Just Give Me A Reason
7 Sonho quase realidade!
Notas iniciais

Pov Ana!
Acordei e estava em um quarto branco todo branco, mas era aconchegante, eu usava uma lingerie de renda branca, meus cabelos loiros estavam acinzentados quase branco também, a cortina de seda que cobria a enorme janela de vidro, balançava com a brisa que entrava da janela. O vento era frio, levantei e caminhei até a janela para poder fecha-la, foi quando eu o vi pelo reflexo do vidro... Ele... Klaus Mikaelson... Fiquei sem entender, e o olhei.
– Lovah! Acordou cedo, estava na cozinha preparando algo pra você. – ele disse caminhando vindo ao meu encontro, estava uma tentação apenas de cueca box branca deixando a mostra todo o seu corpo malhado que me fez perder o ar.
Ele se aproximou de mim e eu permiti, seu toque me deixou excitada era quente e confortável, e o seu perfume cítrico foi como uma droga que me fez viciar. Ele começou a beijar meu pescoço, e eu não conseguia acreditar que de fato estava acontecendo, eu estava com Klaus, mas não me lembrava como tudo aconteceu. Ele passou suas mãos pelo meu corpo e foi tirando o fecho do sutiã que logo caiu em meus pés. Minha pele toda estava arrepiada, Klaus beijava os meus seios e eu comecei a dar leves puxões no seu cabelo, a coisa começou a acelerar, e logo estávamos na cama, ele beijava com necessidade e eu também pois não sabia se era real ou não, mas parecia real, eu fiquei por cima dele, e dava leves arranhões em seu peito enquanto beijávamos sem parar, Klaus apertava minha bunda e eu comecei a rebolar em cima do seu membro que já se demonstrava ereto.
– Eu sempre soube que você era fogosa desde quando te vi pela primeira vez. – ele disse com aquele sotaque no ouvido, o que me fez estremecer e me deixar ainda mais excitada.
Ele inverteu as posições, e sugou o meu seio direito enquanto massageava o outro, quando Klaus, eu já estava louca de desejos, um pouco mais e eu chegava ao ápice. Eu gemia seu nome baixo.
– Vocês não vão vir comer? – uma voz conhecida soou, achei que tinha ouvido vozes pois Klaus continuou, meus olhos foram abrindo lentamente e pude ver na porta do quarto, o corpo bem mais malhado e forte do que do Klaus, e de cueca box preta; Damon! Eu me assustei, e levantei.
– Damon? O que faz aqui? – eu perguntei olhando do Klaus pro Damon.
– Como assim gata? Você sabe o que estou fazendo aqui, satisfazendo seus desejos junto com o Klaus, não é isso que você quer? Nos dois? – ele perguntou com um sorriso safado estampado na cara e vindo até mim, Klaus me olhava com um olhar perverso e mordia o lábio inferior o que me fez arfar e queimar de desejos por dentro, Damon tinha um olhar devorador e eu apenas fechei os olhos, e pude sentir o desejo percorrer por todo meu corpo me deixando a mercê dos dois.
– Ana? Ana? Anallizie Acorda! – uma voz começou a me chamar – Ana, é serio acorde ou você já sabe o que vou fazer! – conheci a voz era Gabriela.
Acordei respirando fundo e soando.
– Jesus! O que foi isso? – eu perguntei olhando ao redor e encontrando Gabriela já vestida me olhando com cara feia.
– O que foi isso o que? Vamos levante-se tem meia hora pra se arrumar, a menina já vai passar. – ela disse.
Logo me dei conta de que eu tinha sonhado, e entristeci com a descoberta.
– Você não vai acreditar o que sonhei. – eu disse sorrindo me levantando, e indo para o banheiro.
– O que? – ela perguntou curiosa já com um sorriso na cara.
– Juro que nunca sonhei algo assim, e meu Deus, foi tão excitante! – eu disse sorrindo.
– Fala logo o que é Ana! – ela esbravejou.
