Just love me

10 Outro modo de mostrar amor


Notas iniciais
Aqui é o cap com os lemons tão lindos e esperados. Ah quem ta falando é a Nanami. Agora se deliciem uuuuhh

Harry Povs:

Não dá pra acreditar nisso! Fala sério, como assim deu empate?! Eu não fiquei tendo que ouvir problemas de outros pra no final perder. Desde quando eu perco?

— Vai ficar com essa cara emburrada a noite toda? – questiona Gwen, oferecendo-me um drink. Mesmo preferindo mil vezes que aquilo tivesse álcool, o peguei, dando belos goles.

— Não te interessa Stacy! Por que não vai ficar junto dos seus amigos nerds? Eu estou bem sozinho. – Falo de modo grosso, descontando toda minha frustração.

— Não sei o que aconteceu, mas deve ter sido algo bem grave pra você e o Matt estarem assim. Não vai paquerar nenhuma garota, Osborn?

— Estou sem vontade – falo, jogando o copo vazio no lixo ao meu lado. Gwen ficou boquiaberta com o que eu disse. – Alias, vou ganhar um boquete hoje.— Sorrio malicioso, vendo a loira corar.

— C-Como assim?

— Digamos que hoje a boca do Matt vai em outro lugar – enlargueço o sorriso.

— Tá, não quero saber de mais nada – Gwen sacode as mãos – Mas se vai ganhar isso hoje, por que não vai atrás do Matt? Ele está bem ali – ela aponta na direção do ruivo, que para variar está junto do retardado do Foggy.

— Falou – digo, dirigindo-me ao ruivo, deixando à loira se afastar. – Oi Matt, espero que não tenha se esquecido de que tem uma aposta a cumprir.

— Claro que não. Como você também tem que cumprir a sua parte – ele fala sorrindo de canto.

— E eu vou.

— Ai Matt, eu já vou, Karen está me esperando – assim o loiro dá uns tapinhas no ombro do ruivo antes de ir junto a uma loira. E puta que pariu, não é que ela é gostosa. Ainda bem que não apostei nada dessa vez.

— Sabe, essa festa tá um saco – comento, olhando para os lados, não vendo nada demais. – Quer ir pra minha mansão? Acho que lá vamos nos divertir mais. – E como se Matt adivinhasse que estou com um sorriso de malícia ele cora, ficando um olhar safado.

— Então vamos.

oOo

— Seu pai não está em casa? – o ruivo indaga, assim que passamos pela porta de entrada.

— Vai ficar fora uns dias – falo – Dá pra gente curtir bastante até lá... Agora, cadê o inútil do meu empregado? James?! – grito, vendo o mesmo descer as escadas vindas ao meu encontro.

— Pois não senhor?

— Quero que pegue os dois papelzinhos que pedi para esconder aquele dia, traga aqui e leia em voz alta.

— Como desejar, senhor. – Assim ele volta a subir as escadas.

— Tem certeza que é bom ele ler? – Matt indaga – Duvido que você não tenha escrito nada obsceno lá.

— Como se você não tivesse colocado. Duvido que seja algo inocente. – declaro malicioso, abraçando ao ruivo de lado, depositando minha cabeça na curvatura de seu ombro.

— Aqui senhor – o empregado para a nossa frente. – Pela letra esse é o seu papel, está escrito boquete. – Ele cora ao ler isso, não tendo mais coragem de encarar-me.

— Você não vai arregar, né Matt? – indago.

— Apenas se você arregar do meu, você vai?

— Não. Falou. James, pode continuar.

— No outro papel está escrito... – ele cora ainda mais. Que porra será que está escrito? – Que você seja o passivo no sexo. – E com isso ele vai embora, sem nos olhar.

— Sério Matt? Jura que você quer que eu seja o passivo?

— Você disse que não vai arregar – sorri debochado.

Com uma enorme vontade de socar o ruivo, seguro sua mão, subindo as escadas, indo ao quarto de meu pai, aproveitando-me do fato dele ter a melhor cama da casa.

— Mas primeiro quero meu boquete! – advirto, fechando a porta, sentando-me na borda da cama.

