Just One Night
26 Capítulo 25 – Surpresas
Notas iniciais
Stefan
*Flashback*
Toquei a campainha e não demorou muito para ouvir o barulho de chave abrindo a porta. Para a minha surpresa não foi Caroline que atendeu.
— Elena… — comentei no instante em que a vi – Pensei que você não estaria em casa agora.
— Você vem aqui, tira uma das minhas melhores amigas e agora está querendo me tirar de casa? — cruzou os braços, se fingindo de brava – Que feio, Stefan, que feio…
Apesar dos protestos de Caroline, dizendo que ficaria em Mystic Falls com a mãe por, pelo menos, duas semanas, Liz praticamente nos obrigou a voltar para Los Angeles um pouco mais cedo do que o planejado. Chegamos com a intenção de colocar logo em prática o nosso plano de morarmos juntos, mas Care me pediu um dia para poder conversar com as amigas e poder organizar a coisas pra a mudança.
— Stef, você sabe que eu torço por você e pela Caroline desde o dia em que eu te conheci – continuou – É claro que eu estou feliz por vocês, apesar de que agora eu vou ficar morando sozinha, mas é algo que eu terei que me acostumar.
— A Care comentou comigo que você continuará a morar aqui, mesmo sem ela e a Bonnie – comentei, minha namorada tinha me ligado ontem para contar que tinha sido decidido – Você está mesmo certa disso? Quero dizer: ver as suas melhores amigas irem morar com os namorados, não te dá vontade de fazer o mesmo?
— Sinceramente, não… — fez uma careta enquanto respondia – Liam e eu estamos bem e felizes, mas morarmos juntos seria um grande passo. Bonnie e Caroline estão preparadas para isso, mas eu não…
— Acho que entendo o seu ponto de vista – tive que concordar com ela.
— Acredite em mim, Stefan, será bem melhor que eu esteja aqui, no meu apartamento e o Liam no dele, a gente se vê sempre que quer sem a obrigação de estarmos juntos sempre – deu de ombros — Mas agora chega de falar de mim, a Caroline está lá dentro de esperando. E não se preocupe, eu não vou atrapalhar os pombinhos.
— Obrigado, Elena – ela se afastou para que eu pudesse entrar no apartamento e eu acenei com a cabeça antes de passar.
**
Quando cheguei a porta do quarto, Caroline estava de costas para mim e mexendo em cima de uma das três caixas que estava em cima da cama. Fora as duas malas no chão, o restante do local parecia já estar vazio.
Care se virou e assim que me viu, sorriu.
— Oi, meu amor… — aproximou-se e me deu um selinho – Pensei que você só fosse chegar daqui há uma hora.
Tinha um motivo para ela pensar isso, essa tinha sido a hora que combinamos de eu vir ajudá-la com as coisas da mudança.
— É que eu não aguentei esperar – admiti – Quero muito que você vá logo morar comigo, definitivamente.
— Eu também quero isso, Stef – disse – Bom, a sua sorte é que já está tudo pronto, podemos ir a hora que você quiser.
Apontou para as coisas que estavam há poucos metros de nós.
— Só isso? — fiquei surpreso – Confesso, pensei que você teria muito mais coisa para levar.
— Fora as minhas roupas, sapatos, produtos de higiene e alguns livros, o restante das coisas são do trabalho e eu guardo mesmo a maior parte lá no ateliê – explicou – Sabe que eu não gosto de levar trabalho para casa.
— Bom, isso é mesmo um alívio – falei – Estava começando a pensar que teríamos que usar o antigo quarto do Damon para guardar as suas coisas, mas o nosso quarto vai ser o suficiente.
— Idiota… — deu tapa de leve no meu braço – Mas o que acha de começarmos a levar as coisas para o seu carro? Pensei que você estivesse ansioso para que eu morasse começasse a morar você.
— Sim, vamos lá – concordei enquanto eu pegava uma das caixas, Caroline fez menção em fazer o mesmo, mas eu a impedi – Não precisa, meu amor, não vou deixar você levar peso, deixa que eu faço isso.
Pensei que ela fosse reclamar, mas Care simplesmente puxou uma das malas, que era de rodinha e me seguiu para sairmos do quarto.
