Just One Of Us

4 Chasity Moon e Jackson Frost


Notas iniciais
Eu seeeeeeeeeeeeeei que era pra sair amanhã, mas o cáp já estava pronto mesmo, então resolvi postar hoje ! Gente, eu estou muito chateada. Poxa, eu postei quatro capítulos de JOOU e três de TC em UMA SEMANA! E NENHUM, eu repito NENHUM comentário. Eu estou muito desmotivada a continuar postando a fanfic aqui no Nyah. Se continuar assim, eu vou acabar parando e excluindo todas! Porque não está dando certo. Assim eu acho que ninguém está gostando! (Chasity é a Melody)

Just One of Us – Capítulo 04 [Chasity Moon e Jackson Frost]

Chasity Moon Point of View

Canadá, February 26. 03:15 PM

Ah, eu não queria, eu não queria, eu não queria! Mas isso adiantou? NÃO! Porque eu não tenho opinião nem quando me envolve.

–Chasity, você vai para aquela escola e ponto final. – meu tio dizia.

–Mas tio, eu sei controlar meus poderes muito bem! – eu protestava, tentando sem sucesso convencer meu tio e tia de que eu não precisava ir.

–Sabemos disso, e não podemos negar. Mas, Chase, você não está indo porque não sabe controlar seus poderes. Você sabe muito bem que está indo porque eu não estarei aqui e alguém TEM que ficar de olho em você. Por isso, ficará com seu tio na escola até que eu volte e possa ficar de olhos abertos para que não aconteça novamente! – ela dramatizava.

–Arg, vocês falam como se eu estivesse grávida. Qual é, eu tenho dezesseis anos, qual é o problema se eu der uma fugida de noite para uma festa? Eu sou muito responsável, ok?

–Chasity, você não saber o motivo disso ser perigoso dá todas as pistas de que você não é nem um pouco responsável. Então, guarde sua saliva e vá arrumar suas coisas porque você parte amanhã. Despeça-se de seu namoradinho. Como é mesmo o nome dele? Jack! – ele sempre dizia isso.

–Pela milésima vez, ele não é meu namorado. – revirei os olhos, subindo as escadas derrotada.

Eu sempre conseguia convencer meus pais a me deixarem fazer o que eu quisesse.

“Mas é exatamente por isso que você está aqui” uma vozinha irritante dizia na minha cabeça.

Eu sei muito bem que eles estavam cansados de mim mexendo com a cabeça deles. Ué, eu não estava usando meus poderes, estava usando minha fofura excessiva. Se era pra ter, eu a usaria a meu favor.

“Chasity você ainda vai se dar mal por isso”. Eu sabia, mas isso não importava agora.

Meus pensamentos foram cortados por um toque. “Talking Body” da Tove Lo, começou a ecoar, e percebi que meu iPhone tocava.

“E aí, cheese?” Jack disse quando atendi.

“Já disse para não me chamar assim, Gellak” eu o irritei, ele odeia essa marca de sorvete. Mas, combina com ele, afinal “Gellak” lembra “Geada”, e chamá-lo pela sua tão odiada marca de sorvete era mais divertido.

“Então, conseguiu dessa vez?” ele estava rindo, sabendo que com meus tios, eu não tinha chance.

“O que você acha?” ele sentiu meu tom irônico, mesmo sem que eu quisesse fazê-lo.

“Deixa eu adivinhar: amanhã às cinco você estará indo para a escola do seu tio! Acertei? Acertei, não é?”

“Odeio admitir isso”

“Isso significa sim” ele estava gargalhando.

“Basicamente... E aí, como vai a vida de super-estrela-adolescente?”

“A mesma coisa de sempre. Na semana passada, aquela menina tentou me puxar do palco. DE NOVO!” ele estava com raiva dessa vez.

“Oh, você foi para onde mesmo?”

“Corona. Mas, parece que todo lugar que eu vou aquela garota está lá, no mesmo assento” o tom de voz mudou para assustado. “O que ela tem?”

“Se chama amor obsessivo” Eu o irritei, como de costume.

“Chase, não brinque com isso” ele queria rir e isso era aparente pela sua voz.

