Just give me a reason

24 Danger - part 2 - the end


Notas iniciais
Desculpem pela demora. Provas de fim de ano NUNCA são fáceis... Obrigada pelos 266 comentários, 75 acompanhamentos, 18 favoritos, 5 recomendações e 6086 visualizações. Nos desculpem qualquer erro de digitação e... aproveitem!!!! ^^

– Ér... senhor... — tenta Sharon, mas Leo não dá chance e continua com os olhos vidrados em Natasha, que ainda está com o rosto virado devido ao tapa.

– FALA, VADIA! O QUE VOCÊ QUER? DAR OUTRO GOLPE? — indaga com rispidez e raiva, fazendo Natasha virar-se para encará-lo.

– O que eu quero é acabar com caras idiotas como você! — responde a espiã com a voz calma, porém firme.

– Você vai se ferrar! — afirma Leo, tirando sua arma de dentro da calça e apontando para Natasha e Sharon, que rapidamente retiraram as suas da coxa.

– Veremos... — provoca Sharon, fazendo uma troca de olhar com Natasha, que entendeu a mensagem.

Numa virada só, Natasha deu um chute na mão de Leo a qual tinha a arma, a jogando longe. Seus comparsas se aproximaram, e a ruiva correu em direção à eles, começando a lutar e a atirar.

Sharon acertava outros que vinham, até que foi pega por trás, tendo seus braços presos nas costas.

– NATASHA! — grita a loira tentando se soltar, e no que Natasha virou-se para olhá-la, recebeu uma pancada na cabeça, caindo desmaiada no chão.

...

Sentindo sua cabeça latejando e seus olhos pesados, fazendo um tremendo esforço para tentarem se manterem abertos, Natasha foi acordando aos poucos.

A ruiva abriu e fechou os olhos diversas vezes, até começar a enxergar um pouco as imagens que estavam em sua volta. Após alguns segundos, quando foi tentar mexer seu corpo, sentiu seus braços e pernas presos. Começou a tentar se soltar e viu quando um comparsa de Leo se aproximou lentamente. O que havia acontecido era que os bandidos amarraram Natasha e Sharon com correntes elétricas, as levando para um galpão distante.

– Vejo que acordou, agente Romanoff. — ironiza o homem.

– O que vocês querem? — pergunta Natasha com a voz ofegante e cansada.

– Nos divertir um pouquinho com você, igual ao que fizemos com a sua amiguinha... — diz o homem, fazendo Natasha direcionar seu olhar para Sharon.

– SHARON! — grita Natasha pasma ao ver a cena à sua frente. Sharon estava amarrada de frente para ela do mesmo jeito, mas a loira estava com sua boca tampada por fita, cabeça sangrando, nariz, hematomas no estômago já que estava de sutiã e calcinha e desmaiada.

– Ela tentou nos encarar e... não deu muito certo. — diz Leo se aproximando de Natasha, coçando sua nuca.

– É inútil tentar algo contra nós. Vocês não vão se safar! — afirma Natasha começando a sentir-se preocupada e tensa com aquela situação.

– É... pode ser, mas ao menos continuaremos vivos. — debocha Leo, pegando uma barra de ferro.

– Não sabem com quem estão se metendo... — avisa Natasha entredentes.

– Nem vocês! — exclama o bandido, acertando o ferro no rosto de Natasha, cortando seu lábio, fazendo o sangue começar a sair.

_-_

O resto do dia se passou, e Natasha e Sharon foram mais torturadas ainda, apanhando e recebendo choques.

Nem Steve e Matt receberam nenhuma notícia, e Steve já estava começando a ficar preocupado.

– Matt? — chama o capitão assim que entra em seu quarto.

– O que quer, Rogers? — pergunta moreno pondo sua camisa já que havia acabado de sair do banho.

– As meninas ligaram?

– Não. Por que?

– Estou preocupado. — diz Steve com um semblante pensativo.

– Com o que?

– Elas saíram à tarde e já é de noite e nada... o que será que aconteceu?