– Ok... Eu sonhei que estava em um quarto todo branco e bem chique mesmo, e quando acordei e fui até a janela, Klaus apareceu, e me chamou de “Lovah” com aquele sotaque que meu Deus só de lembrar já fico excitada, e era tão nítido que parecia real, ele logo começou a me beijar, e já sabe né? As coisas começaram a ficar quentes, e fomos pra cama, e eu vou te falar, se o Klaus for tão bom assim igual ele foi no sonho, eu chego no ápice nas preliminares – sorri ao imaginar e mordi meu lábio inferior – E quando Klaus começou a fazer as preliminares, advinha quem aparece?
– Quem? Fala logo Ana! – ela disse mordendo o lábio inferior.
– Damon!
– O que? Damon? Como assim? Ménage a trois é isso? – ela disse sorrindo.
– É acho que ia acontecer isso se você não me acordasse, mas foi tão real. Ele apareceu na porta dizendo “Vocês não vão vir comer?” e eu “Damon o que faz aqui?” dai ele disse, “Como assim gata? Eu estou aqui pra satisfazer seus desejos junto com o Klaus” e a cara que os dois faziam na boa, eu me deixava ser usada pelos dois, sério eu preciso desses dois urgente!
– Ana, olha eu realmente preciso conhecer esses homens que enfeitiçaram minha melhor amiga, porque na boa, você não anda nada bem, não pegou o Stev e quando pegou o menino lá, você viu o Klaus?! E agora um sonho pervertido com os dois?! Eu preciso conhecer. – ela disse sorrindo e mordendo o lábio inferior.
Sorri e fui me arrumar decidi vestir uma blusinha branca básica com uma saia de cintura alta azul meio rodada, e com um cinto de couro marrom, deixei meus cabelos soltos e ondulados, e fiz minha maquiagem leve, passei um batom rosinha, fiquei em duvida em o que calçar e resolvi usar uma gladiadora marrom. Dei uma ultima conferida no espelho. Logo Gabi apareceu e ela estava bonita, com um vestido branco um pouco rodadinho com flores rosas clarinho e curto, e com um cintinho meio rosa seus cabelos estavam soltos também e levemente ondulados, sua maquiagem também era clara, e usava uma sandalinha baixa branca.
– Vamos descer? – ela falou.
– Sim. Deixa eu pegar minhas coisas e vamos. – eu sorri.
Pegamos nossas bolsas e descemos, encontramos Benjamin e Stev na sala. Apenas Stev nos olhou e sorriu, Benjamin nem se quer nos olhou.
– Espero que voltem. – Stev disse.
– Queríamos poder voltar, mas já deve saber que não vai dá. – eu disse.
– Ah, mas podem vir outra hora, a casa estará de portas abertas. – ele sorriu.
Ouvimos uma buzina impaciente no lado de fora, deduzi que era a menina Kath se eu não me engando.
– É a Katherine.- Stev disse.
Nos despedimos de todos, a mãe de Stev era um amor de pessoa nos convidou para voltarmos mais vezes, Benjamin apenas acenou e eu nem insisti em me despedir de forma adequada. Saímos então pra fora, e encontramos uma menina com um shorts jeans de cintura alta escuro, e uma regata branca e saltos pretos, com os cabelos ondulados e franja de lado, ela era muito bonita, tinha aparência de que era confiante de si mesmo, e pelo jeito era impaciente, ela olhou pra mim e pra Gabi sorriu e entrou no carro. Entramos também.
– Prazer! Eu sou Katherine Petrova! Mas podem me chamar de Kath! – ela sorriu assim que entrei no banco passageiro da frente.
– Prazer Kath, eu sou Anallizie, essa aqui é minha amiga Gabriela, mas pode me chamar de Ana e ela de Gabi, e somos muito gratas pela carona. – eu sorri.
– Oi Gabi – ela sorriu – Que isso, ajudando a pagar a gasolina não tem mal algum. – ela sorriu.
Logo já estávamos na estrada, conversávamos sobre Nova Iorque, e Katherine dizia que tinha um sonho de estudar lá, ela ficou perguntando sobre tudo praticamente de Nova Iorque, e até a convidamos para ir pra lá se ela quisesse.
– Quanto tempo demora mais ou menos pra chegar em Mystic Falls? – perguntei ansiosa.
– Umas duas horas... Quem vocês vão ver? – ela perguntou.
– Ahm, bem... Uns amigos... – eu sorri.