— Sem preliminares antes? – questiona o maior, parando na minha frente, deixando sua bengala cair no chão. Ele segura em meu ombro, agachando-se, ficando na minha altura.

— Tá bem. Mas que não enrole!

O ruivo sorri, deixando seu hálito quente bater em meu rosto. Indo somente um pouco mais para frente, ele sela nossos lábios, abrindo sua boca aos poucos.

Achando o beijo lento demais, grudo minhas mãos no final de sua nuca, trazendo o maior para mais perto de mim, sentindo sua boca vir de encontro. Mas que prontamente, adentro com minha língua, sentindo aquela cavidade úmida e quente, desejando que ela estivesse em outro lugar agora. E com esses pensamentos, senti meu baixo ventre endurecer um pouco.

Deito-me na cama, levando o ruivo comigo, sem separar nossos lábios.

Ele desce sua mão, buscando conhecer cada parte do meu corpo que ainda não tocou, buscando guardá-la na memória. Parando no final de minha camiseta, ele adentra com sua mão, fazendo essa área da minha pele aquecer, junto a impulsos elétricos. Buscando mais dessas sensações, remexi meu corpo embaixo dele, soltando um ofego quase inaudível durante o beijo.

Atendendo aos meus pedidos, sua mão foi ao meu mamilo direito, puxando ponta sem dó alguma, antes de apertá-la.

Acabando com todo oxigênio que me restava, separo-me daqueles lábios que tanto me tentavam e gemo baixo.

Achando meu corpo quente demais, retiro meu terno, soltando alguns palavrões por ele não sair fácil, e pouco me fodendo pelos botões da minha camisa a abro de uma vez só, jogando em qualquer canto.

Viciado naqueles lábios vermelhos e inchados, eu volto a beijá-lo, travando uma batalha de línguas.

O ruivo percorre seus dedos pelo meu abdômen, deslizando eles ali, como se pra me provocar.

Pegando em sua mão, coloco-a em meu mamilo, implorando por mais daqueles toques.

— Você é bem safado né? – ele comenta, circulando entre a ponta.

Dando vários selinhos em mim, sua boca desce ao meu pescoço, dando um chupão nela, que com certeza vai ficar marca. Ele lambe a minha pele, passando sua língua por cada região, roçando seus dentes às vezes, como se insinuasse morder.

— M-Matt... – gemo seu nome, não aguentando mais essa tortura.

Descendo mais para baixo, ele lambe meu mamilo, vendo-o se eriçar. Sorrindo maldoso, ele o chupa, mordendo a ponta e a puxando pra cima.

— Ah... Ahn...

Com sua mão livre ele desce para minha ereção, massageando a área.

— Me chupa logo seu cretino! – tento soar ríspido, saindo apenas um pedido manhoso.

— Você está muito apressado – ele diz, abocanhando meu mamilo, rodando sua língua pela ponta, fazendo aumentar ainda mais o incomodo do tecido de minha calça sobre minha ereção. Buscando do contato de sua mão lá, mexo meus quadris, insinuando uma masturbação.

Atendendo aos meus pedidos, ele abre o zíper da minha calça, adentrando sua mão pela minha cueca boxer, tocando finalmente na minha ereção. Iniciando lentos movimentos, ele retira meu órgão para fora, percorrendo da minha glande para perto de minhas bolas, acariciando-as.

Querendo mais dessas sensações, volto a me movimentar. Com uma mão passo a apertar os lençóis, como se isso me ajudasse a conter os gemidos que teimavam em sair, e com a outra acaricio os fios ruivos do maior, que ainda brinca com meus botões. Percebendo que ele já estava todo inchado, vai para o outro, voltando a circular.

E quando menos esperava, o maior finalmente me masturba com rapidez, passando sua mão por todo meu órgão, parando somente às vezes para circular a glande.

— Ah...

Abandonando meus mamilos, ele inicia uma serie de beijos por minha barriga, deixando um rastro de saliva, parando somente quando chegou perto de meu pênis.

Matt volta à masturbação lenta, mas pelo sorriso estampado em seus lábios, sabia que o melhor viria a seguir.

Dando um selinho em minha glande, ele lambe todo meu falo, deixando-me sentir o calor que me envolveria a seguir, deixando-me louco por aquela boquinha.

