Just give me a reason
18 Happy father's day
Notas iniciais
Oi, galera! Bem... nós duas conversamos muito e... não estamos com muita vontade de levar a fic em diante. Sempre que pedimos por mais comentários, parece que vocês apenas leem mas não atendem ao nosso pedido (não todos os leitores). Levar uma fic para frente é difícil. Ter ideias para criar capítulos não é uma tarefa qualquer, requer esforço e pensamento. Nós damos duro para montar capítulos que do fundo do coração esperamos que sejam maravilhosos para vocês e aí... temos uns sete ou oito comentários, isso quando estamos com sorte.
Não queremos ficar nessa de ameaça, mas se os comentários não subirem, iremos excluir a fic, pessoal. Sinto muito aos que comentam, mas... infelizmente precisamos de mais, leitores. Não escrevemos para fantasmas, escrevemos para pessoas que podem muito bem deixar suas opiniões no final de cada capítulo. Isso não mata, galera.
— Filho, papai não tá bem. — responde Natasha, segurando o rosto de James entre suas mãos.— O que aconteceu?— Ele tá no hospital. Ele se machucou, meu amor. E... precisamos ir vê-lo.— O papai vai morrer? — indaga James, com a voz embargada.— Não, não. Ele não vai, querido. Vai ficar tudo bem! — Natasha pega James no colo e o abraça.— Você promete? — pede James, também chorando.— Eu prometo. — afirma Natasha, falando no ouvido do filho, pegando sua bolsa e o casaco de James, saindo de casa a caminho do hospital....— Notícias? — indaga Fury assim que vê Hill se aproximar.— Ainda nenhuma novidade. — responde Maria, bufando.— Loki vai pagar caro por isso! — afirma Clint entredentes, fechando seus punhos fortemente.— O capitão Rogers não merecia isso. — comenta Hill, cruzando os braços e desviando seu triste olhar para baixo.— Ninguém merecia uma coisa dessas! E é claro que iremos pegar o Loki. — diz Fury, firmemente.— Fury! — a voz desesperada e ofegante de Natasha ecoa por todo o corredor do hospital, junto com o barulho de seus sapatos batendo apressadamente contra os brancos tacos do chão.— Nat... — tenta Clint, mas ela não dá chance de continuidade.— Como ele tá? Ele vai ficar bem? — indaga a ruiva, ajeitando James em seus braços.— Calma, Natasha. Sente-se aqui. — Fury tenta tranquilizá-la, mas só piora seu estado.— Eu não quero me sentar! Me diga como ele tá! — exige Natasha, pondo James no chão, que corre para Clint.— Você precisa... — tenta Hill.— ALGUÉM DIZ ALGUMA COISA! COMO O STEVE ESTÁ? — cobra Natasha, gritando ao corredor, atraindo a atenção de duas enfermeiras e um médico.— Por favor, senhora. Silêncio. Está num hospital. — repreende uma enfermeira de cabelos loiros que vão até os ombros.— Mas não parece! Ninguém me dá informações sobre o estado do pai do meu filho! — diz Natasha, fervendo de raiva.— Qual o nome do paciente? — pergunta o médico de cabelos grisalhos.— Steve. Steve Rogers. — responde Natasha, voltando a chorar.— Venha comigo, por favor. — pede o médico, se direcionando ao Fury.— Não, não! Por que ele tem que ir? Eu que...— Natasha, por favor. Deixe-me ir, okay?— Não! Eu quero ir, eu quero ver como ele tá.— Natasha, eu vou! — reforça Fury, fazendo Natasha desistir e se sentar derrotadamente na cadeira, acompanhada por Hill.— Por aqui, senhor Fury. — diz o médico, sendo seguido pelo espião enquanto Natasha é consolada por Hill....— Como ele está? — pergunta Fury para o médico, observando Steve, que está desacordado.— Ainda está fraco, mas irá se recuperar rapidamente devido ao soro do super soldado.— Ele apresentou alguma melhora? — pergunta Fury.— Bem... a respiração está melhor e não tivemos que repor o analgésico para a dor devido ao machucado nas costas. — explica o doutor.