– Quem são? Devo conhecer afinal eu moro lá desde que nasci. – ela sorriu.
– Bem, Os irmãos Salvatores e Klaus Mikaelson... – eu disse olhando minhas mãos.
– Oi? Como vocês os conheceu? – ela perguntou.
– Em Los Angeles, em um evento, e bem já que estava aqui perto e minha amiga e o primo do Stev resolveram por um basta justo quando estávamos aqui, resolvi dar um pulinho lá. – eu menti.
– Ah sim, entendo, lamento por você Gabi. – ela disse – Só dou um aviso, não confie no Damon, ele não presta! Stefan é melhor.– ela disse com um tom irritado.
– Ele te fez alguma coisa? – perguntei intrigada.
– Uma só não, varias coisas... – ela deu um sorriso debochado – Stefan é um amor, ele era namorado da minha irmã gêmea Elena... Ela morreu faz três anos e desde a morte dela, ele não se interessa por ninguém ele gostava muito dela, pena que aconteceu isso, por isso vim pra Savannah porque ele sofre quando me vê, e sempre que venho pra cá procuro não sair muito. – ela disse olhando a estrada.
Fiquei em silencio e senti dó do Stefan, deve ter sido difícil ter perdido o amor da vida dele, e ainda ela ter uma irmã gêmea.
Logo voltamos a conversar sobre outros assuntos.
– Estamos chegando. – Katherine disse.
Meu coração acelerou e eu olhei pra Gabi que deu um sorriso largo.
– Você quer que eu te deixe na casa de algum deles? – ela perguntou.
– Não, não, me deixe em um hotel ou em outro lugar é que não quero chegar de repente na casa deles, afinal eles nem sabem que eu estou aqui. – sorri e ela assentiu.
– Entendo, viagens inesperadas são as melhores. – ela piscou.
Logo pudemos notar a presença da cidade se aproximando, e quando finalmente entramos meu coração disparou.
– Não vai demorar encontrar um deles perambulando pela cidade, eles sempre estão por aqui. – ela sorriu.
– Ah tomara que eu encontre mesmo. – sorri.
– Vou deixar vocês no Mystic Grill, tudo bem? – ela perguntou e assentimos sorrindo.
Chegamos no Mystic Grill e descemos, nos despedimos de Katherine, essa que disse que qualquer dia ela apareceria em nossa casa para conhecer Nova Iorque, peguei o numero do celular dela e ela do meu e da Gabi.
– Até mais gente, divirtam-se! – ela disse sorrindo.
– Até Kath, obrigada pela carona e apareça em Nova Iorque. – sorri e ela assentiu e se foi.
– Bom... Estamos aqui, e agora? – Gabi me olhou.
– E agora? Confesso que eu não sei, eu não podia parar na casas deles e dizer; Oi lembram de mim? Pois é eu vim visitar vocês... – eu bufei.
– Vamos entrar e beber algo, a cidade é pequena devem conhecer eles. – ela sorriu.
Assenti e entramos, estava cheio de gente no local, sentamos em uma das mesas, o garçom loiro logo apareceu, pedi apenas um suco de maracujá, e Gabi pediu um monte de coisas pois estava com muita fome. Fiquei olhando pra entrada do local, e meu coração batia acelerado, e pra ajudar o sonho não saia da minha cabeça. Perguntei ao garçom assim que ele trouxe meu suco, onde ficava o banheiro, ele me ensinou e eu fui e deixei a Gabi na mesa.
Dei uma conferida em mim e passei novamente o meu perfume, e retoquei a maquiagem, arrumei meu cabelo, e passei a mão em minha roupa numa tentativa boba de desamassar. Sai do banheiro, e quando estava voltando pra mesa onde Gabi se encontrava, ele entrou... Meu coração ia saltar pela boca, e eu fiquei paralisada o olhando entrar, ele não havia notado eu ali parada pelo visto, mas foi quando ele olhou pra frente e me viu, que ele também parou...
– Anallizie? – ele perguntou se aproximando com um sorriso de matar. Vi que seu olho direito estava meio roxo e inchado, aparentemente ele havia brigado.
– Damon! – eu disse soltando o ar que nem percebi que estava segurando.