*Fim do Flashback*
— Sua reserva já está confirmada, senhor Salvatore— a mulher, do outro lado da linha, finalmente falou – Assim que chegar aqui, apenas diga o seu nome e o número da identidade na recepção que vão te entregar a chave.
— Está bem, estaremos ai em algumas horas – avisei antes de desligar – Caroline, já está tudo pronto, o hotel está reservado! Você vai demorar muito.
Tinha arrumado as minhas coisas em poucos minutos, mas sei como as mulheres podem ser enroladas, então a deixei sozinha para fazer isso sossegada. O grande problema é que isso já fazia quase uma hora.
— Eu já estou indo, Stef – garantiu, não se preocupe.
E era mesmo verdade, não demorou muito para Caroline surgir puxando sua mala. Ela também tinha vestido um short, uma blusa confortável e um tênis.
— Pronto, senhor apressadinho, estou aqui – avisou – Não sei porque toda essa pressa, afinal vamos de carro, não temos hora para pegar o avião e não é como se reserva do hotel fosse ser cancelada se demorarmos muito.
— Eu sei disso tudo – balancei a cabeça afirmativamente – Mas eu estou louco para chegarmos logo ao nosso destino.
Me aproximei dela e a abracei, dando um rápido beijo no topo da sua cabeça.
— Além disso, eu tenho medo que você acabe mudando de ideia – confessei, minha voz saiu em um sussurro.
— Acredite em mim, Stefan, eu não vou a lugar algum – respondeu – Ainda acho que tudo isso é um pouco de loucura, mas agora, nada vai me fazer desistir de levar isso até o fim.
— Acho bom mesmo – brinquei – Por que eu não deixaria mesmo que você desistisse.
Ela sorriu e eu puxei o seu rosto para um selinho.
***
Já tínhamos colocado a bagagens no carro e estávamos prontos para sair. Foi quando meu celular começou a tocar.
— É o Damon…. — disse assim que vi o nome do meu irmão no identificador de chamadas – Acha que eu devo…?
— Sim, você tem que atender – Caroline afirmou antes mesmo que e pudesse completar a minha pergunta – Você conhece muito bem o seu irmão, sabe que ela não vai desistir até você atender.
— Certo… — concordei – Damon…
— Stefan! — voz do meu irmão parecia bem animada do outro lado da linha – Diga-me: o que você e a Caroline vão fazer hoje?
— Na realidade nós estamos de saída, nesse exato momento – disse – Vamos fazer uma viagem de final de semana – decidi não entrar em detalhes, assim ele não faria muitas perguntas.
— Uma viagem de final de semana?— pareceu surpreso, mas, para a minha sorte, não insistiu mais no assunto – Bom, isso é uma pena, eu estava te ligando para fazer um convite. A Dani vai finalmente passar a tarde aqui conosco e a Freya achou que seria uma boa ideia chamar vocês dois para almoçarem aqui.
— Você já sabe da existência da Dani há um mês e só agora ela vai passar um dia ai no seu apartamento? — fora a conversa que tivemos em que contei ao Damon sobre a filha, nós não temos falado mais sobre como tem sido o seu relacionamento com ela.
— A Davina estava organizando a mudança dela aqui para Los Angeles e achou melhor esperar para ela viesse para cá – explicou — E agora que elas já estão instaladas…
— Bom, quem sabe em uma outra oportunidade – sugeri – Mas hoje realmente não vai dar.
— E será que eu posso saber onde é que você está indo?— a sua pergunta me fez revirar os olhos.
— Estamos indo apenas passar o final de semana fora – disse, mais uma vez – Segunda-feira estaremos de volta, não precisa se preocupar, não vou ficar longe da empresa por muito tempo.
— Tudo bem, já entendi, você não quer me contar— comentou – Acho que eu só posso dizer para vocês se divertirem, seja lá onde vocês estão indo. E juízo, ainda não estou pronto para ser tio.
— Eu poderia dizer a mesma coisa, mas estou um pouco atrasado – brinquei – E pode ficar tranquilo, teremos muito juízo.
Desliguei o telefone e o coloquei de volta no porta-objetos do carro.
