Notas iniciais
OOOOOOOOOOOI AMOREEEEES! EU VOLTEI E ACHO QUE VOCÊS NEM DEVEM SE LEMBRAR DIREITO DESSA FIC OSKAKSAOKS Enfim, quero pedir desculpas porque muitas coisas aconteceram e meus planos eram pra dar atenção total a essa fic depois que JYAM acabasse. Sorry, eu não fiz isso kkkk Eu tenho que confessar que uma parcela de nao ter atualizado, foi por causa que fiquei sem saber o que fazer com o rumo da fic. Oh, mas Ana, você não planejou o começo, meio e fim dessa fic? Sim, eu planejei, mas ai comecei a pensar em mudar em algumas coisas e acabou que deixei ela de lado. Mais uma vez: sorry. Mas saibam que estou de volta com tudo, e os capítulos estão andando ótimos. Tem esse e mais outro que vou postar, e postarei agora toda terça-feira! Anotem ai! Estou postando a fic no wattpad também, quem curte ler mais lá, é só procurar @SweetOfJomo que me encontra, e também tem uma nova fic, que é atualizada toda semana ( sim, essa eu não me atraso) e é original, mas também estou postando aqui. A outra, é o nome. Enfim, é isso, quem quiser ler dá uma chegada lá, quem não, também passa, não vai te fazer mal algum. mentira, não passa aplspalspa Ai que saudades que eu tava de escrever essas n/a grandes pra vocês morecas ♥ Boa leitura, e sorry por não estar tão bom quanto o anterior, mas eu estou voltando a pegar o jeito e o proximo será bem meeelhor!

Entrei no tal Grill com o coração quase saindo pela boca. Respirei fundo pela décima vez em um minuto, e corri meu olhar pelo ambiente, parando em um casal muito alegre por sinal, jogando sinuca, que no caso aqui em USA se fala bilhar. Stefan e Gabriela. Estava explicado porque a danada estava demorando.


Caminhei até o balcão, dando de cara novamente com o barman bonitinho. Logo que me viu, sorriu e se apressou em vir me atender com um olhar quente, e muito atrativo.


— Olha, a loirinha voltou. – Ele sorriu galanteador e depois olhou desconfiado atrás de mim, me fazendo olhar também. – Então está sozinha? – sorriu.


Ah, entendi. Ele checou se Damon ou Klaus estavam ali.


— Sim. Sempre estou. – pisquei.


E olha ai, estou querendo enganar quem? Não tenho mais um lado vadia e um sensato. Agora sou vadia por inteira, porque olha o que eu já estava fazendo.


— Que bom. Isso é uma ótima oportunidade pra nos conhecermos melhor... – ele disse sorrindo e mostrando seus perfeitos dentes brancos alinhados, e fazendo covinhas nas suas bochechas rosadas que fazia uma ótima combinação com o brilho do seu olhar verde.


—Gary! Vá servir a mesa 10! – uma garota de olhos azuis intenso gritou. A olhei e ela sustentou meu olhar com certo brilho nos lindos glóbulos azuis, sua expressão era fechada. Passou por mim e virou a cara.


O que eu fiz pra essa garota, afinal?


— Ah, já vou Meg. Não está vendo que estou atendendo? – então o nome dele era Gary.


Gary já não sustentava mais o sorriso galanteador, e sim um bico junto com uma carranca.


— Não. Eu não estou vendo você atender ninguém, e sim dando em cima de uma loira qualquer. – a tal Meg respondeu meio grosseira, e Gary grunhiu ficando vermelho.


E opa! “Loira qualquer”? Oi?


— Olha, eu não sei bem o que rola entre vocês dois, mas, por gentileza? Não me coloquem no meio, tudo bem? Só quero um suco de laranja. – eu me intrometi na conversa, não por ser intrometida, mas sim porque a tal Meg me colocou no meio. E eu não estava afim de arrumar confusão.


A tal Meg me fuzilou com os olhos, respirou fundo umas duas vezes, e me encarou novamente, enquanto Gary abaixou a cabeça.


— Tudo bem, desculpe-nos por esse constrangimento moça. Vou pedir o seu suco. Algo mais? – ela disse calma e com a voz um pouco doce.


Sinais de bipolaridade apitando no ar.


— Não, por enquanto só isso mesmo. Obrigada. – sorri.


— Ok – disse e passou para o outro lado do balcão. – E Gary! A mesa 10 está te esperando. – ela disse séria e entrou na porta que tinha do lado esquerdo.