— Quanto tempo ele dormirá?— Eu creio que... por mais dois dias.— Dois dias? — indaga Fury, com os olhos arregalados.— Sim, senhor. Mesmo com um soro potente, a ferida foi grave. O rapaz tem muita sorte.— Eu que o diga. — comenta Nick após um suspiro cansado, olhando para Steve, que ainda permanece desacordado.—-_Dois dias se passaram desde a conversa de Fury e do doutor. Desde que Loki feriu Steve, o fazendo parar no hospital com um grave quadro. Durante esses dois dias, Natasha não saiu do lado do capitão em nenhum momento, a não ser para ir para casa tomar um banho ou comer alguma coisa. James ficava com Pepper, já que Tony estava numa missão.A ruiva quase não dormia, comia... ou via o filho. Ela só ficava ao lado de Steve, que já tinha um quadro melhor.É uma terça feira à noite quando Steve começa a abrir seus olhos vagarosamente, vendo a imagem do quarto do hospital a qual está bem embaçada. Fecha e abre os olhos repetitivas vezes, até sua visão ficar nítida. Suspira e então percebe que está em um hospital. Pensa em se levantar da cama, mas assim que vira seu rosto para o lado, encontra Natasha dormindo numa cadeira ao lado da mesma. O loiro sorri e pega suavemente na mão da ruiva que está sobre sua cama, a acariciando cuidadosamente. Natasha se mexe e logo desperta, encontrando Steve a fitando com um sorriso no rosto.— Por favor, me diga que não é um sonho! — pede Natasha, fechando seus olhos e apertando a mão de Steve contra a sua.
— Não, não é. Eu tô aqui, vivo e acordado. Eu tô bem.— Steve... você... você nos deu um susto. — diz Natasha, cobrindo seus olhos com sua outra mão e chorando.— Shhhhh shhhh ei... tá tudo bem. — Steve tenta consolá-la, mas ela chora mais e mais.— Você tá bem mesmo? — indaga a ruiva, se pondo de pé, tocando em todas as partes do corpo de Steve cuidadosamente.— Claro que tô! — afirma Steve, a parando, segurando seus pulsos e a fitando com um sorriso inocente nos lábios. – Vocês não vão se livrar de mim tão facilmente. — Natasha sorri com seu comentário, se perdendo na imensidão azul dos olhos de Steve.— Nós... estamos tentando localizar Loki o mais rápido possível. — anuncia Natasha, soltando suas mãos e voltando a se sentar na cadeira ao lado da cama.— Alguma pista?— Não, nenhuma. Eu sinto muito.— Tudo bem. Ele vai voltar.— Eu sei. E é isso que me assusta.— Não precisa. Eu tô bem, e não vou deixar que ele e nem ninguém faça mal a você e ao James.— Steve, eu não tô preocupada comigo. Eu sei me defender. Meu medo é você e James. — desabafa a ruiva, levando suas mãos ao rosto.— Eu também sei me defender, e olha onde eu vim parar.— Eu nem vou tentar fazer com que você desista dessa ideia de me proteger. Eu sei que será inútil. — comenta Natasha, o fazendo sorrir.— Totalmente! — reforça Steve, a fazendo sorrir e revirar os olhos.O tempo passa e Steve e Natasha continuam a conversar, até que Sharon entra no quarto do capitão, chamando a atenção de ambos.— Steve? — Oi, Sharon. — devolve Steve, timidamente.— Ai, meu Deus! Como é bom ver que você acordou. Eu estava tão preocupada com você, eu não estava nem conseguindo dormir direito. — comenta Sharon, fazendo Natasha revirar os olhos e Steve sorrir meio sem graça. A ruiva se levanta para sair, mas Steve segura sua mão sutilmente e pede:— Fica! Fica comigo, Nat. — Natasha dá um tímido e superior sorriso fechado antes de responder.— Vou buscar o James, ele tá louco para te ver. — Steve assente e então solta a mão de Natasha, a permitindo de sair para chamar o filho....— James! — Natasha caminha até o filho, que está junto com Tony no refeitório, o fazendo correr até ela assim que a vê.