– Não sei, Steve. Mas elas estão bem. Não é atoa que trabalham na S.H.I.E.L.D. e foram designadas para essa missão.

– Não... não está tudo bem. Natasha teria me enviado alguma coisa se tivesse tudo bem. — afirma Steve saindo do quarto de Matt às pressas.

– Steve! O que vai fazer? — pergunta Matt o seguindo.

– Prepara-se, vamos atrás delas! — responde o loiro indo para seu quarto, pegando seu escudo.

...

– Elas disseram o endereço? — pergunta Steve enquanto dirige.

– É esse aqui. — diz Matt mostrando o papel para Steve.

– Então... chegamos. — constata o loiro parando em frente a tal "agência".

– O que vamos fazer? — pergunta Matt saindo do carro como Steve.

– Só... vamos entrar e procurá-las.

– Boa noite! Em que posso ajudá-los? — pergunta uma mulher loira, de rabo de cavalo e baixinha ao ver Matt e Steve entrarem no local.

– Oi. Ahn... estamos procurando por uma mulher ruiva e uma loira. Por acaso viu alguém assim? — questiona Steve fazendo o sorriso simpático que havia no rosto da mulher desaparecer.

– Esperem um minuto. — pede a loira se afastando, fazendo Steve e Matt trocarem olhares desconfiados.

– Reparou? — pergunta Steve observando a mulher de longe.

– Sim, mas... — Matt para de falar ao olhar para o lado.

– Mas o que? Matt? O que foi? — questiona Steve estranhando a interrupção de sua fala.

– Steve?

– O que?

– Olha ali. — aponta Matt fazendo Steve direcionar seu olhar para um computador com câmeras. Os dois se aproximaram lentamente e então viram Natasha e Sharon amarradas no tal depósito, fazendo o sangue de Steve ferver ao ver Natasha machucada, apanhando de Leo.

– O que é isso? — indaga Steve com seu coração dolorido ao ver aquelas cenas.

– As meninas estão... elas estão sendo torturadas. — diz Matt também pasmo ao ver aquilo.

– Já chega! — Steve fecha os punhos em forma de soco e vai até a mulher.

– O que deseja, senhor?

– Você sabe o que é! Aonde estão as meninas? — cobra Steve visivelmente nervoso.

– Ér... desculpa, mas...

– Elas estão sendo torturadas! Aonde elas estão?! — pergunta Matt.

– Eu... eu...

– JÁ CHEGA! — grita Steve.

– PARA TRÁS! — diz a loira retirando uma arma de sua cintura, mas Matt a acerta por trás, pegando sua arma, começando uma luta com os frequentadores da agência.

– AONDE ELAS ESTÃO? — pergunta Steve apontando para o computador.

– Quem são vocês? — pergunta um dos homens.

– Agentes disfarçados. Vocês já eram! Agora respondem o que o capitão perguntou! — manda Matt com mira na cabeça de uns três caras.

– Capitão? — indaga o homem franzindo o cenho.

– Somos da S.H.I.E.L.D. — diz Steve.

– Ah então você é o... capitão América?! — questiona o homem erguendo os sobrancelhas.

– Eu não vou perguntar outra vez! Diga agora mesmo aonde elas estão! — pressiona Steve pegando na gola da camisa do homem.

– E por que eu deveria, capitão?

– Porque você não tem escolha! — afirma Steve com a voz carregada de ódio, fazendo o homem estremecer ao ouvir sua fala.

– No depósito do fim da cidade. — responde o homem olhando no fundo dos olhos do loiro.

– Coulson, podem entrar! — diz Steve na escuta, soltando o homem enquanto os outros agentes da S.H.I.E.L.D. entravam no local.

– O que é isso? — questiona o homem ao ver um dos agentes ajoelhá-lo no chão, o algemando.

– O fim desse circo! — responde Matt dando as costas, saindo da agência com Steve.

– CAPITÃO, ESPERE! — grita Coulson os seguindo.

– Não podemos esperar! Elas estão em perigo! — fala Steve sem parar seu percurso até o carro, sendo imitado por Matt.

– Não podem ir sozinhos! — diz Coulson.