Fiquei meio constrangida, a tensão que pairava ali era fortíssima, era até meio... Sexual? Opa! É isso. Tensão sexual! A tal Meg com certeza é afim do Gary.


— Desculpas por isso. Ela não bate bem. – ele disse sem jeito e sorriu pegando sua bandeja.


— Sem problemas. – sorri – Irei me sentar com os meus amigos. – pisquei e abandonei o balcão seguindo para a mesa de sinuca, onde Stefan e Gabi conversavam e jogavam animadamente, e nem haviam me notado.
Me aproximei com um sorriso no rosto, ao notar a animação da Gabriela por ter ganhado de Stefan.


— Que isso, Stefan te deixou ganhar amiga, não comemora. – brinquei.
— Ana! Onde estava? – perguntou sorrindo.


— Onde eu estava? No mesmo lugar em que a senhorita me deixou a uma hora atrás. – eu disse fazendo bico.


— Não exagera, foram só alguns minutinhos. Mas achei que iria vir pra cá, notando a minha demora. – ela disse dando os ombros e pegando seu copo de cerveja.


— Lá fora estava agradável, apesar de eu quase ter dormido naquele banco. – menti e como sempre, Gabriela detectou minha mentira.


— Hum, sei. Quer jogar? – perguntou animada.


— Quantas cervejas você já tomou a essa hora da manhã senhorita? – perguntei arqueando a sobrancelha e ela riu.


— Eu estou cuidando dela. – Stefan disse pela primeira vez rindo.


— Bom, é você mesmo quem vai cuidar da doninha ai quando ela estiver bêbada. – eu disse rindo indo pra outra ponta da mesa, onde era mais escuro.


— Eu vou adorar cuidar dela, com todo prazer. – Stefan disse a olhando e eu demorei uns segundos pra sacar a malicia naquela frase.


— O que? Oh meu Deus, como vocês são perversos. Não falem isso na minha frente. – eu disse me fingindo de inocente fazendo os rir junto comigo.


— Sem comentários. – Stefan disse rindo.

— E ai, vai jogar? – perguntou Gabriela.


— Pra eu jogar com vocês precisaria de outra pessoa, seria mais legal dupla contra dupla não acham? – perguntei bebericando meu suco.


— Hum, Analizzie Stewart bebendo suco em um bar, novidade. – Gabriela provocou dando mais um gole da sua cerveja.


— Ainda é de manhã criatura, eu preciso me manter saudável esqueceu? E eu não quero ficar bêbada hoje. – eu disse rindo.


— Sobre as duplas, dá pra jogarmos... Hum... – Stefan disse passando os olhos pelo local – Deixa eu ver quem eu chamo pra fazer dupla com você... – disse pensativo.


— Cadê o Damon, Stefan? – perguntei cruzando os braços.


— Damon? Ah, ele está fazendo uns negócios sobre a empresa, não sei o que aconteceu, mas alguma coisa naquela reunião de ontem fez meu irmão acordar e dar mais atenção a ela. – ele disse dando de ombros pensativo.


— Ele não vem pra cá? – perguntei.


Eu deveria estar agradecendo que ele estava ocupado, porque só assim eu poderia ir adiando aquele momento que ele prometeu que ia cumprir. Droga, eu adoro me meter em confusão só pode.


— Ele disse pra nos encontrarmos no almoço, que será daqui a pouco. – Stefan sorrindo ainda passando os olhos no local.


Peguei uma bola da mesa, e comecei a brincar com ela. Stefan ainda continuava a procura de alguém, e eu já estava quase pedindo pra ele desistir, quando ele falou.


— Achei! – disse em comemoração.


— Quem? – Gabriela perguntou animada.


— Klaus! – ele disse e eu congelei, na mesma hora ergui minha cabeça.


Klaus estava ali de novo, é claro que estava. O desgraçado parecia estar me perseguindo ultimamente, que merda!


— Hey Klaus! – Stefan gritou.


Ele já estava se sentando a frente do balcão, quando virou a cabeça e nos viu. Mas seus olhos não encontraram os de Stefan, e sim os meus, e assim que me encarou sorriu de lado.
Droga, droga, droga! Mil vezes droga!
Ele se levantou assim que Stefan o chamou com a mão, e ele não perdeu o contato visual comigo nenhum segundo sequer enquanto caminhava.
Acabei desviando o olhar assim que ele chegou perto de Stefan.
Gabriela me olhou percebendo a tentação, abriu a boca e perguntou silenciosamente se estava tudo bem, assenti com um pequeno sorriso, e ela deu mais um gole em sua bebida. Gabriela definitivamente estava afim de ficar bêbada naquele dia, só pode.