— Mamãe, o papai tá bem? Ele acordou? — indaga James, quando já está nos braços de sua mãe.— Sim, querido. Ele acordou. E quer te ver. — responde Natasha, deixando James com um enorme sorriso estampado no rosto.— Me leva no quarto dele? Eu quero ver o papai! — pede James, fazendo Natasha colocá-lo no chão e chamar Tony, fazendo um sinal com as mãos.— O tio Tony leva você. — fala a ruiva assim que Tony se aproxima.— Mas, mãe...— Ér... deixa, mini picolé. A mamãe tá cansada. Eu também quero ver seu pai, vamos lá! — Tony pega James no colo e sorri para Natasha, que entende que ele havia captado seu recado. Tony havia sacado de que a ruiva não queria retornar ao quarto enquanto Sharon estivesse lá com Steve. Natasha suspira, relaxando os ombros e indo em direção às comidas do refeitório para poder se servir....Assim que Tony e James chegam ao quarto de Steve e abrem a porta, fazem uma expressão de nojo no rosto. Os dois haviam encontrado Sharon com a mão no rosto de Steve, deixando James bem irritado. O garoto e o Homem de Ferro trocam olhares, antes de James pular no chão e correr até Steve, subindo na cama com a ajuda de Tony e abraçando o pai.— Eu achei que você ia morrer. — sussurra James no ouvido de Steve, com a voz chorosa.— Hey, meu pequeno... não fica assim, não. O papai é forte e, além disso, eu não poderia deixar você e a mamãe sozinhos. — afirma Steve, apertando James mais ainda em seus braços.— Quando você volta para casa? — pergunta James.— Seu pai... — Sharon inicia a frase, mas logo é cortada por James.— Em, papai?— Hahaha esse menino tinha que ser meu filho, Jesus! — comenta Tony, vermelho de tanto rir, fazendo James e Steve rirem também, claro que Steve tenta segurar o riso.— Vou esperar o médico me dar alta, filho. — responde Steve, depois de alguns risos escapatórios.— Bem, eu já vou indo. Até mais, Steve. Fica bem! — Sharon vai até Steve e lhe dá um beijo na bochecha, fazendo James revirar os olhos.— Tchau, Sharon. — diz Steve, com um simpático sorriso nos lábios.— Tchau, James. — Sharon tenta dar um beijo em James, mas o menino desvia-se dela ainda no colo de Steve.— Sai, bruxa!— James! — repreende Steve, fitando James com uma séria expressão no rosto.— Tudo bem. — Sharon solta um falso sorriso e sai do quarto, tendo a porta aberta por Tony.— James, isso foi horrível! Você vai se desculpar com ela, ouviu? — Steve continua repreendendo James, que não gosta de ver seu pai contra ele.— Ah, deixa o menino em paz. Ele não ofendeu a Sharon, ele ofendeu a bruxa. — diz Tony, fazendo James rir e Steve revirar os olhos.— Tony, se não vai ajudar, também não atrapalha!— Esquece isso, picolé. Ele é criança, só tem cinco anos. Jura que vai discutir com ele?— Não tô discutindo, mas ele precisa saber que é errado...— Olha, deixa isso para lá. Você acabou de acordar, passou dois dias em coma. James chorou muito. Não brigue com ele, conforte o garoto. — diz Tony, fazendo Steve suspirar e fitar James, com uma expressão de arrependimento e dó.— Tá tudo bem, filho. Papai tá bem. — assegura Steve para James, que sorri e volta a deitar em seu colo.— Aí... vou fazer uma festa de Dia dos pais na minha casa. — anuncia Tony, fazendo Steve franzir o cenho e erguer os ombros.— Por quê, Tony? Você não é pai.— Eu sei, mas você é.— E vai fazer uma festa para mim?— Para você e para outros amigos meus que também são.— E quando?— Bom... no dia dos pais, né?— Claro. — concorda Steve, com um leve sorriso, fechando os olhos.— Papai, vou chamar a mamãe, tá? — James tenta descer da cama, mas Steve o traz novamente para seu colo.— Sozinho? — indaga o loiro.— Ah, tá tudo bem... não vai acontecer nada. Ele sabe que a Natasha tá no refeitório. — diz Tony.