Ele estava vestido para matar qualquer mulher de desejos, com uma calça jeans preta e botas pretas, uma camiseta branca e uma jaqueta preta por cima.
Olhei pra Gabi e vi que ela babava em cima da mesa encarando encantada para o Damon.
–Que surpresa agradável o que faz aqui? – ele perguntou sorrindo e me abraçando, inalei o cheiro dele e quase sai fora de mim – Você não imagina o quanto eu queria te ver novamente... – ele sussurrou em meu ouvido e eu estremeci de desejos ainda mais depois do sonho.
– Ah, estava por aqui perto e passamos por aqui. – sorri me ajeitando.
– Ah sim, tem mais alguém com você? – ele perguntou.
– Sim, minha amiga Gabriela que esta ali, deixa eu apresentar você a ela. – sorri e caminhei até a mesa.
Gabi olhava encantada pra Damon o que era de se esperar.
– Olá, prazer sou Damon Salvatore... Muito bonita você! – ele disse a cumprimentando, e pude ver o sorriso largo e o brilho nos olhos de Gabi.
– Prazer Damon, sou Gabriela Williams, obrigada, digo o mesmo. – ela sorriu.
“Damon! É hoje que eu te pego! Você não vai escapar de nos hoje, não é mesmo Ana?” Minha vadia interior resolveu aparecer, eu sorri maliciosa e concordei com ela.
– Vocês não iram embora hoje não é mesmo? – ele perguntou me olhando com o mesmo olhar do sonho, e que eu me contorci de desejos e implorei pra que ela parasse com aquilo se não eu voaria ali mesmo nele.
– Bom... Ainda não sabemos... – sorri disfarçadamente.
– Que isso Ana, você tem que ficar vai. – ele disse pegando na minha mão.
– Tudo bem, ficaremos então... – sorri.
Gabriela logo começou a sentir um calor e disse que iria ao banheiro, deixando Damon e eu a sós o que não era muito bom aquela hora do dia.
– Eu estava planejando de ir te ver qualquer dia desses. – ele disse se aproximando de mim.
– Ah é? Que bom, só assim não me sinto estranha de ter vindo aqui. – eu sorri tentando conter minha seriedade.
– Eu estou louco por você desde o momento em que te vi Anallizie. – ele sussurrou no meu ouvido e que foi fatal, ele aproximou seus lábios deliciosos no meu pescoço e deu um beijo quente.
– Damon... Não faz isso... Estamos em um local cheio de gente... – eu dizia tentando me controlar.
– Creio que seria melhor você leva-la para um lugar mais reservado Damon! – aquela voz... Era Klaus! Eu abri rapidamente meus olhos, e pude ver ele bem de perto, estava com uma camiseta de manga longa gola V clara, e calças jeans escuras, estava meio tenso mais mantinha o sorriso confiante no rosto, e seu olhar era um pouco frio e ele também tinha o olho inchado e meio roxo, deduzi que os dois haviam brigado...Mas aquela cena me fez lembrar do meu sonho e eu tive que lutar contra os meus desejos para não acabar fazendo loucuras.
– Klaus... – eu disse o olhando.
– Olá senhorita Stewart! É um prazer tê-la em nossa cidade. – ele disse se sentando a minha frente na mesa.
Damon bufava ao meu lado, e parecia com ódio pois olhava mortalmente para Klaus.
– Obrigada... – eu disse envergonhada.
Gabi se aproximou da mesa, e paralisou em frente do Klaus.
– Ah, deixa eu apresentar, essa é a minha amiga Gabriela... Gabriela esse é o Klaus! – eu disse e ela me olhou e sorriu nervoso olhando de mim pro Damon e do Damon pro Klaus, pude ver que ela sentiu a tensão que pairava na mesa.
– Muito prazer Senhorita Gabriela! – ele disse se levantando e beijando sua mão, Gabi sorriu e com certeza ficou encantada com o jeito dele.
– O prazer é todo meu Klaus! – ela sorriu.
– Klaus o que acha de levar a Gabriela para conhecer Mystic Falls, enquanto eu levo a Ana? – Damon se pronunciou.
Gabi e eu demos uma rápida olhada, enquanto dessa vez Klaus olhava frio e mortal para Damon, que me deu até calafrios.