– Sinto muito, Coulson. Já estamos indo. — fala Matt logo em seguida fechando a porta do carro, vendo Steve dar a partida de forma brusca e rápida.

– Hill? — chama Coulson na escuta ao ver o carro de Steve e Matt dar partida.

Sim, Coulson. O que foi?

– Siga o GPS do carro do capitão Rogers, e mande uma patrulha para lá.

Está bem.

_-_

Flash back onn

– Vocês dois vão pelos fundos. Vocês pela frente e Natasha vem comigo para a sala de máquinas. — dizia Steve pronto para dar início à uma missão que Fury havia os designado contra terroristas. Eles tinham que resgatar uma arma para a S.H.I.E.L.D.

– Eu vou entrar na base sozinha. — afirmou a ruiva preparando sua arma.

– O que? — indagou Steve franzindo o cenho.

– Eu vou entrar na base sozinha. — repetiu Natasha mais confiante ainda, começando a andar em direção à base.

– Natasha, você enlouqueceu? — cobrou Steve começando a segui-la.

– Por que está perguntando isso? — questionou a ruiva sem parar seu trajeto.

– Porque isso é loucura! Natasha! — chamou Steve a fazendo parar.

– Steve, depois conversamos. Agora eu preciso ir.

– Natasha! Natasha, para! Natasha, você não vai entrar lá sozinha! — afirmou Steve a puxando para ele pelo braço.

– Como é? Repete... acho que não ouvi direito. — disse a ruiva se soltando.

– É perigoso, e sozinha você não vai. — repetiu o loiro a encarando no fundo dos olhos.

– Steve, para com isso! Para de querer ficar sempre me protegendo como se eu não fosse capaz de me defender!

– Então para de achar que você pode fazer tudo sozinha! Por mais que você seja capacitada, pode precisar de ajuda.

– Steve, você tá me irritando. Eu vou entrar sozinha e acabou! — afirmou a ruiva voltando a andar para a base.

– Natasha... — tenta Steve.

– Chega!

...

Após minutos da missão, Steve resolveu entrar na base para ver como Natasha estava indo e a viu derrotar uma gangue inteira, sozinha. Sorriu orgulhoso até que a viu ser agarrada por trás por um homem enorme. Ela se debatia, mas ele a prendia de uma forma controladora. Steve correu em direção à ele, gritando para Natasha se abaixar. A ruiva o fez, vendo Steve jogar e acertar o homem com seu escudo, o fazendo cair desmaiado no chão.

– Você tá bem? — perguntou o loiro ajudando Natasha a se levantar.

– Tô. — respondeu ela respirando fundo.

– Ele te machucou? — questionou Steve, como sempre preocupado.

– Steve, para. Eu tô bem. Eu só... — Natasha foi interrompida ao ver o homem se levantar, lançando uma bomba contra eles.

– ADEUS, SEUS IDIOTAS! — gritou o terrorista.

– Natasha, segura! — mandou Steve a pegando pela cintura, pulando da janela da base, logo em seguida ouvindo o barulho da explosão.

O loiro caiu por cima de seu escudo, servindo de colchão para Natasha para ela não se machucar com a queda, afinal, ela só se sairia bem se tivesse de paraquedas, o que não era o caso.

– É... mandamos bem! — falou a ruiva ofegante, ainda por cima de Steve, descansando sua cabeça em seu peito.

– Mandamos bem?! Natasha! Poderíamos ter morrido! — exclamou o loiro a segurando nos braços, se pondo de pé, a colocando no chão.

– Steve, relaxa... — tentou Natasha.

– Relaxar? Como eu vou relaxar? Eu quase te perdi! Já pensou no que poderia ter acontecido caso eu não chegasse a tempo?!

– Steve, você pensa muito no que poderia ter acontecido, mas não no que realmente aconteceu!

– Você tem que parar de agir dessa forma!

– Eu não vou parar de ser independente! Você é que tem que... — a ruiva foi interrompida ao sentir Steve entrelaçar seus braços em sua cintura, a puxando para ele e a beijando.