— Sabe como chegar lá? — pergunta Steve.— Sei, papai. Eu já volto. — James dá um selinho em Steve e então desce da cama com a ajuda de Tony, saindo do quarto e deixando Steve e Tony conversarem mais....A verdade é que James não tinha ido procurar sua mãe, e sim Sharon. O menino corre o mais rápido que pode e encontra a mulher já de frente para o elevador, pronta para descer. James vai até ela e grita:— Você não vai ficar com o papai, sua bruxa! — Eu vou, sim, pirralho! — devolve Sharon, assim que se vira, saindo do elevador, ouvindo o barulho do mesmo se fechar atrás de si.— Ele ama a minha mãe e é com ela que ele vai ficar! — reforça James, sem medo de enfrentá-la.— Hahaha eu vou me casar com seu pai, garoto. E a primeira coisa que eu vou fazer vai ser te mandar para um colégio interno lá na Suíça.— Minha mãe não vai deixar!— Sua mãe vai se casar com o Matt, então entre as duas opções, acho melhor o colégio interno. — provoca Sharon, com uma expressão inocente no rosto, erguendo os ombros.— Não! Isso é mentira, minha mãe vai ficar com o meu pai! — afirma James.— Isso é o que vamos ver, seu pirralho intrometido!— Bruxa! Meu pai não gosta de você! — diz James, fazendo Sharon soltar fogo pelos olhos e se aproximar dele fervendo de raiva.— Olha aqui, é melhor você calar essa sua boca, senão... — a loira nem consegue terminar a frase, pois Natasha chega por trás de James e a interrompe.— Senão o quê, Carter? — indaga Natasha, pondo as mãos nos ombros de James, que fica mais ou menos numa altura um pouco abaixo de sua cintura.— Ér... bem, eu... — balbucia Sharon.— Responde, Carter! O que você vai fazer com o meu filho? — cobra Natasha, fazendo Sharon ficar pálida, mas a loira respira fundo discretamente e tenta manter a calma e compostura para responder.— Nada, Nat. Eu só estava falando com o James que... — Natasha a interrompe mais uma vez, passando James para trás de si e se aproximando de Sharon, que recua alguns passos.— Olha aqui, você pode até enganar o Steve, mas a mim você não engana. Se eu sonhar que você andou ameaçando o meu filho outra vez, eu te garanto que você não irá gostar das consequências. — diz Natasha, com sangue nos olhos, fazendo Sharon sentir um frio lhe percorrendo a espinha.— Você está me ameaçando, Romanoff?— Entenda como quiser. — responde Natasha, com um sorriso superior, encarando Sharon nos olhos. – Vamos, James! — chama a ruiva, estendendo sua mão para James, logo depois sentindo o filho apertá-la.
— Vamos, mamãe. — fala James, também encarando Sharon, com um sorriso superior igual ao de sua mãe, dando as costas para ela e voltando para o quarto de Steve, deixando uma loira fula da vida para trás, que rosna e volta a fazer seu caminho para fora do hospital....— O que a Sharon te disse, filho? — pergunta Natasha para James assim que os dois estão perto do quarto de Steve.— Ela disse que vai casar com o papai. Não deixa, mamãe. Você é que tem que ficar com o papai. — pede James, deixando Natasha triste, a fazendo sentir pena do filho. A ruiva suspira, tentando esconder sua tristeza, que é difícil, mas ainda assim ela se agacha até o filho e responde:— Meu amor, eu não posso impedir que seu pai se case com ela ou com qualquer outra. Ele tem o direito de ficar com quem ele quiser.— Mas é você quem ele ama, mamãe. — reforça James, deixando Natasha sem palavras. A ruiva então decide encerrar aquele assunto.— Vamos nos despedir de seu pai e voltar para casa. — fala Natasha, se pondo de pé.— Tá bem. — concorda James, fazendo o trajeto de volta para o quarto de Steve sendo seguido por sua mãe....Enquanto isso, Sharon está indo para garagem da base e encontra com Matt, que nota seu estado e resolve perguntar o que houve.