– Não precisa Damon... Eu e Ana gostamos de conhecer a cidade sozinhas, sabe como é? Mulheres gostam de ficar olhando coisas que homens geralmente não gostam, então será tedioso para ambas as partes... – Gabi disse e sorriu, e logo me olhou eu fiquei sem entender nada, e olhei para Klaus.
Klaus me olhava e aquele olhar me deixava maluca, eu fiquei com vergonha de encara-lo e olhei para o lado.
– E Stefan onde esta? – perguntei quebrando o silêncio que havia se estabelecido na mesa.
– Ele foi para Nova Iorque ontem mesmo! – Damon disse.
– Ah nossa, nos desencontramos... – eu disse desapontada.
–Creio que essa não será a ultima vez que virá aqui Senhorita Stewart... – Klaus disse me olhando frio.
– Pode me chamar de Ana, Klaus... – eu sorri.
Damon se levantou e foi até o balcão. Eu achei ele estranho, quando Klaus não estava ele era diferente, Klaus chegou ele se afastou, a mesma coisa aconteceu em Los Angeles com Stefan...“Damon não presta...” Katherine falando de Damon me veio na cabeça.
“E dai se ele não presta, você não o quer pra namorar e sim pra poder pega-lo e fazer o que quiser com ele...” Minha personalidade apareceu, e eu concordei.
– Não sabia que viria aqui. – Klaus disse.
– Nem eu... Foi momentâneo sabe? Longa historia... – eu disse com um sorriso.
– Entendo... Bom vou deixar você e o Damon terminar a conversa de vocês. – ele sorriu.
– Que conversa? – eu perguntei, não queria que ele fosse embora.
– Não quer mesmo que eu te mostre a cidade Gabriela? – ele fingiu não me escutar e aquilo me irritou, bufei e ele percebeu, pois ele deu um sorriso de lado que me deixou caidinha ainda mais por ele.
– Não quero deixar a Ana sozinha... – ela respondeu.
– Ela esta bem acompanhada, ou melhor não esta bem, mais esta acompanhada e ela se agrada da companhia do Damon pelo que vi... – ele disse.
– Eu estou tentando entender aonde você quer chegar com isso Sr Mikaelson? – eu o olhei séria, e ele sorriu.
– Em lugar algum senhorita Stewart apenas disse o que vi. – ele disse e se levantou ainda com aquele sorriso no rosto.
– Ei vocês dois? O que esta acontecendo aqui, que até agora eu não entendi? – Gabi perguntou. Klaus me olhou e olhou pra Gabi.
– Nada, apenas estou convidando você a conhecer Mystic Falls comigo... – ele sorriu.
– Desculpas novamente, mas não irei pois ficarei com Ana. – Gabi disse educadamente.
– Tudo bem... – ele sorriu – Ah! Uma coisa só que eu já ia esquecendo senhorita Stewart. – ele disse e eu revirei os olhos.
– Já disse que pode me chamar de Ana... – eu disse o olhando, e ele sorriu e seus olhos brilharam, a visão dos meus sonhos, eu arfei e tive a impressão de ter corado.
Ele se aproximou de mim e veio aproximando seu rosto do meu. “Oh Deus! Ele não ira fazer o que estou pensando não é?” eu pensei. Minha respiração acelerou, e eu pude sentir o hálito fresco de menta dele, o que me deixou mais excitada.
– Não confie no Damon! – ele sussurrou lentamente em meu ouvido e o sotaque dele me fez ficar inteiramente arrepiada, eu fechei meus olhos por um instante mais logo abri assim que ele se afastou ainda me olhando.
Me ajeitei na cadeira e tomei um gole do meu suco.
– Nos vemos por ai! Até mais senhoritas! – ele disse e saiu do local.
– O que foi isso Ana? – ela perguntou.
Damon logo apareceu e não deu pra responder ela.
– Você e o Klaus não se dão muito bem não é mesmo? – eu perguntei quando ele se sentou ao meu lado.
– É muito visível isso? – ele perguntou sorrindo.
– Muito, ainda mais os dois com o olho desse jeito, vocês brigaram foi? – eu perguntei e Gabi também perguntou.
– Bem... Sim... – Damon disse.