Ele insere o máximo que pode em sua boca, iniciando o vai e vem com sua boca.

— Ahn... Isso... Vai... Ah... – gemo, extasiado por sentir aquela língua me massagear, junto a aquele calor.

Acaricio aqueles fios ruivos, deixando minha mão se movimentar conforme sua cabeça ia à frente, engolindo meu órgão. E como se não bastasse, Matt masturba o que restava de meu pênis com sua mão, enquanto que com a livre brinca com minhas bolas, ora acariciando-as, ora puxando-as, enlouquecendo-me com isso.

Em busca de mais de todo esse prazer, movo meus quadris conforme as estocadas, gemendo rouco.

Mordo meus lábios, conforme ondas de prazer percorria meu corpo, avisando que estou perto de meu ápice.

Com um pouco de força que me restava, sento-me na cama, vendo meu órgão ser engolido por aquela boca, aumentando meu tesão.

Soltando um gemido mais alto, alivio-me naquela boca, tendo visão do ruivo engolindo tudo, sobrando apenas um resquício no canto de sua boca.

Trazendo-o para cima de mim, jogo-o no lado da cama, subindo em cima dele, lambendo despudoradamente o sêmen em seus lábios. Beijando-o necessitado, sentindo um gosto novo em sua boca, excitando-me.

Percorrendo minha língua naquela cavidade, exploro o corpo alheio, achando-o muito vestido. Puxando o maior pelos ombros, sento em seu colo, retirando suas roupas de cima junto com seu óculos escuro, vendo que seus olhos eram de um castanho claro, agora nublados pelo prazer. Tendo a perfeita visão do seu abdômen definidos, e seus braços bem malhados, fazendo-me morder os lábios.

Como se pra dar o troco, inicio uma série de chupões no pescoço, procurando marcá-lo em todos os lugares, e de minha preferência, um lugar onde alguém pudesse ver.

Diferente de mim, Matt não contem os gemidos, fazendo seu hálito quente e seus sons eróticos baterem perto de meu ouvido, arrancando minha sanidade.

Passando as mãos pelo seu tanquinho, brincando em cada ondulação, paro perto de virilha, onde aperto o volume, escondido pela calça.

Abro seu zíper, colocando minhas duas mãos no feixe de sua calça. Saindo do colo de Matt, levo sua calça e cueca juntos. E diferente da sauna, posso ver seu membro por completo, ficando um pouco enfezado por ser maior que o meu.

Voltando ao seu colo, aproximo meu corpo mais ao de Matt, fazendo nossas ereções se tocarem, proporcionando uma fricção prazerosa. O ruivo aperta meus quadris, mexendo meu corpo em um vai e vem, deixando nossos membros se esfregarem. Com uma mão toco os dois, masturbando-os, enquanto já movia meu quadril sozinho.

Com meu pré-gozo saindo e estando perto de meu ápice, Matt me levanta, acabando com toda aquela fricção. Levando meu corpo mais para frente, sujo aquele abdômen bem delineado com meu melado, sentindo no final algo duro ficar entre minhas nádegas.

— Você não vai arregar né? – Matt volta e me perguntar.

Com um pouco de vontade de cair fora, respiro fundo, procurando me acalmar.

— Já disse que não – falo convicto, mas só no tom de voz. – Apenas... não me machuque. – Digo manhoso, fazendo parecer que virei um Peter.

— Então faz uma coisinha?

— Faço.

Acariciando minha bochecha, ele para três dígitos perto de lábios.

— Lamba eles.

Ficando estático por um momento, já que nunca esperava que o ruivo diria algo assim, sorrio safado, lambendo os dedos, aos poucos adentrando-os a minha boca. Passando minha língua por eles, para ter certeza que estão bem lubrificados, retiro-os de minha boca.

Vendo o sorriso malicioso de Matt se alargar, ele aperta minhas nádegas, e com a mão com saliva, procura minha entrada, e quando a encontra insere o primeiro dedo de uma vez.

— Porra! – grito com o incomodo, sentindo aquilo dentro de mim.

— Relaxa, logo vai passar – Matt me suaviza, passando a movimentar esse dedo.

Buscando uma distração, volto a me masturbar, só que lentamente, buscando o máximo possível esquecer essa dor.