— O que houve é que aquela peste do James está mais uma vez atrapalhando meus planos! — responde a loira, sem parar de fazer o percurso até seu carro.— O que ele fez agora?— Aquele pingo de gente veio querer discutir comigo, pode?— Bem... isso não me admira. O que me deixaria assustado seria saber que você discutiu com uma criança de cinco anos. — comenta Matt, a fazendo bufar.— Olha, não importa! Aquele garoto não é uma criança, ele... ele... deve ser um anão disfarçado! — diz Sharon, fazendo Matt dar uma gargalhada.— Tá dizendo que um menino de cinco anos conseguiu te dar foras extremos?— Não começa, Murdock. — grunhe Sharon, se virando rapidamente para o amigo antes de abrir a porta de seu carro.— Mas o que houve então?— O que houve é que aquela vaca da Natasha chegou e ouviu tudo! E me ameaçou!— Não fale assim dela.— Eu não tô nem aí se você não gosta que eu a xingue. Ele não é nada sua. E do jeito que você coordena as coisas, ela não será nunca! — diz Sharon, com raiva nos olhos, entrando em seu carro e dando partida, fazendo Matt soltar um grito de ódio a vendo se afastar com o veículo. _-_A semana passa-se rápido e finalmente o domingo chega. Mas não é um domingo qualquer. É um domingo especial, pois é o Dia dos pais. Já recuperado e com alta, Steve fita o teto de seu apartamento deitado em sua cama, recebendo mais uma vez lembranças de seu passado com Natasha. O loiro está se lembrando de seu primeiro Dia dos pais em que passa com a ruiva.Flash back onnSteve acordou e espreguiçou-se na cama, não sentindo o corpo de Natasha colado ao seu. Abriu os olhos e fitou a cama, vendo que a ruiva já havia levantado. Assim que ele estava prestes a se levantar, Natasha abriu a porta e caminhou até a cama com uma bandeja cheia de gostosuras de café da manhã que Steve adorava. Ela estava grávida de cinco meses.— Bom dia, papai! — falou Natasha, com a voz doce, se sentando na cama e depositando a bandeja no colo de Steve, que estava sorrindo bobamente.— Bom dia, anjo meu! — devolveu Steve, direcionando seu olhar da bandeja para Natasha, pondo uma de suas mãos entre os cachos ruivos da Viúva Negra e a puxando para um beijo.— Gostou da surpresa? — perguntou Natasha, entre o beijo, o fazendo sorrir.— Amei! — afirmou, a beijando ainda mais. – Mas eu amei mais ainda essa aqui. Esse presente que você me deu foi o melhor de todos, eu nem precisava de uma data para ganha-lo. — disse Steve, acariciando a barriga de Natasha.— Na verdade... foi você que me deu esse presente. — falou a ruiva, fazendo os dois caírem na gargalhada.— Mas você que concedeu essa benção. — comentou Steve, pegando na mão de Natasha e depositando um carinhoso beijo na mesma.— Nós dois nos demos esse presente. — falou Natasha, com um encanto nos olhos.— Meu maior presente foi você. — disse Steve, a fazendo sorrir ainda mais, ganhando mais brilho em seus olhos.— Eu te amo. — sussurrou Natasha no ouvido do loiro, o abraçando.— Eu também. — sussurrou Steve de volta, a beijando no pescoço.Flash back offSteve é tirado de seus pensamentos com a entrada de James e Natasha em seu quarto. O garoto pula em cima do pai sobre a cama e lhe abraça.— Feliz dia dos pais para o melhor pai do mundo! — diz James, entregando um presente para Steve com um desenho em cima.— Obrigado, meu amor. Foi você quem fez? — pergunta Steve, vendo o desenho.— Uhum. — responde James, sorrindo.— Desculpe ter chegado assim de repente. Pegamos as chaves da porta dos fundos com o porteiro. Como ele já nos conhece, não foi problema. — diz Natasha, se sentando na cama ao lado de Steve.