– Vocês são crianças ou o que? – Gabi perguntou rindo.
Eu a olhei e ela riu, Damon também.
– Quase isso... – ele disse rindo.
– Vai me dizer que é por causa de mulher? – Gabi perguntou enquanto eu tomava meu suco. E eu engoli em seco quando ele fez uma cara denunciando que era isso.
– Não exatamente... – ele sorriu.
– Homens... – Gabi disse revirando os olhos e Damon riu.
– Bom vocês não querem ir pra minha casa? Aposto que estão cansadas, afinal da onde estão vindo? – ele perguntou me olhando.
– Estamos vindo de Savannah... – sorri.
– Ah... Savannah, lugar legal... E o que estavam fazendo lá? – ele perguntou.
– Estava na casa da família do... Namorado da Gabi, mas eles terminaram... E já que estávamos aqui por perto resolvemos vir aqui... Ou melhor eu resolvi... – sorri.
– Ah sim... Lamento Gabi... – ele disse, e ela sorriu – Bom, vamos pra minha casa? – ele sorriu.
Concordamos e fomos, entramos no carro dele e ele dirigiu para a agradável casa dos Salvatores, e que eu tinha ficado encantada era imensa demais pra duas pessoas apenas...
– Eu queria tomar um banho, poderia me mostra onde por aqui? – Gabi perguntou gesticulando com as mãos e eu sorri.
– Ah sim, claro... Vem comigo... – Damon subiu com ela pra cima enquanto eu me sentei na sala e fiquei olhando os detalhes da casa, era típico de casa de homem, cores escuras nada claro e iluminado, parecia que estava noite lá dentro.
Logo Damon apareceu e já veio com tudo.
– Sabe Ana, não é segredo desde que te conheci que eu quero você não é mesmo? – ele perguntou beijando o meu pescoço.
– Sim... – eu disse já me entregando aos seus toques era irresistível.
– Então... O que acha de subirmos para o meu quarto? – ele perguntou me olhando da mesma forma que eu tinha visto no sonho.
– Eu até poderia subir Sr. Salvatore, mas isso ficará para mais tarde – eu sorri e me levantei.
– Ah mais não vai não! – ele me puxou e eu cai no seu colo, Damon logo me beijou, e era o beijo que eu ansiava desde o dia em que eu o conheci, era quente, era irresistível, ele começou a me apertar, e as coisas se esquentaram, suas mãos subiram em minha coxa debaixo da minha saia... Damon então me pegou no colo, e continuou me beijando, subiu a escada, e me levou para o seu quarto fechando a porta com tudo atrás de mim... Ele me escorou na parede e eu com as pernas entrelaçadas em volta da sua cintura, o olhei sem folego. Ele sorriu malicioso e começou a tirar a minha roupa e jogar pelo quarto, logo me deixou apenas de lingerie vermelha.
– Você é uma tentação irresistível, eu sempre te imaginei assim desde aquele dia. – ele disse me levando até a cama.
Eu tirei a sua camiseta e dei leves arranhões em suas costas enquanto ele mordiscava meu pescoço e massageava meus seios com suas mãos, longo ele tirou o fecho do sutiã e começou a fazer o mesmo gesto que Klaus tinha feito no meu sonho. O sonho... Lembrar do sonho me deixou ainda mais excitada, Damon se afastou de mim e ficou em pé de frente pra cama.
– Damon se você me quer tanto assim porque não para com delongas e me use. – eu disse mordendo o lábio inferior e engatinhei até ele.
Ele me olhava com um olhar mais excitante ainda.
– Porque eu gosto de brincar um pouquinho... – ele riu e piscou.
Me aproximei dele e peguei no cós da sua calça, tirei seu cinto e abri o zíper da sua calça.
– Eu também adoro brincar! — sentia já seu membro bem ereto, sorri maliciosa olhando pra ele que me olhava também. Abaixei sua calça que caiu e ficou em seus pés, e demonstrou a visão perfeita que eu desejara sempre e mais ainda depois do meu sonho, por coincidência ou sei lá o que, Damon estava de cueca box preta, e seu membro mesmo sendo tampado pela cueca dava pra ver o grande volume e que me deu até agua na boca. Quando eu ia abaixar sua cueca pra ver o membro delicioso dele que estava ali, Damon me empurrou na cama caindo junto comigo em cima de mim.
