Just give me a reason
27 Take care of you
Notas iniciais
Sabemos que demoramos a postar, mas é que ficamos sem tempo. E também... parece que só recebemos comentários de vocês quando pedimos.
Os comentários caíram e já conversamos sobre isso, pessoal. Então, por favor... já sabem, né?
Nos desculpem por qualquer erro de digitação e aproveitem!
– Seu filho e seu ex-marido estão lá fora.– Eles podem entrar.– Ok. Vou chamá-los, mas antes a senhorita precisa tomar esse remédio.– Para que?– Dores de cabeça.– Ah então pode me dar! — trato logo de pegar o comprimido e o copo d'água, descendo o remédio pela minha garganta com a ajuda do líquido.– Prontinho. — fala a enfermeira, pondo o copo na bandeja, saindo do quarto e indo chamar James e Steve....– Nat? — indaga Steve abrindo um pedacinho da porta para me ver.– Oi. Pode entrar. — digo com a voz um pouco mole.– Você tá bem? — pergunta ele entrando no quarto junto com James, fechando a porta em seguida.– Tô. Oi, filho. — me sento na cama e estico meus braços para pegar James.– Oi, mamãe. O que aconteceu?– Ah querido... nem a mamãe sabe. — respondo fazendo uma troca de olhar com Steve, que assente e faz um sinal para mim que logo entendo. Era do tipo... te explico depois.– Mamãe, você tem que parar com essa mania de ficar em hospital! — fala James me fazendo soltar um riso pelo nariz, junto com Steve.– Acredite, querido, a mamãe não gosta nenhum um pouco disso aqui. — falo para ele levantando meus braços, mostrando o soro conectado às minhas veias.– Quando vamos para casa? — pergunta James.– A enfermeira disse que você não teve ferimentos, por incrível que pareça. Então... vai ser liberada hoje mesmo. — responde Steve me fazendo suspirar aliviada.– Mamãe, não temos mais casa. Aonde vamos morar? — pergunta James me fazendo parar no tempo.– Oh céus! — exclamo com um olhar perdido.– É claro que eu não vou deixá-los morando na rua. Podem ir para minha casa. — afirma Steve com as mãos no bolso de sua calça, se mexendo inquietamente. Eu o conhecia... ele estava nervoso.– Steve, já te disse que não iremos morar juntos. — digo eu o encarando nos olhos.– Eu sei. Mas ao menos essa noite, pode parar de ser teimosa e dormir lá em casa?– Steve...– Pelo James, que não tem culpa dessa sua infantilidade! — ok... agora ele tá começando a me irritar, mas... estava certo. Eu não iria descer do salto ali, pelo menos enquanto eu estivesse com James.– Tudo bem. Você venceu! — falo juntamente com um suspiro derrotado, olhando para James antes de continuar.– Iremos passar essa noite na sua casa. — finalizo com um rápido e forçado sorriso, vendo Steve fazer o mesmo._-_Acordo no dia seguinte e percebo que James não está mais na cama. Passo os olhos pelo seu quarto e não o encontro. Me levanto rapidamente e sigo para a sala, encontrando com Pepper, Steve e James, pronto para ir para o colégio.– Bom dia! — fala Pepper assim que me vê.– Oi... — a cumprimento num tom estranho.– Mamãe, a tia Pepper vai me levar para a escola. — diz James me fazendo olhar para Steve.– Por que? Eu te levo!– Não precisa, eu posso levar. E também... já estamos atrasados, então precisamos sair agora! — fala Pepper dando a mão para James, que a solta e corre até mim.– Tchau, mamãe. Te vejo mais tarde. — fala ele abraçando minha cintura, indo até Steve e fazendo o mesmo, antes de sair de casa com Pepper.– Ér... por-por que a Pepper teve que levar James? — pergunto para Steve enquanto o vejo se aproximar de mim lentamente.– Porque... precisamos conversar. — responde ele me pegando pelo braço e me levando para a cozinha.– Conversar? Como assim? Ai, pera aí! — tento me soltar, mas sinto ele me segurar mais apertado, e também percebo seu cuidado em não me machucar.– Precisamos conversar sobre a sua segurança e a de James. — fala Steve me conduzindo até uma das cadeiras que tinha ao redor da mesa da cozinha, me sentando.– O que você quer conversar? — pergunto o vendo ir até o fogão, pegando a frigideira e despejando panquecas num prato.– Você sabe o que é! Poderia ter morrido ontem! Poderia ter morrido junto com James quando o Caveira apareceu! Não gosto nem de pensar nisso... Deus me livre perder vocês dois! — ele caminha até mim fazendo sinal da cruz, pondo o prato sobre a mesa de madeira, logo depois batendo três vezes na mesma com sua mão, me fazendo rir por dentro.– Steve, eu entendo sua preocupação. Então... o que quer fazer a respeito disso? — pergunto pegando os talheres para começar minha refeição.