— Tudo bem. Não precisa se desculpar, eu amei. — afirma Steve, a fazendo sorrir.— Papai, abre o presente.— Claro, claro. — Steve abre a caixa do presente e vê que é uma camisa azul com uma foto de James, Steve e Natasha juntos num parque de diversões.— Eu estava arrumando a casa um dia desses e encontrei essa fotografia. James quis te dar como presente e eu achei que seria legal se fosse desse jeito. — comenta Natasha, erguendo os ombros enquanto Steve analisa a imagem com os olhos brilhantes.— Eu amei. Muito obrigado. — Steve dá um beijo na bochecha de James e puxa Natasha para um abraço, a fazendo sorrir e retribuir.— Que bom que gostou! — diz a ruiva, ainda abraçada a Steve.— Obrigado. Obrigado mesmo. — sussurra Steve para ela, lhe dando um demorado beijo na bochecha antes de soltá-la.— De nada. — fala Natasha, timidamente.— Papai, já tem uma roupa para a festa de hoje? — pergunta James.— Eu já. E você?— Também. Quem não tem é a mamãe.— É... eu vou deixá-lo aqui com você e à noite você o leva para a festa, tá? — Natasha se levanta, pronta para sair.— Claro, claro. Nos vemos à noite então?— Uhum. Até mais tarde. Comporte-se, James. — Natasha dá um beijo em James e então sai do apartamento, deixando Steve e James curtirem o dia.— Papai, é verdade que um dia você vai se casar com a Sharon? — pergunta James depois que sua mãe sai, deixando Steve bem surpreso.— Não, querido. Por quê?— Eu queria saber.— Eu nunca vou me casar com mulher nenhuma. O papai ainda ama a mamãe demais, e tenho muitas esperanças. — diz Steve, fazendo James sorrir e pular em seus braços. ... O dia se passa e logo a noite chega, e James e Steve já se encontram na festa de Tony na Torre Stark. Haviam chegado fazia uns dez minutos. Steve deixa James com Pepper e vai procurar por Natasha, que, segundo a Tony, já havia chegado faz tempo.— Nat! — chama Steve assim que a vê conversando com Bruce.— Oi, Steve. — responde a ruiva, se virando e caminhando até ele.— Está linda! — diz Steve, a olhando de cima a baixo com os olhos brilhando, a fazendo corar.— Obrigada. Você também tá. — fala ela, desviando seu olhar para baixo, ainda sentindo suas bochechas bem quentes.— Então... como está a festa? — pergunta Steve, tentando puxar assunto.— Bom, até agora tenho que dizer que Tony mandou bem. — responde Natasha, fazendo Steve sorrir.— Ah, eu quero te agradecer mais uma vez pelo presente. Eu amei, foi lindo! — diz Steve, fazendo Natasha fitá-lo com uma encantada expressão no rosto, formando um leve sorriso fechado nos lábios.— Fico muito feliz que tenha gostado. Eu pensei em dar uma camisa com uma foto só sua e de James, mas... — Steve a interrompe sutilmente.— Não, eu me sentiria incompleto. Será sempre nós três. — fala, a fazendo respirar fundo, numa forma de desconforto.— Ér... bem, então... que bom que gostou. — diz, após um breve sorriso.— Posso pedir mais um presente? — pergunta Steve, a fazendo abrir um fechado sorriso e franzir o cenho, pondo as mãos na cintura.— E o que seria, senhor Rogers? — indaga Natasha, num tom brincalhão.— Um abraço. Um abraço e... um beijo seu. — responde Steve, fazendo o sorriso de Natasha desaparecer na hora.— Steve...— Por favor.— Steve, você tá se ouvindo? Eu não posso te dar um beijo! — exclama a ruiva, indignada.— Não precisa ser um beijo na boca. — explica o loiro, a fazendo parecer relaxar.— Bem... mas eu já te dei um beijo e um abraço hoje.— E se importa de dar outro?— Não. — responde Natasha, após longos segundos, fazendo Steve sorrir, o que consequentemente a fez sorrir também.— Por favor, senhorita Romanoff. — Steve abre os braços e dá dois passos para trás, esperando que o corpo de Natasha se cole ao seu. A ruiva revira os olhos e sorri, indo até o loiro e o abraçando, o fazendo enterrar seu rosto na curvatura de Natasha e inspirar seu perfume.