Just This Bad Boy
15 Viagem de volta sempre tem novidades... Nem sempre são boas!
Notas iniciais
Leiam as notas iniciais ♥
Violetta’s POV/on
Fiz minhas malas em menos de... Dois dias. A po desculpa se eu fiz compras, muitas compras, aproveitei e deixei minhas roupas velhas com a vovó-parenta, pra quando for visitá-la novamente não levar mala. HÁ SOU FODA! Desci as escadas gritando pelo Maxi, nosso voo seria em uma hora e eu não estava afim de ficar mas um dia sem... É... A gente, não são só homens que tem necessidade não ta! Mulher também tem e como tem! Eu que o diga!
– Maxi Torres... Ultima chamada para SAIR LOGO DESSE APARTAMENTO, ESTAMOS ATRASADOS PORRA! – Gritei seu nome e a ultima frase com certa ênfase no porra.
– Pronto coisa mandona! To aqui, vambora logo antes que você me coma vivo, se bem que eu iria ador... – Ele tentou me provocar, mas eu o interrompi, não com beijo ta! Eu amo meu Léon.
– SHUT UP Maxizinho! Tchau vó-parenta-vó! – Falei colocando O DEDO em sua BOCA para fazer com que se cala-se e fui em direção a minha avó, despedir-me.
– NÃÃÃÃÃO, além de você ir embora tão cedo ainda vai levar a única companhia que eu tinha, sua ladra pequena. – Ela falou em uma falsa voz de choro.
– Única não Dona Sara, todo dia vem um homem diferente aqui e... – Maxi respondeu e eu não segurei o riso.
– CALADO Maxi! – Foi a vez da minha avó calá-lo, ele estava ficando impossível.
– Ok! Ok desculpe. – Ele disse ainda rindo e segurando nossas malas, até porque ele quem era o homem.
Chegamos no carro e eu dei uma ultima olhada nessa cidade maravilhosa que era NY, passei meus olhos pela sacada do prédio e vi um bracinho balançando pra lá e pra cá, deduzi ser minha avó e fiz o mesmo, ouvindo a buzina do Veloster (carro da minha o avó) me irritar a mando do Maxi, agora era ele quem estava impaciente. O carro praticamente criou asas, não demoramos nem meia hora para chegar ao aeroporto. Tomamos nosso voo.
Enfim... Londres. Lar doce Londres. Eu já estava ficando com pena do Maxizinho carregando tanto as minhas como as malas dele, e decidi ajudá-lo e dividi o peso, peguei as menores, óbvio, já estava de bom tamanho. Pegamos um táxi e dissemos o endereço da minha casa, uns 45 minutos depois estávamos em frente da minha casa, que estava do mesmo jeito que eu deixei há três meses. Maxi demorou um pouco mais para descer do carro, ficou olhando a rua, a casa, acho que lembrando dos tempos de criança :
– Maxizinho! Você não vem? – Perguntei já na escada da porta.
– Vou, claro que vou, mas é melhor você ir na frente. Não acha? – Ele indagou e eu concordei com a cabeça, afinal eu tinha dito no telefone que traria uma surpresa, surpresa essa que se chama Maxi Torres vulgo... Maxizinho a covinha!
Não toquei a campainha, a porta estava abrida... Digo aberta. Oops! Então fui entrando e sentindo um cheirinho de algo queimar na cozinha, quando olhei para o sofá me deparei com a cena de Francesca sentada no colo do Marco e alguma coisa que eles tentaram cozinhar queimando na cozinha :
– MUITO BONITO! Vocês se pegando aqui e a minha cozinha pegando fogo! – Dei um grito para assustá-los obtendo sucesso. Já que Fran caiu do colo do Marco no chão, levando um tombo hilário.
– Vilu?! – Eles gritaram felizes e curiosos e eu já imagino porque. – Por que você não me avisou? Eu iria te buscar no aeroporto. – Marco falou vindo em minha direção me apertando num abraço MEGA apertado (nota mental: acho que isso de abraço suuuuuper apertado é de família).
– Ah relaxa irmão, eu vim muito bem acompanhada! – Respondi-o com um sorriso esperto no rosto.
– Como assim o Léon foi te buscar? Ele sabia a hora que você viria? E por que aquele traidor não me avisou? E...
– Marco CALA A BOCA! Não, não foi com o Léon que eu vim, mas bem que eu gostaria. – Falei pensativa, interrompendo o tagarela do meu irmão, aliás, ele e a Fran tinham tudo pra dar certo, tagarelas, curiosos... Safados e etc!
– Fala dude! – Maxi adentrou a sala mais vermelho que um tomate maduro.
– NÃO! NÃO PODE SER! Maxi? Maxizinho? – O Marco arregalou os olhos e deu um pulo nos braços do Maxi, caindo junto o mesmo no chão.
– Vilu? Quem é esse? – A Fran me perguntou num sussurro.
– É um amigo antigo meu e do Marco.
– Ta, mais cadê a surpresa? – Ela perguntou, minha amiga tinha que ter realmente um defeito cerebral, pra poder ficar com o Marco.
– É o Maxizinho sua anta! – Respondi dando um pedala em seguida.
– Beleza dude, mas dá pra parar de me chamar de me chamar de Maxizinho, já basta a Vilu, e você me chamando assim seria muito gay. – Maxi falou tentando sai de debaixo do ogro do meu irmão.
– Hey me contem como vocês se encontraram, NY é muito grande. – Marco perguntou como sempre... CURIOSO.
– Antes de mais nada, eu vou dar uma saidinha e volto logo, pelo menos eu acho que volto. – Disse e sai quase que correndo pegando a chave do carro de Marco e batendo a porta atrás de mim. Eu iria tirar o atraso. Mas antes queria fazer outra surpresa, então voltei, e por uma brechinha da porta falei:
– Não avisem ao Léon, vou fazer uma surpresa! – E saí, liguei o carro e fui em direção a casa do meu Léon. Ah que saudades daqueles lábios tão macios, daqueles toques sempre precisos em lugares exatamente apropriados devido à necessidade de suas mãos, saudade do calor de seu corpo. E foram com esses pensamentos que eu cheguei a casa dele sem nem ao menos perceber que já havia estacionado o carro.
Violetta’s POV/off
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