Matt, percebendo que não sentia tanta dor, insere o segundo, estocando. Fechando minha mão livre sobre seu ombro, mordo meus lábios, sentindo aquilo me alargar as paredes. E para meu alivio, ou azar, vem o terceiro.

— Tá doendo? – o ruivo indaga, preocupado.

— Não, só é estranho. – Falo, sentindo um certo prazer naqueles dedos tocando em minhas paredes.

Retirando-os de uma vez, Matt tomba um pouco seu corpo, levando o meu junto. Ele posiciona o pênis em minha entrada, somente esperando minha permissão.

— Pode colocar – digo.

E assim, sinto a glande forçar a entrada, e quanto entra sinto uma ardência. Esperando que me acostumasse com aquele volume, Matt passa a me masturbar, beijando meu pescoço.

— Pode descer quando quiser. – Ele diz, roçando os dentes perto de meu ombro.

Tomando fôlego, abaixo um pouco meu corpo, sentindo o membro ir mais fundo em mim. Matt segura meus quadris para me ajudar. Respiro aliviado ao sentir minhas nádegas e minhas coxas, tocar as pernas e quadris de Matt, mostrando que cheguei ao final.

Sentindo a dor se suavizar, me movimento gradativamente, subindo e descendo sobre aquele enorme volume.

— Oh... Harry... – geme Matt, levando sua cabeça para trás, movimentando seus quadris, querendo mais dessas sensações. – Você não faz ideia de como é apertado!

Sorrindo pelo comentário, avanço naquele pescoço, chupando com certa brutalidade, entorpecido pelos gemidos que o maior soltava.

Aumentando as forças das estocadas, aumento a velocidade. Matt volta a me masturbar, e por estar segurando meu ápice faz tempo, gozo rápido contraindo meu corpo.

— Está ficando cada vez mais apertado – comenta Matt, passando a apertar minhas nádegas.

Esquecendo a dor, subo e desço com rapidez, indo à loucura toda vez que minhas coxas tocam o quadril do maior e uma parte em mim é acertada.

— Ah... Ohn... Matt... – gemo o nome do maior, excitando-me novamente.

Querendo esquentar as coisas, empurro Matt deitado na cama, ficando por cima dele.

Ele se surpreende no começo, mas sorri safado, apertando minha cintura, ajudando-me a movimentar.

Agora sentindo aquele membro por inteiro dentro de mim, sinto minha próstata sendo acertada diversas vezes, causando-me arrepios no corpo inteiro. Colocando minha mão entre o tanquinho e o peito de Matt, puxo meu corpo para cima e para frente, ficando em completo êxtase.

O ruivo passa a me masturbar em movimentos rápidos. Isso mais a minha próstata sendo acertada, despejo meu gozo na mão e abdômen do maior. Vendo minha fraqueja, ele impulsiona os movimentos pelos meus quadris, ficando no mesmo ritmo.

Em um urro rouco e cheio de desejo, Matt chega seu ápice, gozando dentro de mim, gemo sentindo algo quente bater contra minha próstata e cair para fora.

Ofegantes, ficando um pouco naquela posição, respirando, reunindo um mínimo de forças.

Saio do colo do ruivo, sentindo uma ardência quando o membro – já mole – sai de dentro de mim, junto a algo escorrendo pelas minhas pernas.

Cansado, desabo na cama, colocando meu rosto no peito do maior.

— E você ainda não queria ser o passivo – comenta o ruivo sorrindo.

— Doí no começo – falo sincero – Mais depois é bom. Apenas saiba que não serei o único que vou levar por trás. Se vamos namorar também vou ser ativo.

— Espera, isso é um pedido de namoro?

— É sim – sorrio paro o ruivo.

— Tá, eu aceito.

Damos um pouco de risada com esse comentário.

— Sabe o que é melhor? Temos essa casa por quase uma semana. Vai dar pra transarmos muito ainda. – Digo.

— Tem razão. Um segundo round amanhã?

— Claro, mas você será o passivo! – advirto.

— Tá bem.

Sentindo meus olhos pesarem, dou um selinho rápido no ruivo, deixando o sono nos consumir.