— Tá feliz agora? — pergunta Natasha, ainda abraçada a ele.— Não sabe o quanto. — responde Steve, a soltando, a puxando para um beijo que é depositado em sua bochecha.— Que bom! — diz Natasha, acariciando o rosto de Steve, devolvendo o beijo no mesmo lugar.— Obrigado. — sussurra Steve em seu ouvido, a fazendo se arrepiar por inteiro.— Ahn... galera! — chama a voz de Tony ao microfone, fazendo Natasha e Steve desviarem a atenção para Stark.— Vamos lá ver a apresentação do Stark. — chama Natasha e assim que dá o primeiro passo, sente a mão de Steve segurar a sua. Ela quer se soltar, mas não consegue e então, deixa-se ser guiada pelo momento.— Boa noite a todos! Bom, eu vou apresentar o meu pequeno discurso dedicado ao "capicolé''. — inicia Tony, fazendo todos rirem e Steve revirar os olhos e sorrir. – O que falar sobre o picolé? Bom, primeiramente... ele é o mais velho de todos nós e as vezes é um saco conviver com ele. — diz Tony, fazendo todos rirem mais uma vez, inclusive Steve e Natasha. – Sério, gente... me sinto numa creche com um titio que tá mais para vovô tomando conta de mim. — desabafa Tony, fazendo Natasha soltar uma alta gargalhada que chama a atenção de todos. – Mas falando sério, galera... Steve, você é um grande lider. É o único capaz de... aguentar um grupo de malucos, o único que... consegue controlar a situação nas piores horas e consegue nos tranquilizar. Obrigado por fazer parte do nosso grupo, e principalmente por... acalmar a nossa ruivinha assassina. - finaliza Tony, levantando a taça de champagne, enquanto todos riem e aplaudem Steve, que está emocionado. – Viva o vovô picolé! — grita Tony.— Agora é a sua vez! Venha fazer um discurso, Steve. — chama Pepper ao lado de James, aplaudindo o capitão, que se levanta e caminha até o palco, recebendo um abraço de Tony antes de subir.— Bem... oi. — inicia Steve, ainda mexido com as palavras de Tony. – Bom, primeiramente, eu quero agradecer por todo esse carinho. Quero dizer que é muito bom fazer parte dessa família... um tanto maluca. — diz Steve, com uma careta, fazendo os convidados rirem. – Antigamente, eu achava que ter caído no gelo foi a pior coisa que tinha me acontecido, pois perdi muita gente que eu amava. Mas depois eu percebi que a queda foi uma benção de Deus, pois eu pude conhecer pessoas maravilhosas. Ganhei não apenas amigos, mas irmãos, e foi graças a isso que eu pude conhecer a mulher que eu mais amo nessa mundo, e foi graças a esse amor que eu ganhei o melhor presente da minha vida, o meu filho James. — declara Steve, fazendo Natasha querer se enfiar num buraco e não sair nunca mais. A ruiva está muito surpresa, não sabe se chora ou se sorri, ela só consegue sentir seu rosto queimar, deve e está parecendo um pimentão. – Muito obrigado, meu Deus... por tudo. — finaliza Steve, bem emocionado com o momento, vendo James correr em sua direção e pular em seu colo, o abraçando. Steve retribui o abraço, ainda bem mexido com tudo, e desce do palco, acompanhado por Tony, que anuncia o jantar fazendo os convidados seguirem para a comprida mesa de vidro.—-_Após um delicioso e divertido jantar, os convidados já tinham ido embora. Ficam apenas os vingadores na torre. Natasha e James já haviam se despedido de todos e já estão preparados para sair, quando Steve toca no braço de Natasha, a fazendo se virar para ele.— Oi. — diz Steve, coçando a nuca.— Oi. — devolve Natasha, com um breve sorriso.— Ér... tá tarde e... eu queria saber se posso levar vocês em casa. — fala Steve, fazendo Natasha sorrir com sua timidez.