– Não vamos brigar, tá? Eu... eu te amo. — disse Steve voltando a beijá-la.

– Eu também te amo. Mesmo você sendo um idiota. — brincou Natasha, fazendo ambos sorrirem entre o beijo.

Flash back off

– ACORDA! — grita Leo para Natasha, a despertando com um balde de água fria.

– O que mais você quer? — pergunta a ruiva com a voz trêmula.

– Me divertir mais. Você... ainda não tá tão machucada. — zomba o homem observando o rosto de Natasha. A ruiva tinha o lábio sangrando, testa e supercílio com cortes. Seus pulsos estavam marcados e avermelhados, com a circulação do sangue presa devido a corrente amarrada em volta deles. Ela também estava de roupas íntimas. Em seu ventre, tinham marcas de chutes e socos, e em seu colo, cortes e queimaduras.

– Voc... você não va-vai... se livrar. — fala Natasha com a voz exausta, lutando ao máximo para manter os olhos abertos.

– Cala a boca! — manda Leo, ameaçando de apertar o botão que estava ligado com a corrente elétrica que a prendia.

– Não... — pede Natasha.

– Ah querida, pensasse nisso antes... — e então, Leo aperta o botão, começando a fazer Natasha se contorcer de dor ao sentir seu corpo tomar um forte choque.

...

– Steve, o que será que eles estão fazendo com elas? — pergunta Matt apreensivo ao se aproximar do galpão.

– Não sei. Mas vou matar todos eles! Todos que estão machucando a minha Natasha. — afirma Steve com os olhos fervendo de raiva.

– Primeiro precisamos de... Steve, olha!

– O que foi?

– É a Sharon!

Steve para o carro imediatamente, saindo do veículo acompanhado por Matt, correndo até Sharon.

– SHARON! — grita Matt assim que vê a loira caída no chão de um beco, muito machucada.

– Matt? — indaga Sharon não acreditando no que estava vendo.

– Eu tô aqui, Sharon. O que aconteceu? — pergunta o moreno retirando seu casaco para poder cobrir o corpo de Sharon.

– E-les descobriram de tu-tudo.

– Tudo o que? — pergunta Steve.

– Do dis-disfarce. E-les reconheceram a Nata-tasha.

– Como? — pergunta Matt.

– De uma missão com... com um tal de... de.. Tyler. Pa-parece que era primo do... do chefe da tal agência...

– Meu Deus! Eles vão matar a Natasha! — exclama Steve incrédulo.

– Precisamos fazer alguma coisa. — fala Matt olhando para Steve, ainda agachado à Sharon, a repousando em seus braços.

– Sharon, aonde a Natasha está? — questiona Steve se agachando até a loira.

– Ela ainda tá lá dentro. Eles... eles vão matá-la, Steve. — diz Sharon desmaiando de vez.

– Peça ajuda e fique aqui com Sharon. Eu vou entrar e salvar a Nat.

– Tem certeza que dá conta sozinho?

– Sim, só... peça ajuda! — manda Steve correndo para o galpão, vendo Matt pegar Sharon nos braços e levá-la para o carro.

_-_

O loiro corre em direção ao galpão, abrindo a porta de madeira com um só chute. Ele entra mas não encontra nada e nem ninguém, anda mais um pouco, e começa a ouvir os gritos desesperados Natasha.

Desce as escadas que dava para o calabouço cuidadosamente e encontra Natasha amarrada ainda nas correntes e Leo ir em sua direção, com roupas íntimas, pronto para estuprá-la.

– Ah ruivinha, acha que vou deixar você morrer sem antes provar? — indaga Leo a pondo de pé, mas ela cai devido à fraqueza, o sentindo levantá-la pelos cabelos

– Me deixa em paz!

– OBEDEÇA!

– Me larga! — manda Natasha lhe dando um chute no meio das pernas, o fazendo grunhir e cair de joelhos.

– VAGABUNDA! — xinga Leo lhe dando um tapa no rosto, ato que fez Steve ferver de raiva.

– DESGRAÇADO! EU VOU TE MATAR! — grita Steve possesso de raiva.