— Bom, acho que agora nós já podemos ir – voltei a falar com a minha namorada – Ou daqui a pouco não vamos sair daquilo nunca.
— Sim, tem razão, vamos logo – concordou e eu liguei o carro e comecei a sair da vaga – Então quer dizer que a Dani vai passar o final de semana com o Damon e a Freya? Era sobre isso que ele estava falando?
— Parece que vai passar só hoje, pelo que entendi – expliquei – Mas eu fico feliz que eles parecem estar se dando bem e isso é mesmo muito bom, principalmente para a Danielle.
Isso era mesmo verdade, quando fui conversar com Damon que ele tinha uma filha não sabia o que esperar, não sabia qual seria a reação do meu irmão. Para a minha sorte, tudo saiu melhor do que eu poderia esperar.
*Flashback*
— Então quer dizer que agora eu realmente pode chamar a Caroline de “cunhadinha”? — ele perguntou, com um sorriso divertido.
— Sim, Damon, você pode chamá-la de “cunhadinha” — afirmei – Embora eu não tenha certeza se a Care vá ficar feliz com isso, você sabe que ela detesta esse apelido.
— Ela detestava quando vocês não estavam juntos – lembrou – Agora, ela vai ter que aguentar, porque é mesmo verdade.
— Certo, faça como você quiser – completei antes de dar um gole no meu whisky, Damon e eu tínhamos vindo almoçar em uma restaurante que não fica muito longe da agência, tínhamos chegado há apenas alguns minutos e ainda estávamos esperando os nossos pratos.
— Bom, você contou uma novidade e agora é a minha vez – avisou – Stefan, meu irmãozinho, você será tio.
— O que? — disse um pouco mais alto do que estava planejando – Com foi que você descobriu?
— Ora, a Freya fez o exame quando ainda estávamos em Buenos Aires, ela está com quase dois meses – explicou – Nós achamos que seria melhor esperar até que ela estivesse com três meses para começarmos a contar para as pessoas, mas também concordamos que você poderia saber e a Caroline também, é claro; queremos que vocês sejam os padrinhos do bebê.
Abri a fechei a boca diversas vezes, então essa era a grande novidade que ele tinha para me contar… Será que esse é o momento certo para contar a respeito da Davina e a Danielle? O que vou dizer? Que o bebê dele já vai nascer tendo uma irmãzinha?
— E então, você aceita o convite? — voltou a perguntar, me tirando dos meus devaneios.
— Bom, eu tenho que falar com a Caroline primeiro – avisei – Mas tenho certeza de que ela não vai se opor.
— Perfeito! — pareceu satisfeito – E será que agora eu posso saber o que você está me escondendo?
— E quem foi que disse que eu estou escondendo alguma coisa? — tentei mudar de assunto.
— Stefan, eu te conheço, sei quando você está tentando esconder alguma coisa – comentou – E agora, decididamente, esse é o momento.
Respirei fundo antes de criar coragem e finalmente falar, acho que era melhor fazer isso logo de uma vez.
— Tudo bem, eu conto – concordei – Enquanto você a Freya estavam viajando a Davina apareceu lá na agência, ela queria falar com você, urgentemente.
— Davina Claire? — balancei a cabeça afirmativamente – Uau, eu não ouço esse nome há uns quatro anos.
— Eu conversei com ela, descobri o que estava acontecendo e avisei que era melhor que eu te contasse tudo — prossegui – Damon, você e a Davina tiveram uma filha.
Meu irmão ficou em silêncio, apenas me encarando. Fiquei pensando as milhares de coisas que deveriam estar se passando pela sua cabeça.
— Damon? — voltei a chamar a sua atenção depois de alguns segundos em silêncio – Damon, por favor, fala alguma coisa…
— Uma filha? — sua voz saiu como um sussurro – Você tem certeza de que ela é mesmo minha filha, ela…
— A menina é a sua cara, Damon – afirmei – O nome dela é Danielle, tem quase quatro anos e é um amorzinho, tenho certeza de que você adorará conhecê-la.
— Uau… — estava encarando a toalha branca que cobria a mesa.