– Não era você que não queria delongas? – ele sorriu malicioso.
Eu ia responder ele, mas ele beijou calorosamente e pegou em meus cabelos dando leves puxadas, enquanto com a sua outra mão livre ele apalpava os meus seios e ia descendo pra minha bunda, coxas e até a minha intimidade, ele passou seu dedo por cima da calcinha que eu ainda usava, e eu arfei e cheguei a ter delírios. Damon em um rápido movimento rasgou minha calcinha, e eu sorri. “Selvagem... Eu adoro!” pensei enquanto ainda nos beijávamos. Damon então parou o beijo dando uma leve mordida em meu lábio inferior, ele se posicionou em entre minhas pernas e tirou sua cueca me mostrando aquele membro delicioso que eu tanto queria... Logo ele pôs seu membro com tudo dentro de mim, foi doloroso, um pouco, mas eu estava tão excitada que a dor não incomodou. Ele começou a dar leves estocadas enquanto beijava meus seios e segurava forte meu cabelo, e depois mordia meu pescoço até chegar em minha boca e me beijar... Ele começou a estocar rapidamente, me fazendo chegar rapidamente ao ápice enquanto dizia palavras sem nexo mais que excitava e muito. Eu arranhava o corpo todo dele, e mordia em varias partes é claro eu gemia de desejos enquanto ele também. Ficamos um bom tempo fazendo sexo, claro chegamos ao ápice varias vezes, mas sempre começávamos novamente, eu não estava me cansando e muito menos Damon, a realização do meu sonho, pelo menos uma parte, de me deitar com Damon estava sendo realizada, e se fosse por nos ficaríamos o dia todo, Damon assim como eu era muito ativo.. Só havia uma coisa me incomodando e era Klaus! Ele não saia da minha cabeça, eu ficava imaginando ele igual no sonho, e meu corpo sempre estremecia com aquela cena do sonho juntamente com a lembrança da aproximação dele sussurrando em meu ouvido...
Eu tinha acabado de almoçar, e Gabi continuava dormindo, Damon disse que teria que dar uma saidinha e qualquer coisa era só eu ligar pra ele. Eu estava na varanda da frente da casa olhando a diferença das cidades dos EUA pro Brasil e que vamos combinar as cidades americanas são bem mais bonitas que as do Brasil. Me deu uma vontade de sair e conhecer a cidade, eu não me perderia já que a cidade era pequena. Subi no quarto que Gabi se encontrava, eu ia chamar ela mas ela estava dormindo tão serena que deixei... Ela me ligaria caso não me encontrasse. Vesti um shorts jeans de cós alto meio desbotado, e uma regatinha amarela, calcei uma gladiadora minha meio cinza e peguei meu óculos de sol, e sai, o dia estava belo e eu queria aproveitar pra conhecer a cidade dos Deuses Gregos, vai que tinha mais Deuses assim... E quem sabe, eu poderia até encontrar Klaus...
Pov Klaus!
Damon desgraçado! Desgraçado! Eu estava com raiva do Damon, agora com Anallizie aqui ele viria me atormentar dizendo que conseguiu ficar com ela do jeito que ele é... E porque ela tinha que vir pra cá? Pra me deixar mais maluco? Pra me deixar com... com... Inveja do Damon? Isso era inveja que eu estava sentindo desde o minuto que vi os dois quase se beijando no Mystic Grill. Aquilo me deixou puto da cara, porque Damon tinha que se interessar pela mesma mulher que eu? Ou melhor, porque eu tinha que me interessar por Anallizie? Quer dizer, eu me interessaria por ela sim de qualquer forma, mas porque Damon tinha que estar no mesmo local que ela no dia que eu também estaria?
– Argh! Porque eu estou pensando tanto nesses dois? – eu bufei.
Eu tinha ficado impaciente desde o momento em que vi Anallizie com Damon, na verdade fiquei feliz ao vê-la, meu coração acelerou ela estava tão linda, e eu desejei poder ser o Damon naquele momento em que ele beijava seu pescoço e ela parecia gostar...