“Tudo bem, vai, tenho que arrumar as coisas” eu estava tentando me despedir, mas não queria fazer isso.

Conheci Jack há dez anos atrás, quando minha mãe resolveu mudar dos Estados Unidos para o Canadá. Acabamos indo morar ao lado dele, e então uma vez a mãe dele foi até a minha casa, perguntar se a minha mãe sabia sobre alguma escola por perto e ele foi atrás dela, dizendo que o pai estava a chamando. Eu, sempre cheia de coragem e sem medo, o chamei para brincar, porque eu estava correndo como louca pela casa, já que estava só. E então, seis anos depois, Jack teve que se mudar, e veio para a mesma cidade que o meu tio e tia. Então, um ano após ele fazer isso, eu aprontei algumas coisinhas e os meus pais me mandaram para cá, onde o reencontrei e voltamos nossa amizade. Apesar que ela foi ficando cada vez mais distante – porém continuava forte – quando ele começou a ficar famoso cantando.

“Ah, sobre isso, eu também vou mudar de escola” ele me surpreendeu.

“O que? Pra que escola você vai?”

“Uma que não sei o nome, mas é nos EUA. De onde você veio!”

“Oh, a minha também é lá” eu fiquei ainda mais surpresa.

“Tenho que desligar, te vejo depois?”

“Claro, até mais, Gellak!”

“Até mais, cheese”.

Eu achava incrível como ele associava meu apelido “Chase” com “Cheese” e me chamava assim. Era irritante, mas eu gostava. Afinal, eu o chamava de Gellak. O que não era lá muito criativo, mas o irritava, então...

...* No dia seguinte, 4:25 pm *...

Estava no porto, eu juro que achei que iria de avião. Mas, não eu vou de navio. Se eu vomitar a culpa é da tia Brooke que não pensou nisso quando decidiu de que meio de transporte eu viajaria por DOZE HORAS! (N/A Eu não sei quantas horas são do Canadá pros EUA, então vamos deixar doze, ok?)

Quando entrei na cabine, me esparramei na cama.

Dormi. Horas depois, acordei com o barulho da porta se abrindo. Abri os olhos e vi uma garota com os cabelos loiros aos ombros entrando e deitando-se na cama. Não falou nada comigo e nem eu com ela. Melhor assim!

***

Jackson Frost Point of View

Canadá, February, 27. 05:38 PM.

É claro que eu precisava ir à aquela escola, afinal, eu precisava controlar meus poderes de um jeito melhor uma vez que quase congelei o palco no último show.

Chase iria se mudar para uma escola nos EUA e eu também. Ela perguntou qual era a escola. É claro que eu sabia. Ela só não podia saber dos meus poderes fora de controle. Eu não sei porque disso. Eu sempre os controlei bem, por que isso agora? Chase disse pra mim que precisava fazer algo importante na escola nova, mas não me contou. No fundo, no fundo, eu sei porque os pais dela sempre cediam. E não é por causa da fofura excessiva que eu não posso negar, existe sim! Aquelas sardas pequeninas, o cabelo ruivo e os olhinhos azuis eram tão fofos!

Eu estava no porto, e procurava por ela, afinal, ela também iria hoje para os EUA, não é? Mas ela não estava aqui e nem falou comigo hoje. Estranho, mas não liguei também. Só deixei uma mensagem. “Me ligue, quero me despedir. Xoxo, Jack” (N/A Vai ter muito “Xoxo”)

...

Embarquei e vi um garoto moreno no quarto quando entrei.

–Olá – eu disse, entrando no quarto e sentando na cama.

–Oi, sou o Hiccup. – ele se apresentou. – Você viu um dragão preto por aí?

–Graças a Deus, não! – disse.

–Certo, se ele chegar aqui, me acorde por favor. O nome dele é Toothless.

–Ok, pode deixar!

Ele cochilou e logo, eu também.

Notas finais
Did you like it? If you did, pleeeeeeease let your comment and favorite in fanfic. *Você gostou? Se você fez, pooooor favor deixe o seu comentário e favorito na fanfic.