—Sei que você ainda precisa conversar com a Freya, mas isso aconteceu mais um ano antes de vocês se conhecerem – continuei – Se você quiser, eu posso te ajudar com isso.
— Não precisa, irmãozinho – garantiu – Eu fiz todas as besteiras e preciso encarar todas as consequências dos meus atos passados.
— Pode ser mesmo uma ideia – concordei.
Nesse mesmo instante a nossa comida chegou e durante o restante da refeição não tocamos mais no assunto.
*Fim do Flashback*
A conversa entre o Damon e a Freya também ocorreu sem problemas, ela aceitou que o marido já tinha uma filha. Menos de uma semana depois, ele foram finalmente conhecer a Danielle e, é claro, eu e Caroline fomos junto.
— Vou colocar uma música – Care avisou enquanto ligava o rádio – Teremos um longo caminho pela frente.
— Isso é verdade – nesse momento eu estava concentrado na entrada a minha frente, já estávamos saindo de Los Angeles.
***
“Bem-vindo a Las Vegas”, dizia a placa logo na entrada da cidade. Ainda estávamos de dia, então as milhares de luzes que iluminam a cidade durante a noite, mas isso é só uma questão de algumas horas.
— Care… — coloquei a mão rapidamente sob seu ombro enquanto a chamava, ela tinha dormido mais ou menos na metade do caminho até aqui – Care, meu amor, nós já chegamos.
— Já…? — sua voz estava sonolenta – Uau! Até que foi rápido.
— Na verdade demoramos quatro horas de Los Angeles até aqui, como normalmente acontece – disse – Você que dormiu e não viu o tempo passou.
— Acho que tem razão – riu antes de dar uma olhada pela janela – Las Vegas é mesmo linda.
— E é mesmo – tive que concordar com ela.
— Já esteve aqui em Las Vegas alguma outra vez? — aquela pergunta dela realente me pegou de surpresa.
— Na realidade, não – neguei – Damon quis me trazer uma vez, na despedida de solteiro do Alaric, mas eu ainda era menos de idade, então acabei ficando em Los Angeles.
— Melhor assim – avisou – Assim eu tenho certeza de que não vou descobrir que você tem uma esposa aqui em Las Vegas, isso vai evitar muitos problemas.
— Relaxa, meu amor – dei um beijo no seu rosto antes de voltar a prestar atenção no trânsito – O único casamento que eu pretendo ter em Las Vegas é com você.
— Acho bom mesmo… — se fingiu de brava.
Voltamos a ficar em silêncio e quando eu parei em um sinal vermelho e me virei para ela, Caroline estava admirando o seu anel de noivado, o mesmo anel que tinha lhe dado há apenas algumas horas.
*Flashback*
Sai do banheiro e Caroline estava totalmente concentrada segurando um bloco de desenhos e um lápis. Eu me aproximei e dei um beijo no seu rosto, meu gesto a fez pular de susto.
— Stef… — ela colocou a mão sob o coração, que provavelmente estava acelerado – Eu estava distraída, nem te ouvi saindo do banho.
— Eu percebi – ri – Será que eu posso saber o que a senhorita estava desenhando ai que necessitava de 100% da sua atenção? — olhei por cima do seu ombro e vi que ela tinha feito o esboço de um vestido de noiva – Muito bonito..
— Obrigada… — agradeceu – Comecei a ter ideias e precisava colocar logo no papel ou podia esquecer.
— É para alguém em especial ou apenas uma ideia qualquer? — quis saber.
— Você promete guardar segredo? — balancei a cabeça afirmativamente, garantindo – É para a Bonnie;
— Para a Bonnie? — fiquei surpreso com essa resposta – Não sabia que ela e o Enzo estavam noivos.
— O Enzo pediu ela em casamento semana passada, mas eles querem contar primeiro para as famílias antes de anunciar oficialmente o noivado – Ela contou para mim e para a Elena quando fomos almoçar juntas ontem e nos chamou para sermos madrinhas e, é claro, me pediu para fazer o seu vestido de noiva.
— Tenho certeza de que o vestido ficará incrível – comentei – O Enzo e a Bonnie estão morando juntos mais ou menos o mesmo tempo que nós, não é mesmo?