— Vamos jogar uma partida? – Stefan perguntou e Klaus sorriu, não pelo convite mas sim por eu estar ali, e ele poderia me atormentar.


— Claro, não tenho nada pra fazer mesmo. – Você não tem nada pra fazer sempre Klaus, além de me perturbar. Pensei enquanto ele sorria e olhava pra mim.

— Ótimo, você será da dupla da Analizzie. – Stefan disse jogando um taco praa ele, e depois outro para mim, que quase foi na minha cara de tão despercebida que eu estava.


— Wow! Isso vai ser legal! – Gabi disse animada me fazendo arquear a sobrancelha para ela – Que é? Aproveite amiga! – mandou um beijo e piscou.


Ah sim, ela já estava levemente alterada... Ou melhor, muito alterada.
Stefan começou a juntar as bolas na mesa, enquanto Klaus veio pra trás de mim.
O que ele estava fazendo ali?


— Porque tá atrás de mim? – perguntei baixo e ouvi a risada inalada dele, e até senti tocar minha pele. Droga!


— Eu só vim pegar o giz, love. – disse na maior calmaria.


Sai dali e fui pra lateral esquerda, Gabi me deu o giz pra passar no meu taco, e assim eu fiz.


— Vamos lá! Quem começa? – Stefan perguntou.


— Pode ser você. – eu disse com a voz baixa.


— O que foi? Até agora a pouco você estava tão animada pra jogar. – Stefan disse franzindo a testa, e eu me endireitei logo depois de receber um olhar de Klaus.


Eu estava dando bandeira, droga, não posso dar bandeira. Ana, Ana, Ana.


— Ahm, nada. Só preciso de uma cerveja – o que? Cerveja? Enlouqueceu garota?


— Não seja por isso, vou buscar uma bebida. Quer também Klaus? – ele perguntou.


Klaus respondeu que sim, e Stefan foi até o balcão.


— Ok. Eu aconselho a vocês dois pararem com esses olhares e agirem como pessoas normais, Stefan não é idiota e vai perceber. – Gabi disse me fazendo arregalar os olhos e Klaus riu.


— Eu não estou fazendo nada. – ele disse.


— Klaus... – Gabi o repreendeu e ele se calou – Ana? – me chamou e eu a olhei – Entendeu não é? Não quer mais confusões não é? Então não de bandeira. – ela disse e não teve nem como eu responder, porque Stefan já estava voltando.


Ah, eu tinha que dar um desconto pra ela, ela não estava lá quando Klaus disse aquelas coisas pra mim.


— Então vamos! – Stefan me entregou uma garrafinha de cerveja animado.

Eu tinha que falar em bebida? Não era pra mim beber, merda.


Acabei dando de ombros, e tomei o liquido meio amargo da cerveja.
Stefan já havia começado, e eles ficaram com os números pares enquanto Klaus e eu, impares.


— Já vi que vamos perder, Klaus. – eu disse olhando Stefan embolsar mais duas bolas.


— Isso é sorte, e eu ainda não joguei love. – ele disse me fazendo o encarar.
Na terceira bola, Stefan errou e então era a minha vez.


E já disse que o universo as vezes conspira contra mim? Não? Pois sim, ele conspira. E essa era uma hora que ele conspirou.
A bola branca estava na ponta onde Klaus estava, e se eu quisesse encaçapar a bola 15 que estava perto da boca na ponta onde Gabi estava, eu teria que ficar onde ele estava. E assim foi eu lá tentar encaçapar, olhei Klaus em um pedido silencioso para que me desse licença, e ele percebendo apenas deu um passo para trás. Só um passo! Tem noção do quanto aquilo ia ficar ruim? O fuzilei com os olhos e ele sorriu, ele estava adorando, claro.
Me posicionei na mesa, tendo que me curvar um pouco até demais e tentei me concentrar na bola branca, e na vermelha com listra branca, e não em Klaus que estava atrás de mim provavelmente amando aquela posição e imaginando coisas perversas. Um arrepio correu em minha nuca e eu estremeci, vacilando um pouco.


— Quer ajuda ai? – Klaus perguntou e eu mandei um “vai se foder” pra ele que riu.


