Notas iniciais
Oiiiie leeitora lindas do meu core (!!'
Sentiram minha falta.?
Naum.?
Pelo menos da historia neah.?
UHUUUUUL
õ//
Se naum foor pediir de maais deem uma olhada na minha nova fiick, Ketchup com leite.
http://www.fanfiction.com.br/historia/128405/Ketchup_Com_Leite
Essa pobre Avoada ki voos fala, vai deixa-los com o novo cap.

Eu me sentia fraca. Como se não pudesse fazer nada. E quando digo nada é nada mesmo. Tentava abrir os olhos, mas eles estavam pesados, e sentia como se faltasse algo em mim.

Quando enfim consegui abri-los, uma luz branca me inundou e eu me senti nas nuvens. Será que eu morri? Ai, droga! Eu não posso morrer... Não sem antes ver o Eduardo (?) se arrastando pra me ter de volta. Não fui eu que mandei o idiota me abandonar. Mas ele vai se ver comigo. Eu sei, não é comum ver a Bella vingativa. Mais pode ter certeza que ela sempre existiu, mas eu a reprimia porque... Porque sim! Pronto.

Quando consegui distinguir as coisas, vi uma silhueta perto de mim. Senti que meu corpo estava deitado. Uns cinco minutos depois, vi quem estava do meu lado; era o Damon. Aquele cara que falou que eu era a vitima perfeita. Mas será o que ele fez comigo?

Tentando me lembrar, vi flashs. Eu gritando, uma dor horrível, alguma coisa escorrendo na minha perna... Eca.

- Olá. – disse a voz do lindo homem ao meu lado – finalmente acordou, não é?

- Quanto tempo eu fiquei desacordada? – falei.

- Uns... Três dias...

Quase desmaiei novamente. Como assim três dias?

- Onde estou?

- No Hospital St. Marry.

Ficamos algum tempo em silencio.

- Você conhece alguém que mora por perto? – Damon perguntou. — ----Hum... Tem... Na verdade só conheço uma pessoa na Inglaterra, tirando você.

- E qual é o nome?

- Elena Salvatore. – falei, indiferente.

Por um momento, achei que o cara estava em estado de choque. Ele estava paradão, olhando pra mim com a boca formando um O perfeito.

- Só pode ser brincadeira. Ou minha vida é simplesmente uma droga. – ele falou encarando o nada. Ele saiu do quarto e eu fiquei pensando porque esse estresse todo. Povo mais mal-humorado!

Alguns minutos depois, Elena entrou correndo sala á dentro, desesperada. MUITO desesperada.

- Bella! Você está bem? O que aconteceu? Como você se sente? FALA! — Acalme-se, Elena... Eu estou bem. Não me lembro o que aconteceu. E eu me sinto muito estranha. – respondi.

- É claro que se sente estranha... Quem não se sentiria depois de... – ela não completou.

- Depois de...? – incentivei.

- É melhor chamar o médico... – ela disse tentando fugir.

Alguns minutos depois um homem novo de cabelos lisos e negros e olhos castanhos entrou.

- Olá, Isabella. Se sente melhor? – ele perguntou, sua voz tão perfeita quanto seu corpo.

- Er... Mais ou menos...

- Não tenho uma noticia muito boa para lhe dar. – ele falou, o olhar triste – Você perdeu o bebe.

Naquele momento meu mundo acabou. Desmoronou em um minuto. Aquele filho era tudo o que eu tinha de bom e feliz. Era a única coisa que me dava um pouco de esperança. E agora se foi. Assim, do nada.

Senti meus olhos queimando. Eu estava chorando. De novo. E ai comecei a chorara histericamente. Senti braços me envolvendo. Olhei para cima e vi Damon, com um olhar triste. Eu o abracei de volta. Eu precisava disso, um abraço caloroso e... Amoroso. Não sei se essa era a palavra certa, mas é algo parecido.

- Você está melhor? – perguntou Damon se afastando, parecendo envergonhado.

- Si-sim. Eu acho. É muito difícil pensar que eu... Perdi um filho. Ele não merecia o pai que ia ter, mas não é por isso que eu iria rejeita-lo. — — ---Você quer dizer ELA. Era uma menina — falou o médico, olhando envergonhado para o chão.

Ai eu comecei a chorar compulsivamente e não conseguia parar. Não podia.

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Eram cinco da tarde, e já estava saindo do hospital. Estava no carro do Stefan, o marido da Elena (o da voz sexy) e descobri que ele É sexy, tanto quanto a voz dele, e ele é irmão do Damon... Ironia, não é? Voltando, estava no carro do Stefan com a Elena e o Damon.

No caminho, eu fiquei calada. Totalmente em silencio. Estava meio que... Em luto.Então o carro parou na frente de uma linda casa branca com telhado vermelho ENORME. Na verdade, naquela rua só havia casas gigantes. E lindas. Todos desceram do carro e eu fiquei confusa. E a minha casa?

- Venha, Bella! — Chamou Elena.

- Mas voces não iriam me levar para a minha casa? – perguntei confusa. — Nem que te pitibiriba! – respondeu ela fazendo uma cara engraçada – você acabou de perder a sua filha e não vai ficar sozinha no seu apartamento. Nem pensar.

- Mas... – tentei dizer.

- Sem “mas”. Vem logo! Ou eu te tiro desse carro. – falou Damon e recebeu um olhar feio do irmão e uma cotovelada da cunhada

– O que foi? Eu faço isso mesmo...

- Ah! Venha logo! Ainda tenho que ver os cadernos do meu irmão. Ele tem dezessete anos, mas se eu não olhar seus cadernos não faz a lição.-Vamos, vamos. – falou Ele, me convencendo. ---**---

Já faz dois dias que estou “convivendo” com a Elena e o Stefan, e o Jeremy (que é uma graça). Eu meio que já superei tudo. Mas eu fiquei impressionada quando o meu advogado me achou AQUI. Não sei como me encontrou, mas ele estava com todos os documentos do divórcio pronto, e eu assinei.

Confesso que quando vi o papel, eu “tremi na base”. Mas era necessário. Logo após assinar, Elena me levou em um restaurante para “comemorar” minha liberdade. Até que fiquei feliz.

O mais estranho foi no jantar; eu estava sentada ao lado do Damon e quando fui pegar meu copo com água, minha mão esbarrou na dele, fazendo com que minhas pernas ficassem bambas e parecia faltar ar.

O que estava acontecendo comigo?

Notas finais
Pessoas akii ée a Avoada como seempre naum tem nenhum cooments da minha amada Petitte, mais eu axo ki ela iria dizer:

Reviews.?

Me despeço de voocs, e peço again, leiam minha nova fiick, Ketchup com leeite.
Bsinhos