— Oficialmente, sim – afirmou – Embora Bonnie já passasse mais tempo no apartamento do Enzo do que no nosso.
— Talvez seja hora de seguirmos os mesmos passos que ele, não acha? — sugeri.
— O que você quer dizer com isso, Stefan? — me questionou – Nós já estamos morando juntos.
— Vivendo em pecado, você quer dizer… — brinquei.
— Depois de tudo que passamos você vem falar de viver em pecado? — ficou me encarando, estranhando toda aquela conversa.
Não disse mais nada, apenas me levantei e fui até o meu armário. Lá, na última gaveta, eu guardei a caixinha azul de veludo, daquelas típicas que a gente encontra em joalheria.
— Eu gostaria de fazer as coisas da maneira mais tradicional, te dar o anel da minha mãe e essas coisas – avisei quando voltei a me sentar em frente a ela – Infelizmente o Damon deu o anel para a Freya antes, então, esse aqui teve que ser comprado.
Abri a caixa, deixando que ela visse o anel de ouro branco com um pequeno diamante em cima. Tinha visto milhares de anéis, mas achei que esse era o que mais combinava com a Caroline.
— Stef… — estava totalmente chocada, mas consegui falar – Isso é…
— Espera, me deixa terminar de falar – pedi – Caroline Elizabeth Forbes – disse o seu nome completo – Você aceita se casar comigo…?
— Mas é claro que eu aceito, meu amor! — já foi logo respondendo – Eu seria uma idiota se dissesse não…
— Care, deixa eu terminar de fazer a proposta – revirei os olhos com a sua impaciência – A minha pergunta é: Você aceita se casar comigo hoje?
— Hoje? — começou a rir – Mas como você quer que eu me case com você hoje, Stefan? Se fossemos agora mesmo para Las Vegas e procurássemos uma daquelas capelas com uma imitação do Élvis.
— Bom, não precisa ser uma capela com uma imitação do Élvis – dei de ombros – Mas a ideia de Las Vegas…
— Você só pode estar doido, Stefan – voltou a rir – Seu irmão, minha mãe, nossos amigos: todos vão nos matar se nos casarmos escondidos.
— Nos podemos fazer uma festa para eles depois, talvez quando completarmos um ano de casados – sugeri – Mas, nesse momento, tudo que eu quero é que você seja a minha esposa, o mais rápido possível.
Segurei a sua mão. Caroline ficou olhando para mim e para o anel, que ainda estava dentro da caixinha, diversas vezes.
— Eu aceito… — disse, por fim – Eu aceito irmos para Las Vegas nos casarmos, agora mesmo, também quero ser sua esposa!
Coloquei o anel na sua mão e segurei seu rosto para beijá-la.
— Acho melhor começarmos a arrumar as nossas coisas para sairmos logo – avisei – Tenho certeza de você também quer chegar a Las Vegas enquanto ainda estiver claro.
— Sim – sorriu – Vamos lá.
Então nos levantamos e começamos a arrumar as nossas coisas. Estávamos prestes a começar uma nova etapa das nossas vidas.
*Fim do Flashback*
Talvez não tenha sido o casamento dos sonhos da Caroline, na igreja, com os nossos amigos em parentes, mas foi perfeito mesmo assim foi perfeito, apenas nós dois e duas testemunhas.
Assim a “cerimônia” acabar e estarmos oficialmente casados, fomos direito pra a suíte presidencial que eu tinha reservado em um dos melhores hotéis da cidade. Chegamos no quarto e eu a depositei delicadamente na cama.
— Minha esposa… — sussurrei, meus lábios a poucos centímetros dos meus – Acho que nunca vou me cansar de falar isso.
— Isso que acabamos de fazer foi uma loucura – lembrou – Quando souberem que nos casamos com tanta pressa, vão achar que eu estou grávida.
— Deixem que pensem – dei de ombros – Nós dois sabemos a verdade e é isso que importa.
— Tem razão… — passou as mãos pelo meu rosto – Meu marido…, acho que também não vou cansar diss.
No segundo seguinte estávamos nos beijando. Aquela era a nossa primeira noite como casados e está apenas começando.
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