~Pov Peter~

— Não, Wade. — falei saindo correndo.

— Mas você disse...

— Esquece o que eu disse. — falei indo em direção da rua, virando a esquina, enquanto o loiro corria atrás de mim.

— Nunca, se o Tony deu uma camisinha, vamos usar. — disse quase me alcançando, mas consegui virar outra esquina antes desse me agarrar por trás, assim o fazendo quase cair, já que tinha jogado seu corpo quase todo para frente. — Para de correr Baby Boy, cê é rápido. — gritou, voltando a vir atrás de mim.

— Eu não estou pronto pra isso, não hoje, e nem agora, e acho que nem nunca. — falei assim vendo que não tinha mais para onde correr, então apenas fechei os olhos e me abaixei um pouquinho, esperando ele vir e me agarrar num abraço.

Logo não ouvi mais seus passos, e nem senti a presença desse, então abri os olhos não o vendo.

— Wade? — gritei ainda olhando para frente naquela rua vazia.

— Pois eu acho que você que... tanto quanto eu. — me assustei ouvindo sua voz rouca vindo de trás de mim, e antes que pudesse virar pra esse, ele me pegou com seus braços, assim lambendo e beijando meu pescoço.

— Por favor Wade eu... Nem temos lugar para... você sabe. — falei pensando que em minha casa meus pais estavam, e na casa dele por algum motivo ele (e até mesmo Harry) diziam que era bom eu manter distancia. E não é como se eu estivesse concordando com aquilo dele me... Bom, eu apenas falei aquilo para o fazer desistir.

Com isso ele me solta e segura em minha mão. Sua camisa ainda estava aberta. Na hora que ele deixou eu novamente tocar nele, e olhar seu abdômen, seus braços forte e... bom... tudo, eu deixei escapar um "Eu terei mesmo que usar aquela camisinha?!", e com isso despertou o interesse dele ainda mais, e assim que expliquei o que meu pai falou, ele falou "Vamos usar, o Tony teve o trabalho de se preocupar, então não vamos o decepcionar.", com isso sai correndo.

Ele liga para um taxi, que logo chega e assim ele abre a porta para mim entrar.

— Vou te levar num lugar legal. — falou sorrindo, e eu apenas o olhei com receio. — Relaxa, juro que não vou te levar para um motel. Apenas se você pedir. — disse sorrindo de canto.

Entro no carro e assim ele fala para o taxista nos levar para algum lugar fora da cidade, não consegui entender direito.

Assim apenas olhei para o loiro ao me lado no banco, ele ainda segurava minha mão, e sorriu gentil para mim e logo fala algo sozinho e começa a rir. Devia ser algo relacionado a sua esquizofrenia, falando nisso, fiquei surpreso, muito surpreso, mas por algum motivo fiquei plenamente feliz ao ouvir aquilo, como se ele finalmente tivesse completa confiança em mim. Sim, ainda dava para ver que ele tinhas seus segredos, mas estava pronto para aceitar qualquer que fosse esses, e eu estaria lá na hora que ele resolvesse me contar. E eu sentia que também podia confiar nele, de olhos fechados.

Aproximei-me dele no banco e deitei minha cabeça em seu ombro.

— Você fala sozinho por... ? — perguntei e ele riu baixo.

— Vamos dizer que as "alucinações" que eu tenho são duas vozes, que ficam na minha cabeça, e elas interagem uma com a outra e comigo, por isso tem os momentos que falo sozinho ou que mando ela calarem a boca, pois tem momento que ou elas falam muita merda ou que me enchem o saco. — falou e assim pareceu começar a discutir consigo mesmo novamente.

— Elas fazem parte de você? — perguntei.

— De certa forma, eu reclamo delas, mas... acho que não seria o mesmo sem as vozes. Sabe uma é meio retardada que nem eu e a outra se dá de espertalhão e bravo. — falou rindo.

— Então eu as amo também. — falei dando um beijo na testa dele e assim voltando a me deitar no seu ombro.

Não olhei para esse mais puder ver ele ainda me olhando e parecia corado, sorri com o pensamento que consegui o envergonhar.

— Eu te amo, Petey. — disse me abraçando com força e sorrindo genuinamente.