— Claro que pode! Até porque somos muito indefesos, sabe? — brinca a ruiva, fazendo os dois rirem mais ainda.— Você então... — Steve entra na brincadeira.— Né??? Um sopro já me deixa caída. — brincou Natasha mais ainda.— Então... vamos? — pergunta Steve, os fazendo mais uma vez rirem.— Vamos. — concorda Natasha, chamando James e saindo da torre....— Bom... boa noite. — deseja Steve assim que ele, Natasha e James estão em frente ao prédio da ruiva.— Boa noite. E... mais uma vez, parabéns. — diz Natasha o fazendo sorrir, se controlando ao máximo para não beijar aquele lábios macios da ruiva, que a luz da lua ficam num tom escuro para o vermelho, dando a impressão de estarem mais inchados.— Obrigado. — agradece Steve, vendo James se aproximar.— Tchau, papai. Eu te amo. — diz James para Steve, que sorri e abraça o filho, ganhando um selinho dele.— Eu também te amo, meu amor. — fala Steve para James, que abraça a cintura de Natasha.— Até amanhã! — Natasha abraça James com um braço e Steve com outro.— Até amanhã. — devolve Steve, lhe dando um beijo na bochecha, ganhando outro de Natasha, comemorando por dentro por mais um beijo que a ruiva havia lhe dado. _-_Já é de madrugada. Natasha e James já dorme famz tempo. São três da manhã e cai uma forte chuva, com trovões, raios e relâmpagos. James se mexe inquietamente na cama, tentando dormir, mas o barulho da tempestade não permite. Numa tentativa de James tentar dormir, o menino vira-se para o lado na cama e abre os olhos, vendo uma figura altamente assustadora pela janela do quarto. É o Caveira Vermelha, que já o observava dormir fazia horas.— AAAAAAAH!!! MAMÃE!!!!! — grita James, fazendo Natasha pular da cama e correr para seu quarto.— JAMES, JAMES.. O QUE FOI? — grita Natasha, passando pelo corredor.— MAMÃE, MAMÃE... — James começa a chorar quando Natasha entra no quarto, bem assustada.— O que foi, querido? — pergunta a ruiva, pegando o filho no colo e o abraçando.— E-ele... ele tá-tá aqui. — diz James, entre soluços.— Ele quem? O que aconteceu, James? — pergunta Natasha, tentando entender o desespero de James.— O Caveira Vermelha. Ele tava ali na janela. — responde o menino, apontando para a mesma, o que faz Natasha olhar para a janela com uma expressão desconfiada, indo até seu quarto e pegando sua arma.— Fica aqui. — diz a ruiva, pondo James em sua cama e abrindo a janela de seu quarto, bem atenta ao movimento da rua, que é mínimo.— Mamãe, eu juro. Ele tava lá! — reforça James, ainda chorando.— Meu amor, não tem ninguém aqui. Foi só um pesadelo. — fala Natasha, pondo sua arma dentro da gaveta e abraçando James.— Não foi! Ele tava lá!— Shhh shhh James, tá tudo bem. Ninguém vai entrar aqui para te fazer mal. Eu não vou deixar. Olha, eu vou fechar as cortinas e vamos dormir, tá ? — a ruiva vai até a janela de seu quarto, fechando as cortinas e voltando à cama.— Mamãe... — Shhhhh vamos dormir. Vem, querido. — a ruiva abraça James e afaga seus cabelos, o fazendo dormir bem agarrado ao seu corpo. Natasha não viu ninguém, mas vendo James tão assustado como ele está... ela tem dúvidas de que tenha sido só um pesadelo....Do lado de fora da casa, o Caveira Vermelha encontra-se no topo de uma árvore, bem escondido. Ele havia, sim, aparecido para James, e tinha visto o filho e Natasha quando a mesma foi até a janela com a arma na mão.— É Rogers... você tem uma família linda. Pena que... eu vou ter que destruí-la. — zomba o Caveira, soltando uma gargalhada maléfica que vem junto com um forte trovão.
Notas finais
Bom... esperamos que vocês atendam ao nosso pedido dessa vez. Não queremos ser chatas e nem ameaçar ninguém, mas realmente tá chato recebermos poucos comentários.
ACOMPANHEM, FAVORITEM, RECOMENDEM E COMENTEM!
Fale com o autor