Notas iniciais
O Brandon é um amigo Australiano da Mayne que ela conheceu durante as aulas de Frances. Porém ele não disse á ela que veio da Australia, disse que era Americano.
Brand é lindo, moreno, tipo Jay Lyon! E a May é tipo... Lauren Conrad! Entendeu? haha
É isso ai!

Mayne POV

Senti meu rosto corar na hora em que Brandon disse o quão linda eu ficava quando usava minha sapatilha preta com calça Skinny e minha regata preta de gatinho. Ele era o único americano no meu curso de Frances e era lindo e por incrível que pareça tivemos uma afinidade forte. Ele sempre me elogiando e sempre me mantendo com os pés no chão quando o assunto era Londres.

— Para com isso Brand, você sabe que tenho vergonha – disse abaixando a cabeça e escondendo meu rosto, seu dedo indicador tocou meu queixo e me olhou serio. Seus olhos azuis eram lindos e seus cabelos pretos davam um ar sexy pra ele. Mas assim como todos da minha sala sabiam e eu também Brand era apaixonado por Naliye, o que significa que não á espaço para mim, não de outro modo a não ser como amiga!


— Sabe o que é engraçado... você me lembra a Blair, sabe! Só que você é boazinha! – ele falou e eu comecei a rir baixinho.

— Prefiro ser a Jany ela tem um estilo mais legal – comentei assim que Naliye entrou na sala como se fosse a própria Serena. Brand parou de falar comigo e á encarou.

— Linda como sempre – ele sussurrou baixinho no meu ouvido.

— Você bobão como sempre – resmunguei o fazendo rir. A professora entrou na sala e juntos começamos a nossa aula!

Quando acabou deixei meu Iphone iniciar e liguei o Wi-Fi. Um garoto chamado Harold Judd me seguia e comentava sempre algo sobre os meus posts, eu sabia que ele era um Fake, mas me sentia feliz por ele seguir apenas á mim, e era bom também por que eu treinava o meu inglês!

— Acho ridículo isso... você vai acabar se iludindo, to te avisando! – disse Brand quando me viu responder Harold.

@maynedelawil to @haroldjudd podemos sim. De onde você é?

Sorri sentando no sofá á espera do meu pai que viria me buscar de carro e levar a mim e ao Brand para o club. Naliye é minha “colega” mas a gente não é muito próximo por que ela é meio “rica” demais pra falar com a gente, é como Brand descreve ela! É meio verdade, por que ela é a mais rica da cidade, digamos que o pai dela é dono da maior fabrica daqui, já que nossa cidade não é o maior lugar do mundo, mas ela não fala muito comigo por que eu não falo muito com ela, apenas temos algo em comum “Mcfly”.

@haroldjudd to @maynedelawil sou de Wonderland! o e você é do Brasil né? Já fui ai uma vez, foi incrível.

@maynedelawil to @haroldjudd Sei... viu o Michael por ai? Haha Brinks, mas ah sim! Veio? Onde você ficou?

@haroldjudd to @maynedelawil Não o vi não haha, fiquei em várias cidades, era tipo “turnê” pelo país!

@maynedelawil to @haroldjudd Entendi! Você faz o que em wonderland?

[b]@haroldjudd to @maynedelawil Nada demais! To pensando em ir pra faculdade... e fazer algumas viagens, não sei.

@maynedelawil to @Haroldjudd entendi! Olha preciso ir, outra hora conversamos.

Esse garoto é estranho, chega do nada e já quer saber da minha vida!? Vai que ele é um pedófilo? CREDO!

— To avisando... você não deveria falar com esse cara ai, ele pode ser um velhote barrigudo viciado em cerveja que come bacon em uma panela gigante e fica na frente do computador batendo punheta enquanto te vê no vídeo do Youtube – Brand falava rindo enquanto eu entrava no banco do passageiro e o encarava assustada.

— Que horror Brand... – encostei na janela atras do motorista já que meu pai estava “ocupado” demais com o trabalho dele. Brand ficou no canto dele. Os vidros estavam totalmente fechados e a película preta me deixou com sono. Me virei para o lado de Brand e deitei minha cabeça no braço dele.

Quando o carro parou, Brand me acordou avisando que iria descer, me deu um beijo na testa e eu me virei sentando direito. Puxei a porta á fechando com tudo. Olhei o motorista. Antonio era da família desde a época do meu avô, porem ele ainda era novo quando o conheceu!

— Algum problema May? – ouvi sua voz e seus olhos me olharam pelo retrovisor.

— Não sei, acho que estou gostando do Brand... mas eu não posso! Ele é meu melhor amigo – não tinha medo de dizer as coisas pra Antonio ele era sempre um ótimo conselheiro.

— Com um tempo você vai saber o que sente por ele... – viu! Antonio sempre me da ótimos conselhos. Respirei por fim e abri a porta.

— Se cuida Antony – ri e sai do carro encarando Brandon.

— Por que bateu a porta na minha cara? – ele perguntou com cara de quem comeu e não gostou, fez bico e me encarou.

— Pra ver se desentortava seu nariz – disse rindo e dando-lhe um peteleco no nariz.

— Boba – Brand riu e passou a mão pelo meu ombro andando comigo até a entrada do club.

— AH QUE MERDA – exclamei. Ele me largou assustado – esqueci meu biquíni.

Ele me olhou frustrado e começou a rir.

— Qual é a graça oh palhaço? – perguntei seria fazendo bico. Ele apertou minhas bochechas.

— Olha pra alça da sua bolsa – me virei encarando minha bolsa preta e lá estava um fiapo do biquíni voando pra fora.

— Antes que eu me esqueça... Amanhã você vem né? Tipo, penúltimo dia de aula antes das férias...

Virei o encarando e enfiando meu biquíni para dentro. Creio que algumas pessoas também riram de mim como ele.

— Vou sim... mas antes preciso confirmar com as meninas se vamos pra São Paulo... – ele me olhou de lado não gostando muito. Ir pra São Paulo significava passagem para Londres, ou seja, ficar longe dele. Forcei um sorriso e passei a mão pela cintura dele indo para perto do portão de entrada – você viu meu cartão? – perguntei. Ele puxou a carteira dele e me mostrou os nossos cartões – perfeito – ri.

Notas finais
to be continue!