— Também. — disse ainda corando um pouco.

oOo

Paramos na frente de um Observatório fora da cidade e num ponto alto. Assim que entramos no local, não tinha ninguém, ele me puxou para ver as estrelas.

— São lindas. — disse olhando pelo telescópio as estrelas.

— Sim. — falou e eu o deixei olhar também. — Sabe isso me lembrou de uma historia que minha mãe me contou quanto eu era criança. — disse ele sorrindo de forma triste. — Pouco antes dela morrer. — disse assim sorrindo. — Quer ouvir? — acenei positivamente.

Ele se sentou no chão me puxando para sentar seu colo, e assim fiz com um pouco de vergonha. O lugar estava escuro e sem ninguém, como já avia dito.

— No hemisfério sul tem um céu, e no norte, outro. — falou sorrindo. — Antes, quando tudo era simples e haviam poucas pessoas realmente apaixonadas, duas almas se encontraram. E por esse amor, foram destinadas a manter-se longe por capricho dos deuses, sendo uma colocada no ponto mais ao norte e a outra no mais ao sul. Cada uma tinha um mundo diferente ao seu redor, o frio e a noite a juntaram. O céu era diferente a cada uma das duas , mas uma coisa e só uma coisa as unia... A lua. — Wade olhou sorrindo para mim. — As estrelas nunca iam as ligar, mas a lua... A lua sim era o denominador constante. Então, como num passe de mágica, essas almas fizeram uma escada, tão grande quanto o horizonte. E assim chegaram a lua e puderam se encontrar em fim. — terminou.

— Que lindo Wade. — falei sorrindo encantado.

— Agora podemos transar?

— O que? Não. — falei levantando não acreditando que ele disse aquilo, mas antes que eu pudesse me afastar desse ele pega em meu braço, me puxando novamente para seu colo. — Já disse não Wade.

— Você tem nojo de mim ou coisa assim? — perguntou com a cabeça baixa.

— Nem vem apelar pro lado emocional. — falei já notando as intenções dele.

— Não é isso, Petey. — me deu um selinho nos lábios. — É que eu já mostro o que sinto por meio de gestos e palavras, mas dessa vez queria lhe mostrar que realmente pode confiar em mim, que eu nunca te faria mal ou te machucaria. Queria mostrar o quanto te amo lhe proporcionando um prazer que nunca você teve e que nunca vou deixar você sentir com outra pessoa. — assim me abraçou. — Só quero te fazer meu.

Minha cabeça ficou numa briga em aceitar ou não aquilo, até que a parte que queria deu um mortal na parte que não queria e assim venceu a luta.

— C-certo. — falei corando até as orelhas. — Só... seja gentil. — nunca estive tão envergonhado.

— Serio? — perguntou picando os olhos algumas vezes como se tentasse voltar a realidade.

— Sim. — abaixei a cabeça corado.

Assim que falei isso foi a deixa para ele. Como sua camisa já estava aparta ele apenas tirou-a e a jogou num canto, serio que faríamos ali? Bom, como não tinha ninguém acho que... eu podia ignorar essa parte. Quando percebo por mim, eu também já estava apenas tirando a camisa para assim a jogar num canto qualquer.

Olhava fixamente para aquele abdômen definido e logo levo minhas mão ali, assim tocando naquele pele branca cheia de cicatrizes, tão... sexy. Wade parecia apenas me observar, esperando para ver o que eu faria. Ponho meu rosto no pescoço do maior, assim deferindo pequeno beijos tímidos ali, logo descendo meus lábios para assim ir para o outro lado de seu pescoço, beijando ali também.

— Ah, eu não aguento. — falou Wade, assim agarrando meus fios castanhos e me fazendo levar olhar para ele, doeu um pouco mais aquilo estranhamente me... excitou.

Assim ele sela nossos lábios num beijo do qual ele completamente controla, era rápido, delicioso e completamente quente. Sua língua se enroscava com a minha, e ele me empurrava mais contra ele, e simplesmente eu não conseguia o acompanhar, estava tentando, mas ele estava indo muito depressa.