Me concentrei mais um pouco, e mirei a bola branca na vermelha com branco, e bati na bola branca no meio, fazendo ela ir em uma velocidade normal até a bola 15 e encaçapar ela. Fiquei olhando, e dei um gritinho comemorando.
Avaliei a nossa situação na mesa, ignorando Klaus próximo de mim, próximo até demais.

E lá estava a bola 9 perto da boca em que Stefan estava. Devo comentar que Stefan e Gabriela quase não prestavam atenção, pois sorriam e davam selinhos. Se eu quisesse roubar, conseguiria fácil, fácil.
Fui até a ponta onde o casalzinho 20 se encontrava e fiz os dois se separarem, eles me olharam sem entender, como eu disse, não estavam prestando atenção.

Dessa vez fiquei de frente para Klaus e ele já estava encostado na mesa novamente me fitando, mas sem nenhuma sombra de sorriso. Parecia estar avaliando a situação.


— Hey, Anie! Eu acho melhor você bater na 13. – ele disse indo para o lado esquerdo – Olha ali, se você bater nela, vai encaçapar e a bola branca vem parar aqui, e ai você encaçapa a 9, que tal? – perguntou me olhando dessa vez sem vestígios de provocações e sorrisinhos.


Observei melhor a mesa e acabei concordando, só que tive que ficar novamente perto dele, e Klaus, claro não foi para o lado, só deu um passo para trás.


Então me curvei novamente sobre a mesa, e estiquei meu braço até a ponta do taco. Estava pronta para tacar, quando senti algo duro se encostar em mim, e um calor humano estar sobre mim. Era o Klaus.


— Só, se ajeite assim. – pegou em minha mão e soprou em meu ouvido.
Ele roçou seu pau duro em mim, e meu corpo inteiro se arrepiou. Droga, Klaus era impossível.


— Então você taca entendeu? – ahm? Não eu não entendi porra nenhuma com você ai atrás de mim.


Assenti com a cabeça, e ele se afastou, não antes de apertar minha coxa e apertar seu corpo contra minha bunda. Porra!
Olhei para Gabriela e Stefan, e os dois estavam se beijando. Não sei porque, mas algo me dizia que era Gabriela quem tinha o beijado, só pra ele não ver aquilo.
Klaus já estava afastado, mas meu corpo formigava e clamava pelo dele novamente.
Então mirei na bola branca, no canto esquerdo dela para acertar na numero 13. E assim que botei um pouquinho de força, a bola não caiu na boca como Klaus havia dito, a branca bateu na 13 e ela foi para o canto direito, enquanto a branca foi pra perto da 9.


— Mas um pouquinho e teria encaçapado. – ele disse perto demais.


— Se você não tivesse atrás de mim, eu teria acertado. – eu disse baixo.
Ele riu, e eu olhei pra Gabriela e Stefan.


— Han-han. – cocei a garganta mas eles não se desgrudaram, estavam empolgados – Então Klaus, acho que ganhamos não é? – perguntei disfarçadamente para que assim eles parassem.


— Se quiser podemos fazer como eles, é só pedir. – Klaus disse atrás de mim em meu ouvido.


Eu me virei rapidamente ficando entre a mesa e entre ele.


— Para Klaus, se afasta! – eu disse baixo.


Ele riu e mordeu seu lábio inferior olhando nos meus lábios.


— Você fazendo assim fica mais difícil me segurar. – ele disse se aproximando mais.


— Não Klaus! – eu o afastei e sai indo até o banheiro.


Eu não olhei para trás, não me atrevi a isso, mas sabia que ele estava me olhando com aquele maldito sorriso de canto.
Eu precisava jogar uma água no rosto pra acalmar meus nervos. Ainda tinha Gabs para jogar, e depois o maldito Klaus, e ai o Stefan, e então eu.
Joguei a agua em meu rosto, e só quando olhei meu reflexo no espelho, me dei conta do quanto eu estava corada. E aquilo era culpa de quem? Claro, dele!
Respirei fundo, arrumei meus cabelos e já ia saindo do banheiro, quando meu celular tocou.
Logo atendi ao ver que era minha mãe.

—Hey mãe! – eu disse alegre e me olhando no espelho daquele pequeno banheiro.

— Analizzie, onde você está? — ela perguntou quase me deixando surda.

Droga, era hoje que ela ia me visitar?

— Hey, calma! Estou em Mistyc Falls... — eu disse enrolando uma mecha do meu cabelo.