– Você pode me xingar, me bater, me odiar eternamente, tentar me matar, mas... você e James irão morar aqui! — afirma ele pondo o copo de suco ao lado do meu prato.– Como é? — indago com a boca cheia.– Isso mesmo! Você e James irão morar aqui a partir de hoje! — repete ele sentando-se ao meu lado.– Eu devo estar com algum problema de audição porque... — ele me corta num jeito tedioso.– Não, você não tá com problema de audição. Seu problema é outro. É orgulho! — aponta para mim, me fazendo arregalar aos olhos, pois aquele Steve eu ainda não conhecia.– Steve, vai... vai... vai plantar batata! — exclamo me segurando ao máximo para não soltar um palavrão.– Qual o problema de você e James morarem aqui?! — pergunta Steve me acompanhando com o olhar enquanto me vê indo até a pia, pondo o prato sobre ela.– Steve! Você tá se ouvindo?! — indago me virando rapidamente para ele.– O que quer dizer?– Steve, estamos separados. Somos ex-marido e mulher. Nunca que iremos morar juntos novamente! — afirmo para ele de forma impaciente, voltando à mesa para tomar o resto do meu suco, já que tinha perdido a fome e largado as panquecas.– Por que precisa ver isso numa forma negativa? — pergunta me fazendo quase engasgar com o suco à boca.– Steve, a forma negativa que eu vejo é a forma realista. Fala sério! Acha mesmo que dará certo você e eu morarmos juntos novamente?! Ainda mais com James no meio disso tudo?! — devolvo para ele, pondo o copo na pia.– Eu não vejo problemas! Não vou mandar na sua vida. Só quero ter a certeza de que vocês estarão bem. — diz Steve fazendo meu coração amolecer por um breve momento, e a raiva que eu estava sentindo, de certa forma, acalmar-se.– Olha, eu entendo e agradeço muito pela sua preocupação. Mas quem te garante que da mesma forma que plantaram uma bomba no meu apartamento, não podem plantar no seu? — jogo para ele, o fazendo desviar o olhar num momento de reflexão.– É, tem razão. Nada me garante, mas não contando com isso... comigo vocês estão sempre seguros!– Não pode afirmar isso, Steve! Meu filho sempre esteve e sempre estará seguro comigo! Mas no dia que o Caveira apareceu no meio da estrada, tal segurança não adiantou de nada! Pelo menos naquele momento. — esbravejo enquanto apoiava meus quadris na bancada da pia, cruzando os braços.– Natasha, por favor, more comigo. Pelo menos por um tempo. — pede ele novamente, de forma mais calma, se aproximando de mim, me fazendo suspirar pesadamente.– Esse tempo seria... quanto?– Alguns meses. — me responde, me fazendo fechar os olhos e respirar fundo novamente, me acalmando.– Eu sou contra isso! — começo o fazendo ficar um pouco tenso.– Mas... vou aceitar por James e... por você. — finalizo o fazendo abrir um sorriso pequeno, que aumenta ao ver o meu.– Obrigado. — diz ele.– É... mas se vou morar aqui, vou precisar de roupas, já que as minhas foram queimadas! — brinco enquanto me retiro da cozinha, ouvindo seus passos atrás de mim.– Não vai tomar seu café?– Perdi a fome. Vou... tomar um banho e ir às compras. — respondo para ele, que assente enquanto me afasto indo para o banheiro....– Merda! STEVE! — chamo por ele de dentro do banheiro, com a toalha enrolada ao meu corpo nu.– O que foi? — pergunta ele da cozinha.– PODE VIR AQUI, POR FAVOR? ESTOU COM UM PROBLEMINHA...– O que foi, Nat? — pergunta Steve abrindo a porta, me pegando só de toalha, me deixando ver que ele havia corado.– Pode trocar o regulador de frio para quente? — peço para ele.– Pensei que gostasse de tomar banho frio... — comenta enquanto entra no banheiro e se aproxima do box.– E eu gosto, mas estou com vontade de tomar quente agora e... não consigo alcançar. — explico para ele que ri.– Quer que eu pegue um banquinho para você? — debocha Steve me fazendo soltar um tapa em seu braço, deixando a marca vermelha de minha mão.– Idiota!– Ai! Mãozinha pesada! — exclama Steve com uma careta, me fazendo sorrir convencida.– Já trocou? — pergunto para ele de forma impaciente.