–Droga Klaus! Pare de pensar nela... – eu disse pra mim mesmo.
Estava andando sem sentindo algum, a verdade era que eu queria ver Anallizie novamente, mas por eu ter sido um completo idiota e nada educado quando nos vimos no Grill, ela pareceu ficar chateada, e isso não beneficiava nada a mim...
Estava andando a pé e de cabeça baixa com as mãos no bolso, eu acabei trompando com uma pessoa. Eu já iria falar merda quando...
– Hei... Olha por onde anda! – aquela voz angelical e sedutora soou e eu logo reconheci. Olhei rapidamente pra ela, era Anallizie, ela pareceu ficar surpresa também quando me viu.
– Klaus?! – ela disse me olhando e parecia que a sua respiração estava descontrolada pois seu peito subia e descia rapidamente.
– Você também deveria olhar por onde anda Srta Stewart... – eu disse a olhando.
– E quem disse que eu não estava olhando? E será que dá pra parar de me chamar assim? Já disse me chame de Ana! – ela disse em um tom irritado.
Ergui minhas mãos em defensiva e sorri, ela revirou os olhos.
Eu a olhei de cima em baixo e vi o quanto sedutora ela estava mesmo estando vestida com uma roupa básica, Anallizie tinha algo que deixava todos os homens enlouquecidos de desejos, e é claro comigo não poderia ter acontecido ao contrario...
– Se realmente estivesse olhando “Ana”... Teria desviado de mim, ou você queria mesmo que isso acontecesse pra poder conversar comigo. – eu disse a olhando nos olhos, ela estreitou as sobrancelhas.
– Argh! Nem é convencido não é? – ela disse me olhando de um jeito malicioso, mordendo o lábio inferior, eu fiquei paralisado naquilo e me deu agua na boca. Anallizie realmente era uma tentação.
– Isso quer dizer que você realmente me viu mais quis conversar comigo “acidentalmente” – eu sorri e ela desviou o olhar.
– Poderia me dizer porque disse aquilo no pub onde estávamos? – ela perguntou.
– O que exatamente, eu disse várias coisas... – eu me encostei em uma arvore que estava próxima.
– Não seja tolo Klaus... Aquilo de eu não confiar no Damon... – ela disse me olhando esperando uma resposta.
– Olha Anallizie, acredite você não conhece o Damon... Ele tem pinta de ser um cara legal, ele até poderia ser, mas ele não é... Não pense porque Stefan é uma pessoa boa, que Damon será igual... Olha pro seu próprio bem se afaste dele, não deveria ter vindo até aqui por ele... Você é uma mulher incrível, linda, inteligente... Damon não é pra você... – eu disse a fitando sério.
Ela estreitou as sobrancelhas, me olhou e logo começou a rir.
– Ah! Isso é uma piada não é? – ela riu — Damon não é pra mim, e quem é pra mim Klaus? Você? – ela me olhou séria.
Eu não acreditei no que ela disse, e a olhei sério, me desloquei da arvore e me aproximei dela, quase tocando nossos corpos.
– E se eu for? – eu a olhei nos olhos, a respiração dela descontrolou, e ela deixou sua boca meio aberta deixando escapar o hálito fresco de tutti-frut que me deixou com uma vontade enorme de beijá-la.
–E você sabe se eu quero você?– ela perguntou.
Eu num ato louco já e descontrolado pelo aroma doce que exalava dela, e por estarmos quase colando nossos corpos, eu agarrei em sua cintura e a beijei.
Eu a beijei com vontade, beijá-la era a coisa que eu queria desde quando eu a vi em Los Angeles, aquele beijo doce e excitante, me deixou louco, eu a apertei em meus braços, ela envolveu seus braços em meu pescoço, puxando delicadamente meu cabelo, o beijo acelerou e começou a esquentar. Foi então que decidi parar o beijo.
– Não pareceu que não me queria!- eu disse a olhando, ela estava com os olhos fechados respirando fundo, me afastei e sai andando sem olhar pra trás.
– Klaus! – ela chamou.
Eu continuei andando e virei na esquina a deixando sozinha.
“Quero ver se agora não vai me querer Anallizie!” eu pensei enquanto andava em passos apressados com um sorriso convencido no rosto.
Fale com o autor