— Onde? Que diabos está fazendo aí? Se esqueceu de que era para você estar aqui hoje, para podermos fazer o ensaio fotográfico para a campanha do seu pai? — ela disse histérica.

Oh my God! Eu havia me esquecido completamente disso. Era esse fim de semana? Como eu esqueci?
Droga! Como eu pude me esquecer?
Ah, não seja idiota Analizzie, um par de olhos extremamente azuis e outro par verde azulado foi quem te fez esquecer.


— Oh... – foi só o que eu consegui dizer.


— “Oh” nada, pegue imediatamente qualquer voo para cá, ainda hoje! – ela disse séria, e lá estava a minha mãe profissional, que as vezes era um saco.


— Tudo bem, eu já estou indo para o aeroporto. – Mentira!


O que eu poderia dizer? “Ah, não vai dar mãe porque estamos em uma cidade muito pequena, e temos que ir para a cidade vizinha que fica há umas duas ou três horas daqui, não me recordo direito... E não se ainda tem voo pra New York ainda hoje...” Eu estava pedindo para morrer né?


— Eu espero, Analizzie! – ela disse me fazendo engolir em seco – Me ligue quando já estiver no avião. Beijos, e se cuida. Amo você. – e o telefone foi desligado.


Onde eu estava com a cabeça pra ter me esquecido dessa maldita campanha? Tudo bem, tudo bem... Eu sei que eu estava pensando e desejando só pegar Damon e Klaus, e que por conta disso não pensei em mais nada, mas pow! Até a Gabriela se esqueceu disso. Geralmente é ela que sempre me lembra desses compromissos loucos que meus pais me forçam a ir.
Ok, eu preciso pensar, e eu não costumo pensar direito quando estou sozinha e nervosa, e minha respiração começa a ficar acelerada, e pra ajudar o perfume daquele maldito britânico ainda invadia minhas narinas. Como se ele estivesse ali do meu lado me deixando extasiada e me fazendo lembrar dos poucos momentos – mas que foram ótimos – juntos.
Eu senti dois braços rodearem minha cintura e um corpo quente e acolhedor me puxar para si. Me assustei, e quis sumir quando vi quem era a pessoa que estava ali.


— Eu demorei porque Stefan estava me falando sobre uns assuntos que temos pendentes... – Klaus! O maldito Klaus estava ali.


— Oi? Demorou? Mas quem disse que eu estava te esperando? – perguntei me afastando – na verdade tentando– dele.


Ele começou a beijar meu pescoço e eu senti o meu corpo inteiro se acender. Que malditos hormônios!


— Eu sei que você me queria aqui, love. – ele disse me empurrando na pia e já se apossando da minha boca, que é claro eu não neguei.


Klaus segurou minha nuca com uma mão, enquanto com a outra fez minhas pernas se enlaçarem em sua cintura. O beijo me surpreendeu, não era aquele beijo necessitado, que desde o primeiro, nós nos beijávamos com necessidade, com vontade, querendo sugar um ao outro. Dessa vez era calmo, e eu estava saboreando o gosto da sua boca, que tinha uma leve mistura de menta com a cerveja que ele havia tomado. Eu roçava meus dentes em seus lábios carnudos e deliciosos, e não me segurei e acabei mordendo. Ele sorriu entre o beijo, me fazendo ter um leve frio na barriga e eu achei aquilo estranho e novo, e ele foi parando o beijo com selinhos demorados. E então, encostou sua testa na minha e brincou com o meu pingente de coração que estava pendurado na corrente em meu pescoço.


— Só queria só te beijar antes de você ir... Sem te pegar e querer te foder, sem te beijar enlouquecidamente... Só queria, um beijo... Calmo... – ele disse olhando em meus olhos, e eu não sabia o que dizer, porque estava perdida naquele mar verde azulado.


Ele subiu sua mão que estava em minha cintura, levemente, e acariciou meu rosto.


— Até mais, sweetheart... – ele disse e beijou minha testa... O toque quente dos seus lábios contra a minha pele fria, fez um arrepio forte percorrer o meu corpo, e fechar os meus olhos. Ele se afastou, e quando abri os olhos, ele já não estava mais.

Klaus se foi, me deixando sozinha naquele banheiro me encarando no espelho, e tocando os meus lábios como se fosse possível sentir novamente sua boca quente na minha...

Notas finais
Não está tão bom, mas como eu disse; prometo que o próximo será melhor. XoXo, Ana :*