Logo começava a sentir um volume se forma debaixo de minha bunda e mesmo não fazendo por querer, eu dava pequenas reboladas sobre o membro desse, já que nossos corpos se moviam de acordo com o beijo. Levei minhas mãos a cintura dele assim me dedicando a tentar sentir seus corpo roçar no meu, e por um acidente acabo esfregando nossos mamilos o que me fez soltar um gemido entre nossos lábios.

Nisso ele terminou o beijo, sendo que eu já estava quase sem ar, e assim sorriu maliciosamente para mim, descendo beijo e chupões pelo meu pescoço, logo descendo para meus mamilos, dando atenção a ele, me fazendo arfar e segurar gemidos. Ele rodeava a língua por esse, dando mordiscadinhas na pontas e logo trocando de lado para da atenção a ambos. Jogo a cabeça para trás ao senti-lo me fazer rebolar sobre sua ereção me fazendo gemer baixo.

— Viu, apenas você me deixa assim. — falou ao pé de meu ouvido.

Nisso ele pegou as roupas que já tínhamos tirado, colocando no chão atrás de mim e assim me deitando sobre essas. Abaixou-se na altura do meu membro que também já avia despertado, começando a fazer movimentos de masturbação ainda por cima da calça, fazendo-me morder os lábios com força para não gemer auto, enquanto brincava ainda com os mamilos, que já estavam avermelhados e inchados de tantos chupões e mordidas. Estava constrangido, não conseguia mais conter gemidos e simplesmente aceitava que aquilo tudo era muito bom, mas meu medo e vergonha eram maior.

—Wade... aah. — gemi seu nome o fazendo me olhar sorrindo, vindo à meu rosto dando um beijo em minha testa, outra em minhas bochechas, em meu queixo, até que finalmente um selinho em meus lábios, que logo continua se tornando um beijo gostoso. Continuava massageando meu pênis e eu gemia entre o beijo, ele chupava meus lábios e em momentos os mordiam, e eu queria fazer o mesmo com ele, queria mostrar o quanto aquilo era agradável.

Levei minha mão direita a sua nuca, me apoiando com a outra no chão, e assim tento entrar no ritmo do beijo dele, movimentando minha língua tentando manter uma luta continua junto a dele, que pareceu gostar, e quanto tive chance separei minimamente nossos lábios, assim mordendo seu lábio inferior e o chupando.

Ele sorri descendo novamente os lábios pelo meu corpo, deixando um trila de saliva pelo caminho que seguira para a barra de minha calça, assim começando a tira-la, abrindo o ziper e o botão da calça, assim a descendo junto da cueca.

Escondi meu rosto com as mãos pela vergonha, senti os tecidos sendo totalmente tirados, sentindo assim uma mordida na coxa, que me faz arquear as costa pela surpresa. Tirando as mãos pude ver meu membro já ereto e Wade beijando minha coxas, enquanto também a chupa e mordia. Ele me olha diretamente nos olhos e então lambe rapidamente a glande de meu membro, me fazendo gemer auto sem conseguir controlar, então abocanha meu membro media, o engolindo por completo, começando a fazer movimentos de cima e baixo, enquanto chupava rodeando a língua por toda a extensão do mesmo. Não sabia como parar de gemer, meus lábios não se calavam mais, não conseguia conter o tamanho... prazer que sentia.

Ele continuou os movimentos de forma rápida, lambia todo eu membro, o colocava novamente na boca, depois o tirava beijando-o e lambendo a cabecinha, e eu estava delirando.

— Wade, acho que... Aaaahh. — antes de completar a frase me desfaço na boca dele, que engole todo o liquido.

— Delicioso. — falou indo até meu rosto novamente, me beijando, e ao sentir meu gosto junto do seu, fiquei mais excitado.

— Você me deixa estranho. — falei envergonhado ao separar nossos lábios.

— Estranho como? — perguntou começando a tirar suas calças.

—Estranho. — falei suspirando ansioso olhando ele abaixar a cueca junto. — Quente e meio feliz, como se não tivesse... controle sobre minhas ações quando você esta perto. — falei olhando para seus olhos azuis o vendo sorri sincero.

— Então eu também fico estranho com você. — com isso ele tira toda a calça e eu quase engasgo com minha própria saliva ou ver o... tamanho do pacote. Isso tudo ia entrar em mim?