– Calma aí. Quer que eu leve um choque? – É... quem sabe assim você fica menos chato?! — solto no ar essa frase, logo depois vendo Steve gritar e se debater, me dando um susto.– Steve, Steve...! — chamo por ele que começa a rir da minha cara segundos depois.– Ficou assustada? — indaga soltando mais uma gargalhada.– Seu imbecil! Filho de uma égua! Por que fez isso?! — pergunto e o xingo, lhe dando um monte de tapas.– Calma, calma. Me desculpe... — pede ele segurando meus braços.– Sai daqui!– Tá, tá. A água já tá quente. — fala ele antes de sair.– Ótimo! Obri... — paro de falar ao sentir minha toalha cair, mas consigo virar Steve antes que ele me veja nua.– O que foi? — pergunta ele ainda de costas, enquanto eu me abaixo para pegar a toalha.– Minha toalha caiu! — respondo a enrolando novamente em meu corpo.– Quer ajuda? — pergunta Steve de forma maliciosa, voltando a ficar de frente para mim.– Pervertido! — o xingo prendendo a toalha bem ao meu corpo.– Ah Nat... já te falei isso.– Falou o que?– Eu conheço seu corpo melhor do que você mesma! — fala Steve me fazendo corar violentamente.– Steve, sai daqui agora! — mando, mas ele me encurrala na parede, me deixando sem reação.Acompanho seu olhar e vejo que ele oscila sua atenção uma vez para meus lábios, outra vez para meus olhos. Vou sentindo minha respiração acelerar a cada troca de olhares que tenho com ele, e a cada aproximação de seu rosto ao meu. Olho para seu tórax e vejo o tecido de sua camisa subir e descer repetitivamente, de forma acelerada. Posso jurar que consigo escutar seus batimentos, e... até mesmo os meus! Fecho os olhos e me preparo para ganhar seu beijo, mas ele demora e logo depois, escuto o som de sua risada. Abro os olhos e o vejo me encarando com uma expressão de encanto, com certa adoração, e então, ele se aproxima mais e me dá um selinho, logo depois beijando o topo de minha cabeça, me fazendo fechar os olhos novamente.Ele se afasta e sai do banheiro, me fazendo ir até a porta e trancá-la, arrastando até o chão, passando os dedos sobre meus lábios, ainda querendo sentir o gosto do nosso amor, que nunca acabou, e nem nunca iria acabar!_-_– Você atacou a Romanoff? — pergunta Loki para Bucky, que dá um sorriso fechado antes de responder.– O que você acha? — indaga o moreno andando pelo "castelo" do deus.– Eu acho que sim. Até porque... você tem motivos fortes para isso. — fala o Caveira, fazendo Bucky sorrir mais ainda.– É isso mesmo, senhores. Fui eu quem atacou a ruivinha. Tomei raiva dela depois de uma missão na qual ela quase conseguiu me matar, mas também me vinguei e atirei em seu assistente através de seu corpo. — responde Bucky fazendo Loki e Caveira se entreolharem.– Bom... sendo assim, seja bem vindo, meu amigo! — saúda Loki, vendo Bucky assentir com um sorriso ao rosto._-_Narradoras' POVFlash back onn– Ai meu DEUS! Eu tô horrível! — disse Natasha enquanto se olhava no espelho. Ela estava com oito meses de gravidez.– Você não está horrível, meu amor. Você está linda! — afirmou Steve a abraçando por trás.– Isso aqui é culpa sua! — acusou Natasha ainda se olhando no espelho, fazendo Steve franzir o cenho e sorrir.– Minha? Por que?– Ora! Você quem fez isso comigo, Steve. Você é o culpado por eu está parecendo uma baleia! — explicou Natasha tentando se soltar do abraço de Steve, mas ele não permitiu.– Você está linda. Gorda ou magra, você sempre será perfeita! — disse ele em seu ouvido, beijando seu pescoço.– Promete? — indagou Natasha fazendo biquinho.– Prometo. A gente sempre vai se encaixar perfeitamente, independentemente de você estar gorda ou magra. — falou Steve a virando de frente para ele.– Então me dá um beijo! — pediu Natasha o fazendo sorrir e beijá-la.– Tá bom? — perguntou Steve entre o beijo.– Uhum. — respondeu Natasha afastando seus lábios dos dele para poder fitar seu rosto, mas ainda continuava abraçada à ele.– Agora, que tal darmos um jeito de... perdemos umas calorias? — indagou Steve falando em seu ouvido, com um sorriso malicioso, acompanhado por Natasha, que assentiu, voltando a beijá-lo, o sentindo a pegar nos braços e a conduzi-la para cama.
