava quase me desfazendo em sua boca, já sem controlar muito bem os grunhidos e gemidos arrastados que me escapavam a cada movimento mais intenso, tirando os dedos de mim e o pênis da boca com um estalo molhado, rapidamente me virando, deixando-me de bruços. Mal pude processar suas ações quando senti minhas nádegas sendo separadas e sua língua passar sobre minha entrada.

Gemi vergonhosamente alto com a sensação.

Me lembro vagamente de uma cena parecida em um dos livros do Sábio Tarado, provavelmente o clone também lembrou. Mas agora fiquei pensando, primeiro dedos, depois a língua, será que meu clone estava querendo… Não! Isso não! Seria vergonhoso demais…

Mas meu raciocínio todo ia pro além quando aquela língua explorava aquele lugar tão íntimo. A sensação era tão boa quanto o boquete acompanhado dos dedos, mas conseguiu ficar melhor ainda quando ela deslizou para dentro. Quente, molhada, extremamente prazerosa, me fazia gemer abafado contra o travesseiro.

— Co-continua… — gemi manhoso quando ele se afastou, mas me calei quando olhei por sobre o ombro, vendo-o se livrar da própria calça e cueca, voltando a se posicionar atrás de mim.

Engoli em seco, já entendendo perfeitamente suas intenções ao me levantar pelo quadril, me deixando de quatro sobre o colchão.

— Cara, não acha que isso já está indo longe demais? — Questionei, inseguro. Pela cena no livro do Sábio Tarado, a personagem parecia sentir bastante dor quando foi penetrada por trás.

— Eu não vou te machucar, se não aguentar, avisa que eu paro — falou baixo entre os beijos que dava nas minhas costas. — Relaxa Naruto, ninguém nunca vai ficar sabendo disso.

Respirei fundo e mandei tudo para a puta que pariu, autorizando o clone a fazer o que queria. Sentir seus dedos não havia sido ruim, acho que seu pênis também não seria… não é?

Fechei meus olhos com força e afundei o rosto no travesseiro, pouco me importando com a posição vergonhosa em que me encontrava, somente conseguia pensar no quanto era doloroso sentir um pau no meio da minha bundinha, até então, virgem.

— Tudo bem? — Ele perguntou quando terminou de se colocar todo dentro de mim.

— Dói, mas eu aguento. Só espera eu me acostumar — murmurei entredentes, a voz abafada pelo travesseiro saindo sôfrega.

Longos minutos, que pareciam não ter fim, se passaram enquanto eu sentia ele distribuir beijinhos pelas minhas costas, também voltando a masturbar meu pênis esquecido, até que eu sentisse que já estava pronto, que ele já podia se mover.

Lentamente ele começou com os movimentos de ir e vir. Ainda doía, mas não tanto, era uma dor suportável. Aos poucos essa dor ia se mesclando ao prazer, me fazendo gemer.

O clone me segurava com ambas as mãos pela cintura, enquanto batia sua pélvis contra minha bunda, gemendo baixinho e rouco.

Eu também gemia, não tão controlado assim, ainda mais quando ele acertava um certo ponto dentro de mim, me obrigando a morder a fronha, já molhada de saliva, para não acabar gritando, tamanho o prazer que sentia.

— Aí! De novo — pedi, quase rebolando contra si, mas me contendo com o resto da pouca dignidade que ainda me sobrava.

Atendendo meu pedido, ele se concentrava em tentar acertar aquele ponto mágico no meu interior que me fazia me revirar os olhos de prazer.

— Humm… Isso é tão bom… Tão apertado, tão quente… — ele gemeu, se inclinando sobre mim, colando seu peito suado nas minhas costas, para poder beijar meu pescoço, virei minha cabeça para o lado intensionando beija-lo, mas sendo limitado pela posição que nos encontrávamos.

Possivelmente pensando na mesma coisa, o meu clone saiu de dentro de mim, me virando na cama novamente, me deixando deitado de costas. Separou minhas pernas e voltou a me penetrar, se acomodando entre elas e se deitando sobre mim, mas sem depositar todo o seu peso, sendo sustentado pelos braços, e guiando sua boca até a minha, dando início a um beijo sedento, intenso.

Circulei sua cintura com minhas pernas, o sentindo se arremeter cada vez mais fundo em mim, mais rápido e intenso. Ele me fodia com vontade, gemendo contra minha boca, e apertando forte minha cintura com uma das mãos.

Uma de minhas mãos arranhava suas costas, já a outra ia se infiltrando entre nossos corpos febris, até chegar na minha ereção necessitada. Eu tentava me masturbar na mesma velocidade em que ele me estocava, mas era realmente difícil me concentrar nisso ao mesmo tempo em que me perdia em sensações tão maravilhosas e recém descobertas e impedir que o clone se desfizesse. Em meio a tanto prazer, à beira de um orgasmo, nunca foi tão difícil manter um clone, mesmo que seja apenas um, o que era estranho para alguém que podia criar centenas deles.

— Oh… Estou quase lá… — Gemi. — Quase…

O clone então aumentou a velocidade, quase me levando à loucura quando alcançava aquele ponto maravilhoso, ao mesmo tempo em que minha mão trabalhava rápido no meu pênis extremamente duro e gotejante.

Mordi seu ombro com força quando finalmente gozei, sujando minha mão e nossos abdomens de sêmen, enquanto que o apertava em meu interior em meio a espasmos. Não muito depois senti quando ele gozou, preenchendo-me com seu prazer e gemendo alto contra meu pescoço, onde havia afundado o rosto no ato.

Com nossas respirações descompassadas e ofegantes, ele se retirou de dentro de mim, deitando de costas ao meu lado, nossos corpos brilhando de suor.

À medida em que ia relaxando com a sensação pós sexo, o sono ia me tomando. Me decidi, por pura preguiça de levantar da cama, que tomaria banho na manhã seguinte. Apenas me limpei superficialmente com a ponta do lençol, logo após me deixando relaxar completamente contra o colchão macio. Também deixei que o clone finalmente se desfizesse.

Agora, aqui sozinho no silêncio noturno do meu quarto, percebi que um clone, por mais satisfatório sexualmente falando, não seria o mesmo que uma pessoa real. Uma cópia de mim nunca seria tão bom quanto uma pessoa de carne e osso, um terceiro, alguém que me amasse ou ao menos gostasse de mim, que ficasse comigo enquanto eu durmo, que eu pudesse contemplar pela manhã.

Um simples clone nunca suprimiria verdadeiramente minha solidão.

Notas finais
Espero que tenham gostado, seria muito legal da parte de vocês se deixassem um comentário para incentivar essa jovem autora :3
Digam o que acharam dessa one, eu ficaria muito feliz ♥ bjkss
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!