Ele tira do bolso do meu terno a camisinha dizendo que iria sujar menos, e assim a coloca enquanto beijava meu pescoço me fazendo gemer baixo. Assim coloca dois dedos na minha boca me fazendo os chupar, e eu com muita vergonha faço, tentando deixar o mais molhado possível, e ele mordia os lábios enquanto me via chupar com delicadeza. Tira os dedos de minha boca quando vê eu já esta bom, deixando um filete de saliva ainda ligar-me aos dedos.

Leva-os até minha entrada a rodeando com um dedo e logo o inserindo, me causando certo incomodo. Começa a mover o dedo e assim coloca o outro dedo, o que já causa uma pequena dor, fazendo movimentos de tesoura e vai e vem ele me lubrificava de maneira apressada, como se quisesse logo me.... você entendeu.

Aproxima-se calmamente de mim e logo senti seu membro rodear minha entrada, gemi baixo, o olhando com um tanto de receio.

— Posso? — perguntou.

— Sim. — falei fechando os olhos com força.

Logo sinto ele forçando sua entrada o que causou uma dor aguda, horrível, mas não falei para ele parar, o quanto antes ele colocasse tudo dentro, mas rápido passaria a dor, certo? Apenas ficava segurando os gemidos de dor, até depois de segundos que pareceram horas, senti minhas nádegas encontrarem suas coxas, sentido ele todo dentro. Ficou um bom tempo parado esperando eu me acostumar. Ao notar que já não sentia mais tanta dor, rebolei minimamente, e ele entendeu, assim dando a primeira estocada, e toda a dor voltou, mas me controlei.

Assim ele começa a fazer os movimentos de trás pra frente, assim toda a dor volta me fazendo gemer de dor, mas não pediria para parar. Em poucas estocadas, logo todo a dor some e se torna apenas prazer. Wade segurava em mim cintura para melhor se mover, e seus gemidos graves e roucos me deixavam feliz, então ele também estava gostando.

Ele se movia rápido, e como não tinha onde segurar para buscar um apoio, do qual eu achava que ajudaria em algo, eu pego nos ombros do maior, e ele para deixar-me em melhor posição me puxa para seu colo , onde comecei a ter que sentar nesse, e ele me ajudava, pegando em minhas coxas e me empurrando de leve para cima e baixo.

Sentia seu pênis acertar minha próstata repetidas vezes, me levando a loucura, aquela com certeza era a melhor coisa que já avisa sentido na vida. Ele juntas nossos lábios num beijo quente, e aumenta a velocidade de minha... cavalgada, assim fazendo com que ambos abafássemos nossos gemidos no beijo.

— Baby Boy eu vou. — falou encerrando o beijo fazendo me cavalgar ainda mais rápido, ele solta um gemido auto, mas não me suja por conta da camisinha. Segundos depois também me desfaço, sujando nossos abdomens.

Cansados ele sai de dentro de mim, mas continuo no seu colo.

— Essa foi a melhor coisa que já fiz na vida. — falou me abraçando.

— T-também. — disse ainda sentindo vergonhas.

Olhei para seu "tanquinho" assim que ele apartou o abraço, e pude ver meu gozo escorrendo por esse.

— Desculpa. — falei passando o dedo por onde tinha um pouco do liquido viscoso.

Nunca tinha provado, e nem ao menos sabia o gosto, então apenas pela curiosidade dei uma pequena lambi em meu dedo sujo, não era algo tão desagradável. Ao olhar para Wade, ele parecia uma estatua viva.

— O que foi? — perguntei confuso.

— Vamos embora logo, antes que tente te comer de novo. — falou pegando nossas roupas. — Te ajudo a se vestir. — falou.

— Por que?

— Tente se levantar. — disse com um sorrio estranho no rosto.

Assim tento, e logo me arrependo genuinamente, sinto meus quadris doerem muito e acabou quase caindo para trás, se ele não tivesse me pego.

— Certo. Entendi. — falei quase chorando.

— Desculpa. Depois de um tempo a dor vai sumindo. — assim me da um selinho. — Vamos logo embora antes que pegue um resfriado.

Sorri de canto, então isso era amar alguém?!

Notas finais
Espero que tenham curtido. kissus