Ele a põe na cama, se deitando e a deixando por cima para não machucá-la, demonstrando mais uma vez seu amor e devoção por ela.Flash back off– Você vai voltar pra mim, minha ruiva. Ou eu não me chamo Steve Rogers! — afirma Steve antes de fechar os olhos e dormir._-_– Olá, capitão! — cumprimenta Sharon ao chegar à S.H.I.E.L.D. e encontrar Steve treinando.– Oi, Sharon! — devolve ele lhe lançando um rápido sorriso, sem interromper seus golpes.– E aí como vão as coisas? Eu soube do ataque contra a Natasha. Tadinha... ela não merecia isso. — fala Sharon tentando manter a pose de boa moça.– Pois é! Mas graças à Deus que ela está bem, e ficará segura comigo lá em casa. — diz Steve fazendo Sharon franzir o cenho e se aproximar dele com as mãos na cintura.– A Natasha tá morando com você?– Sim. Eu achei mais seguro, tanto pra ela como para o James. — fala Steve terminando seu treino.– Ér... cla-claro, foi o melhor a ser feito. — concorda Sharon não transparecendo sua raiva.– Foi sim. Agora me dê licença, tenho que ir. A gente se vê, Sharon. — diz Steve pegando suas coisas e se afastando, vendo Sharon acenar um tchau para ele.– Inferno! — murmura a loira assim que Steve desaparece de seu campo de visão, fechando seu punho com raiva._-_– Por que está tão feliz, querido? — pergunta Steve para James assim que o pegou na escola, mesmo já sabendo da resposta.– Porque estamos morando juntos, e você e a mamãe vão voltar, não é, papai? — indaga James para Steve, que suspira e sorri mais ainda.– Eu tô torcendo pra isso, mas vamos ter paciência, tá bom?– Tá bom!– Agora vamos para casa jantar com a mamãe.– OBA!_-_A noite depois do jantar, Natasha colocou James para dormir e depois foi para a sala assistir à um filme. A ruiva ligou a televisão e acabou pondo num filme de comédia romântica, que embora achasse muito meloso, acabou por assitir.Após terminar com a louça, Steve se junta à ela no sofá.– Aceita companhia? — pergunta ele para ela, a fazendo virar-se para trás e sorrir.– A casa é sua! — diz a espiã sorrindo e erguendo os ombros.– Não quero que pense assim. A casa é tanto minha quanto sua e de James. — afirma Steve se sentando o lado de Natasha no sofá.– Ok... obrigada. — fala a ruiva soltando-se lhe um sorriso.Os dois permaneceram em silêncio nos seguintes minutos do filme, e no meio do mesmo, Natasha acabou dormido, deixando, sem querer, sua cabeça ficar apoiada no ombro de Steve, que assim que vê que a ruiva havia pegado no sono, a levanta no colo e a leva para o quarto. Ele a põe na cama e a cobre, lhe dando um beijo na testa, mas resolve dar mais um, em seus lábios, logo depois murmurando "minha paixão". E então, sai do quarto com um sorriso completamente bobo nos lábios._-_– E então, quando atacaremos? — pergunta Bucky para Loki e Caveira.– Pra que esperar? Atacaremos amanhã mesmo! — responde o deus.– E se queremos chamar a atenção dos nossos queridos amiguinhos... nada melhor do que a casa de Tony em Malibu. — fala Sharon fazendo todos a acompanharem no sorriso.– Será uma surpresa e tanto! — afirma Matt.
Notas finais
Muito obrigada pelos 305 comentários, 88 acompanhamentos, 24 favoritos, 5 recomendações e 7692 visualizações.
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Bjs
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