– Steve? — indaga Natasha com a voz fraca e os olhos marejados, fazendo Steve olhá-la com ternura.

– Quem é você? — pergunta Leo se virando para Steve, sem soltar Natasha.

– Capitão América! E você... um cara morto!

– Hahaha não... a sua amiguinha que vai ser uma pessoa morta! — debocha Leo, fazendo Steve jogar seu escudo contra ele, o fazendo bater com as costas na parede violentamente.

– Steve! — chama Natasha, já não sentindo mais os seus braços de tanto tempo que eles ficaram presos, para cima.

– Nat... meu Deus! — exclama o loiro se aproximando dela, a vendo toda machucada.

– Você... você veio. — comenta a ruiva começando a sentir as lágrimas escorrerem.

– Claro que eu vim! — afirma Steve encostando sua testa na de Natasha, lhe dando um selinho.

– Steve, eu... eu tô muito machucada. Eu... eu... apanhei e... ele... ele ia me estuprar. — fala a ruiva entre lágrimas.

– Shhhh shhh tá tudo bem agora. Eu vou te tirar daqui. — diz Steve começando a soltar as correntes. Quando faltava somente uma, ele sente Leo o puxar para trás, o jogando no chão.

– Então... você é o famoso Capitão América?

– Deixa ele em paz! — fala Natasha logo caindo sentada ao chão.

– Ah cala a boca, vadia! — diz Leo lhe dando outra tapa.

– DESGRAÇADO! EU MANDEI FICAR LONGE DELA! — grita Steve, pulando em cima de Leo, o fazendo cair no chão, ficando por cima. O loiro o sacudiu, e começou a lhe desferir socos e mais socos, o fazendo sangrar. A raiva de Steve era tanta, que até o chão do calabouço estava quebrando conforme a força dos socos.

– Steve! — chama Natasha, mas o loiro não a escuta.– Steve, para!

O loiro interrompe os socos, respirando fundo para se acalmar, vendo Leo desmaiado e com o rosto machucado. Ele se levanta e vai até Natasha.

– Você tá bem?

– Eu... eu não tô sentindo meus bra-braços. — diz Natasha com dificuldade, sentindo seu corpo mole e muito dolorido.

– Calma, vem cá. — Steve a põe no colo, mas logo que vê Leo com uma arma apontada para eles, cobre Natasha com seu corpo, ficando na frente.

– Eu... vou... ma-matar vocês! — afirma o bandido cuspindo sangue nas falas.

– Vai para o inferno! — diz Natasha se aproveitando da água que estava no chão quando ele a molhou com o balde, descarregando a máquina de choque, fazendo Leo morrer eletrocutado.

Steve volta a pegá-la nos braços e sai do calabouço às pressas.

– Nat? Nat? Tá tudo bem? — pergunta o loiro para ela.

– Steve, eu... eu... — a ruiva não consegue terminar sua frase, pois cai mole e desmaiada nos braços de Steve, o fazendo sacudi-la, preocupado com o seu desmaio. Depois de inúmeras tentativas de tentar acordá-la, o loiro desiste e resolve sair daquele galpão nojento.

O capitão a endireita nos braços, e vai correndo até Sharon e Matt que já estavam no carro.

– O que aconteceu com ela? — pergunta Matt.

– Elas precisam ir para o hospital. Dirige, eu vou ficar com Natasha. — diz Steve entregando as chaves para o moreno, que assente e começa a dirigir para o hospital de Nova York.

– Ste-Steve...? — chama Natasha com certa dificuldade.

– Shhhh shhhh você vai ficar bem. Não fala nada, só dorme. — diz Steve a cobrindo com seu casaco, começando a acariciar seu rosto, lhe dando um beijo na testa.

Notas finais
O que acharam do capítulo? *o* Galera, os comentários, acompanhamentos e visualizações da fic O diário de uma espiã tá caindo. Tô triste :( Por favor, se puderem divulgar a fic e... participarem mais dela, ficarei feliz :3 ACOMPANHEM, FAVORITEM, RECOMENDEM E COMENTEM! Beijocas *.*